Assistindo futebol com meu vizinho

by. Bruno Totoso

Já escrevi aqui sobre uma sacanagem que tive com o Marcão.
O cara mora no mesmo prédio que eu, e a gente já tinha tido uma foda, que foi uma das melhores que tive.
Marcão é um morenaço, olhos claro, sorriso de ator de cinema, fortão, sempre bronzeado.
Metido a machão.
Depois de nossa primeira foda o clima ficou um pouco diferente entre a gente, sempre nos encontravamos no elevador, na academia ou na garagem do prédio. Mas aquela afinidade de antes simplesmente sumiu. Não tinhamos assunto e ficava um constrangimento no ar.
Ele com aquele ar mdeio arrogante, machão não tocava no assunto e eu tb não dava o braço a torcer. Era chato isso pq na cama a gente tinha se dado muito bem, tinha sido uma satisfação muito grande e eu queria muito foder com ele. Marcão era muito gostoso e sabia trepar como ninguem.
Um dia, pego o elevador e pra minha surpresa ele estava lá. Tava indo pra academia, com aquele short preto da Adidas, tenis e a camisa do time dele. Por ironia do destino eu estava trajado da mesma forma como ele, mas com a camisa do meu time.
Era a situação ideal pra quebras aquele gelo. Dei o primeiro passo:
- Tu ta achando mesmo que esse seu timeco vai pra Libertadores? kkk
- Melhor brigar pra ir a Libertadores, que brigar pra não ser rebaixado né?
- Ah, sai dessa meu time não sera rebaixado e ainda seremos campeões da Sulamericana...
O papo sobre futebol continuou, fomos conversando juntos até a academia e falamos sobre futebol, nossas mulheres, cerveja, carro... O assunto durou e a distancia entre nós parecia ter acabado.
Na volta para casa, viemos conversando animadamente, até entrarmos novamente no elevador.
Lá dentro ficamos nos olhando nos olhos, o clima foi esquentando, só com o olhar. Fomos nos aproximando um do outro até ficarmos quase com o rosto se tocando, pude sentir a espiração ofegante dele. O beijo era inevitável, nossos lábios se cruzaram com força, sua lingua invadiu a minha boca, nossos corpos se juntaram, sua mão deslizou sobre as minhas costas até chegar na minha bunda.
Ele a apertou, eu gemi no seu ouvido.
Senssação deliciosa, nossos corpos sarados e suados da academia se contorcendo de tesão.
Mordi sua orelha e falei:
- Estava morrendo de saudades desse seu cheiro.
-Por que a gente se afastou?
-Não sei. Só sei que não quero mais ficar sem vc.
Voltamos a nos beijar, quando derrepente, nos lembramos de uma coisa. Estavamos nos dois nos amassando num elevador, com câmera.
PQP, o tesão acabou na hora, bateu uma preocupação danada. A gente simplesmente tava fudido, nego ia pegar as imagens e colocar na net. E a nossa reputação. Eramos dois homens machos, mas tinhamos, noiva, namorada. Foda...
- Cara deixa pra lá isso, foda-se, agora não da mais pra voltar no tempo.
- É vamos rezar pra essa porra não estar funcionando...
- Cara, quermo trepar novamente com vc, vamos marcar putro dia, pq hoje minha noiva esta lá em casa.
- Já é, vamos conversar pelo MSN.
Chegou no meu andar, eu pisquei pra ele. Ele deu um tapinha na minha bunda e eu fui embora.
Entramos na net e ficamos batendo papo até de madrugado sobre o ocorrido. Marcamos de eu assistir o jogo quarta-feira na casa dele e depois do jogo a gente terminar o que começamos no elevador.
Quarta-feira chegou, o dia foi tenso, pois fiquei contando os minutos para chegar a noite e nos vermos.
Cheguei cedo do trabalho, tomei banho, me perfumei, coloquei uma bermuda xadres, a camisa do meu time e sentei no sofá esperando a hora passar. Cinco minutos depois ele me liga e pede pra eu subir um pouco mais cedo.
Não perdi tempo e fui logo.
Chegando lá ele me abre a porta de Havaianas, boné, uma cueca preta boxe e com a camisa do time dele. Caralho, que tesão me deu na hora, fiquei um tempão parado na porta, hipnotizado olhando pra ele. Ele me pegou pelo braço e falou para eu entrar.
A TV já tava ligada no futebol com o Kleber Machado falando um monte de besteiras, sobre a mesinha de centro tinha um balde cheio de Skol e umas besteirinhas pra comer, sentei no sofé e ele disse:
- É, cara se seu time não vencer hoje, adeus 1ª divisão..
- Meu time vai vencer facil, mas se o seu não vencer, Libertadores nem pensar.
Os jogos foram tensos, mas nossos times venceram. O que nos deixou ainda com mais tesão e mais vontade de fuder.
Assim que o árbitro, apitou o final do jogo, ele se sentou ao meu lado no sofá e começamos a nos beijar novamente. beijo dele me fazia delirar, era algo do outro mundo, aquele corpo, sarado e cheiroso sobre o meu, me acariciando. Era magico.
O clima esquentava cada vez mais, ele deitou sobre mim e começou a proferir palavras de putaria no meu ouvido.
Era pura sacanagem, ele me beijava, apertava com os labios meus mamilos, mordia minha orelha.
Estava com seu corpo deitado sobre o meu, segurou meus rosto com as duas mãos, me olhou nos olhos e disse:
- Estou doido por você, teu Filho da Puta.
Quando eu ia responder ele enfiou novamente a lingua na minha boca, um beijo de tirar o folego.
Eu tava ficando puto, pois ele estava me dominando completamente, eu estava ficando sem reação.
Durante toda a semana fiquei planejando tudoo que faria com ele, quando estivessemos a sós.
Eu tinha pensado em colocar logo ele de quatro e meter meu pau todo em seu cu. Mas as coisa estava caminhando em direção contraria.
E o foda era que eu estava gostando de ser dominado.
Sem tirar a lingua da minha boca ele arrancou minha bermuda. Ficamos os dois de cueca. O que não durou muito, pois ele logo tratou de tirar sua cueca boxe, fazendo sua mangueira pular para fora. Olhei para aquela pica e me lembrei novamante da nossa primeira foda, que tinha sido inesquecivel.
Ficamos os dois pelados, apenas com a camisas dos nossos times de futebol. Eramos adversarios em campo, mas na cama não existia mais parceiros que nós dois.
Ele se levandou e sem precisar falar uma palavra eu fiquei de joelhos e meti a boca naquea cobra grande, vermalha e cabeçoda. A medida que sua pica ia entrando na minha boca eu sentia suas veias latejarem dentro de mim.
Chupei tudo sem perder tempo, engolia, chupava suas bolas, lambias sua virilha. Estava matando aquele puto de tesão. Ele gemia alto.
Ele me pegou pelo ombro, me levantou e eu me beijou, sentindo o gosto de seu sexo em minha boca.
Falou ao pé do meu ouvido, vamos pra cama que eu quero trepar.
Fomos para seu quarto, eu já estava com saudades daquela cama King Size, macia, perfeita para nossas sacanagens. Dava mais tesão ainda saquer que era ali que ele fazia amor com a noivinha dele.
Deitamos e ele me mandou ficar de quatro.
Eu tentei protestar, mas ele me beijou novamente - Era impressionante, como o beijo daquele safado me dominava - Não resisti a sua pegada e fiquei de quatro como ele mandou, com a bunda pro alto, ele veio por trás e meteu aquela lingua quente no meu cu. Eu vi estrelas de tanto tesão.
Era uma senssação maravilhosa, ele passeava com a lingua pelo meu rabo, mordia minha bunda, lambuzando-a bastante.
O tesão era tanto que eu gritei:
- Me fode, caralho.
Era tudo que ele queria ouvir. Na mesma hora o safado se posicionou de joelhos atrás de mim e foi me penetrando. Como eu tava com o cu bem molhadinho e cheio de tesão foi só prazer. Ele meteu a cabeçona, que entrou sem dificuldade e nun movimento só meteo o resto.
Eu gemi alto e ele no mesmo instante começou a me bombardear o cu.Era frenetico, parecia que seria a ultima foda de sua vida. Cada estocada que ele dava me jogava longe.Eu não parava de gemer, o que deixave ele com mais tesão.
Não demorou muito e ele disse que ia gozar. Gozou dentro da minha bunda mesmo. Senti seu pau se dilatar e imundar minha bunda de porra.
Que sensação deliciosa.
Caimos os dois na cama, ele ainda deitado sobre mim, sem tirar o pau do meu rabo.
Dez minutos se passaram e fomos tomar banho.
Tiramos nossas camisas e entramos no chuveiro. Tomamos um banho delicioso. Comecei a ensaboar seu corpo, suas costas, fui passeando com o sabonete até chegar em seu cu. Ali fiquei por um bom tempo, aque ouvir um leve gemido. Foi a senha que eu estava esperando pra começar a me divertir com meu alvo principal.
Passei bastante sabonete em seu cu, meti um dedo e ele voltou a gemer.
Falei no seu ouvido.
- Agora esse cu vai voltar a seu meu.
- Me come, porra!!
Não perdi tempo, abri sua bunda e fui enviando. Ele gemeu, fez cara de sor, mas aguentou tudonho sem reclmar. Quando já estava tudo dentro, comecei a bombardea-lo também. Tava muito gostoso, e eu não pude conter o gozo e imundeu seu rabo de porra.
Marcão gemeu feito um bezerro.
Nos abraçamos e nos beijamos com paixão. Após o banho voltamos para cama e passamos a noite toda abraçadinhos.
Após esse dia nossa amizade se estreitou. Não ficou apenas na foda, nasceu um sentimento sincero entre nós....

No escurinho do cinema

Olá, fazia tempo que não me acontecia algo interessante, mas nesse final de semana aconteceu algo surpreendente e aff, eu preciso contar pra alguém....
No sábado marquei um cineminha com um casal de amigos. Marquei em casa pra tomarmos um aperitivo antes, já que a sessão que iríamos pegar era a da meio-noite.
Carlos e Amanda chegaram por volta das 21:00h. Eu ainda não estava pronto, pois, tinha tirado uma soneca e tava bem preguiçoso no sofa. Estava de bermuda, camiseta e chinelo. Quando anunciaram a chegada deles, fui recepcioná-los e Carlos comentou! " - Eita, que vocês estavam fazendo hein! e deu um risinho sacana, e um tapa na minha bunda, na brincadeira. Nos cumprimentamos com um forte abraço e fiquei louco pelo cheiro de homem másculo dele, com sua loção pós-barba. Pau com pau, no abraço, o meu dispertou quando senti aquele volume apertar o meu.
Fomos pra sala, perguntei o que queriam beber. Carlos aceitou uma dose de uisque e Amanda um vinho. Eu também me servi com o uisque e minha esposa ja estava tomando um vinho também.
Conversa vai, conversa vem , eu precisava tomar banho e me arrumar. Pedi licença a eles, quando Carlos perguntou se podia usar meu computador, pois, precisava fazer uma operação emergencial.
Falei que sem problemas, iria pegar meu laptop que estava no quarto e ele logo disse, se não for inconveniente poderia usar no quarto mesmo, pois, seria rápido. Assim fomos pro quarto. Lá eu disse pra ficar a vontade que eu ia tomar uma ducha. Passaram-se uns minutos e percebi a porta do banheiro abrir e era Carlos entrando e avisando que já tinha terminado e estava voltando pra sala.
Ahhh, ai tem coisa, pensei. Invadir assim o banheiro! Então fiz cena. Fingi não ouvir o que ele tinha dito, forçando-o a entrar e chegar próximo ao box. E pronto foi o que ele fez. Ficou parado em frente ao box, eu todo emsaboado, logo comecei a mexer no pau. Ele falando comigo e fitando a minha rola. Fiz mais, pedi que abrisse o armário e pegasse um esfoliante.... ele pegou e abri o box pra que ele me entregasse. A essa altura meu cacete já estava meia bomba, começando a se animar.
Carlos não tirava os olhos de mim e suspirou e disse, deixa eu ir, porque gosto muito de banho e já tomei o meu, saiu rindo.
Saímos e fomos ao cinema. Ao sentarmos, Carlos fez questão de que ficassemos eu ele juntos um do outro. Sentou minha esposa, eu, ele e a esposa dele. Tinhamos comprado aquele balde de pipocas, 1 pra cada casal. O meu era sem manteiga. Foi quando Carlos comentou, eu vou dividir a pipoca com vocês, porque a Amanda pediu com manteiga e eu não gosto, pode ser? Minha esposa respondeu que sim, pois, dividira comigo, porque ele não iria comer.
Coloquei o balde de pipocas no meio da perna. E logo apagaram-se as luzes pro início do filme. E Carlos dividia a pipoca comigo. Quando ele comentou baixinho no meu ouvido. Não fica mexendo esse balde, porque quase que eu peguei outra coisa ao invez de pipoca e rimos.
Passaram-se alguns minutos e Carlos passa a mão no meu pau, quase sem querer e resmunga um OPS!. Dai, eu sem perder tempo, ajeitei o pau de ladinho e ele cresceu. Carlos percebendo acariciava cada vez que pegava um punhado de pipocas. Discretamente, abri os ziper da calça e ele começou a acariciar mais e mais, metendo a mão mesmo.
Meu coração ia a mil, pois estava ao lado de nossas esposas. Meu pau latejava, quando tomei coragem e coloquei a mão no pau dele. Ai, ai, ai, que volume, parecia enorme.....
Bem, terminou o cinema, fomos ao banheiro, no miquitório ele fez questão de por todo o pau pra fora, meia bomba, delicioso. E disse baixinho no meu ouvido, na maior ousadia. Imagina ele todinho nessa sua bunda gostosa que você tem. ... com uma cara de sacana do caralho!
Saímos e no elevador, ele falou: " O Fábio tá organizando uma pelada amanhã lá pelas 11:00 hs, você vai fazer algo? " Vamos lá? Eu olhei pra minha esposa e ela rindo confirmou, vai, pode ir desde que volte as 2 (da tarde) pro almoço e olha lá essa pelada hein, e todos rimos.
Em casa, não conseguia pregar o olho, pensando no que tinha acontecido no cinema, no banheiro e no convite da pelada que com certeza era um pretexto.
As dez hora tocou meu celular, era ele, dizendo que estava passando em casa pra me pegar, assim iriamos num carro só.
Arrumei o calção, chuteira, toalha, toda a tralha do futebol e 20 minutos depois, estavamos no carro.
Logo ao entrar, ele abriu aquele sorriso, e me disse, nem consegui dormir de tanta ansiedade. Eu disse, " eu também", e ele foi logo metendo a mão no meu pau, por dentro do shorts, e chegando no saco, roçou meu cuzinho com o dedo.
Ele perguntou, pra que motel, eu disse, vamo embora..... E fomos rumo a Anchieta.
Chegamos nos motel, meio com vergonha, os 2, em pleno domingo, a luz do dia. Mas entrando, nos jogamos na piscina, os 2 peladões, nos abraçamos, beijamos e ele me confessou que fazia uns 2 anos que me observava na academia, nos churrascos a beira da piscina, no clube, ou seja, nos lugares que frequentavamos juntos, e ficava na dúvida se eu toparia algo ou não, até ontem que ele teve certeza.
Eu ia sair da piscina, subindo a escadinha e ele atrás, me segurou e disse para assim! E começou a chupar o meu rabo, de uma forma que eu fiquei louco de tesão. Sentia sua lingua tocar dentro do meu cu, um delírio de puro tesão. Lambuzava meu rabo de uma forma que ele piscava, pedindo por aquela vara que tinha uns 20cm, rosinha, cabeça pra fora. quase sem pelos.
Consegui escapar e fomos pra cama. Na cama, fizemos um delicioso 69. Ele sugava meu pau até o talo, lambuzava, chupava as minha bolas e metia o dedo no meu cu. Eu quase engasgando com aquela jeba na minha boca, sentia ele pulsar, seus nervos aflorados, parecia ficar mais volumoso a cada sugada que eu dava.
De repente, não aguentando mais de tesão ele me virou de costas, coneçou a chupar meu rabo de novo, ate que eu pedi, mete essa vara no meu rabo agora. Ele obedeceu, colocou a camisinha e como um toque de mágica, meteu bem devagarinho, aquela jeba toda no meu rabo. Meu cu piscava, mordiscava até o talo daquele pau delicioso. Ele gemia a cada vez que eu comia aquela rola com o meu cuzinho. Ficamos ali por um bom tempo, em várias posições. Quando ele pediu agora é a minha vez, mete sua vara no meu cu, que eu quero gozar com ele dentro.
Eu o coloquei de frango assado, chupei aquele cuzinho delicioso, depilado, rosadinho, até parecia uma buceta de tão macio que era. Lambuzei tanto e sentia ele piscar a cada lambida. Quando tava bem preparado numa estocada só meti a minha vara naquele rabão. De costas, de ladinho, frango assado, de 4. Quando ele gemendo me disse, eu vou gozar.... Eu o virei, coloquei-o na posição de franguinho de novo e meti minha rola no cu dele, ao mesmo tempo que botei a rola dele na minha boca, num contorcionismo surreal. num movimento de vai e vem, ele esporrou na minha boca, um jato quente de porra, fresquinha. Foi um delírio.
Quando eu tava quase gozando ele disse, pode tirar a camisinha e esporrar na portinha do meu cu, eu quero sentir o seu leite quentinho. Não pensei duas vezes, tirei e meti gostoso, quando ia gozar, tirei o pau, mirei naquele cu que tava aberto e piscando, todo rosadinho e esporrei gostoso, ele chupava a porra com o cu, piscando e escorrendo pelas pernas, mirei meu pau de novo naquele rabo e soquei pra fim de gozo.
Uau, tomamos banho e fomos embora. Agora, não vejo a hora da proxima foda. Comentei com ele sobre meu sobrinho e ele quer fazer a 3. Vamos ver se vai dar certo, Dai conto pra vocês!

Enrabados pelo Policial Rodoviário

No último feriado, estava no sitio com a minha familia e no último dia , meu carro pifou uma peça. Cidade pequena, nada aberto, tive que ficar até 4a. feira, pra arrumar um bom mecânico. Todos vieram embora e eu fiquei sozinho.
No outro dia, já pela manhã, fui pra cidade com o carro do caseiro procurar o mecânico que ele indicou. Chegando na oficina, dei de cara com um deus grego. Calma. não era o mecânico não, era o filho dele. Ruivinho, uns 1,70, uns 70kg, barriga tanquinho, tava com uma camiseta zuada, justinha uns 3 numeros menor, pernas e braços torneados, malhadinho, mas nada exagerado. Tava pagando cofrinho, apertando um pneu. Quando se levantou a 1a. coisa que olhei foi praquele pacote maludo. Ele percebeu e me encarou. Fiquei meio encabulado e virei o olhar.
Perguntei sobre o seu fulano e ele disse: _ Meu pai viajou, só to eu aqui, o que Sr precisa?
Expliquei o problema do meu carro e que estava no sitio, e queria ver como podiamos resolver isso já que tinha que ir embora no maximo no outro dia.
Ele ajeitou a mala, alisou a barriga, erguendo a camiseta, com ar pensativo. Aff, eu fiquei de pau duro nessa hora. Dava pra ver os pelinhos ruivos, vindo do saco do muleque. Pensei. ele tá é me provocando.
Dai disse: _ O Sr. pode esperar um pouco o dono desse carro vir buscar, acho que uns 15 minutos, dai a gente vai pro seu sítio e ve o carro. Eu topei e fiquei olhando ele trabalhar. Puxei assunto, falei das mulheres bonitas da cidade, perguntei se ele catava muitas e ele com um sorriso safado disse. Ah, ultimamente chove muito na minha horta, tudo quanto é coisa e riu.
Deu brecha, eu perguntei, - Tudo quanto é coisa eh? E você encara tudo?
-So num encaro coisa feia, e riu. De novo ajeitou a mala, quando percebi que seu volume havia crescido ainda mais.
Fiquei secando e ele ajeitando.
Demorou um pouco o dono do carro chegou, pegou o carro, o mlk fechou a oficina e fomos rumo ao sítio.
Quase chegando tinha um policial dando sinal pedindo carona. Aquelas fardas justinhas, uma delicia. Quando ele pos a cabeça dentro da janela, do lado do passageiro, se deparou com com a mala do muleque, ele fixou o olhar deu uma risada e disse: Opa, vocês estão animados, deixa pra lá, não quero atrapalhar os planos de vocês, rindo.
Eu perguntei, como seu guarda? O Sr. está indo pra onde? Pois, estamos indo pro Rancho.... Ele disse eu conheço, mas vou pra mais longe. Se puderem me deixar usar o banheiro de vocês, depois, vejo outra carona.
Eu respondi, mas é claro, entra ai. Ele entrou, contei sobre meu carro, coisa tal, e logo chegamos.
Descemos e mostrei o meu carro pro Felipe, e indiquei que tinha um wc nos fundos da casa, ao guarda.
O guarda, pediu que fosse com ele pois, achava chato ir invadindo. Num pensei 2 vezes e fui atrás, ele entrou no banheiro, deixou a porta semi-aberta e conversando comigo, de propósito se virou ainda com o ziper aberto e o pau meia bomba na mão , deu aquela balançada e um sorriso safado. Eu entendi o sinal e já fui pra perto dele. Peguei aquela rola, e comecei a punhetá-lo.
Ele disse, faz minha vara crescer na sua boca, vai gostosinho. Eu peguei aquele pau, delicioso, rosado e meti na boca. Quando ele questionou, os pelinhos do cuzinho do seu amigo é ruivinho também, como o cabelo dele?
Eu respondi, num sei. pois, o conheci agora. Ele ordenou. Vai lá, chama ele.
Obedeci e gritei: Felipe, vem aqui. Ele veio. Já meio que entendendo o que tava rolando eu disse. Vamos entrar na casa.
Mal fechei a porta, o guarda, já agarrou o muleque por tras e começou a alisar seu pau, sua bunda, tirou a calça dele , a cueca, e uauauauauaua.. Que rola, media uns 22cm, rosada, com os pelinhos bem aparados, cor de fogo.
O guarda, começou a chupar o rabinho dele, e eu fui pra quela vara, enorme, Lambuzei todo aquele cacete.
De repente o guarda, empurou ele pra frente, pra que ficasse de 4. Ele obedeceu. A bundinha de garota, redondinha e os pelinhos do cu, poucos, mas cor de fogo tbm. Que tesão.
Foi ai que o Felipe, falou, antes do guarda meter essa vara grande e grossa, poe a sua, que eh menor pra eu acustumar.
O guarda aceitou e meteu a vara dele na boca do muleque e eu com aquela bundinha deliciosa na minha frente, lambuzada e arregaçada pela lingua do guarda, o cuzinho piscava e devolvia aquela baba pra fora. Eu meti com tudo, entrou gostoso. Socava, até as bolas.
Felipe gemia, gritava um pouco, mas o guarda, metia a rola na boca dele e mandava calar a boca. Ordenava que eu socasse com força no rabo desse viadinho com pinta de machão. Fui ao delirio, e quase gozando o guarda, falou.
Perai, agora antes de comer esse viadinho, vou comer você, quero que você goze na boca dele, com meu pau dentro do seu cu.
Eu relutei, tentei negociar, pois, tava com o cuzinho seco, ele meteu a lingua, cuspiu e quando senti, tava aquela cabeça grossa, na porta do meu cuzinho. Soltei um grito, de dor e prazer ao mesmo tempo, enquanto isso, ainda tava fudendo o cuzinho do Felipe , quando o guarda ordenou. Para e fode a boca desse viado, faz ele tomar todo seu leite enquanto eu fodo esse rabo.
Ele metia forte, mas bem gostoso, me acariciava a nuca, os mamilos, o saco, enquanto metia e o Felipe chupava minha rola. Tentei segurar mas não deu, esporrei na boca do Felipe, quando ele tava com a minha rola toda na boca, meu cu apertou o pau do guarda, e ele quase gozou e disse, Ae viado, come meu pau com força, prende o meu gozo, vai.
Gozei gostoso, vendo a boca do Felipe com aqueles labios carnudos todo cheio de porra.
O guarda, tirou o pau do meu cu e chamou o Felipe.
Agora vem aqui cuzinho de fogo, vou gozar bem gostoso. Trocou a camisinha deu as lambidas de novo e o muleque urrou, pq ele sem dó meteu tudo de uma vez só. Eu peguei o pau dele de novo. E comecei a chupar sem parar, no embalo das estocadas do guarda no cu do Felipe. Uma delicia. Tomei todo o leitinho do muleque e ainda limpei o pau do guarda, depois que ele gozou na boca do Felipe.
Uau, que delicia, contando e relambrando o ocorrido, gozei sem precisar bater acreditam????

Na Igreja de São Jorge

Durante o intervalo para o almoço no trabalho, caminhei pelo centro do Rj.  Passei pelo Saara e por fim vi um grande movimento de pessoas na Igreja de São Jorge, o chamado santo guerreiro.  Nesse momento lembrei que era dia de São Jorge e também lembrei dos fogos e balões que vi na madrugada, os devotos de São Jorge são muito festeiros.

 

Resolvi dar uma olhadinha dentro da Igreja, estava cheia e bem cheia com vários tipos de pessoas: adolescentes, homens, mulheres, senhores e senhoras.  Achei tudo interessante e resolvi entrar.  Muito cheia e difícil caminhar dentro da Igreja, em alguns momentos parecia o metrô do Rj: lotado, com todas as pessoas uma grudada na outra.  Foi nesse instante que senti que um cara estava atrás de mim. Primeiro temi pela minha carteira de dinheiro, passei a mão para atrás para assegurar-me que ainda estava lá, ajeitei melhor no bolso e o fato inusitado: senti a piroca quente do cara que estava me sarrando......Nesse instante fiquei na dúvida: será mesmo ?  Mas depois tive a certeza que o cidadão não só estava tirando um sarro, como também deveria estar pensando do quanto gostoso estava sendo, afinal ele não desgrudou de jeito algum.

 

Isso me deixou também excitado, procurei repetir o mesmo gesto: passar a mão para atrás, fingindo estar preocupado com a carteira e sentir o "calor humano" daquela piroca.  Aliás que piroca estava estufada e pude sentir o tamanho que não era nada pequena.

 

Acredito que ele tenha percebido as minhas más intenções ou boas....risos!!!!!!  E repeti várias, várias e várias vezes essa ação. Houve um momento que senti a mão deste cidadão na minha cintura, puxando-me para atrás para que eu senti-se mais forte todo o calor humano que ele tinha para dar-me.  As pessoas caminhavam mas eu e ele não, ficamos no meio daquele tumulto fingindo estar prestando atenção na missa ou nas pessoas ou na decoração, mas a verdade é que estávamos em um flerte delicioso.  Ele me sarrando coladinho com o meu corpo, às vezes eu segurando o pirocão e punhetando.  Quando não satisfeito, já era hora de mudar a situação, eu me virei para ver quem era: um homem com mais de 1,80 de altura, meio forte e meio acima do peso.  Com barba bem feita, negro e até eu diria: tem um certo charme. Olhei para baixo vi que usava aliança, igual a mim ele também era casado.  Vi o monumento em pé.  Nesse instante houve um certo constrangimento, mas dei um tampinha no ombro dele como que indicando para irmos para a parede, atrás das pessoas e com isso todos poderiam olhar para um lado e nós no cantinho poderíamos conversar e nos curtir. 

 

Parcialmente a idéia deu resultado, não conversamos.  Mas nos curtirmos, pois o fundo estava cheio e mais uma vez ele atrás e eu na frente.  Só que agora não foi necessário ele me encochar com força, eu precionava a bunda contra a piroca dele.  Houve um momento que senti ele segurar-me a cintura como seu estivesse fazendo muito força.  Procurei coloborar e lentamente rebolava minha bunda  naquela piroca, foi o início de gemidos bem baixinho dado pelo negão que estava me tarando.  Para a minha surpresa ou desespero dele, começou a apalpar a minha bunda.  Apertava as minhas nádegas com uma mão grande: FUI A LOUCURA!!!!!!!!!!!!!!! Chamei-o de imediato para irmos ao banheiro dentro da Igreja de São Jorge, ele comentou: É pecado.........Eu disse a ele: Vamos...E assim caminhamos para o banheiro.  Para a felicidade nossa estava vazio e mais felicidade ainda os boxes com vasos tinham portas grandes e tudo que acontecesse seria da forma mais discreta.  Eu entrei e logo depois ele veio.  Não houve tempo para conversas, peguei no zíper da calça, baixei e botei o jebão para fora. Dei uma sessão de mamada naquele pirocão quente.  Por várias vezes arregacei e linguei a cabeça e olhava para ele.  E voltava a sessão de mamada.  Procurei beija-lo, não houve resistência, ele estava  louco de tesão pelo clima proibido e bem fora do comum. Foi nesse instante que dei início a tirar a minha roupa e a roupa dele.  Abri a calça e subi a camisa dele, mamei o biquinho do peito, ele gemeu baixinho de satisfação.  Nos esfregamos como dois amantes.  Tive o prazer de alisar aquela bunda, levemente peludinha do macho negão, e voltei a mama-lo para deixa-lo no clímax e consegui algo que me deixa louco: linguar um cuzinho.  No instante que mamava o negão, segurei-o pela cintura e tentei girar o corpo dele, ele permitiu e ofereceu o belo rabo.  Foi uma sessão de linguadas no cuzinho e mordidas.  Vi o negão entrar em desespero, vi o cuzinho piscar para mim e vi que era meu aquele negão.  Peguei da carteira uma camisinha, encapei a minha piroca e comecei a preparar o negão para ser penetrado, sarrando o bundão e mordendo as costas.  Nada muito difícil conseguir o consentimento dele, difícil foi penetrar.  Ele se posicionou de quatro, mas era super apertado.  Chegou ao ponto de machucar minha piroca, mas com um pouco de insistência e calma, finalmente senti o calor daquele cuzão e aí foi uma sessão de estocada dadas bem fortes e às vezes fracas, para não fazer tanto barulho.  Mesmo atrás fudendo o negão gostoso, nos beijávamos intensamente.  Ele queria um macho para possuí-lo e eu dei a ele o que ele queria.  Punhetei-o para que ele ficasse satisfeito tanto quanto eu, e percebi os primeiros guinchos de leitinho antes de mim.  Soquei com força, ignorando a possibilidade da presença de alguém no banheiro, jorrei leitinho dentro da camisinha.  Ficou bem cheia. 

 

Enquanto nos arrumávamos, perguntei o nome dele.  Ele disse: Meu nome é Santo.  E eu respondi: O meu nome é Jorge.
Bandoleiro.br@gmail.com

Experiência Surpreendente

No prédio do Morumbi que eu morava, a síndica tinha contratado um novo porteiro para substituir o Zé, que havia se aposentado.
O apelido desse novo porteiro era Tonhão e o aumentativo não era em vão.
Tonhão tinha quase 1,90m e mais parecia um daqueles "armários" cheios de músculos.
Em poucos dias, Tonhão já tinha feito amizade com quase todos os moradores do prédio, mas as poucas vezes que eu tinha conversado com ele, Tonhão me olhava diferente.
Achava simplesmente que ele não tinha "ido com a minha cara", por isso só falava o estritamente necessário.
Se passaram alguns meses, até que aconteceu o inesperado.
Em uma tarde, o elevador tinha quebrado, e eu teria que descer os 8 andares do meu apartamento até o play-ground para ir à minha aula de inglês.
Com pressa, já que estava meio atrasado, corria pela escada, até que me esbarrei com alguma coisa, que mais parecia uma parede e que me impedia de seguir descendo.
Até que percebi o que tomava minha frente.
Olhei para cima (tenho 1,67m) e vi Tonhão meio ofegante parado, olhando pra mim.
Ele me disse que estava subindo e descendo há mais de 1 hora para levar uns livros que uma moradora do 7º andar tinha lhe pedido.
Me desculpei por ter esbarrado nele e comecei a descer, até quando ouvi sua voz grossa me chamar: "Ei, Carlinhos, espere.
Não precisa se desculpar.
Na verdade, gostei muito de tocar em você".
Parei, achando que não tinha entendido o que ele falara e pedi para repetir.
Ele balançou a cabeça e disse: "É isso mesmo, garoto (tenho 20 anos), gostei muito de tocar em você.
Sempre gostei de mulheres, mas desde o dia que cheguei aqui, senti algo diferente por você".
Tentei fugir daquela situação, mas ele me segurou pelo braço.
Como disse, ele era alto e muito forte, e eu era um baixinho que não poderia fazer nada se aquele cara se segurasse.
Ele me puxou e deu um beijo, enquanto eu tentava me livrar.
Ele abaixou as suas calça e cueca na altura dos calcanhares e ficou nu, na minha frente.
Notei que ele era bem moreno e tinha fartos pêlos no peito e nas pernas, e em cima do sexo.
Seu pau começou a endurecer e devia medir uns 19 cm.
Neste momento, eu gelei.
Pensava "e agora, esse cara vai me comer aqui, no meio da escada, onde ninguém pode me socorrer".
Tentei fugir novamente, mas de novo Tonhão me segurou e me deu um forte abraço, me dizendo: "Não fuja, Carlinhos, quero você.
Passei muito tempo sem saber o que fazer, e agora que o destino fez com que ficássemos sós aqui, não deixarei você por nada".
Vi meus momentos de macho chegarem ao fim, quando Tonhão tirou minha camisa e abaixou minha calça, me deixando de cueca.
Até que tive uma surpresa.
Aquela mão enorme começou a massagear meu membro por fora da cueca.
Aquela massagem começava a fazer com que o volume dentro da minha cueca começasse a aumentar.
Tonhão abria os olhos, admirado, enquanto abaixava minha cueca.
Ele viu meu membro totalmente ereto, o que dá uns 19 cm, desproporcional à minha altura.
"É do mesmo tamanho do meu, garoto, tem um belo pinto." disse ele, quando ficava de joelhos na minha frente, admirando meu pau, que podia ser do mesmo tamanho que o meu mas o pau dele era mais grosso e mais veiudo.
De repente, Tonhão começou a passar a língua na minha glande e depois foi engolindo meu mastro até encostar na sua garganta.
Aquele homenzarrão todo, ali, na minha frente, chupando meu pau.
A partir daí, fiquei relaxado, aquela boca mordia e cuspia meu pau sem parar, e eu estava adorando aquilo.
"Antes de gozar, me diga, meu baixinho picudo.
Não quer me ver engolir sua porra?, disse ele.
Balancei a cabeça positivamente.
Eu não conseguia falar nada a essa altura.
Apenas falei ao Tonhão quando ia gozar, ele rapidamente com uma mão tirou meu pau da sua boca e eu acabei esporrando no chão.
Foi quando ele se levantou, olhando pra mim, e eu me perguntava "o que ele vai querer agora?", aí Tonhão cuspiu na sua mão, misturando seu cuspe com minha gala que também escorreu pela na mão dele.
Ele começou a passar aquela mistura no seu ânus, fazendo uma cara de quem quer mais.
Tonhão começou a me lamber, primeiro meu rosto, depois meu pescoço, meus peitos, meu umbigo, até chegar em meu pau novamente.
Ele cuspiu na mão novamente e passou no meu membro, que já estava ereto novamente.
Ele virou-se de costas, ficou de 4 pra mim, e disse: "Bota esse pauzão aqui.
Quero que saiba que nunca fiz isso, garoto, portanto, nunca fale nada pra ninguém." Fiz o que ele mandou.
Meu pau nunca tinha pulsado tanto como naquela tarde.
Me aproximei daquela bunda morena, encostei a cabeça do meu membro no ânus dele.
Tonhão mandava eu empurrar logo, que estava sentindo cócegas, e que ele não agüentava mais de tanto tesão no cu.
Empurrei de vez.
Vi quando ele rangeu os dentes, pra não gritar de dor.
Perguntei se queria que tirasse, ele disse que não, agora que tinha entrado devia ser mais fácil.
Comecei a tirar e botar cada vez mais rápido naquele cuzinho delicioso, quando ele pediu pra sentar no meu colo.
Achei que não seria possível, já que ele pesava, no mínimo 100kg, mas foi o que ele fez.
Tinha Tonhão em meu colo como uma boneca.
Ele começou a cavalgar em meu pau.
Gozou pelo cu, quando senti que era a minha vez de gozar.
Falei pra Tonhão que ia esporrar, mas ele não se cansava de galopar.
Até que ele sentiu minha porra entrar no seu corpo, enquanto eu gritava aquele AHHHHHH do orgasmo, ele se virou e me deu um outro beijo.
Após tudo isso, Tonhão se levantou, limpou meu pau com um lenço e se vestiu.
"Já vou.
Esse lenço é pra eu ficar cheirando à noite e lembrar de você", e desceu as escadas.
Eu fiquei parado ali, por mais uns 5 minutos, sem acreditar no que tinha acontecido comigo.
Depois também me vesti e voltei para meu apartamento para tomar um bom banho e descansar.

El juego es una perdición

Por: CARLOS V

Soy un joven estudiante universitario del último año de Ingeniería, alto, rubio de muy buena apariencia y también de muy buen cuerpo, ya que dedico mis cuantas horas diarias al gimnasio, pero tengo una gran debilidad y es el juego de caballos, esto realmente me apasiona, tanto que hasta por ello he perdido
amistades de años. La historia que les cuento pasó realmente.
Un día después de haber culminado mi rutina de ejercicios en el gimnasio, fui hacia los vestidores, el cual estaba lleno de hombres, la mayoría semi desnudos, bien sean porque se habían duchado o por que iban al baño de vapor , yo por mi parte hice lugar en un banco y comencé a desvestirme, a mi lado
había un señor, el cual había visto solo algunas veces, ya que no coincidíamos en los horarios de ejercicios, hasta ese día; este señor se dio cuenta de las varias gacetas hípicas que tenía en mi poder, y asombrado me dijo:
- Veo que te gustan los caballos, a lo que respondí:
- Realmente me apasionan.
- Qué casualidad, respondió, a mí también me gustan los caballos. Mucho gusto mi nombre es Luis,
- Mucho gusto me llamo Carlos
- Tanto me gustan los caballos, dijo Luis, que tengo una banca, no sé si la conoces, se llama El Potro. No podía creer lo que me dijo, ya que ese establecimiento era el mejor de la ciudad.
- Sí quieres visítame y pasamos un rato agradable.

Seguimos hablando, de caballos por supuesto, nos duchamos, y en el transcurso de esta situación pude observar con más detenimiento a Luis, era un tipo alto, más que yo, de cómo unos 38 años, de muy buen cuerpo, ya que su musculatura estaba bien formada, de piel blanca y cabello negro, ojos negros penetrantes
y realmente cautivadores. Algo sentí en ese momento por primera vez en mi vida y fue una atracción extraña, sentí en los ojos de ese señor un dominio extraño que de alguna manera me perturbaba, y no sabia por qué.
Pasaron los días, y decidí ir a la banca de caballos de Luis. El sitio estaba full de personas apostando. Al ver a Luis, este me hizo señas y me dirigió hasta su oficina, la cual estaba muy bien decorada, con un aire muy masculino, y un gran televisor para ver las carreras.
- Siéntate muchacho, me dijo.
- Quieres tomarte algo. A lo que accedí. Y de su escritorio sacó una botella de whisky, de la cual tomamos varios tragos.
- Quieres apostar, yo tengo varios datos buenos.
Sin pensarlo dije que sí, sin saber lo que ocurriría. Seguimos tomando, los datos que él me proporcionaba eran buenos y gané muchísimo dinero, más de lo que traía encima. Mientras tanto Luis me veía cada vez más fijamente, yo sentía su mirada sobre mí, y me sonrojé varias veces, pero le resté importancia,
durante una de las carreras Luis se acercó a mí y rozó su cuerpo con el mío, no supe sí fue intencional, pero internamente me gustó. Que estaba pasando?, yo nunca había sentido estas cosas!, ya que mis relaciones fueron siempre heterosexuales, este hombre ejercía sobre mí un dominio tal, que accedía
hacer todo lo que me decía.
Llegó un momento en que comencé a perder, no sé que estaba pasando, pero la racha de buena suerte, desapareció a partir de ese momento, perdí todo lo que tenía, pero quería seguir apostando, era incontrolable esta situación, a lo que Luis me dijo:
- No te preocupes, muchacho yo te presto todo el dinero que quieras. A lo que accedí, pero seguí perdiendo, me estaba poniendo nervioso, la adrenalina corría por mi cuerpo, pero seguía aceptando los préstamos de Luis, era ya más de la media noche y los clientes ya se habían marchado, era hora de cerrar
el local. No sabía que hacer ya que debía mucho dinero. Luis me veía fijamente y me hizo una proposición.
- Muchacho, vamos a apostar en la próxima carrera, sí tu ganas la deuda queda saldada, pero sí tu pierdes haces todo lo que yo diga; accedí inmediatamente con la idea de salir de esta situación. Pero que sorpresa, perdí, que iba hacer Dios mío?.
- Bueno muchacho, me dijo, que vamos hacer.
- Lo que tu digas, esa fue la apuesta, y soy un hombre de palabra.

- Espero que así sea, muchacho, dijo Luis.
Este hombre me seguía mirando, y me dijo:
- Que buen cuerpo tienes, no en vano has ido al gimnasio,
- Su cuerpo también es espectacular, le dije un poco asustado.
- No tengas miedo muchacho. Y acercándose a mí me tomó por los hombros y me pegó contra la pared; yo me quedé mirando fijamente sus hermosos ojos negros, hasta que sentí como sus labios tocaron mi boca, la adrenalina me corría por todo el cuerpo, sentí como su lengua entraba en mi boca, cosa que no me
desagradó. Estaba en sus manos y me sentí plácido, dominado.
El tomó mi mano y llevándola a su entrepierna pude sentir un enorme bulto duro como una piedra, no pude contenerme y lo toqué, por primera vez lo hacía y la sensación fue placentera.
El se bajó los pantalones, y no pude dar crédito a lo que vieron mis ojos, semejante miembro de unos 20 Cm. aprisionados dentro de un bóxer, clamando por salir, me acerque y lo saque, Dios mío que delicia, Luis me tomó por los hombros y me llevó mi cara hasta su miembro, el cual besé, me pidió que se
lo mamara, lo cual hice con torpeza inicialmente, lamí, besé y mamé aquel monumento por un buen rato, a lo que Luis me levantó y me pidió que me desnudara pero muy lentamente, así lo hice, al igual que hice todo lo que el me pedía, me dejaba llevar por un experto, que despertó en mí una pasión desmedida.
Desnudo él, desnudo yo, nos besamos apasionadamente, el recorrió mi cuerpo con su lengua, besó mis pesones, mi pecho, hasta que se posó sobre mi guevo, yo no lo podía creer, aquella bestia humana, de musculatura sorprendente, frente a mí mamándome el guevo, era toda una fantasía, yo me retorcía de placer,
y dada mi poca experiencia en estos menesteres, al cabo de un buen rato de excelente mamada, sentí que quería correrme, el se dió cuenta y sacó mi guevo de su boca y me pidió que se lo echara en la cara.
Exploté casi inmediatamente, sentí un gran placer, mi semen llenó su cara, a lo que él suspiraba de placer, el se levantó y me besó, yo sentí el sabor de mi semen en mi boca, y lo lamí. Pero hay no acabó todo, me tomó por detrás y me acostó en el escritorio, yo me retorcía de gusto, esperando que me penetrara;
me pidió que me volteara y subiera mis piernas, las cuales posé en sus hombros, y sentí como su lengua acariciaba mi culo, la sensación fue más que placentera, m!
e retorcía de inmenso placer, por lo que tuve la mejor erección que haya experimentado en mi vida, no quería que se apartara, al cabo de un rato sentí como su inmenso falo se posicionaba en la entrada de mi culo, erecto, duro, y comenzó a penetrarme, no pude más, y grité, solo alcanzaba a decir:
- No pares, no pares, métemelo todo.
- Así lo haré contestó Luis, así lo haré. El dolor era inmenso, creí desfallecer, pero Luis continuaba penetrándome, al principio me resisití un poco, pero me dejé llevar.
Luis me decías cosas sucias, tal como: Así te quería tener maricón, sabía que te iba a tener, tienes el mejor culo del mundo, tan fuerte, y me lo voy a comer todo, todo será para mí, marico, marico, marico, repetía sin cesar.
Yo contestaba: sí, soy marico, aprendí contigo, cógeme, termina de metermelo, y así lo hizo el dolor fue inmensurable, para al poco rato fue desvaneciéndose, solo sentía placer, Luis metía y sacaba su gran guevo con gran empuje, y gemía de placer, me envistió durante un buen rato, sentía como sus bolas
golpeban mis nalgas y me exitaba más, mi mente se nubló, el éxtasis era supremo.
Luis me preguntaba: Te gusta, muchacho, te gusta, a lo que yo respodí: sí me gusta, dame más duro.
Mi erección era cada vez mayor sentía una potencia contenida que quería salir, pero yo también quería sentir, lo que era meter mi guevo en un culo, y le propuse a Luis que quería cogermelo; se me quedó mirando pensativo y al rato accedió, según él, nunca lo había hecho, pero que debía existir una primera
vez, y hoy estaba muy excitado, ya que yo le gustaba mucho, me dijo.
El se puso en cuatro patas, en el piso, y alzando su culo me mostró su gran agujero; divino agujero, el cual recibió por primera vez una buena cogida. Lo penetré rápidamente, sentí como se retorcía del dolor, pero según él, el dolor más rico del mundo, sentí como el comenzaba a mover el culo para sentir
más placer, estuve así un buen rato, hasta que no pude más, y descargé todo mi semen en su culo.
 Luis se levantó rápidamente y me tomó por la espalda y me puso en cuatro patas nuevamente, levantó mi culo, lo lamió y nuevamente me volvió a penetrar, con más impetu, con mayor rudeza, pude sentir el peso de su hermoso cuerpo, su sudor caía sobre mi espalda, yo también sudaba, hasta que aquel enorme
semen!
tal explotó dentro de mí, su descarga de semen inundó todo mi ! culo, yo me sentí desfallecer, el placer era máximo, intenso. Nos miramos fijamente y nos besamos con gran pasión, y Luis dijo: Tu deuda está saldada, muchacho. Nos vestimos sin dejar de besarnos y tocarnos, me despedí y me fui.
Durante el camino a casa, reflexioné y pensé en voz alta: El juego es una perdición, pero que perdición tan divina. Ahora solo pienso en la próxima vez que vaya a apostar a los caballos en El Potro.

FIN

O Zeppelin e o Pirulito

Ele era magrinho, meio desajeitado.
Sempre que eu ia lá ficava olhando, nem sei bem porque.
Um dia, era no meio de um feriadão, fui consertar o suporte do maleiro da camionete e ele estava sozinho.
Fiquei sentado no banco enquanto ele arrumava as ferramentas.
Era coisa de serviço rápido.
Ele estava agachado, com as pernas meio abertas e, de repente, eu pude ver que a cabeça do pau dele estava assim um pouco aparecendo pra fora do calção.
Na brincadeira passei rapidamente a ponta do dedo na cabeça e brinquei –O bixo parece que está querendo dar uma voltinha! Ao que ele respondeu, meio sem jeito - De repente... Nem nos cruzamos o olhar, mas eu comecei a ficar excitado.
Aí ele levantou e começou a trabalhar no teto, apertando uns parafusos.
Ficou com o calção bem na altura do meu rosto, uns poucos centímetros.
Não consegui tirar olhar dali e notei que um volume assim na horizontal, estava ficando bem marcado.
A estas alturas eu já estava de pau duro, louco para botar a mão ali.
E a coisa começou a se avolumar.
Percebi que, de alguma maneira, ele estava ficando também excitado.
Mais um pouco, a coisa tomando volume, e não resisti.
Passei a mão de leve e disse - O bixo parece mesmo que gostou da idéia de sair de casa! - É, faz dias que ele anda quieto, de repente ta querendo sair mesmo! Foi a senha.
Passei a mão por cima do calção e notei que aquilo era um pouco maior do que o normal.
Aí apertei a mão para ver a reação dele e vi que ele estava afim.
Baixei, então, um pouco, o calção dele e o que apareceu foi uma coisa que eu jamais tinha visto antes igual.
O "bixo", já estava bem grandinho, ainda não totalmente, e tinha uma forma absolutamente inusitada.
Era assim com uma cabeça de tamanho médio para grande e mais ou menos comprido.
O diferente é que era muito grosso no meio, afinando perto da ponta e perto do talo! Parecia aquele dirigível, Zeppelin! Fiquei enlouquecido.
A estas alturas ele já tinha soltado as ferramentas e me dado um olhar meio maroto.
Não tive dúvida, agarrei aquela coisa pela parte mais grossa e pus a cabeça na minha boca, dando uma gostosa chupada.
Aí eu disse para ele - Vou levar este bixão para dar uma passeada num lugar que ele não conhece.
- Vamos lá, que ele já me escapou da jaula! Bom, aí o garoto raquítico, sem jeito, tomou outra postura.
Virou um macho alucinado.
Pegou meus cabelos com força e enterrou minha boca naquele pau enorme e disse - Agora tu vai ver o que este bixo vai fazer.
Eu vou te comer inteirinho, vou rasgar o teu rabo seu puto.
Todos estes dias tu vem aqui e me deixa com vontade... Hoje tu vai ver o que eu vou fazer contigo putão... Tu sempre fica me olhando e nunca fez nada, e eu depois tenho que ir pro banheiro bater uma punheta seu veado.
Hoje eu vou tirar o atraso... Eu já estava completamente enlouquecido e queria não só que ele tirasse o atraso, mas que se adiantasse bastante.
Só fiquei pensando como é que eu ia agüentar aquela coisa enorme no meu cú.
Já tinha levado outras bem grandes, mas aquela trolha, grossa daquele jeito, ia acabar me fazendo um estrago grande.
Mas já era tarde para pensar nisto.
Tudo o que ou queria era meter tudo aquilo para dentro, mesmo que o resultado fosse muito doloroso.... Ele, enlouquecido, tomado de louca tesão, me esfregou tanto a cara no pau que eu já estava quase me acabando... - Seu puto, vira de quatro que eu vou te enfiar tudo... Tu vai ver o que é bom, me deixar tantas vezes no prejuízo.
Eu obedeci imediatamente .
Me apoiei num banco velho que estava por ali para deixar as mãos meio liberadas, dei uma cuspida nos dedos e esfreguei no rabo... - Toca machão, que é todo teu... Só vai com cuidado, que a tua trolha é de arrebentar.
Aí ele foi entrando, nem tão devagar.
No começo aquela velha dorzinha que aos poucos vai se transformando em prazer.
Não demorou muito e aquilo estava inteiro dentro do meu cú.
Uma sensação muito estranha.
A cada estocada, meu cú alargava e encolhia, ele pra frente e pra trás, e eu abrindo e fechando.
Uma loucura.
Ele me agarrava no quadril e puxava forte, quase com violência.
Deu umas cem estocadas, nunca vi vigor igual.
Ofegava e repetia - Seu veado, quanta punheta eu bati pensando neste teu cú.
Vou me acabar umas dez vezes dentro do teu rego... E dele estocar, para frente e pra trás.
E eu alargando e encolhendo.
Cheguei à beira da exaustão quando ele me puxou forte e enterrando tudo jogou um jato quente que me inundou todo.
Meu Deus, eu nunca tinha sido trepado tão selvagemente.
Ele ficou ainda um pouco parado, com tudo aquilo enterrado, me apertando com força.
Quando tirou, tive que me alargar de novo, mas já não doía mais.
Aquilo devia ter uns nove ou dez centímetros de diâmetro no meio.
Meu cú estava virado numa gamela.... Foi aí que ouvimos um barulho vindo de fora e nos recompusemos rapidamente.
Eu ainda tive tempo de dizer pra ele - Não pensa que acabou, eu quero muito mais! - Tu vai levar muito ferro veadinho, eu ainda nem comecei! Ai fui para o banheiro dar uma disfarçada, fazendo de conta que estava lavando as mãos.
Então deu pra ver que quem tinha entrado era o irmão dele, mais novo, e tipo físico completamente diferente.
Meio loiro, alto, mais sarado.
Eu já tinha visto ele outras vezes na oficina e pra dizer a verdade até tinha me ligado nele mais nele que no Zeppelin.
Eu acho que ele sacou alguma coisa, porque deu um sorrizinho para mim, mas fez que não entendeu nada e foi logo trabalhar num outro carro que estava um pouco mais para trás.
Eu fiquei olhando aquele corpo malhado, ele estava de havaianas e só de calção.
Aí eu pensei "isto virar uma suruba!".
Nem falar que vou perder esta oportunidade! Fui pra lá puxar assunto, tipo "como e que a gente passa esse polidor" A pergunta foi tão idiota que ele deu mais uma risada e descontraiu.
Disse, "pega aqui que eu vou te ensinar".
Pos um paninho na minha mão e agarrado no meu punho começou a esfregar a lataria.
Aquele movimento ritmado me fez logo endurecer o pau.
Vi que era impossível ele não estar afim e comecei a esfregar minha bunda no pau dele.
Ele respondeu imediatamente, me apertando.
A estas alturas eu perdi o resto da vergonha e me virei pra ele, beijei sua boca enquanto agarrava com toda a vontade o pau dele, que já estava ficando duro.
Fiquei acariciando e o tirei para fora.
Era completamente diferente do do irmão.
Era fininho, mas bem mais comprido.
Fiquei imaginando aquela pontinha fazendo cócegas lá no fundo do meu cú , por trás do meu umbigo.
Me virei e disse pra ele meter com toda a vontade.
O que ele fez na hora.
Numa estocada entrou tudo, sem dificuldade.
- Pelo visto o Carlinhos já andou por aqui! Teu cú tá completamente arrombado! Eu fiquei me apertando para abrigar aquele pirulito com mais aconchego.
Era tão comprido que entrar era uma viagem e sair era outra.
Eu já não me agüentava mais de pé e ele pra dentro e pra fora.
Quando ele se acabou, a folga era tanta que a porra escorreu toda, lambuzando as minhas pernas.
Então eu pensei "Só falta a suruba!" - Carlinhos, vem cá! Ele não levou um segundo.
Me meti a chupar o pirulito enquanto o Carlinhos me meteu de novo.
O pau do alemão era tão comprido que eu enfiava ate o fundo da garganta e ainda sobrava metade.
Ficamos ali naquela trocação acho que mais uma meia hora, ate que eu quase desmaiei.
Quando eu estava deitado o puto do alemão, pra me enlouquecer de vez, ainda ficou chupando meu peito.
E o Carlinhos, pra minha surpresa, se meteu a chupar o meu pau.
Se existe realmente o paraíso, era aquilo ali.
E assim continuamos ate que o cansaço nos derrubou.
Ate uma cochilada eu dei pra me recompor.
Quando sai da oficina e cheguei na primeira esquina me deu vontade de bater num carro só pra ter que voltar correndo pro conserto.
Mas naquele dia eu não ia mais agüentar.
Um carro, pra ser bem cuidado, deve ser polido umas duas vezes por semana, e qualquer arranhãozinho tem que ser consertado imediatamente.
É o que eu tenho feito com o meu...