Domingo com 2 animais

Artur
 
Tudo começou com um simples olhar... um cheiro de sabonete... um toque...
Era manhã de verão quando Tadeu cruzou comigo na fábrica, aliás como sempre cruzava.
Porém nesse dia tinha algo de diferente, pude sentir o cheiro do seu sabonete.
Aquele cheiro simples de um banho bem ensaboado.
Desde então alguma coisa foi plugada dentro de mim, passei a reparar o meu colega de trabalho todos os dias, seus gestos, seu modo de olhar e cada vez mais sentia uma forte atração por ele.
Quando estávamos em conversas de grupo sem querer esbarrávamos os braços e eu sentia algo na minha mente, um capetinha me espetando.
Passaram dias, passei a reparar que era correspondido.
Tadeu é casado, macho super viril, o comedor de mulheres.
Ele contava muitas estórias de trepadas que havia feito, segundo ele as mulheres ficavam enfeitiçadas por ele.
Tinha trepado na praia, no mato, descabaçado uma virgem, a qual passou a ser sua esposa.
Um puro sacana! Aquilo me excitava, sentia vontade de me atracar naquele corpo dourado, Tadeu é loiro de pele bem cuidada, olhos verdes, 1,75m de altura, um corpo forte de homem trabalhado.
Um dia o vi no banheiro da fábrica, ele saía do box, ele sempre tomava banho antes de ir para uma academia de musculação, tive que disfarçar bastante.
Que corpo! Peito peludo com a bunda branca lisinha.
Um belo cacete, estava mole mas dava para perceber que devia ser grande e grosso.
De vez em quando nós brincávamos sobre sacanagens, parece que tinha algo inflamando entre nós dois.
Num desses dias pude perceber que ele me observava diferente, e muito.
Ele vinha toda manhã no escritório da fábrica, e quando passava pela minha mesa, jogava um olhar em minha direção como que dizendo "Olá!".
Numa dessas brincadeiras, após alguns dias sem conversármos, ele me flertou como nunca e comentou "_Preciso arrumar dinheiro, a vida está difícil!" e eu disse a ele "_Tadeu, é só você ir para qualquer esquina daqui da cidade que você fatura uma grana, você tá podendo".
Ele me perguntou bem sacana "_Mas será que alguém vai querer me comer? e sorriu e mostrou o traseiro sobre a calça, e completou "_Minha bunda é dura...", algo que eu já havia reparado.
Me senti fisgado, como um peixe num pequeno aquário e faminto! Tadeu emendou a conversa com uma estória sobre a sua mulher na noite anterior, ela havia lhe contado que era para ele não dormir porque ela queria "ele" aquela noite, pois bem quando acabou o jogo de Corinthians e Atlético Mineiro pela libertadores, ela dormiu, e ele com o cacete em riste bateu-lhe na bunda dela mandando-a acordar (pois é, ele gosta de dar uns tapas, dominar a situação), a esposa não quis acordar e Tadeu acabou dormindo na mão.
Decididamente ele era um macho casado difícil de ser domado, mostrava-se liberal, porém eu nunca tive experiência com um homem e ficava entre envergonhado e com medo do que pudesse vir a acontecer.
Imaginava que nunca iríamos nos cruzar na cama.
Após esse dia, sentindo que eu me interessava, ele me convidou para irmos a uma chácara de um amigo dele retirar mel de um apiário, não entendi bem, mas o melhor horário seria a noite e iríamos com um grupo de amigos dele.
Sábado à tarde lá estava ele batendo a campainha de minha casa, "Artur, vamos embora!" e eu já estava entrando na caminhonete ele, e Tadeu foi me apresentado ao seu amigo.
Pensei que seria uma turma, mas só tinha um negro de fechar o comércio, seu nome era Paulão, logo pensei se ele (Tadeu) quisesse alguém, um homem, já teria, não iria se interessar por mim.
Havia muitos favos de mel para recolher.
Após terminarmos de colher o mel voltamos para a sede da chácara e tomamos um café rápido.
Durante o lanche, isso já estava dando umas 19 horas, Paulão disse que seria ótimo darmos uma volta na cidadezinha.
Porém Tadeu avisou ao Paulão que iria depois, mais tarde, e me convidou para acompanhar ele a separar o mel.
Quando Paulão já havia ido, eu e Tadeu estávamos sozinhos naquele galpão, a noitinha já ia, quando ele me perguntou se eu não queria provar do mel.
Disse-lhe que gosto de mel acompanhado, mel puro é enjoativo.
E ele lascou "_Hum, sei..." e logo em seguida ele tirou a camisa, fazia muito calor, e pude ver aquele peito peludo com os bicos em pé, daria tudo para lamber aquele peito inteirinho.
"_É, faz muito calor mesmo, o melhor seria se ficássemos pelados.", eu disse isso e dei um sorriso, "_Tinha que ser hoje!", pensei.
Pois não é que Tadeu desce sua bermuda e sua cueca e fica completamente nu, só de bota preta e meia branca! E ele me disse "_Ótima idéia, gostei." e pude sentir o cheiro do corpo dele vindo em minha direção, agora não era mais cheiro de sabonete e sim cheiro de macho, cheiro de suor de homem.
Eu estava ficando de pau duro, e é difícil disfarçar.
"_Tira também, vai! pode ficar tranqüilo, aqui não vai vir ninguém!" disse isso e veio na minha direção puxando minha camisa para cima, ele nunca me havia visto nu.
Ficou surpreso com o que viu, tenho o corpo liso, atlético, sou um magrinho malhado com tudo em cima.
Percebi que o cacete do Tadeu começou a acordar.
Ele sacanamente me olhou e deu uma passada de mão no seu cacete.
"_Tá calor mesmo, né?", me perguntou, e agora já com o cacete super duro, e eu timidamente respondi "_É...".
"_Já que você não gosta de mel puro, que tal assim?" disse lambuzando todo seu cacete no mel, e alisava da cabeça ao talo, que bela imagem eu presenciava.
Em seguida ele me ofereceu para provar, eu de frente com o que tanto sonhava, não podia decepcionar.
Cai de boca, lambendo a cabeça do seu cacete e sentindo o sabor do mel.
"_É, Tadeu, o mel é de boa qualidade.
humm, humm, humm." e tentava abocanhar inteiro aquele cacetão na minha boca, eu babava feito um bezerro novo.
Tadeu então foi caminhando de costas em direção a uma pequena mesa e se apoiou, eu fui atrás de joelhos sem tirar o caralho da boca.
Fiquei chupando por longos minutos, já estava de joelhos doendo, quando ele se levantou e disse: "_Artur, já esta na hora de a festa começar!".
Segurou-me por entre os cabelos e me fez, ali ajoelhado engolir todo seu cacete, cutucava minha garganta com sua espada, me judiava.
Dizia coisas obscenas, palavrões, me xingava.
Socava seu caralho em minha boca.
Tirava e tornava a colocar, fodia minha boca loucamente.
Perguntou-me se eu não queria provar do seu mel, mel de um verdadeiro zangão.
Respondi que há muito tempo que sonhava com isso.
Tadeu enfiou o seu caralho em minha boca e ficou socando, sem dar tempo sequer de eu respirar.
E me disse que iria encher minha boca de porra e que eu não deveria desperdiçar nada.
E eu estava trêmulo, obedecia ao Tadeu.
Seu suor escorria pelo seu corpo.
Por entre as suas coxas grossas alcancei a sua bunda lisinha com pelos no rego, como ele não demonstrou rejeição, mergulhei meus dedos por entre seu rabo.
Descobri seu cuzinho, que acreditem estava piscando, e isso mais atiçava Tadeu.
Enfiei um dedo no seu cuzinho, ele endoidou de vez.
Tadeu me implorava para não parar.
- Isso, Artur, mete esse dedo que depois eu te deixo meter outra coisa! Isso, Chupa! Eu vou gozar!... Dizendo isso, pude sentir as veias de seu caralho inflarem e ele despejar em minha garganta uma porra quentinha e adocicada, engoli cada jato que forçava minha garganta e enchia minha boca escorrendo e lambuzando toda minha cara.
No final ainda esquinchou uma enorme quantidade de porra em meu rosto, terminou por esfregar seu cacete nela, e me fazer limpar o seu cacete todinho, deixando-o brilhando.
Ainda fiquei um bom tempo lambendo e sentindo um cheiro gostoso.
Que delícia!!! Estava tão distraído na minha tarefa de limpar o cacete de Tadeu que não percebi que o Paulão estava bem próximo de nós com o seu cacete preto na mão, batendo uma punheta.
Já que estava naquela farra, corri em sua direção e cai de boca no seu pau, só que dessa vez abocanhei a cabeçona latejante.
Seu pau era imenso, tinha 21cm por 7,5cm.
Que loucura! Enquanto eu me deliciava com aquela maravilha que o Paulão tinha no meio das pernas, pude sentir a mão do Tadeu alisando o meu pau e depois ele o abocanhou, chupando deliciosamente.
Senti tanto tesão, não só pela forma maravilhosa como ele o fazia, mas por ver aquele macho comedor me chupando daquele jeito.
Seu dedo procurou meu cu e foi forçando minha bunda.
- Quero meter meu pau nesse seu cu.
Avisei a ele que nunca havia dado a bunda e para ir com calma, ele prontamente avisou: "_Fica tranqüilo que não vai doer nada!".
Tadeu levantou meu quadril e deu uma cuspida, ele umedeceu meu cu virgem.
Encostou a cabeça do seu caralho na entrada e foi forçando.
"_Pára! Pára! Eu não vou agüentar! Ai!!!" e mal acabei de dizer isso ele deu uma estocada forte e seu cacete rasgou as pregas do meu cuzinho e foi entrando, eu como estava encurralado entre os dois pouco pude fazer para me livrar.
Comecei a querer sair daquela posição e Tadeu me travava e tentava enfiar todo o restante do seu pau, pude sentir entrar até o talo.
Que dor filha da puta! "_Pára, animal! você vai me rasgar, pára!!!", eu gritava com lágrimas saindo dos meus olhos.
"_Fica quieto, Artur, que logo você vai se acostumar!!!".
Tadeu agora estava como um louco e atolava até o talo e retirava, e tornava a enterrar.
Ficou fudendo meu cu como um cavalo, dava tapas na minha bunda.
Enquanto isso tinha a pica preta do Paulão esfregada na minha cara.
Não conseguia nem respirar direito.
Tadeu não me dava sossego, estocava com fúria minha bunda, a dor estava dando lugar a um tesão.
Empinei minha bunda para ele sentir que eu estava gostando.
Depois de foder meu cu por longo tempo, Tadeu tirou seu pau do meu cu e me deixou de bunda empinada.
Paulão estava para ocupar seu lugar.
Tadeu ofereceu seu cacete para eu chupar.
Ele estava todo melado.
Chupei ele, limpei cada pedacinho do cacetão.
Chegou a vez do Paulão me arrombar.
Eu estava de quatro com a bunda empinada, o cu esfolado.
Ele foi enfiando devagar.
Senti a cabeça forçar a entrada, a dor voltou a me incomodar, porém gritei: "_Me fode, animal, me arregaça! "_Toma!!!" Paulão deu uma estocada brusca e seu pau forçou a entrada da minha bunda, senti a imensa cabeça do seu cacete entrar em meu cu.
"_Ai-i-i-i-i...!!!" Seu cacete imenso de negro entrou na minha bunda, parecia que eu estava sendo separado ao meio.
Paulão deu um tempo para que eu me acostumasse.
acariciou as minhas bolas, depois pegou meu pau e começou a me tocar uma punheta.
eu estava com meu cu ardendo e piscando e tava querendo morder aquele caralhão do Tadeu, mas nem pensar em fazer isso, ele certamente me daria um tapa na cara.
Comecei a chupar o pau do Tadeu como um doido, e ele novamente cutucava minha garganta.
Paulão aproveitou meu descuido e enterrou toda a sua ferramenta.
Agora aquele puta cacete entrava e saia do meu cu com uma agilidade gostosa.
Paulão acelerava as estocadas.
A dor que antes me incomodava agora me fazia delirar.
Ele foi me virando de lado sem tirar sua pistola até eu ficar na posição de frango assado, após arreganhar minhas pernas deixando meu cu completamente à sua disposição ele caiu em cima de mim, deixando todo seu peso me prender e sua rola rasgar mais ainda minha bunda.
Tadeu sentou no meu peito e forçou que eu chupasse seu cacete.
Paulão fodia meu cu e Tadeu minha boca.
Os movimentos se aceleravam, foi quando senti um líquido quente invadir minha bunda, e Paulão urrava enquanto gozava que nem um louco e fazia muito barulho, e Tadeu não agüentando mais, despejou mais porra na minha boca, que delícia! Aos solavancos Tadeu e Paulão finalizavam o gozo, me deixando meu cu e boca completamente inundado de porra.
- Agora é a sua vez - disse Paulão.
E veio chupar meu pau, enquanto Tadeu chupava minhas bolas.
Quando avisei que ia gozar, os dois começaram a disputar meu cacete e acabei gozando na cara dos dois que se beijavam, dividindo a minha porra.
Depois vieram ainda me beijar, fazendo-me sentir o gosto da minha própria porra.
Acabamos dormindo ali no galpão com os corpos todos impregnados de suor e porra.
Pela manhã fui acordado pela dupla de "animais" batendo uma punheta um pro outro em direção a minha cara e em seguida despejaram muita porra quentinha nela, com muito gosto engoli cada gota de porra que banhava minha cara.
Então fomos os três tomar banho num pequeno córrego próximo.
Os dois "animais" me diziam que aquele seria o maior de todos os domingos de minha vida, um verdadeiro domingão.
E foi! Nesse dia eles não comeram mais meu cu que estava todo ardido, mas Tadeu cumpriu a promessa de me deixar comer seu cu e ainda comi o Paulão que delirava com meu cacete no cu e com o do Tadeu na boca.
Fiquei amigo íntimo de Tadeu, e depois dessa foda passei a freqüentar a roda dos amigos dele, isso já faz alguns meses.
Tadeu está a fim de fazer a cabeça dos amigos dele para um dia eu ser fodido por uns seis de uma vez.
"_Você vai dar pra homem macho, másculo, que quando vir tanta pica vai cair de boca!" ele diz querendo me sossegar.

Eu e meu macho peludo...

Autor: efbrita
 
Estava desanimado, precisando pegar meu gostosinho de surpresa, então deixei meu
 
carro pronto, e avisei a digníssima que teria que ir para Ribeirão Preto visitar
 
um Campus na USP de Direito, e sai de casa cedo, cerca de 5 da manhã, tomei a
 
direção da Fernão Dias e dirigi por 600 km, num frenesi total. Foram longas e
 
intermináveis 6 horas. Chegando ao centro de BH me dirigi a um prédio no centro
 
de BH onde trabalha meu fofinho peludo. Na recepção disse meu nome e pedi para
 
falar com o "ele". Me mandaram subir até o andar dele, lá uma assistente me
 
encaminhou para uma sala de reunião. Fiquei uns 10 minutos esperando, que
 
agonia!!! Ele apareceu vermelho, surpreso, e já foi disparando: Você está louco?
 
Quer me foder? Porra meu, você nunca poderia ter aparecido aqui!! Cara que
 
loucura, tudo contra o que conversamos...Fiquei olhando para a expressão dele,
 
nervoso, irritado, mas não movi um musculo. Esperei ele parar e disse:
- Lindo você pode me odiar, espernear, gritar, mas dirigi por 600 km por sua
 
causa, pelo seu cheiro, pelo seu gosto e só não pulo no seu pescoço e tasco um
 
beijo porque você sabe bem que não sou louco. Mas nem que seja para almoçar
 
contigo hoje, ficar apenas 30 minutos ao seu lado, é tudo o que eu quero, nada
 
mais. Preciso ficar uns instantes com meu gostosinho, sentir seu cheiro, passar a
 
mão em seu volume recheando sua calça, só isso...
"Ele" ficou pasmo! Não esperava por isso. Parou por um instante, ficou me
 
olhando, mudou a expressão de incredulidade para uma meiguice, uma doçura, voltou
 
a ser meu homem gostoso e lindo.
Vamos fazer o seguinte, vou dar um jeito aqui. Me espera perto do mercado
 
central, que passarei por lá, tem um estacionamento da rede estapark, deixe seu
 
carro por lá. Demorarei uns 40 minutos, mas me espere lá, seu louco atrevido!
Estendeu-me a mão, olhou do lado, e me disse bem baixinho:
Seu safado, não deveria ter feito isso, mas amei a surpresa, me espere lá.
Despedimos-nos formalmente e desci e fui até meu carro. Entrei em uma lanchonete
 
e parei para comer alguma coisa, me dei conta que não havia tomado café da
 
manhã...que loucura...estava morto de fome de comida e de meu tesudo.
Deixei meu carro no estacionamento e me dirigi a uma banca de jornal ali perto e
 
esperei. Não deu 20 minutos e o carro dele parou a meio fio da rua, buzinou.
 
Dirigi-me até o carro, por sinal com insufilm bem escuro. Ele deu sinal para eu
 
entrar, o que fiz prontamente, fechei a porta, me certifiquei dos vidros
 
erguidos, e sem ele menos esperar, pulei em seu pescoço e tasquei um beijo forte,
 
grudei em sua boca, procurei sua língua gostosa, e fui soltando aos poucos,
 
puxando seus lábios com os dentes de leve, e disse, "eu te quero agora seu puto
 
gostoso".
Ele não disse nada. Ficou mudo! Olhou de canto ainda bravo! Ele de gravata roxa
 
com listras, uma camisa clara, bem cortada, lindo...percebi os pelos sob a
 
camisa, uma delicia. Não disse nada, só dirigiu por cerca de 20 minutos, não sei
 
ao certo a direção, só dirigiu...eu apenas fiquei esperando mais de sua ira.
Paramos em frente a uma casa que disse ser de sua família, que estava para
 
alugar. Descemos, e lá dentro estava sujo, cheio de pó, mas em um canto tinha um
 
sofá com um tecido cobrindo. Ele tirou o pano, me empurrou no sofá, e tirou minha
 
camisa polo, e sem dizer nada, tirou a dele e disse prontamente: Estou aqui e
 
faça já!!!
Nossa, foi meio humilhante, mas acho que mereci, me senti um vagabundo, mas não
 
me importava, eu queria ele naquele momento. Puxei-o no sofá e deitei-o e mamei
 
seus mamilos lindos e duros, que ele não resistiu, gemeu gostoso, ao mesmo tempo
 
introduzi minha mão pelo seu zíper e tirei aquele caralho grosso pra fora já
 
babando, e fiquei mamando os mamilos e punhetando. Desci até sua calça e tirei,
 
mas ele continuou de cuecas, e puxei de lado e mamei gostoso aquela vara, engoli
 
por inteiro, e olhei ele estava virando os olhos de tesão, massageava suas bolas
 
com vontade e tirava o cacete e engolia suas bolas grandes e inchadas de gozo.
 
Fiquei uns 15 minutos mamando meu macho gostoso, ele gemendo. Assim com o pau de
 
ladinho da cueca, pedi a ele: me fode gostoso, me fode agora que eu preciso meu
 
tesão. Apoiei-me no sofá de quatro e esperei ele enfiar de uma vez, mas isso não
 
ocorreu. Ele se abaixou e começou a passar a língua em minhas bolas e no meu
 
cuzinho que piscava muito. Ele introduziu sua língua com tudo no meu rabo e não
 
aguentei e gritei:
Tesão!!!, me come agora com vontade, preciso de sua vara dentro de mim!!!, por
 
favor, me completa meu macho. Ele não me ouviu e continuou-me fodendo com a
 
língua, eu gemia, ele me impedia de punhetar-me. Segurou-me as duas mãos e me
 
fodia com sua língua gostosa, eu gemia, nem me importava de ser uma casa deserta,
 
sem se importar com vizinhos...fiquei mole de tanto tesão. Ele se levantou e
 
colocou a cabeça do cacete, e devagarzinho foi introduzindo, e desceu ladeira
 
abaixo. Meu cu parecia uma garganta, engoliu aquele cacete com volúpia e tesão.
 
Ele começou a bombar imediatamente e eu não resisti e gritei: "Gostosão, meu
 
macho querido, me sinto o homem mais desejado do mundo. Pode-me foder, pode me
 
arrebentar". Ele continuava metendo gostoso, ritmado, profundo e carinhoso.
 
Mordia meu pescoço, chupara minha orelha, e falava coisas gostosas em meu ouvido.
 
Uns vinte minutos e senti meu corpo pegar fogo, uma vibração forte, um calor
 
enorme e com as mãos presas ainda por ele, comecei a ter contrações no rabo e
 
gozei, gozei forte, gritando e ele também gozou junto comigo. Ficamos grudados
 
por uns minutinhos mágicos. Depois ele tirou seu pau do meu cu, e escorreu muita,
 
mas muita porra. Ele sentou do lado, tirou um lenço do bolso, e começou a limpar
 
meu traseiro. Colocou-me em seu colo e me disse:
- M, você é louco, mas muito gostoso, amei o que você fez. No momento fiquei
 
irado, mas agora estou muito, mas muito feliz. Foi loucura seu ato, mas que
 
gostoso isso.
Explicou-me que a casa estava a venda e só ele e o corretor tinha a chave. Quando
 
sai do prédio e me disse que ligou para o corretor e perguntou se tinha alguma
 
visita a tarde, com a negativa, ele bolou o plano na hora. Disse ao diretor que
 
precisava mostrar a casa a um cliente e que logo voltaria.
E voltou ao trabalho, leve e gostoso por ter me amado. E eu voltei a pegar a
 
estrada e rodar mais 600 km de volta. Cheguei já era bem noite, viajei por 7
 
horas com o rabo ardendo, mas feliz e realizado. Meu macho tinha sido muito lindo
 
comigo...amo ele profundamente...a distancia não nos separa, só nos aproxima.
E-mail= mauriceyacko@gmail.com
MSN= mauriceyacko@gmail.com

O Capataz

Poeta Cover
 
Minha história começa com meu pai e minha mãe.
Meu pai é do interior paulista, e minha mãe nasceu na capital de São Paulo.
Conheceram-se quando meu pai foi trabalhar em uma casa na região dos Jardins e minha mãe morava lá, se apaixonaram e fugiram para própria capital, porém, na Zona Leste de São Paulo.
Meu pai era um cara do campo, não se fixava em nenhum trabalho onde tivesse que ficar preso, minha mãe nunca precisou trabalhar, meu pai quando fugiu com minha mãe, tinha 22 anos e minha mãe 14.
Aos 24 anos meu pai e minha mãe tiveram meu irmão João, minha mãe foi até meu avô mostrar-lhe o neto, mas meu avô nem a recebeu.
Estavam em situação muito difícil e meu pai não parava em nenhum emprego, foi quando meu pai decidiu ir trabalhar em uma grande fazenda no interior de Mato Grosso do Sul, distante a uns trezentos quilômetros da cidade de Cuiabá.
Meu pai tirou de letra o trabalho no campo, porém, minha mãe não (ela era muito urbana).
Quando meu irmão completou quinze anos, minha mãe engravidou novamente, coisa que deixou meu pai furioso, mas mesmo assim eu nasci sob o forte verão de Mato Grosso do Sul em mil novecentos e sessenta e nove.
A vida na fazenda não era fácil para ninguém, morava em uma vila dentro da fazenda, onde havia uma igreja pequena e uma escola que só ensinava as crianças até a quarta série do primeiro grau.
Meu irmão, com dezoito anos alistou-se no exército e acabou servindo-o.
Depois daquele ano no exército, algo mudou na cabeça de meu irmão e quando ele voltou não ficou mais de que um mês na fazenda e foi embora para São Paulo.
Não me lembro do meu irmão, pois quando ele foi embora eu tinha três anos e alguns meses, só sei que ele fez muita falta aos meus pais e que eu não era muito grande ainda para ajuda-los no serviço do campo.
Meu pai era (e é) um cara muito calado e trabalhador, comigo e com a minha mãe ele mal falava, apenas deixava claro quem era o dono do galinheiro e eu acabei crescendo assim, sempre de boca fechada, obedecendo meu pai e estudando o máximo possível para que eu fosse alguma coisa na vida.
Quando eu estava terminando a terceira série, construíram uma escola para alunos da quinta série até a oitava série distante da fazenda que eu morava há duas horas, minha mãe convenceu meu pai para eu completar pelo menos até a oitava série e não houve problemas, pois meu pai aceitou de imediato já que havia percebido que era um bom aluno e nunca havia perdido nenhum ano letivo.
Quando eu estava fazendo a sétima série, um dia cheguei em casa e vi um cara sentado em minha cama com uma criança nos braços e uma bela mulher ao seu lado.
Não sabia quem era, eu apenas fiquei com medo que eles ficassem na nossa casa morando conosco uma vez que fazia tempo que não construíam mais casa para casais.
Ledo engano, este era meu irmão que havia vindo de São Paulo para mostrar o neto para os avós.
Quando meus pais chegaram foi uma tremenda festa (nunca havia visto meus pais tão felizes) e pude constatar o quando meu irmão fazia falta para eles.
Meu irmão disse que quando foi para São Paulo ele morou em uma pensão e conseguiu localizar uma das irmãs de minha mãe, passou a morar com ela, fez um curso de mecânico de automóveis e que estava para comprar uma casa em Atibaia no interior de São Paulo e que nós iríamos morar com ele.
Percebi também que meu irmão era um cara muito legal, trouxe presentes para nós e me tratou muito bem, apesar de quase não nos conhecermos.
Naquela época, já havia detectado a minha preferência sexual, sabia que era gay e que gostava de homens mais velhos e gordinhos, meu objeto de desejo chamava-se Cícero um capataz de 1,72 m, morenão e olhos escuros como a noite, vestia uma calça jeans surrada que delineava sua bunda de uma forma sensual e singular, tinha uma enorme vontade de lhe chupar seu ânus, porém eu não ia me revelar, mesmo porque acho que meu pai me mataria.
Cícero jamais dirigiu uma palavra sequer para mim, mas mesmo assim eu o amava e não queria saber de mais ninguém além dele.
No ano seguinte meu irmão comprou a casa em Atibaia e meu pai foi para lá construir uma casinha no terreno de meu irmão para nós.
Eu estava no último ano do ginásio e com meu pai longe foi fácil eu ir para uma lagoa distante á uma hora da minha casa para nadar.
Comecei a ir nesta lagoa quase todos os dias depois da escola sem minha mãe saber, eu ia sozinho e me divertia muito.
Levava sempre um pano para me enxugar após o banho e voltava para casa como se nada tivesse acontecido.
No começo a minha mãe se preocupava, mas depois ela nem ligava mais.
Uma semana antes de ir para São Paulo, depois de voltar da escola, eu estava indo em direção daquele lago maravilhoso quando avistei que havia duas pessoas no lago.
Escondi-me atrás de um arbusto e fiquei esperando elas irem embora (eu costumava nadar sozinho), quando percebi quem era, mudei para um arbusto mais próximo e comecei a olhar com mais atenção, era Cícero (o capataz), e um dos ajudantes dele que estava a se banhar.
Tudo transcorria normalmente, quando os dos saíram do lago e foram para a margem completamente nus.
Olhei para a bunda de Cícero e ela era tão gostosa com eu imaginava que era, tinha uma mancha pequena, mas era fenomenal era lisinha e grande, como dois melões maduros, seu corpo quase não tinha pêlos (apenas uns fiapos no tórax), exceto em seu pênis que era muito cabeludo, estava mole mas dava para perceber que era grosso e passei a olhar ainda mais para os dois.
O outro cara era um cara magrinho e feio e nem me lembro dele para dizer a verdade, mas o que aconteceu depois da margem, senti muita inveja dele.
Cícero estava se enxugando quando percebi que seu pau começou a crescer e aí eu percebi o quanto era grande e grosso (era menor que o meu, porém mais grosso), o rapaz que estava com ele também começou a ficar excitado e só vi quando o Cícero agachou e começou a chupar o pau do moço, chupava com uma volúpia incrível e eu queria estar ali para brincar também.
Cícero parou de chupar e virou a bunda para o moço, este por sua vez, começou-lhe a chupar o cu de Cícero e de vez em quando lhe chupava o pau por trás.
Depois de lubrificar o cu de Cícero com sua saliva, enfiou-lhe o pau e só pude ver a cara de Cícero contraída parecia que sentido misto de prazer e dor.
Foi quando Cícero não agüentando mais começou a gozar e caiu extenuado no chão.
Fiquei ali até eles irem embora, vi os dois se beijando e indo juntos em direção a fazenda.
Nesta altura, eu já havia gozado duas vezes sem ter me masturbado, tamanho havia sido meu tesão.
Fiquei a pensar neste fato desde o dia que saí da fazenda indo para São Paulo, jurei para mim mesmo que um dia ainda voltaria para a fazenda só para ver Cícero (o grande amor da minha vida).
No dia que fui embora, cumprimentei todas as pessoas que conhecia na fazenda, inclusive o dono que era um Senhor muito legal e que gostava muito de mim, pediu para que lhe escreve ou telefonasse pra dizer como eu estava indo (eu fui a primeira criança a nascer na fazenda) e disse ainda que no dia que lhe quisesse lhe fazer uma visita, que as portas estariam sempre abertas para mim.
Cumprimentei Cícero de uma forma informal e ele mal olhou para mim, o que me deixou bastante chateado e eu e minha mãe saímos da fazenda com destino a São Paulo.
CIDADE GRANDE Nos estabelecemos em Atibaia no final do ano.
Naquele ano eu havia terminado o ginásio e procurava um lugar na cidade para fazer o colegial.
Meu irmão ficou muito satisfeito em reunir nossa família, mas eu não estava muito feliz assim como ele, lembrava da cena do lago quase todos os dias e me masturbava freqüentemente no banheiro, mas sabia que seria difícil ver Cícero novamente.
Não consegui vaga na cidade de Atibaia para estudar e passei o ano trabalhando em casa (plantando café, cebolinha, chuchu, construindo quarto para guardar ferramentas e essas coisas).
A casa do meu irmão era rústica assim como a nossa, era em simples mas tinha quatro cômodos, a nossa era mais simples ainda, só tinha três e o banheiro ficava do lado de fora.
Não sei se foram os ares de Atibaia só sei que na metade daquele ano cresci bastante.
Quando chegamos em Atibaia, praticamente ainda era uma criança mal desenvolvida tinha por volta de 1,62m, uns três centímetros menos que meu pai, em setembro já estava com 1,80m (hoje tenho 1,88m) e meus hormônios eclodiram tinha nascido bastantes pêlos em todas as partes do meu corpo eu parecia um lobisomem (meu avô materno era árabe), não entendia como eu podia estar tão peludo, uma vez que meu pai quase não tinha pêlos e meu irmão idem.
Minha mãe me explicou o motivo e disse que eu puxara a família dela, ela me falou para que eu observasse o Luiz, que era filho da minha tia Anna e lembrei que Luiz meu primo era parecido comigo.
Daqui para frente vou resumir um pouco a história que já esta ficando cansativa.
No ano seguinte fui estudar em um colégio em São Paulo na Zona Leste.
Fui morar com minha tia Anna e meu primo Luiz, Luiz me arranjou emprego no Banco que ele trabalhava e no espaço de 5 anos (como eu economizava bastante, já que não dava dinheiro para minha tia), comprei um apartamento pequeno na Rua Caio Prado no Centro de São Paulo.
Eu estava fazendo faculdade no Mackenzie e dois anos depois estava fazendo estágio em uma empresa Transnacional dos EUA, que era no ramo de informática.
Fui efetivado nesta empresa e trabalho lá até hoje.
Depois que fui morar no centro de São Paulo, tive a minha primeira relação sexual com um professor da minha faculdade.
No começo foi legal, trepava com ele quase todas as semanas, mas com o passar dos meses, já não sentia tanto tesão assim e ficava a lembrar de Cícero (era sempre assim).
Um dia meu pai telefonou de Atibaia para meu apartamento e me falou que havia recebido uma carta do nosso ex-patrão de Cuiabá e lá havia um telefone pedindo para eu ligar para eu pois ele estava com muitas saudades de mim - nunca escrevera uma linha sequer para ele - meu pai deixou o número comigo e resolvi ligar.
Ele atendeu e me perguntou como estava, respondi que estava para me formar, que trabalhava em uma empresa muito boa e que estava feliz em São Paulo.
Ele me convidou para passar as festas de fim de ano lá e fiquei de lhe dar uma resposta.
Quando chegou o final do ano, me formei na faculdade e teria duas semanas de folga por causa das festas (era política da empresa).
Foi então que decidi passar o ano-novo na fazenda.
O RETORNO No dia 28 de dezembro de 1995, cerca de doze anos depois de ter saído de Mato Grosso do Sul, retornei para passar o dia ano-novo na fazenda.
Fui sozinho de São Paulo para Cuiabá e de lá embarquei em um outro vôo para uma cidadezinha próxima à fazenda, chegando lá ainda havia mais duas horas de carro para chegar até a fazenda.
Era dia 29 de dezembro quando cheguei lá na cidadezinha, liguei para o Sr.
Fernando para saber se alguém iria me buscar e ele me disse que já havia mandado alguém ir me pegar lá há pelo menos uma hora e meia, e era para eu ficar sossegado pois não me deixaria na mão.
Fiquei esperando no lugar que fora determinado pelo Sr.
Fernando e passei a observar tudo ao meu redor.
Tudo para de certa forma familiar mas depois de mais de 10 anos você acaba estranhando, olhava tudo mas estava pensando realmente em Cícero, não sabia se ainda estava lá , mas se estivesse? Será que ainda possuía aquela bundinha gostosa ou ela tinha caído? Muitas suposições passavam em minha cabeça e nem reparei quando chegou uma D20 perto de mim.
O cara desceu do carro e me cutucou de uma maneira meio bruta (eu estava de costas).
Quando virei era Cícero, continuava tão gostoso quanto antes, porém com os cabelos levemente agrisalhados, meu coração disparou, cheguei por um momento a ficar sem fôlego e só me recobrei quando de uma forma meio estúpida talvez ele disse: - Vamos? - assenti com a cabeça e ele colocou minha bagagem na traseira da D20, ficamos uns 30 minutos sem falar, eu só observava ele dirigindo, seus olhos sua boca, seu corpo igual há alguns anos e eu lá, só olhando.
Foi quando ele me perguntou para quebrar o gelo: - quer cigarro? - respondi que eu iria fumar, mas do meu cigarro pois ele fumava Belmont, acho e eu fumava Marlboro, percebi que ele de vez em quando olhava também.
Eu estava usando uma calça jeans uma camisa azul de marca e um sapato.
Ele começou a falar que saí de lá como uma criança e estava retornando como um homem, achou que eu era muito alto (já tinha meus atuais 1,86 m) e muito peludo.
Ele tinha por volta de 1,75 m no máximo, mas na época que saí da fazenda ele era um dos caras mais altos de lá.
Durante o percurso ele me tratava muito bem, me chamava de Sr.
E eu disse para não me chamar assim, pois afinal de contas ele era mais velho que eu.
Disse que o Sr.
Fernando havia dado lhe instruções para que ele me levasse para qualquer lugar da fazenda que eu quisesse visitar e ele estaria a minha disposição a qualquer hora do dia.
Consenti de uma maneira completamente indiferente para ele e passamos o resto do percurso sem nos falar.
Chegamos na fazenda e o Sr, Fernando já estava a minha espera, ajudou-me com minha bagagem e pediu para que Cícero deixasse no quarto que estava preparado para mim.
Via que ele estava muito feliz com meu retorno, assim como sua senhora dona Maria, perguntaram bastante da minha vida, dos meus pais, como era morar em São Paulo e etc..., estava de saco cheio deles e de suas perguntas, mas não demonstrei para nenhum dos dois que estava aborrecido.
Subi para o quarto, tomei um banho e desci para jantar.
Seu Fernando odiou quando soube que eu fumava, me deu conselhos e depois fomos conversar na sala de jogos da fazenda, havia inúmeros curiosos que trabalhavam lá, mas que não me conheciam e isso começou a me irritar.
Era umas oito horas da noite quando decidi ir dormir e percebi que Sr.
Fernando ficara satisfeito pois sempre dormia entre oito e meia e nove horas.
No outro dia fui visitar algumas pessoas que conhecia e que ainda moravam lá, me trataram muito bem mas elas se espantavam pela minha altura e pelo que havia me tornado e foi então que eu percebi que eu não tinha mais nada a ver com aquelas pessoas, que eu havia me tornado um outro cara talvez mais urbano, mas definitivamente eu era outro.
Fui almoçar com o Sr.
Fernando e decidi que iria ficar o resto da tarde na casa lendo um livro, pois estava de saco cheio de estar lá, ainda era dia 30 e eu só iria embora no dia 2 de janeiro do outro ano.
Fiz o prometido, mas não me concentrava no livro, pensava naquela cena do lago que eu freqüentava antes de ir para São Paulo, mas ainda assim sentia que nem Cícero era igual a eu, e isso me fez chorar.
Estava ali só por causa dele e foi como se alguma coisa quebrasse dentro de mim, achava que seria muito difícil aproximar-se dele e achei melhor deixar as coisas como estavam.
Sabia que apesar de sermos diferentes eu ainda o amava, mas a pergunta era, se eu transar com ele será que continuará esta barreira entre nós? E assim passou-se aquele dia 30 de dezembro mais infeliz de minha vida.
Percebera que o melhor era esquecer e quando voltasse para São Paulo poderia encontrar alguém parecido comigo.
No dia 31 de dezembro, levantei bem cedo (por volta das cinco horas da manhã) e fui tomar café com o Sr.
Fernando, eu conseguira exorcizar meus fantasmas do passado e levantei com muito bom humor.
Sr.
Fernando disse que teria que ir até Cuiabá pegar uma encomenda de doces e bolos para festa de logo mais á noite e falou que se eu quisesse poderia dar umas voltas na fazenda com Cícero, pois ele iria levar com ele outro dos doze capatazes que havia na fazenda (o chefe dos capatazes era Cícero), disse a ele que tudo bem e fui me trocar para dar uma volta, coloquei uma calça jeans e uma camiseta, botas para o caso de deparar-me com cobras e no bolso da calça, não sei o porquê, coloquei quatro embalagens de camisinha.
Chamei Cícero por volta das sete e meia da manhã e perguntei quando nós poderíamos dar uma volta na fazenda e ele me disse que após ás dez da manhã iria me pegar na porta da casa do Sr.
Fernando, pois ele teria que passar algumas instruções para os empregados da fazenda.
Fiquei lá, no maior calor da fazenda, folheando um livro que havia levado para lá até que desse a hora do Cícero me buscar.
As dez da manhã como fora combinado ele estava lá me aguardando, perguntou onde queria ir e respondi que queria dar uma olhada nas baias onde ficavam os cavalos.
Fomos para lá e depois fomos ver algumas plantações e foi quando ele me sugeriu ir á uma lagoa que ficava alguns quilômetros dali.
Senti meu coração pular e respondi prontamente que sim, ele foi até a casa do Sr.
Fernando e pegou uma Rural velha que tinha desde o meu tempo lá e fomos para o lago.
Chegamos no lago, por volta das onze e meia da manhã e pude observar que lá não mudara quase nada (apesar de eu não me lembrar bem do lago só da cena que ficara na minha memória), ele perguntou se eu queria nadar e eu respondi que não tinha roupas adequadas e ele falou que eu poderia nadar nu, pois afinal de contas éramos homens e não havia ninguém ali àquela hora mesmo e para se enxugar na Rural ele sempre levava toalhas pois de vez em quando ele ia lá para se banhar.
Decidi tomar banho e ele ficou na beira do lago, a água estava ótima e lá do meio do lago eu pedi para que ele entrasse também, só ouvi um tchibum e o vi vindo em minha direção.
Nesta altura eu já estava de pau duro e continuei nadando, ele não ficava muito perto de mim, quando decidi me aproximar dele e comecei a mergulhar e pegar literalmente em seus pés.
Ele começou a dar muitas risadas e passou a fazer isto também, foi quando percebi que ele passou a mão na minha rola, que já tinha ficado mole novamente.
Ele emergiu próximo a mim e ficou olhando em meus olhos, nisso minha rola já estava dura novamente e quando percebi estávamos nos beijando freneticamente, enquanto beijava, passava a mão nos cabelos dele, no tórax dele e no meu objeto de desejo, sua bunda.
Ele quase num sussurro pediu para sairmos do lago.
Saímos do lago e fomos para á margem, ele foi até a rural e pegou uma toalha para que pudéssemos transar numa boa, eu fiquei deitado e ele começou a me beijar novamente com o pinto duro igual a uma pedra, seu pinto era grande, mas o meu era maior, porém sua rola era mais grossa, encostou sua rola na minha boca e dava altas estocadas o que me deixava louco, eu não agüentei e acabei esporrando abundantemente.
Ele me olhou, só que ainda ele estava de pau duro e pedi para que ele fosse até a rural novamente e trouxesse minha calça - percebi que ele ficou decepcionado, mas não por muito tempo .
Foi até lá e me trouxe a calça, peguei-a das mãos dele, procurei os preservativos, achei-os e joguei a calça do lado.
Ele ficou surpreso e pedi para que se aproximasse de mim, acabei-o virando e comecei a fazer o que sempre tivera em mente, comecei a chupar seu anelzinho molhado ainda pela água do lago, eu enfiava a língua até onde podia e sentia-o gemendo de prazer, nisso meu pau já estava duro novamente e só ouvia-o murmurar - me fode, por favor! - Coloquei a camisinha e comecei a enfiar meu trabuco naquela caverna quentinha e úmida, a cada estocada ele gemia e ás vezes até gritava.
Enquanto eu o pegava por trás, segurava em seu tórax, mordiscava-lhe a nuca, pegava em seu pau e metia, metia até onde eu podia, foi quando eu ouvi um ahhhhhhhhhh, seguido de uma abundante porra gostava que escorria em minhas mãos, não agüentando novamente gozei e gozei tanto quanto na primeira vez.
Fomos ao lago nos lavar, e olhávamos com uma certa cumplicidade que não tínhamos até poucos instantes atrás.
Sentia que eu o amava apesar de nossas diferenças e percebi que a partir daquela transa no lago ele também começara a me curtir, nos enxugamos e voltamos para a fazenda.
O resto da tarde descansei e pensei naquele dia como havia sido maravilhosos para mim e com certeza haveria de ser o melhor ano-novo de minha vida.
(Tive um melhor com Cícero no Guarujá 2 anos depois, mas isto é outra história).
Cícero é 17 anos mais velho que eu, naquela época ele estava com 43 anos.
O ano-novo veio e desejei de coração ficar com o Cícero o resto da vida, pois tinha certeza que ele era o amor da minha vida.
No dia que estava para ir embora, Cícero com a D20 da fazenda, me levou para a cidadezinha para eu pegar um vôo até Cuiabá que me conduziria novamente para São Paulo.
Após uns 10 minutos que saímos da fazenda ele começou a chorar e pediu para que eu ficasse com ele, comecei a chorar também e disse que seria impossível voltar a viver lá pois já estava com minha vida feita em São Paulo, fiquei pensando e convidei-o para morar comigo e sermos companheiro.
Ele achou que eu estava falando da boca para fora e eu disse que não, contei que ele era meu objeto de desejo desde criança, contei que tinha o vista naquele lago com outro cara (quantos ele já teria levado para lá?), contei que passei anos pensando naquele lago e que com os caras que eu já havia transado, quase sempre eu fechava os olhos e pensava nele.
Ele me olhou no carro, pegou no meu pau e me deu um longo beijo, mesmo dirigindo e disse que iria pensar na minha proposta.
Deixou-me na cidadezinha até a hora de eu embarcar, me deu um longo abraço e ficou com meu endereço e meu telefone.
Voltei para São Paulo, tão deprimido quanto quando cheguei na fazenda.
Voltei a trabalhar, comecei a fazer cursos de nas minhas noites livres, já que havia terminado o curso superior e minhas noites passaram a ser solitárias.
Em um domingo de março de 1996, estava em casa estudando para uma prova de um curso que eu estava fazendo, quando tocou o interfone e o porteiro falou que havia um moço chamado Cícero que queria falar comigo, imediatamente desci do andar que eu morava, (12º), e fui ajudá-lo com às bagagens e o vi tão gostoso e tesudo como antes... Estamos morando juntos desde então, mudamos para um outro local, Cícero arranjou trabalho como motorista no começo e depois eu o ajudei a comprar um táxi, ele continua com aquela bundinha gostosa de sempre e hoje estamos mais liberais, gostamos de transar á três, qualquer dia talvez até escreva uma história sobre isso, só transamos com caras maiores de 45 anos e esta é MINHA REGRA E DO MEU CAPATAZ.

O Jardineiro safado e seu filho

Autor: Dang
Enviado em 07/04/2013
 
Olá, me chamo Bruno, designer gráfico, paulista morando no interior de Minas. Tenho 27 anos, 1,85 de altura, 80 quilos, moreno claro e corpo legal. Sou totalmente discreto e prefiro ser passivo. Adoro sexo com caras legais e sempre que posso curto viver uma aventura. Este é o meu quarto conto no site e convido os amigos a lerem os outros: Levei um pé na bunda e ganhei um presentão! - O porteiro do prédio da minha tia e mais... - O Alistamento militar e o Tio Eduardo. Receita para ler este conto: Tome um banho relaxante, pegue um creme gostoso, apague a luz, ficando somente com o computador iluminando o ambiente e faça uma seleção de músicas do seu gosto. Depois, vá pra frente do computador, de cueca, feche a porta, dê play na música e comece a se acariciar. Inicie a leitura, sempre se acariciando e seja paciente. De vez em quando, dê umas pegadas na rola, chupe os dedos e passe-os no cuzinho sem enfiar. Procure ficar bem tesudo enquanto lê. À medida que a leitura for rolando, passe creme na rola e inicie uma punheta sem pressa. Abra uns sites com fotos de rolas, mamadas, metidas e duplas. De vez em quando dê umas olhadas nas fotos pra te deixar com aquele tesão. Deixe que a história levante sua rola e boa leitura. Quando chegar na parte que entramos no barracão, prepare-se para gozar junto com a gente. Depois, quando tudo parecer terminado, prepare-se para uma nova e gostosa punheta e outras. Boas gozadas! Recentemente conheci uma menina muito simpática aqui na cidade que moro. Ela é recém-formada em jornalismo, trabalha numa rádio, conhece praticamente todo mundo e curte muito papear comigo. Apesar de ainda não ter muita intimidade com ela, mas esse povo de jornalismo sempre muito extrovertido, a figura me ligou um dia desses de manhã bem cedo, fazendo-me um convite para acompanhá-la numa matéria em uma cidade vizinha. Disse que era jogo rápido, que teria que voltar logo e que eu me amarraria no visual do local. Topei, tomei um banho, ela me pegou em casa e partimos. Fomos conversando, ela fala pra cacete, me explicou que estava indo a um convento fazer uma matéria sobre o prédio que estava em estado precário. A viagem demorou mais ou menos uns quarenta minutos. Chegando lá notei que o visual era lindo, com um rio cortando a cidadezinha e montanhas ao fundo. Ela parou o carro em frente ao convento, do outro lado da calçada. De fato dava pena de ver que o prédio estava em péssimo estado de conservação, apesar de ser muito maneiro. Minha amiga queria que eu entrasse para conhecer seu trabalho, porém preferi ficar no carro ouvindo um som. Estava sentado admirando o convento enquanto ela era recebida por umas senhoras parecendo ser muito simpáticas quando avistei pelo muro de grade um homem lá dentro me olhando. Não dava pra ver direito, pois ele estava atrás de umas plantas. Comecei a ficar curioso porque ele me olhava muito e eu não sabia o significado daquelas olhadas. Ele já havia despertado minha curiosidade e eu o encarava também. Mesmo de longe o cara parecia ser interessante e eu estava bem curioso pra ver seu corpo direito. Abri a porta do carro, saí e atravessei a rua pra ficar mais perto do convento. Parei em frente o prédio e fiquei olhando lá pra dentro, mais exatamente pra ele. Logo percebi que ali tinha alguma coisa, pois o cara, além de não tirar o olho, parecia ter um olhar de safado. De repente o puto se agachou e sumiu. Dava pra notar que ele estava cuidando das plantas e esperei pacientemente enquanto tentava encontrar outra posição que me permitisse voltar a vê-lo. Finalmente ele se levantou e saiu caminhando com um pequeno vaso de planta nas mãos e foi para outro lado daquele pátio lindo deixando-me ver seu corpo todo. Gostei do que vi na hora. Era um homem alto aparentando ser um quarentão todo gostoso, alto, meio magro, com cabelos pretos e lisos e vestindo um short largo que mostrava suas pernas peludas. Ele continuava me olhando e olhava na direção do prédio parecendo conferir se não tinha ninguém por perto enquanto se esticava todo pra pendurar o tal vaso num galho de uma árvore. Aquela posição fazia com que a camisa dele se levantasse deixando sua barriga de tanquinho de fora. Eu já estava completamente louco com aquele visual. Acabou de pendurar o vaso, caminhou até uma porta, entrou deixando-a ligeiramente aberta e ficou me espiando pela fresta. O cara me olhava e abaixava a cabeça. Fez isso várias vezes deixando-me completamente curioso do lado de fora. Lógico que ele olhava pro seu pau e eu precisava conferir se ele estava se masturbando. Criei coragem, cruzei meus braços e comecei a caminhar lentamente em direção ao portão que estava completamente aberto. Continuei no mesmo passo e cheguei no pátio olhando sempre pras plantas, fazendo cara de quem admirava o visual delas. Olhava pra porta e o cara continuava na mesma. Fui me aproximando dele até que o cara ajudou abrindo um pouco mais a porta e deixando-me ver que seu pau estava completamente duro. Ele estava dentro de um banheiro se masturbando. Enlouqueci com aquela cena, já estava bem perto e continuei caminhando na direção dele, até que ele fez um sinal de "não" com a cabeça e fechou a porta. Puta que pariu, eu fiquei louco da lado de fora querendo entrar naquele banheiro. Continuei olhando pras plantas, totalmente excitado sem saber quanto tempo ainda tinha para minha investida. Levei um susto ao ouvir um estalo, era ele abrindo a porta e saindo do banheiro com um pano na frente do short. Com um sorriso no rosto me deu bom dia e perguntou se eu havia gostado do jardim dele enquanto olhava pro seu pau. Olhei pro pau dele e falei que ainda não tinha visto legal, porém parecia ser enorme e bonito. O danado disse que era grande sim e que poderia me mostrar todinho se eu quisesse. Perguntei onde ele poderia me mostrar seu jardim e ele disse que lá pra trás do convento tinham lugares bem interessantes que ele poderia me levar. Questionei se estranhos poderiam entrar ali e ele disse que sim, desde que fossem convidados e que ele estava me convidando. Nisso, minha amiga me chama por uma janela dizendo que já estava descendo. Falei pra ele que tinha que sair fora e ele fechou a cara. Pensei rápido e perguntei se dali tinha ônibus para minha cidade e ele respondeu que o ônibus passava na praça de hora em hora. Minha amiga veio até nós, toda sorridente falando que o visual era lindo, concordei com ela e disse que tinha gostado tanto que iria ficar, pois o jardineiro havia me convidado para conhecer o pátio do convento. Ela começou a se explicar dizendo que estava com pressa, que precisava levar correndo o material para a rádio, eu a interrompi dizendo que estava na boa e que eu iria de ônibus mais tarde. Ele perguntou se eu tinha certeza, disse que sim, nos despedimos e ela saiu fora. Aquilo deu uma quebrada no clima, o jardineiro havia se afastado do nós enquanto conversávamos se dirigindo para os fundos do terreno. Apressei meu passou, alcancei aquele cara gostoso, perguntei se não tinha problema mesmo e ele me mandou relaxar enquanto caminhávamos em um lugar muito maneiro com plantas lindas. Perguntei se ele tratava daquilo tudo sozinho, ele falou que sim, que morava bem lá nos fundos com seu filho. E que eu precisava ver o outro jardim que havia lá em cima nos fundos. Enquanto caminhávamos ele olhava pro meu corpo e eu pro dele. Não resisti e falei: - Estou doido pra ver o que você tem pra me mostrar aí! – E ele comentou: - Acho que você vai gostar de ver e sentir. – Falou isso olhando pro pau. – Cara estou louco pra ver e pegar no seu jardim. – E ele me falou: - Só tenho que ficar de olho no meu moleque que não demora pra chegar da aula. Se bem que ele está tão a perigo quanto eu, pois sempre o pego tocando punheta entre essas árvores. Se você gostou de mim, vai gostar dele também, pois somos bem parecidos e ele tem pauzão também. – Eu não estava acreditando naquilo. Um jardineiro muito safado me seduzindo de montão e parecendo querer colocar seu filho na fita. – Qual seu nome? Perguntou o jardineiro: - Bruno – Respondi e perguntei o dele: - Muito prazer, Bruno, o meu é Isaías. E qual sua idade? – Respondi que tinha 27 e perguntei a dele: - Tenho 46! – Fiquei impressionado e falei que ele não parecia mesmo ter 46. - E o Marcelo já tem 22. – Ele falou e eu perguntei se o Marcelo era seu filho. Ele disse que sim, que eu iria gostar de conhecê-lo. Perguntei se não seria estranho o filho nos encontrar ali de papo, ele deu um sorrisinho dizendo que não teria problema algum e que tinha certeza de que o Marcelo iria gostar muito de mim também. Chegamos no tal jardim que ele havia falado e realmente era muito maneiro. Era bem pequeno, com um chafariz no meio e uns banquinhos de madeira. As árvores fechavam o lugar, Isaías sentou-se todo esparramado num dos bancos e me falou pra eu ficar à vontade. Sentei ao lado dele, ele começou a alisar sua rola enquanto me olhava e insistiu pra eu ficar à vontade mesmo. Entendi que aquilo era um convite para pegar, olhei pro lados, perguntei se não tinha problema mesmo, ele fechou os olhos, curvou sua cabeça pra trás e eu coloquei a mão naquele short com um volume enorme. Comecei a apertar sua rola, abri o short, esfreguei a cara na cueca que já tinha uma boa mancha de lubrificante, coloquei a mão lá dentro, puxei só a cabeça e comecei a passar a língua nela. O Isaías me mandou relaxar notando que eu estava com cagaço de ser feliz. Realmente dava medo se alguém aparecesse por ali, mas criei coragem e vim trazendo aquele mastro enorme pra fora com minha boca. O cara me pegou pela cabeça e começou a falar: - Uhhhh que boquinha quente é essa rapaz? Puta que pariu, estava precisando disso fazia tempo. Isso, chupa minha rola com gosto teu safado. Assim! Ahhhh! Que delícia. Assim! Vai, caralho! Vou te fuder com gosto! Mama porra! Mama minha pica seu gostoso. Vou te levar pro barracão e mandar rola nesse teu bundão. Você quer? – O cara era um puto safado pra cacete e estava me deixando louco de tesão naquele lugar lindo. Ele tirou seu pau da minha boca, pediu pra eu esperar, levantou, abaixou o short e a cueca e, de pé me deu sua rola pra chupar. Delícia aquela posição. Meti as mãos por baixo da sua camisa e comecei a alisar aquela barriga, dei umas apertadas nos biquinhos dos seus peitos e ele gemeu gostoso pedindo pra eu continuar a apertar e mamar seu cacete. O cara tentava meter lá no fundo da minha garganta e eu não conseguia engolir tudo naquela posição, até que ele tirou, se vestiu novamente, começou a caminhar me falando pra eu ir atrás dele. Chegamos num rio bem estreito, ele começou a atravessar por cima das pedras. Do outro lado era ainda mais fechado, cruzamos algumas árvores e chegamos num barracão todo ferrado, sem porta e janela. Entramos, ele tirou toda sua roupa e me mandou ficar nu. Esse lugar parecia ser bem mais reservado apesar de não ter portas nem janelas. Dali só se ouvia o barulho do rio e dos pássaros. Estando bem mais à vontade, tirei tudo, ele desmanchou uma caixa de papelão que tinha por lá e fez de cama pra gente. O cara se deitou sobre ela, fez seus braços de travesseiro ficando numa posição de fotografia e me pediu pra eu chupar. Virei-me ao contrário dele, passei minha perna por cima, posicionei meu cuzinho bem na boca dele e me arriei nessa posição até sentir sua língua suculenta tocar meu cuzinho. Ele passou a me linguar gostoso pra caralho, me curvei e abocanhei seu cacete duraço. O lubrificante saía aos montes e eu me amarro nessa parada. Que delícia de língua e que rola linda e grande pra eu me atracar nela com gosto. Aquela posição estava maravilhosa, pois eu conseguia meter tudo na boca fazendo com que ele aumentasse suas investidas com a língua. Eu gemia pra cacete e abria a bunda com as mãos pra ele meter mais fundo. Ui! Que tesão de rola e que mamada gostosa! O puto passou a morder minha bunda com força cada vez que eu conseguia enterrar sua vara toda na boca. As mordidas doíam, mas era bom pra caralho, só que eu não estava mais aguentando de tanto tesão no rabo e pedi pra ele meter em mim. Ele me olhou com aquela cara de safado perguntando se eu tinha certeza. Sorri pra ele e disse que não via a hora de sentir seu mastro dentro de mim. Levantei, virei de frente pra ele, posicionei meu cuzinho na reta da sua rola, me agachei, ele me pegou pela bunda, peguei no pau dele, posicionei e comecei a descer. Nossa! Delícia! Brinquei com aquele mastro no meu cuzinho, metendo e tirando só a cabeça, fazendo meu cuzinho se preparar pra tomar rola enquanto ele me acariciava até que começou a forçar pra entrar mais e eu passando a gemer pedindo calma e ele me dizendo que estava uma delícia. Puta que pariu, caralho, buceta! Comecei a relaxar o cuzinho, senti aquela rola me invadindo, continuei descendo lentamente até ficar completamente sentado em seu colo com tudo dentro. E ainda mordia seu pau com meu cuzinho fazendo-o franzir a testa no mesmo ritmo que eu piscava. Adoro dar e sentir prazer! E estava muito bom. Após sentir que não havia mais dor, comecei a cavalgar naquele mastro levando o Isaías à loucura. Cavalgava com gosto e sentia entrar tudo no rabo. Ele começou a me puxar pra cima dele, deitei sobre seu corpo, ele pegou novamente em minha bunda, dobrou os joelhos e me fudeu com força perguntando se podia gozar dentro de mim. Pedi pra ele não gozar logo, mas ele falou que ficar muito tempo afastado poderia fazer com que as Irmãs estranhassem sua demora para almoçar. Pedi para trocarmos de posição, levantei e dei o braço pra ele se levantar também. Deitei de barriga pra cima sobre o papelão, levantei as pernas, ele se ajoelhou, mas o papelão era meio fino, parecendo machucar seus joelhos, fazendo com que ele recuasse, voltando a ficar de pé e levantasse ainda mais minhas pernas deixando meu cuzinho na reta da sua rola. Ele me colocou praticamente na horizontal de cabeça pra baixo e com as pernas bem abertas e cravou sua rola no meu rabo de uma só vez. Não aguentei de tanto tesão e comecei a gemer loucamente e a falar: - Ai, Isaías, devagar. Mete, me come cara. Ai! Que pau gostoso você tem, porra! Devagar! Mete tudo! Ai! Tiraaaaa! Ele é muito grande, porra! Meteeee! Ele é enorme e tá me arrombando todo. Isso, cara! Me come, me come, me come! Assim! Isso gostoso! Que delícia! Ai, ai, ai! Tá me arrombando!  – A cada estocada, eu sentina seu saco batendo em mim e isso me dava ainda mais tesão e eu continuava louco com ele me segurando as pernas bem abertas e metendo pra valer no meu cuzinho. Minhas palavras saíam picotadas e eu falava merda pra caralho e Isaías mordia sua língua e me mandava pica. Logo ele começou a gemer intensamente, comecei a me masturbar e pedi pra ele me encher de porra. Ele me dava cada estocada da porra fazendo-me delirar de prazer. Muito gostoso olhar o cara me enrabando naquela posição. Agora era eu que pedia pra ele gozar logo porque eu já estava quase e ele pedia pra eu esperar pra gozarmos juntos. De repente! Silêncio! Ele parou, pediu pra eu fazer silêncio e ficou olhando pros lados. Ficamos naquela posição com ele engatado dentro de mim, até ele dizer que parecia ter ouvido alguma coisa, mas logo voltou a se movimentar me dando aquela vara deliciosa. Parei de me masturbar e deixei o cara curtir meu rabo com prazer. Ele olhava pra mim, pro teto e pra janela enquanto enterrava tudo no meu cuzinho até falar que ia gozar, fazendo-me pegar no meu pau e voltar a me masturbar. De repente ele deu uma estocada mais forte, parou e falou: - Fica parado! Não se mexe! Vou gozar! Não se mexe! Aí! Vou gozar! Vou gozar! Vou gozaaaaaaaaar! To gozaaaaaaaaando! Aí caralho! To gozando! To gozaaaaaaaaaaaandooooooooo!!! Puta que pariu! Sente minha porra cara! To gozando! Tá sentindo? To gozando cara! Ai, to gozando! Que delícia!  – Sem comentário! O Isaías é diferente. O cara me proporcionou uma sensação maravilhosa ficando totalmente parado até eu sentir seu pau latejando dentro de mim enquanto eu sentia um preenchimento delicioso da porra me invadindo. Não estava mais aguentando, voltei a me masturbar pedindo pra ele me fuder, ele voltou e se movimentar dentro de mim e novamente um barulho. Desta vez eu também ouvi, ele tirou o pau de uma só vez, pediu silêncio novamente, tive que fazer uma força danada pra não gozar, ele deu uma risadinha e falou sussurrando: - Acho que já sei o que é! Me dá um tempo que eu vou olhar. – Falei pra ele esperar e me dizer o que era, mas ele já havia se vestido e saiu correndo. Fiquei super bolado, puto por não ter gozado, peguei minha roupa e comecei a me vestir enquanto olhava pela janela e via o Isaías conversando com um garotão. Pensei comigo: - Caralho! Deve ser o filho. Puta que pariu, que merda. Será que é o filho? Será que ele viu? Fudeu. – Saí da janela, tentava ouvir a conversa, mas estava difícil entender o que eles diziam. De repente, as palavras ficaram mais claras, voltei a olhar por uma fresta e vi que eles se aproximavam do barracão, mas o garoto dava umas recuadas e o Isaías pegava no ombro dele fazendo-o voltar. Coloquei meu ouvido na fresta e fiquei ouvindo até começar a captar que ele estava falando com o moleque pra ele chegar no barracão. Fiquei super bolado, voltei a olhar e notei que o garoto escondia o pau com as mãos enquanto olhava pro barracão. Caralho! Tirei o olho, o Isaías estava realmente falando essa merda e eu, a mil por hora, nervoso, pensativo, tentando entender que merda era aquela. Silêncio novamente! Decidi olhar e fui surpreendido ao ver o moleque lá parado sozinho com as mãos sobre o short e olhando pro barracão. De repente o Isaías entra no barracão, olha pra mim rindo e pergunta porque eu me vesti. Eu franzia a testa e perguntava o que estava acontecendo e ele falou: - Tira a roupa rapidinho e deixa meu filho meter em você. – Gelei! Que isso cara? Seu filho mesmo? – Ele se aproximou de mim e falou: - Cara, tira a roupa. Não adianta que ele já viu a gente. Ele tá muito mais a perigou que eu, pois quase todos os dias eu o pego tocando punheta entre essas árvores, já te falei isso. Não esquenta! Cheguei lá fora e o peguei tentando correr, porém assim que o alcancei notei que ele estava de pau duro. Vai? Deixa ele meter em você na boa? Deixa? – E calou a boca. Eu estava muito assustado, meti o olho na fresta vi o filho olhando pro barracão com as mãos sobre o pau, pensei rápido, olhei pro Isaías, falei que ele era louco, ele riu dizendo que não pegava nada e que iria sair fora e chamar o filho. Não me deu nem tempo de responder e saiu caminhando em direção ao filho. Fiquei olhando na maior. Tomei coragem e fui pra janela, passei a encarar o moleque que parou de olhar na direção do barracão, o Isaías falou mais um pouco com ele e saiu fora. Continuei na janela esperando que ele olhasse pra mim, mas ele olhava o pro pai se afastando até que olhou pro barracão e eu fiz sinal pedindo pra ele chegar lá. Ele se assustou com meu sinal, olhou pro chão, continuou parado, deu uma risadinha, insisti pra ele vir, ele olhou de novo pro pai que já havia sumido e veio em minha direção. Assim que ele entrou no barracão, fui até a porta e apertei a mão dele. Ele teve que tirar a mão do pau e eu vi que estava duro. Sem dizer nada, meti a mão por cima do short, ele olhou praquilo arregalando os olhos, puxei o short pra baixo, seu pau estava com a metade pra fora da cueca, dei uma risadinha e falei: - Tu tava tocando uma enquanto seu pai tava me enrabando né? – Falei isso rindo, é claro. Não esperei resposta, me curvei e caí de boca na rola do moleque que também era grande. Ele parecia a perigo mesmo, pois logo começou a gemer se movimentando na minha boca. Notei que aquele moleque iria gozar rapidinho, diminui minha mamada, abri minha calça arriei e me virei de costas pra ele. O safado tomou atitude na mesma hora, me puxou meio sem jeito, eu abri bem e ele meteu no meu cu que estava pra lá de lubrificado pela porra do pai. Caralho! O moleque não teve pena do meu cuzinho e me cravou com gosto, mas meu cuzinho estava bem aberto e não ofereceu resistência alguma. Não deu tempo nem de deitar e tudo o que ele me permitiu foi que eu me apoiasse parede. Empinei bem a bunda e comecei a falar: - Vai cara! Isso, mete gostoso no meu cu! Mete vai? Isso assim! Tá uma delícia! Que pica gostosa vocês têm! Porra garoto! Vai porra! Mete porra! Fode meu cu moleque! Fode! Ai cara! Assim cara! Isso, geme! Assim mete, mete, mete que vou gozar! Vai! Ai! To quase! Mete! Não para! Vai! Ai porra! Vou gozar! Vou gozar! Ai, ai, ai, to gozaaaaaando! Mete! To gozandooooo! Ai! Isso! Goza também! To sentindo! Ai que porra gostosa! Isso gostoso! Goza gostoso! Goza no meu rabo, vai? Assim! Isso, mete tudo! Ui danado! Que porra quente! Isso! Mete tudo seu puto! Ui! Ai! Ai! Ai! – Ma-ra-vi-lha!!! Que gozada da porra! Que sacanagem gostosa! Que pai e que filho! O moleque tirou a rola de dentro de mim, suspendeu o short e sumiu das minhas vistas. Meu cuzinho estava cheio de porra e eu me agachei e deixei correr tudo pelo chão. Fiquei impressionado com quantidade que saiu. Não tinha papel, tirei minha roupa, peguei minha cueca e me limpei com ela, coloquei a calça sem cueca e a joguei por lá. Saí do barracão e procurei seguir pelo caminho por onde tinha vindo. Me atrapalhei um pouco, mas o barulho do rio me guiava, até que o Isaías apareceu e me conduziu até o jardim que estávamos. Minhas pernas tremiam pra cacete e quase caí quando atravessei o rio. Isaías não parava de rir, disse que adorou ver o filho me enrabando, eu ri da sua travessura, falei que ele não valia nada enquanto ele ria ainda mais. Falei que o filho era pausudo também e que me arrombou o cuzinho ainda mais. E ele ainda disse que quase entrou pra meter em mim junto com o filho, mas disse que talvez o moleque não concordasse. Disse que eu adoraria ter dado pros dois. Saímos fora daquele lugar e fomos em direção ao prédio do convento. Chegando lá embaixo, o Isaías me falou que eu teria que aceitar o convite das freiras para almoçar. Ele disse que tinha certeza de que elas estariam nos esperando e eu aceitei. Quando entramos no refeitório encontramos seu filho almoçando todo sem jeito ao nos ver. Isaías continuava com seus risos, e foi logo tratando de nos apresentar: - Filho esse aqui é o Bruno. E o cara se comportou como se estivesse me conhecendo naquele momento. Apertei sua mão e falei: - E aí rapaz, beleza? – Ele, quase sem me olhar falou: - Prazer Marcelo! – E aí Marcelo, o que você faz da vida? – perguntei me sentando. – Estudo aqui perto, to fazendo um curso técnico de eletricista. Você é jornalista? As Irmãs falaram que o pessoal da rádio viriam para a entrevista hoje. – Perguntou com a cabeça baixa. – Não cara! Trabalho com informática. Minha amiga que é jornalista e ela já foi embora. – Falei mais entusiasmado por ele ter feito alguma pergunta. – Gosto muito de informática. Na minha escola tem computador e sempre que dá eu fico por lá depois da aula pra usar um pouco mais. Meu pai me prometeu um computador até o fim do ano. – Falou o Marcelo enquanto dava umas olhadas pra mim, demonstrando que estava mais à vontade. As Irmãs começaram a servir nosso almoço, perguntei onde era o banheiro e fui lavar as mãos. Saí deixando os dois cochichando aos montes. Quando voltei, a comida já estava servida. Comida mineira é um caso à parte. Como eles dizem aqui: - trem bão demais da porra! - Marcelo já havia terminado de almoçar, mas continuou sentando. O almoço rolando e eu com meus pensamentos a mil, relembrando de tudo o que tinha acontecido e a parada que o Isaías havia falado no jardim não me saía da cabeça. Ficava imaginando como seria ter pai e filho me enrabando em minha cama e falei: – Quer dizer que você entende de eletricidade, Marcelo? Que interessante! Você bem que podia resolver o problema do meu chuveiro que esquenta pouco. Não sei fazer essas coisas e tenho medo de levar choque. Que tal vocês passarem o fim de semana na minha casa? Inclusive, Marcelo, se você quiser, poderá mexer no meu computador. – Falei tudo isso e esperei a merda que ia dar. O Marcelo estava completamente diferente, demonstrando total interesse, olhando pro pai como quem esperava uma aprovação. Olhei pro Isaías que já estava rindo e perguntei o que ele achava e ele falou: - Consertar o chuveiro? Sei! – Ele ria na maior. O Marcelo olhava pro pai parecendo irritado: - Po, pai! A gente nunca faz nada no fim de semana mesmo? Bruno, onde você mora? – Perguntou muito interessado. Respondi que morava na cidade ao lado, ele ficou ainda mais empolgado dizendo que não ia lá fazia tempo e insistiu que o pai concordasse e Isaías falou rindo: - Filho, se a gente for até lá, você até pode consertar o chuveiro e mexer no computador, mas depois a gente vai ter que pagar a estadia na casa do Bruno. – Isaías parecia querer ver se o filho estava entendendo o que aquele convite significava e continuou: - Se você não se incomodar, por mim tá tudo bem. – Falou isso olhando pro Marcelo. Marcelo dava umas risadas enquanto tentava desviar seu olhar e eu falei: - Vocês não precisarão pagar nada, mas se toparem, os três poderemos curtir outras coisas numa boa. – Falei e calei sem tirar o olho do Marcelo e ele falou: – Ah, a gente vai e vê na hora. – Achei confuso e falei bem baixo: - Marcelo quero dar pra você e seu pai ao mesmo tempo, sacou? – Silêncio na mesa. Só que eu comecei a achar que rolaria porque o Marcelo dava umas risadinhas mais soltas. Não esperei resposta e continuei: - Cara você já viu mesmo, po! Já rolou tudo lá em cima e ninguém aqui tem mais o que esconder.  – E continuei encarando ele. - E aí? – Tu gostou? – perguntou o Isaías. – Gostei po! - Falou o Marcelo todo sem jeito. – Então deixa de bobeira que você já tá bem grandinho pra essas coisas. – Isaías fez esse comentário em tom mais áspero e voltou a almoçar. – Por mim tudo bem! – Disse o Marcelo. – Respirei aliviado com aquela resposta mais contundente e voltei ao meu almoço também. Terminamos o almoço, o Isaías arranjou papel e caneta e eu passei meu endereço e telefone explicando como fazer para chegarem à minha casa. Disse que tinha que sair fora e o Isaías falou pro Marcelo me acompanhar até o ponto do ônibus. Agradeci o almoço, a estadia, me despedi daquelas pessoas muito simpáticas e falei pro Isaías que estava aguardando os dois e ele sorrindo me garantiu que estariam lá no dia e na hora marcada. No caminho, tentei ficar mais íntimo do Marcelo e falei: - Cara seu pai é muito gente boa e você também. Quero curtir os dois ao mesmo tempo. Tu já fez uma parada dessa? É bom pra cacete, tu vai ver. – Enquanto eu falava, ele cruzou as mãos e colocou-as sobre o short e eu falei pra ele não ficar de pau duro no meio da rua. Ele riu e disse: - É que fico meio sem graça com meu pai, apesar dele falar muita merda pra mim quando estamos dentro de casa, sem contar que ele já me pegou várias vezes tocando punheta. O que ele não sabe é que eu também já o vi tocando punheta naquele barracão que vocês estavam algumas vezes. – Falou bem mais solto e eu aproveitei a situação e comentei: - Tá vendo? Tu já deve até ter tocado punheta olhando ele fazendo a mesma coisa. Um já sabe muito bem como é o pau do outro. Agora, imagina vocês dois colocarem seus paus bem colados e meterem no meu cuzinho? O que acha? – Ele começou a rir e pediu pra eu parar com aquele papo no meio da rua. Ri também e fiquei mais confiante que a parada seria legal. Parei de falar merda, sentamos num banco da praça e ficamos esperando o ônibus. Depois de sentados, Marcelo tirou as mãos de cima do pau e parecia fazer questão de deixar eu ver que ele estava de pau duro. Tortura na praça! O ônibus chegou, me despedi, entrei e ele continuou sentado no banco. Parti pra casa. Adorei o dia, as trepadas e vivi uma tremenda tortura enquanto passavam os dias. De vez em quando me batia aquela paranoia se os dois furariam comigo e eu nada podia fazer a não ser esperar. Detalhe: meu chuveiro não tem problema algum rs. Finalmente, como combinado, na tarde do sábado minha campainha tocou, atendi e eram os dois com suas mochilas nas costas. Rapidamente acomodei os dois no quarto, falei para eles ficarem à vontade, perguntei se queriam tomar um banho e o clima estava ótimo. O Marcelo falou que preferia ver o problema do chuveiro logo, eu abri o jogo e disse que havia inventado aquela parada. Ele riu e disse que já imaginava que fosse papo mesmo. Falei pra ele relaxar e o convidei pra usar meu computador. Ele topou na hora e ficamos navegando por um tempo, até o Isaías dizer que aquilo era muito chato, que não entendia a graça que tinha ficar olhando aquela tela o tempo todo e ainda me fez sinal pra deixar o Marcelo ali sozinho. Fiz sinal com a mão pra ele ir pra sala, dei um tempo com o Marcelo e saí em seguida. Chegando na sala, o Isaías estava sentado no sofá e perguntou se podia mesmo tomar um banho. Falei que sim, que era pra relaxar mesmo com essas paradas. Daí ele chegou pra mim e falou: - Olha só, se a gente não agitar, não vai rolar. Deixa eu entrar no banho, você volta lá pro computador, dá umas pegadas no pau dele e depois entra no banheiro e vem tomar banho comigo. Mas num demora muito não. Pode deixar que ele vai acabar entrando na nossa e vai pro banheiro. – O clima estava começando a esquentar. Ele foi pro banho, voltei pro computador, sentei ao lado do Marcelo colocando a mão na virilha dele assim que sentei. Ele já me deu aquela olhada, olhou pra trás perguntando pelo pai, eu disse que ele estava no banho, ele pareceu relaxar, eu esbarrava com o mão naquele pau que ficava duro atoa me deixando louco de tesão. – Marcelo, deixa eu ver ele vai? Abre essa bermuda e põe ele na minha boca. – Falei isso abrindo sua bermuda com ele me ajudando e caí de boca. O Marcelo estava bem mais solto no quarto comigo, esticou-se na cadeira, conduzia minha cabeça com as mãos e gemia feito um louco. Eu queria mamar com gosto, porém me lembrava do Isaías me esperando no banheiro. Reuni forças e larguei aquela pica maravilhosa. Ele olhou pra mim na hora e falou: - Po, porque você parou? – Nada respondi e saí entrando no banheiro enquanto olhava pra ele. Chegando no banheiro olhei pro boxe e vi o Isaías de rola apontando pro alto. Tirei minha roupa toda, entrei no boxe e aquele homem gostoso me deu um beijo delicioso. Abracei seu corpo molhado, comecei a me esfregar nele enquanto me molhava, ele perguntou se tinha rolado e eu falei o que havia feito. Ele pediu pra eu chupar o dele também e eu caí de boca. Que delícia e que tesão me dava ficar imaginando se o Marcelo abriria a porta do banheiro. Continuei mamando aquele pau enorme e gostoso pra cacete, completamente duro. Isaías socava na minha boca com gosto, me dava pica fazendo-me engolir água. Eu engasgava, fazia questão de fazer barulhos com minhas engasgadas e meus gemidos no banheiro pra provocar o Marcelo. E o puto não aparecia. O Isaías falou que queria meter em mim ali mesmo. Não curto muito levar rola debaixo d'água, mas aceitei sua proposta, virei-me de costas e ele começou a meter fazendo-me sentir uma dor da porra. Pedi pra irmos pro quarto, mas ele queria ali e agora. Fudeu! Literalmente! Comecei a sentir que aquela rola entrava cada vez mais dentro de mim, fui me abrindo e deixando a rola entrar no meu rabo. Isaías metia com gosto em mim e eu gemia pra cacete e falava merda alto: - Ai, mete gostoso no meu rabo! Isso! Assim! Vai, mete gostoso em mim. Ai, ai, ui, gostoso. Que rola deliciosa! – enquanto eu falava, percebi uma sombra por baixo da porta, era o Marcelo que estava parado do lado de fora e continuei falando: - Assim Isaías! Isso! Entra! Assim! Vem! Mete! Abre a porta! Ui, ai porra, tá doendo! Me arromba! Entra logo! Mete gostoso! Abre a porta! Mete tudo porra, mete, mete, mete, abre a porta, abre, abreeee, vem logo! – Ufa! A porta se abriu e o Marcelo entrou, parou e ficou olhando nós dois metendo embaixo d'água. – Isso aí filhão! Tira essa roupa e entra aqui. – Falou o Isaías mandando vara em mim. E eu enlouquecido de tesão olhava pro Marcelo e passava a língua no lábios olhando pra rola dele. O pai insistia pra ele tirar a roupa e finalmente o Marcelo timidamente começou a se despir até ficar completamente nu. Sua rola dura o denunciava mostrando que ele estava gostando do que via, apesar da timidez. Abri a porta do boxe, abri a boca enquanto o Isaías chamava o Marcelo. Ele veio em direção à minha boca que estava na reta do pau dele, parou um pouco distante, apoiou o braço no blindex, ficando curvado, eu me estiquei, peguei no pau dele e comecei a puxar. Ele ainda com a mão no mesmo lugar empinou sua vara pra frente, saí de dentro do boxe com o Isaías me acompanhando engatado no meu rabo e alcancei a rola do Marcelo e meti na boca. O cara começou a gemer e o pai o incentivava a curtir aquela sacanagem deliciosa. Meu tesão estava nas alturas curtindo pai e filho me mandando vara. Que parada gostosa pra cacete. O banheiro cheio de vapor que saía do chuveiro e eu numa posição que dava para ver o Marcelo pelo espelho todo embaçado desfocando sua imagem fazendo um tremendo visual. O Isaías estava alucinado no meu cuzinho socando com força enquanto me pegava pelos quadris. Eu gemia muito naquelas rolas, tirava o pau do Marcelo da boca, olhava pra trás e via o Isaías metendo com uma cara de safado da porra. O Marcelo pegava em minha cabeça fazendo com que eu voltasse a abocanhar seu pau e o moleque se contorcia todo. Abracei seu corpo e passei a tentar engolir tudo. Caralho! Que tesão da porra sentir aquela rola na boca. Que tesão me dava saber que eram pai e filho metendo em mim. Nisso Marcelo que parecia estar bem mais liberado gemendo com minha mamada deliciosa tentando engolir sua rola toda começa a gemer com mais intensidade e fala: - Isso cara engole tudo! Vai, chupa tudo! Mete tudo na boca vai? Ai, pai! Ai, vo gozar! Vai! Vai! Ai to gozando pai! Ai to gozando! Ai cara para! Não mexe! Para! Me solta! – E eu sentindo que ele queria tirar, parei de movimentar a boca sem tirar seu pau, me mantendo abraçado a ele, sendo movimentado apenas pelas estocadas do Isaías, até que o pai começa a falar: - Não se mexe! Não se mexe! Vou gozar, vou gozar, vou gozar, porra! Vou gozar! Ai! Fica parado! Ai! Toma! To gozaaaando porra! Puta que pariu to gozando, filho! To gozando nesse rabo gostoso! Sente! Sente! Ai tesão! – Delícia aquele jeito que o Isaías curte gozar. Muito tesão sentindo o pau pulsando dentro de mim. Soltei o Marcelo, ele tirou e o pau o Isaías também. Sentei no vaso, comecei a me masturbar e pedi pro Marcelo meter seu pau em minha boca, mas ele parecia tímido novamente. O Isaías veio e meteu sua rola em minha boca enquanto o Marcelo olhava pra nós e enlouqueci sentindo a porra do Isaías saindo do meu cuzinho e comecei a gozar loucamente.  Exaustão total! E ainda tinha muito sábado pela frente. Isaías entrou no boxe e chamou o Marcelo pra tomarem banho. Fiquei sentado no vaso por um tempo olhando os dois tomando banho. Eles se pareciam muito, os dois pirocudos e eu feliz da vida com meus hospedes. Levantei, dei um jeito no banheiro enquanto eles terminavam o banho, puxei assunto com o Marcelo sobre computador pra ver se ele descontraía, os dois terminaram o banho eu tomei o meu e fui me juntar a eles. O Marcelo já estava no computador e o Isaías vendo minhas plantinhas. Convidei os dois para um lanche, sentamos, comemos e o Marcelo disse que queria falar comigo. O Isaías fazia de tudo pro Marcelo ficar à vontade e saiu de perto. Convidei o Isaías pra ver umas paradas de jardinagem no computador, entrei no Google, achei rapidinho e deixei ele lá. Sentei com o Isaías e disse que ele podia falar: - Cara você deve tá pensando que sou um babaca, mas não é nada disso. Fico na minha porque tenho vontade de fazer uma coisa que não tenho coragem. Outro dia, enquanto esperávamos seu ônibus quase te falei, mas fiquei sem graça. Agora tomei coragem e vou te falar. Tenho vontade de pegar no pau do meu pai, mas não tenho coragem e pensei que você poderia me ajudar a fazer isso. Só não quero que ele saiba que nosso papo aqui é esse. – Ele falou isso com uma firmeza da porra. Não havia a menor timidez enquanto ele falava. Falei que isso seria fácil de resolver quando nós três fossemos pra cama. Falei também pra ele parar de fazer aquela cara de tímido que só atrapalhava. Ele concordou e eu peguei no braço dele dizendo: - Então, já que não vai mais ficar de frescura, vem comigo e deixa rolar. Seu pai vai se amarrar em ver a gente se curtindo. – Falei isso arrastando o Marcelo pra minha cama. Chegando lá, ele já foi se sentando, encostei a porta e comecei a esfrega a boca sobre sua bermuda. O moleque é igual ao pai e adora uma sacanagem. Senti aquele pau se avolumar por baixo de sua roupa, enfiei a mão e comecei a acariciar aquela rola. Ele me olhava com aquela cara de pidão e eu abri sua bermuda, beijei sua cueca, mordi sua rola e ele pediu pra eu chupar logo. Saquei a rola de dentro da cueca, comecei a mamar, num instante ele estava completamente nu, tirei minha roupa toda, procurei sua boca, ele resistiu um pouco acabando por aceitar em seguida e nos beijamos na boa. A essa altura já estava escurecendo, não acendi a luz e o clima ficou ainda mais interessante. Pedi pra ele se recostar sobre os dois travesseiros, peguei o ky, passei no seu pau e no meu cuzinho e comecei a sentar no pau dele. Sabia que o pai logo entraria no quarto e queria que ele viesse por trás. Nesse momento falei meu plano pro Marcelo, explicando-lhe que queria sentar nas duas rolas ao mesmo tempo e que para isso alguém precisaria pegar nas duas pra poder meter no meu cuzinho. Ele entendeu tudo enquanto forçava meter aquele cacetão em mim. Peguei nas mãos dele sobre a cama, impedindo-o de se movimentar e passei a conduzir aquela penetração com calma até sentir tudo dentro de mim. Logo estava gemendo de prazer enquanto olhava aquele cara gostoso pra caralho metendo em mim. Meu cuzinho estava muito relaxado a essa altura. Eu só sentia prazer e aumentava meus gemidos como uma gata no cio chamando todos os machos para fuderem com ela. Eu estava de costas pra porta e não poderia ver quando o Isaías entrasse, porém o Marcelo foi desajeitado demais com seus olhares, deixando-me entender que o pai já estava dentro do quarto atrás de mim. Fingi que não percebi e continuei cavalgando naquela rola. De repente começo a sentir algo querendo entrar em meu cuzinho junto com a rola do Marcelo e aumentei meu gemidos ainda mais. – Ai Marcelo, o que é isso? Estou sentindo alguma coisa diferente no meu cuzinho. Que delícia isso Marcelo! Ai! Vai! Assim! Isso! Devagar! Ui que coisa gostosa Marcelo! Ai pai! Assim pai! O que você tá fazendo seu safado! Mete esse dedo gostoso no meu cuzinho também. Aiiiiii! Isso gostoso! – Gemi na rola do Marcelo e no dedo do Isaías. Logo o Isaías subiu na cama, colocou uma das mãos nas minhas costas, se encaixou atrás de mim e começou e forçar a rola no meu cuzinho. Nesse momento me curvei, ficando deitado sobre o peito do Marcelo, porém deitei demais de propósito fazendo com que a rola dele saísse toda de dentro de mim. Olhei pro Marcelo, dei uma piscada pra ele, agarrei as mãos do Isaías impedindo-o de agir e o Marcelo começou a ajeitar as duas rolas pra entrarem em mim. O Marcelo olhava pro pai e eu não conseguia entender direito o que estava rolando, mas fiquei parado gemendo, até que eu ouço o pai começar a gemer também. Pelos movimentos do braço do Marcelo, entendi que ele estava masturbando o pai e fiquei parado até ouvir: Isso filho! Segura na rola do pai seu safado. Assim! Toca gostoso. – Marcelo estava com o pau duraço enquanto tocava punheta no pai. Fazia umas caras de quem estava realizado naquela punheta. Caí de boca na orelha dele fazendo-o se contorcer todo enquanto dizia "não" repetidamente, e falei sussurrando pra ele chupar o pai. Ele continuava falando "não", porém imaginei que ele talvez quisesse experimentar e comecei a puxar o Isaías discretamente, até que ele começou e entender meu movimento com as mãos e veio na direção que eu estava fazendo. Isaías posicionou seu pau bem perto da boca do Marcelo e eu escancaradamente empurrei a cabeça do moleque em direção ao pau do pai. Ele se contorcia todo, mas abriu a boca fácil e começou a chupar meio sem jeito. Tesão da porra ao ver aquela parada. Sem deixar o Marcelo notar, fiz sinal pro Isaías curtir o filho. O Isaías pegou na cabeça do Marcelo e começou a deslizar a rola pra dentro da boca do filho. Eu passava a língua no que sobrava de rola do Isaías. O moleque começou a se soltar, agarrou na rola do pai e chupou direitinho. Nisso, impedi que o Marcelo continuasse se masturbando, peguei na rola dele e voltei a sentar metendo tudo dentro de mim. Cavalgava deliciosamente quando o Isaías se curvou e me tacou um beijo delicioso. Fudi gostoso com o Marcelão. Dei pra ele enquanto beijava o pai, e o filho se deliciava naquela rola. Isaías, muito mais experiente, me puxou do colo do filho, fazendo-me ficar de quatro na beira da cama meteu vara no meu rabo com uma força da porra. Levei rola de novo enquanto mamava meu garotão. Essa posição estava maravilhosa, pois eu conseguia abocanhar a rola do Marcelo e meter tudo lá no fundo. Me estiquei, abri a gaveta, peguei minha pomada anestésica, passei um pouquinho dela na ponta do dedo pra não sofrer a decepção que contei no outro conto (O porteiro do prédio da minha tia) e pedi pro Isaías tirar. Passei a pomada no cuzinho e sentei no colo do Marcelo de novo. O cara tinha uma rola enorme, porém entrava legal tudo dentro de mim e eu não sentia dor nenhuma. Continuei cavalgando olhei pro Isaías e falei: - Vem pai! Vem cá e me arromba com teu filhão! Quero sentir essas duas varas me arrombando. Mas, sejam carinhosos com meu cuzinho. Isso! Calma, pai! Aí! Devagar! Assim! Isso! Calma, por favor! Ai, pai! Ai, Marcelo! Fica parado, Marcelo! Calma! Ai! Tá doendo! Devagarrrrrr! Ai! Tira! Ui, porra! Que isso? Nossa! Assim! Gente! Calma! Me fodeeeeee! Isso, pai gostoso! Meteeeee! Uiiiii! Aiê! Porra! Me fodeeeee! Mete, Marcelo! Mete com teu pai, vaí? Isso, to sentindo! Fode meu cu gostoso, Isaías! Assiiiiiim. Ai, que delícia! Aiê porra! Fodeeee! Fodeeee! Mete no meu rabo seus putos! Porra! Caralho! Que pirocada gostosa gente! Puta que o pariu! Me fode gostoso! Me fodeeeeee! – Não conseguia parar de falar enquanto o Isaías trabalhava no meu cuzinho completamente arrombado. Eu pegava nos peitos do Marcelo que se contorcia todo dizendo que estava um tesão e pedindo pro pai dele movimentar o seu pau pra dentro de mim. Ele parecia delirar com os movimentos do pai. – Isso, pai! Teu pau fica empurrando o meu. Que tesão isso! Vai, pai! Não para! Mete nele, pai! – Nisso, o Isaías se deitou na cama com o saco bem colado no saco do Marcelo, cruzou suas pernas sobre as do filho fazendo com que seu pau ficasse ainda mais exposto e eu passei a cavalgar nas duas rolas. Eu gemia pra caralho de tanto prazer. Não conseguia me calar enquanto era ajudado pelos dois naquela cavalgada deliciosa e com muita vontade de gozar. Marcelo, começou a se curvar, pedi calma pra não sair, conseguiu ficar de joelhos e passou a me estocar como pai tinha feito. Delícia também. Deitei sobre o ombro do Isaías e tomei rola deliciosamente. Estava curtindo tanta pirocada no cu quando o Marcelo falou que não estava mais aguentando de vontade de gozar e passou a gemer ainda mais. O pai pediu pra ele esperar e me puxou daquela posição tirando o pau do Marcelo de dentro de mim, só que o Marcelo continuou gemendo dizendo que ia gozar. Levantei de cima do Isaías sem sair da rola dele e abocanhei o pau do Marcelo ele despejou porra na minha boca. Isaías me posicionou de quatro e passou a me fuder como se deve enquanto Marcelo se contorcia gozando. Mais algumas estocadas e ele anunciou que ia gozar também pedindo-me pra ficar parado e o cara gemeu no meu rabo: -Vou gozar! Fica parado! Não mexe! Para! Para! Vou gozar! To gozando, porra! Sente! Sente! Aiiiii! To gozando! Sente! Não mexe! Sente seu gostoso! Toma porra! Ui! To gozandoooooooo! – Pedi pro Isaías deitar na cama de novo, sem tirar o pau de dentro de mim e comecei a me masturbar. Para minha surpresa, e do Isaías, o Marcelo caiu de boca no meu pau e começou a me chupar! Puta que pariu! – Ai, Marcelo! Assim! Não para! Chupa gostoso! Vou gozar, Marcelo! Vou gozar! Vou gozar! Isso! Sente, Marcelo! Chupa! Chupa! Isso tesão! Assim! Não para! Não para! Vou gozar! Ai! Vai! Vai! Vai! Ai, caralho! To gozandooooo! Ai! Delícia! Ai! Gostoso! Ai! Chupa gostoso! Ai, to gozando caralho! – Ma-ra-vi-lha! Gozei gostoso na boca do Marcelo. Aliás, gozamos todos. Sem noção! Que trepada maravilhosa nós demos. Adorei os dois e fudemos muito mais aquele final de semana. Dei pros dois novamente. Fudi com Marcelo no computador enquanto o pai dormia no domingo à tarde e ele quis que eu gozasse em sua boca novamente, fudi com o Isaías no sofá da sala enquanto o Marcelo tomava banho. Ficamos amigos, achei engraçado que os dois me falaram em particular que voltariam. Concordei e guardei segredo. E aí, gozou também? Valeu mesmo pela leitura. A propósito todos os nomes mencionados em todos os meus contos são fictícios. Peço que não deixem de comentar e votar! Fico excitado com os comentários. Boas pirocadas para os amigos. Dang.

Eu e o boiadeiro

SAVO
 
Olá pessoal, esse é meu primeiro conto.
Sou branco, 1,79m,olhos esverdeados e peludo.
Não tenho o costume de falar sobre mim, mas achei o site muito interessante e
 
resolvi compartilhar esta história e, quem sabe outras também.
Em mil novecentos e oitenta e oito mudei para uma cidade no interior de Mato
 
Grosso, era pequena ainda em desenvolvimento. Talvez fosse o costume de ver todos
 
os dias as mesmas pessoas, mas quando mudei achei as de lá mais bonitas,
 
diferentes na maneira de falar, o que levei um bocado de tempo para eu me
 
acostumar. Tinham alguns costumes diferentes também, principalmente na escola e,
 
em primeira instancia não encontrei nenhum aluno "igual" a mim. Com o passar do
 
tempo fui me acostumando e observando melhor comecei a notar que uns meninos eram
 
diferentes dos demais, não jogavam bola no recreio(eu também odeio futebol),
 
ficavam quase sempre isolados dos outros. "Eu por minha vez procurava me
 
enturmar, no entanto os garotos eram muitos "rústicos" a meu ver, talvez por ser
 
uma cidadezinha meio que "ruralista". Pois bem, depois de alguns anos eu era mais
 
um dos excluídos na escola devido meu nivel de inteligência ser um pouco mais
 
elevado que dos outros alunos e ser também mais tímido, quase sempre calado. Mais
 
alguns anos eu já tinha idade suficiente para estudar à noite e, certa vez não
 
tivemos as duas últimas aulas sendo dispensados mais cedo. Fiquei zanzando com
 
uns colegas pelas ruas, indo com cada um, depois, ate suas casas me encontrando
 
só no final. Perdi a noção do tempo até porque que não usava relógio e,andei umas
 
quadras a mais, indo quase que do outro lado da cidade. Embora eu fosse ainda
 
adolescente já sabia exatamente o que queria em questão de sexo, mas não tinha
 
nem chegado perto de nenhum menino quanto mais qualquer um deles saber dos meus
 
desejos, isso seria suicídio moral na certa.
Enfim, perambulando pelas ruas passei por perto de um boteco que era mais
 
parecido com uma zoninha de subúrbio de cidade grande, onde eu me deparei com um
 
peão, baixinho, troncudo e cheirando a álcool. Como eu conhecia quase todos da
 
cidade devido ao meu trabalho, logo percebi que aquela criatura não era da cidade
 
e passei a seguir de longe. Não sei se ele notou, mas dobrava as esquinas como se
 
estivesse tentando despistar alguém (eu), e sempre pela parte mais escura da rua,
 
sempre beirando os muros e portões parecendo um bicho peçonhento procurando a sua
 
vitima para poder atacar. Observava de longe seus movimentos que deixava
 
transparecer seu nivel de embriagues. Eu o seguia sem saber no que ia dar, talvez
 
eu levasse uma bela surra ou poderia ter o que tinha em mente, mas estava
 
atirando no escuro, não tinha experiência nenhuma com esse tipo de situação, mas
 
o seguia mesmo assim.
Dado certo tempo ele parou para urinar dando uma olhadinha para traz no que me
 
fez esconder numa rapidez sem tamanho atrás de uma arvore, com medo que ele me
 
visse. Estava doido para poder ver o seu pau, mas de onde estava não teve jeito,
 
era longe demais e também muito escuro. Guardando o seu pinto pra dentro da calça
 
seguiu seu caminho dobrando na próxima esquina enquanto eu o seguia, mas agora
 
como se eu estivesse andando calmamente, apreciando a escuridão das ruas. Dobrei
 
a esquina e, não mais o vi, nisso procurei por todos cantos onde meus olhos
 
podiam alcançar sem demonstrar que o fazia. Nessa hora minhas carnes começaram a
 
tremer, um medo se apoderou de mim me fazendo pensar nas mais horrendas
 
atrocidades que uma pessoa pode fazer com outra: e se ele estiver escondido atrás
 
de uma arvore dessas esperando que eu passe para me apunhalar as costas, ou um
 
pedaço de madeira e me quebrar as pernas ou outra coisa qualquer que pudesse
 
enforcar. Eu realmente estava apavorado, comecei a sentir um frio a descer pela
 
espinha e as mãos suarem frio, quando de repente uma voz ecoa de um canto escuro
 
justamente o mais escuro da rua:
- Aonde o mocinho vai uma hora dessas, sozinho?
Pronto! quase tive um treco, um infarto ou derrame do susto excumunal que tive.
 
Fiquei simplesmente paralisado, imóvel, estático, tão inerte quanto as pirâmides
 
do Egito. Nesse momento ouvi uns passos em minha direção me deixando com o
 
coração mais disparado que o Senna em mundial de F1, parecia que ia saltar do
 
peito. Ouço novamente a voz:
-Não vai responder? O gato comeu sua língua, ou foi outra coisa que o gato comeu?
 
Nesse momento senti certo alivio, mas mesmo assim muito medo vai que era uma
 
jogada para se aproximar e me fazer algo de mau? Mas não foi o que aconteceu. Com
 
a sua aproximação tentei balbuciar alguns monossílabos que foi só pra piorar a
 
minha situação, me deixando mais nervoso ainda. Virando a cabeça pra onde ele
 
estava consegui dizer com muito esforço que estava indo para casa. Ele pronunciou
 
somente um "hum, sei". Nisso eu já tinha me lembrado de todas as rezas e orações
 
que aprendi na vida, sem esquecer nenhuma vírgula. Mas a coisa melhorou depois
 
que puxou um assunto ate que interessante me mostrando que não havia nenhum
 
perigo, aparentemente.
Fomos andando em direção minha da casa quando ele perguntou se eu conhecia alguém
 
pra dar uma "foda bem gostosa", porque havia muito tempo que estava trabalhando
 
em fazenda e não pegava ninguém. Eu me maravilhei é claro, mas como é que ia
 
saber se gostava de transar com outro homem? Milhões de teorias passaram pela
 
minha cabeça, como chegar ao ponto de saber sem que ele se zangasse comigo.
 
Afirmei que não conhecia ninguém do "tipo" e, que nem eu tinha ainda ficado com
 
alguém (foi a deixa). Notei que sua expressão mudou para um ar meio safado
 
insistindo no assunto, que fosse alguém que desse o cuzinho, que fosse um
 
viadinho qualquer, mas que desse bem gostoso e safado. Repeti que não conhecia e
 
acentuando a frase: "NEM EU TINHA AINDA FICADO COM ALGUEM".
Nesse instante falou que poderia me mostrar como é que se faz, que poderia ser
 
meu professor. Ah, pra quê! Depois de ouvir isso eu fantasiei todas as formas de
 
sexo (embora eu só conhecesse nos filmes), e respondo que não sabia se queria
 
porque era virgem de tudo. Nesse momento pude ver um sorriso de felicidade
 
misturado com bastante safadeza.
Ai ele me diz:
- Melhor assim porque posso te ensinar direitinho como se faz pra você não passar
 
vergonha depois, topa?
Relutei muito, de um jeito que sempre deixava uma dúvida e ele insistiu novamente
 
e acabei cedendo. Procuramos um local mais escuro do que nós estávamos, e no
 
caminho sempre dizendo que fosse com muito cuidado porque eu não conhecia nada
 
"disso". Eu estava muito nervoso, tremia demais, as mãos suadas, pingavam; as
 
pernas então, quase trombavam uma na outra. Por fim encontramos um lugar, um
 
terreno baldio e, mal entramos ele foi logo passando a mão na minha bundinha
 
super virgem, o que me estremeceu todo; foi bem devagar, com bastante carinho,
 
embora eu pensasse que ele seria mais agressivo. No entanto me ensinou
 
direitinho, me encostou no muro pegando minha mão levando ate seu pau que estava
 
super duro. Com a outra mão, que já estava na minha nuca puxou em sua direção e
 
me tascou um beijo. Eu nunca havia beijado e tratei de aprender rapidinho e
 
ficamos por um bom tempo assim, sua boca na minha e minha mão massageando seu
 
pau. Eu já não tremia mais, mas sentia como que uma corrente elétrica a percorrer
 
o corpo todo, era muito bom, meu pau estava doendo de tão duro de tesão, e cada
 
vez que passava a mão na minha bunda eu apertava mais seu pau. Ao notar que
 
estava de pau duro enfiou a mão dentro da minha calça quase me fazendo gozar só
 
com o toque. Nunca tinha feito sexo antes, mas sabia que um teria que enfiar no
 
outro, mas a questão era: quem? Já que ele iria me ensinar me deixei levar.
 
Estava completamente absorto com aquele cheiro de álcool misturado com o de
 
galpão de fazenda, aquilo me excitava muito, me fazia delirar. O suor começava a
 
escorrer em nossas peles, nos apertávamos um corpo contra o outro e suas mãos
 
deslizavam em minhas costas me causando arrepios de prazer. Sua língua trabalhava
 
agilmente em meu pescoço, orelha e em meus lábios, quando não agüentei mais e
 
pedi pra ver seu instrumento o que topou mediatamente. Quando tirou sua vara
 
estava tão dura quanto a minha, na qual abracei com a mão e fiquei punhetando por
 
um bom tempo ate que disse para eu parar senão ia gozar na minha mão. Eu esperava
 
um peão mais bruto, macho, ativo (na época eu não sabia o que era isso), mas para
 
minha surpresa pediu que tirasse o meu também, o que logo fiz e, apanhando com a
 
boca chupou com sofreguidão me fazendo gozar em sua boca muita porra de tanto
 
tesão que estava, engolindo tudo sem deixar nenhuma gota escapar. Ache aquilo uma
 
loucura deliciosa, minhas pernas estavam bambas pela minha primeira gozada com um
 
homem. É claro que nessa altura já estávamos quase totalmente sem roupas e,
 
deixando meu pau limpo subiu com a língua pela minha barriga, passando pelo meu
 
peito me fazendo arrepiar todo chegando ao meu ouvido dizendo que agora iria me
 
ensinar como sentir uma rola no cuzinho. Dizendo isso meu tesão voltou na hora,
 
virei e empinei a minha bunda e ele descendo com sua língua ate meu cuzinho ainda
 
virgem de qualquer coisa passou a lamber, mordiscar, chupar. Eu quase saio do
 
corpo com aquilo, foi uma sensação maravilhosamente deliciosa, e ele vendo que eu
 
estava delirando com aquilo começou a passar as mãos nas minhas pernas, barriga,
 
peito. Me acariciava de toda maneira, me deixando de pernas bambas novamente e
 
com um tesão indescritível. Mesmo com todas aquelas caricias eu ainda estava com
 
muito medo, pois eu nunca havia sido penetrado e, pelo o que eu ouvia dizer dos
 
garotos mais velhos é que doía muito na primeira vez. E como eu não sou muito de
 
suportar dor, já estava quase desesperado, mas por toda lei queria saber e sentir
 
como era ter uma rola no trazeiro. Com medo ou sem medo lá fomos nós, eu com uma
 
língua quente e macia enfiada na bunda e sendo punhetado por aquela mão grossa do
 
trabalho diário, era realmente delirante. Depois de me lubrificar bastante com
 
saliva começou a esfregar seu pau no meu rabinho branco bem devagar o fazendo
 
piscar sobremaneira. Ele só disse bem no meu ouvido que era pra eu relaxar que
 
não ia doer muito, só um pouquinho, mas que logo passava. Relaxei o máximo que
 
pude, mas ao começar a empurrar seu pinto pra dentro de mim a dor foi
 
desgraçosamente grande, tentei me livrar dele, no entanto aquele baixinho tinha
 
muito mais força do que eu e tive que agüentar de bico calado ate porque não
 
queria ser surpreendido dando o rabo por alguém que pudesse passar por ali.
Sentia como se uma faca em brasa me cortasse as entranhas, ardia como nada que eu
 
pudesse comparar, sofria realmente. Mas seus beijos em meu pescoço, suas mãos
 
passando em meu corpo me fizeram esquecer a dor e passar a sentir prazer. Ele
 
entrava e saia de mim num movimento constante e suave, suas caricias aumentavam
 
cada vez mais me levando a gozar sem me tocar. E por mais uns vinte minutos
 
ficamos nessa transa sem igual, ate quando intensificou os movimentos anunciando
 
que ia gozar, e assim foi. Cada vez mais ele dava estocadas mais fortes e
 
profundas ate que gozou dentro de mim. Senti algo quente e, nesse momento eu
 
gozei novamente sem me tocar, tudo era puro tesão e prazer. Depois de gozarmos
 
juntos ficamos ali, parados, conectados, atracados como cão e cadela descansando
 
do coito bem dado, com o seu corpo colado no meu podia ouvir seu coração
 
acelerado, sua respiração ofegante. Bem devagar ele tirou seu pau de dentro o que
 
me causou outra sensação gostosa e, depois de tirado senti seu esperma escorrendo
 
pelas pernas. Estávamos suados, cheirando a sexo, e por sorte havia um tronco
 
próximo onde sentamos e descansamos já vestidos. Encostado em mim, enlaçou seu
 
braço no meu pescoço me puxando mais ainda pra ele e deu um beijo bem lento e
 
suave por uns dez minutos quando ele falou:
-Não disse que ia te ensinar direitinho e pelo que vi você aprende bem rápido.
Como resposta, dei apenas um sorriso. E lembrando que tinha que ir embora me
 
despedi e agradecendo pela aula, dei um beijo e sai para a rua em direção de casa
 
muito feliz e com a sensação deliciosa na bunda ainda cheia de porra.