TOMANDO BANHO COM DOIS CAMINHONEIROS

marcomacho
 
Meu nome é marco ,tenho 26 anos 1,85 de altura sou do tipo macho discreto e com um corpo de causar inveja a qualquer macho.
O que vou relatar é uma história verídica e que aconteceu comigo no começo desse ano.Sou casado com uma mulher mas sempre tive vontade de sentir uma rola na minha mão meu maior sonho sexual era ver um caminhoneiro peladão como veio ao mundo mas nunca tive oportunidade moro na capital de sp e viajo a trabalho pro interior fui pra uma cidade chamada votorantim onde o trafégo de caminhões é intenso e com muitos motéis em torno , estava eu la dirigindo meu carro quando avisto um posto de gasolina aonde estavam estacionados muitos caminhões !aonde deveria ser o ponto de descanço daqueles caminhoneiros ja era tarde da noite e eu ia ter que dormir por aquela região quando me vem a mente o desejo de ver um caminhoneiro e quem sabe realizar meu desejo proibido . resolvo parar meu carro no tal posto e fico por alguns minutos observando o local pra ver aonde os caminhoneiros iam para se banhar e logo avisto um caminhoneiro alto com uma pequena barriga peludo e que parecia ter um volume grande em sua bermuda ele ja estava sem camisa fui ao delírio e meu coração começou a disparar ansioso e com vontade de ver aquele cara peladinho por completo.
como viajo sempre levo comigo toalha e coisas para a higiene pessoal , resolvo tomar uma ducha também pra ver se conseguia algo e logo quando entro no banheiro havia uns 5 caminhoneiros na fila ja que todas as cabines estavam ocupadas , fiquei a espera até que uma delas abre e entro tiro a minha roupa abaixei para pegar o sabonete e vi a sombra e os pés do caras do lado me levantei com medo do perigo e abaixei de novo avistei uma sombra por debaixo das divisórias de uma tora grossa batendo uma punha fui ao delírio e com muito desejo e vontade de gozar ali mesmo olho para o outro lado e o outro caminhoneiro estava batendo uma bronha também coloquei minha cabeça e ja avistei uma rola gostoso ah que tesão comeicei a bater a minha punheta mais rapido e gozei só de ver aquilo que a muitos tempos sonhei ... agora sempre que for pra essa cidade será a minha para obrigatória se eu conseguir pegar um caminhoneiro conto pra vocês em outro conto abraços machões de plantão. Espero que tenham gostado pois é o meu primeiro conto aqui .

TRAÇANDO O SEGURANÇA DA EMPRESA

ronald43
 
Já tenho diversos contos publicados aqui, nos primeiros já me descrevi. Quem quiser mais detalhes visite meu perfil e aproveite para ler outros contos meus e comentar... Este aconteceu faz alguns meses.
Na empresa em que trabalho há, como em todas, uma equipe de seguranças. No começo do ano entrou um cara novo aqui: um senhor de 47 anos, alto, corpo bem feito, másculo, de olhos claros... Na primeira vez que o vi eu fiquei vidrado nele, mas seu jeito sério me inibiu.
 
Os dias foram passando e eu o cumprimentava, descobri que seu nome era Lucas (fictício) e puxava papo. Ele é um homem meio tímido, mas uma vez percebi que estava com um volume perceptível e dei uma encarada. Ele sorriu e voltou para a guarita, aí pensei: "Desse mato sai coelho!..."
 
Mais alguns dias eu recebo uma ligação, para minha surpresa era o Sr. Lucas pedindo uma carona até a cidade vizinha. Eu ia sair mais cedo, mas esperei o horário dele para levar aquele monumento maduro comigo, claro! No carro começamos a conversar e do nada ele me diz:
 
- Ronald, aquele dia lá você estava olhando o que?
- Eu? - respondi - do que você está falando?
- De você olhando meu pau, cara. Eu percebi...
Fiquei vermelho na hora e não sabia o que dizer! Mas ele me tranquilizou:
-Sem problemas, rapaz... Eu também curto... Quer dizer... eu tenho vontade, mas nunca fiz...
A conversa então começou a esquentar! Ambos fizemos várias perguntas um ao outro, ele também é casado, tem filhos... E o melhor de tudo: naquele dia estaria sozinho em casa a tarde toda!!!
 
Sabendo disso, o deixei na porta da casa dele e fui resolver uns problemas meus, mas sem deixar de pensar na ideia de experimentar aquele coroa charmoso. Na volta, liguei para ele, que todo contente disse para passar lá que estava me esperando.
 
Encontrei com ele na rua e subi até sua casa conversando naturalmente, como velhos amigos. L[a dentro a coisa deu uma travada, então percebi que ele estava falando a verdade quando disse que nunca tinha ficado com homem...
 
Eu fui relaxando-o com uma conversa leve, acariciava sua perna e aos poucos fui subindo a mão, até encontrar o pau dele duro sob o jeans. Então dei o lance final:
 
- Cara, nós dois estamos querendo... Tá ficando tarde e vai acabar chegando alguém da sua família aqui e não fizemos nada. - ele sorriu acanhado e eu apertei o pau dele e pedi para ele levantar. Então, abri sua calça e retirei para fora seu cacete, que não é grande, mas achei delicioso... Comecei a passar o rosto e a boca nele e ele tremia. Fui deslizando a mão sob sua camisa e acariciei seus pelos, lisos e bem distribuídos. O corpo do Lucas é um tesão gente! Eu o ajudei a tirar toda a roupa e fiquei admirando aquele coroa na minha frente, tímido como um colegial virgem, mas de pau pulsando... Então ele me confessou a verdade:
 
- Ronald, morro de vontade de dar o rabo... Você quer me comer. - Cara, aquilo me fez virar a chave seletora na hora! rsrs - passei para o modo ativo e o abracei por trás, roçando meu pau, que é maior que o dele, naquela bunda peluda e firme. Ele todo dócil só gemia, eu o virei e fiz ajoelhar na minha frente, colocando meu pau nos lábios dele e disse, sussurrando, mas autoritário:
- Chupa, vai!
 
Lucas abocanhou meu pau meio sem jeito e fui orientando-o, para que não me machucasse com os dentes. Ele logo pegou o jeito, tal sua vocação para passivo!
 
Quando eu já estava com o pau bem babado, perguntei:
 
- Quer que eu te coma agora, Lucas?
 
Ele sem tirar meu pau da boca assentiu com a cabeça, então o coloquei apoiado no sofá, com o rabo empinado, e cuspi no seu rego. Com o dedo, fui preparando aquele rabo virgem. Ele rebolava, mordendo o lábio inferior e com os olhos fechados, retesava o corpo empinando ainda mais a bunda na minha direção.
 
Encostei meu pau e forcei um pouco, a excitação dele era tanta que a cabeça entrou sem muito esforço. Parei, esperando ele acostumar, segurando suas ancas. Ele rebolou um pouco mais, me dando sinal verde para continuar. Cuspi novamente entre meu pau e suas preguinhas e fui enterrando o resto, ele gemia de dor mas pedia para continuar e eu como macho obediente fui até encostar o copo no dele.
 
Eu estava louco, com aquele cuzinho apertando meu pau com suas piscadas, aquele cara macho gemendo e pedindo com aquela voz meio rouca "Me come, Ronald!" - Não demorou muito eu o enchi de porra e travei seu corpo no meu. Bati para ele gozar com meu pau dentro dele e só então o larguei...
 
Depois de nos recompormos, tomamos uma cerveja e fui para casa, todo suado e satisfeito...
 
Escrevi esse conto hoje porque aconteceu outra pequena loucura entre nós! - Eu o mamei até gozar com seu pau na minha boca, dentro da empresa!!! Acho que sou meio louco, mesmo!...

Jogando Vôlei Pelados

Braulio SP
 
O grupo resolveu ir para o sítio de Armando em uma cidade do inteiror.
Havia uma quadra de vôlei ao ar livre bem legal perto da casa e naquele final de semana estariam apenas eles, um grupo de doze amigos.
O dia estava quente e então Armando sugeriu: "Vamos fazer algo diferente? Vamos jogar vôlei sem roupa por causa do calor? Tudo é farra mesmo..."
Um olhou para a cara do outro e todos concordaram, lá estavam doze homens pelados iniciando uma partida de vôlei ao ar livre.
Mas Diego então lançou o desafio: "Ta certo, mas vamos fazer o seguinte, o time que perder vai pagar uma chupeta gostosa pro time vencedor...".
"Fechado!" – todos concordaram.
Dividiram os times, mais ou menos equilibrados em tamanho e em força física.
Era interessante ver as bundas peludas e lisinhas pela frente e ocasionalmente um cuzinho de relance quando algum deles abaixava mais para fazer uma defesa, uma manchete. Também ver os pintos balançando de um lado para outro quando alguém efetuava um ataque, uma cortada ou um bloqueio. Vez por outra alguém ficava de pau duro só para brincar e provocar...
Dois sets contra dois e no tie-break o time do anfitrião Armando venceu a partida.
Todos comemoraram e logo ali mesmo os seis vencedores deitaram-se no gramado ao lado e os seis perdedores começaram a masturbar e chupar os vencedores.
Os paus ficaram todos duros e começaram a gemer de tesão.
O levantador do time vencedor indagou: "Mas eu também quero chupar!"
Armando retrucou: "Deixa pra fazer isso depois, aposta é aposta e agora eles vão fazer a gente gozar..."
Logo eles começaram a gozar, cada um gozava vendo a porra saltar do pau do companheiro, o leite grosso e quente de macho saindo daqueles corpos suados e tesudos.
Diego estava chupando o pau de Armando e quando começou a gozar, ele que também batia punheta enquanto o chupava, gozou junto com ele jorrando sua porra no pau de Armando deixando-o todo melado pelo prazer.
Depois todos foram tomar banho, tomar um lanche e ainda passar aquele restante de tarde e noite trepando e gozando como nunca haviam feito antes.

Limpando a Casa

brunobb
 
Nunca havia ficado muito tempo sozinho com um homem. Tudo mudou quando comprei uma casa e me mudei pra lá, a casa era bem velha e cheia de coisa usada, como papelão vidros quebrados e roupas velhas, duas semanas antes da mudança, fui ver a casa, e ao entrar lá vi muito lixo e coisa velha, fui andando de cômodo em cômodo, e ao chegar no quarto maior, vi uma porção de roupas velhas, bermudas, camisas, cuecas, meias, tênis... tudo mofado e com fedor de velho, e um monte de baratas e ratos, e até grama e inço crescendo pelos buracos do chão, e de repente escuto passos vindo de dentro da casa, quando vou verificar, vejo um jovem negro de uns 20 anos, chego onde ele está e pergunto o que ele faz ali.
Ele me responde que é filho do vizinho e que me viu entrando na casa, falei que era o novo dono e que fui ver a casa, que precisava fazer uma limpeza geral nela, ele rapidamente de prontificou a me ajudar a limpar, eu pensando que não conseguiria limpar tudo sozinho, aceitei, ele me disse que iria em casa trocar de roupa e já voltava, e assim foi, nesse meio tempo fui andando lá fora e vi que as telhas estavam todas quebradas e que precisava trocar algumas ripas do telhado, e o quintal estava puro mato e inço, quando volto lá pra dentro da casa, o filho do vizinho já estava lá me esperando pra começar a limpar a casa.
 
Perguntei a ele se seu pai não tinha uma escada pra subir no telhado, e se podia emprestar, ele disse que sim e que iria lá buscar, nesse tempo fui ver onde tem a tampa que se sobe no telhado pelo lado de dentro da casa, e estava num quartinho bem pequeno, quase não cabia dois ali, quando ele voltou vi que estava usando uma regata branca e um calção azul bem folgado,(não havia reparado da primeira vez).
 
Mas não falei nada, ele trouxe a escada, disse que primeiro precisava subir no telhado, e ver as telhas quebradas, por que caso chovesse iria molhar tudo, como tenho medo de altura pedi que ele subisse no telhado e ele disse que sim.
 
Ele subiu pela escada e eu fiquei segurando a escada, quando olho pra cima, vejo seu cacete aparecendo no meio das pernas, não havia forro ou ele não estava usando cueca, me deu um tesão enorme na hora, mas consegui me conter, me deu uma vontade de transar ali mesmo, mas tive medo que seu pai ou alguém mais chegasse ali.
 
Ele me disse que havia quebrado umas 3 ripas e que caiu todas as telhas em cima do forro da casa, eu estava ainda com a cena dele subindo a escada, na cabeça que nem liguei pro que ele falou, ele me chamou de novo e eu voltei ao normal, então ele perguntou o que houve, eu disse que havia visto algo que eu havia gostado.
 
Ele desceu da escada e de novo vi a mesma cena, ai não pude me conter, e agarrei seu braço me abaixei e peguei seu calção e abaixei, vi que não usava cueca realmente, acho que quando foi pra casa pela segunda vez buscar a escada, ele tirou a cueca e só colocou o calção, como não tinha mais o forro que imita a cueca ficou aparecendo quando subiu pela escada, então comecei a chupar seu cacete, era um senhor cacete, grande e grosso, devia ter 20 cm, chupei feito uma putinha, ele sem saber gostou muito, e me disse que me manjou desde a hora que eu entrei na casa, e que se prontificou a me ajudar.
 
Então ele me virou de costas e me tirou as roupas e fiquei de quatro mas ele não quis me comer assim, então ele deitou no chão e eu sentei em cima de seu cacete, sem camisinha sem nada, que foi enfiando a pontinha no meu cú e me arregaçando aos poucos, quando entrou tudo e senti as bolas, eu gemi de prazer, ele socou e socou até eu gemer cada vez mais alto, e assim fomos trepando até que ele gozou no meu cuzinho, litros e litros de porra, nos recompomos e depois de nos limpar e nos vestir, meu cu doía que eu não conseguia sentar, ele me disse que já havia comido um amigo seu que também gostava de cacete.
 
Então percebi que ele fazia sempre isso, que qualquer um que dava, ele comia, e que gostava de fazer isso, e que só fazia com homens, ele não gostava de comer mulher, (porque até hoje eu não sei) e o bom de tudo é que era filho do meu vizinho, eu podia ter ele quando quisesse.
 
Quando fomos a sua casa, pra levar a escada, eu fui na frente segurando a escada, e ele vinha logo atrás de mim, eu olhava para trás algumas vezes e via que seu cacete pulava de um lado pro outro dentro do calção, eu disse que adorava ver aquela cena, a sorte que ninguém percebeu, ele disse que seu eu quisesse ver sempre aquilo, podia pois ele odiava usar cueca, como sempre andava sem cueca em qualquer lugar onde ia, até na faculdade, era só a gente combinar pra sair, que ele iria assim, e porque seus pais trabalhavam o dia todo e ele ficava sozinho a de manhã e de tarde e a noite ia a faculdade, não tinha alguém pra lhe fazer companhia.
 
E assim a gente passa o tempo conforme pode, eu na casa dele e ele na minha, ai ele me disse que as cuecas que eu achei jogadas na casa eram dele, que não tinha onde colocar e jogou lá e as roupas velhas eram do antigo dono
E-mail= bruno.bol66@hotmail.com

A 1ª vez foi com um cego

Tekus
 
Hoje tenho 43, mas tudo começou quando eu tinha 30. Fui a um congresso em Águas de Lindoia sobre Educação.Ao chegar no Hotel, fiquei sabendo que iria dividir o quarto com um outro rapaz. Tudo bem, não achei ruim, não, até achei legal, pois podíamos conversar. A minha surpresa que o companheiro de quarto era cego. Era um rapaz de 23 anos, legal, boa aparência, moreno claro, aproximadamente 1,75. Falava bem e só me pediu pra ajudá-lo nos primeiros momentos a se identificar com o quarto por ser a primeira vez, depois que ele conhecesse, tudo bem, não precisaria mais.Então eu o ajudei. Ele quis tomar banho e tirou a roupa e me pediu pra levá-lo ao banheiro. enquanto ele tomava banho eu me preparei também. Tirei a roupa e fiquei ali esperando ele sair. Ele me pediu a toalha e fui levar a ele. quando abri o box vi que ele estava de pau duro, enorme, devia ter uns 23 cm e uma cabeça enorme tipo cogumelo. não disse nada, pois ele não estava vendo nada mesmo. Levei-o até o quarto e fui tomar banho, quando retornei ele estava nu ainda em pé e percebendo minha chegada me pediu pra colocar a bolsa dele sobre a cama pra ele pegar as roupas. Ele ainda estava de pau duro, era meio curvadinho pra cima. Então perguntei a ele porque ele estava excitado. Ele me respondeu que quando tomava banho era normal, pois sentia muito tesão e só não se masturbou porque eu estava lá. Disse a ele que não tinha problema. mas ele ficou um pouco envergonhado. Confesso que nunca me senti atraído por homens,mas vendo aquele pau ali duro apontando pra mim me deixou desconcertado. Perguntei a ele se já tinha transado com alguém. Ele me disse que não, que tinha vergonha que tinha medo que alguém o enganasse por cego. Disse a ele que não havia problema algum quanto a isso. Disse a ele que tinha um belo corpo, era bonito e tinha um belo pau e peguei no pau dele, apertando a cabeça, ele não disse nada. Perguntou se eu era gay, disse que não. Então ele me disse estava com muito tesão e quando eu o toquei sentiu um arrepio. Depois que disse isso então eu peguei de novo no pau dele e o levei a té a cama e ele se deitou. Comecei uma punheta nele e ele se contorcia todo, Eu estava adorando aquilo, pois vinha em minha mente que ele nunca poderia me identificar depois, então me entreguei aquele prazer. Era a primeira vez que pegava em outro pau e e agora eu ali, punhetando. Deu-me um tesão incrível e não resisti e sem me controlar, meti a boca nele e comecei a chupar aquele pau que parecia explodir. Ele gemia e dizia que estava bom demais. Não demorou muito e senti em minha boca o seu leito farto e sem olhar engoli tudo. Ele continuava duro e sem dizer nada. Peguei o condicionador que estava na ala e passei no pau dele. Eu nunca tinha sido penetrado, não sei como seria, mas tive uma vontade imensa de ser comido por ele. Passei em meu cuzinho virgem também o creme e sentei no pau dele, forcei e começou a entrar, foi demorado, ele esperando e de repente tudo dentro. Eu me arrepiava e subia e descia sem parar. Disse a ele que queria de quatro, saí de cima dele e ele veio por trás de mim, tateou-me, viu o lugar e enfiou sem dó, me pegou pela cintura e começou a meter feito louco.ele gemia e dizia que era bom demais e eu ali, tremendo embaixo dele, rebolando e pedindo ,mais. Não pensei que seria possível , mas não aguentei e gozei sem me tocar, foi uma sensação indescritível. Logo ele gemeu forte e gozou dentro de mim, eu senti tudo aquilo. Ele ficou um pouco ali dentro e depois saiu. Deitamos um pouco e ele me disse que foi a coisa mais gostosa que ele tinha feito na vida. Levei ele ao banheiro novamente e nos lavamos. Peguei no pau dele e ali debaixo da água e mamei de novo até ficar duro outra vez e desta vez foi ali debaixo do chuveiro. Saímos nos enxugamos, nos vestimos e fomos a reunião que começaria às 20h. Quando chegamos de lá não perdemos tempo. Assim foi a conferência toda que durou 4 dias.  
E-mail= hpunheta2010@live.com

Peão gostoso

Anonimo26
 
Desde criança passava minhas férias escolares na fazenda de meu tio. Era um homem distinto, que ficou rico criando gado. Mesmo depois de formado, com 26 anos , continuei vendo meu tio no sítio. Numa dessas visitas, conheci Nelson, um novo peão contratado para cuidar dos cavalos.
Certa vez, peguei Nelson tomando banho no chuveirão que ficava fora da casa onde alguns empregados dormiam. Ele era um rapaz com 23 anos, alto, moreno e com barba por fazer. Até então nunca havia me envolvido com homens, mas aquele jeito rude e grosseiro de Nelson me deixou assanhado. Ver seu corpo nu, com um peitoral e braços fortes, provavelmente resultado do trabalho pesado da fazenda e um pau grande e grosso, me deixaram com vontade de cavalgar.
Descobri que toda a noite, às 21h, Nelson tinha que colocar feno nas baias para os cavalos dormirem. Só ele fazia a tarefa no estábulo naquele horário. Resolvi ir até lá e conferir o trabalho do peão.
Quando cheguei, ele estava com uma calca jeans apertada, cinto de vaqueiro, camisa xadrez semi-aberta e um chapéu de boiadeiro. Nelson estava abrindo os sacos de feno, colocando no chão e levando para os cavalos.
O peão estranhou minha presença no estábulo e perguntou se eu estava procurando algo. Disse que queria saber mais sobre a rotina da fazenda. Gentilmente ele pediu para que eu me aproximasse para aprender a separar o feno. Ao me aproximar, senti um cheiro forte de macho. Os cavalos relinchavam e eu estava com muito tesão.
Depois de muita conversa, perguntei para Nelson como era ficar sem sexo na fazenda. Ele me disse que não era fácil, mas que foi obrigado a se acostumar. Ousado, eu disse: - Peão, isso vai mudar agora!
Sem entender, ele ficou me olhando sem reação. Me ajoelhei diante dele e comecei a esfregar sua jeba. Ele pediu para que eu parasse, mas aquela voz caipira me deixou ainda com mais fogo. Tirei a fivela e abaixei o zíper da calça. Ele estava com uma cueca branca e pude ver seu pau endurecendo, foi lindo. Comecei a abaixar a cueca e dar beijos no cacete. Ficou muito duro e grande. Mamei com gosto, como nunca havia feito. O gosto era delicioso. Chupei até o peão gozar, que gozada. Me deixou babando porra.
Levantei e comecei a beijá-lo. Ele me agarrou forte e aquele cheiro de cavalo me deixou louco de prazer. Meu pau estava duro como uma pedra, babando sem parar. A vara do cowboy enrijeceu na hora e decidi que era o momento certo para ele me comer.
Fiquei de quatro no feno e pedi: - Vai Nelsão, me fode agora, monta em mim igual você faz com os cavalos! E ele respondeu: - É pra já sinhozinho!
O safado se atracou em mim, me apertou a cintura e meteu gostoso, mas o meu cú apertado deu trabalho para ele. Forçou e forçou até a cabeça entrar. Aos poucos o mastro foi entrando e abrindo caminho. Eu gemia sem parar e delirava de prazer.
Depois de um bom tempo me fodendo, ele disse: - Sinhozinho, ocê num qué aprende a cavalgar? Eu respondi: Só se for agora! Nelson deitou no feno e eu montei nele. Encaixei o cacete no meu rabo e comecei a cavalgar. Subia e descia e o peão pediu para eu ir mais rápido.
Fiquei no sobe e desce um bom tempo, até que ele me jogou no chão, abriu minhas pernas e meteu sem dó. Ele caiu em cima de mim e me abraçou, me dava beijos e não parava de foder, por nada. Aquele cheio dos cavalos e o feno esfregando no meu corpo fazia meu pau explodir de tesão.
Nesse momento, fodendo com força, o Nelsão me disse: - Eu num guento mais sinhô, vou gozar! Eu disse: - Por favor Nelsão, goza dentro, me enche com seu leite! Ele atendeu meu pedido e num grito profundo, gozou no meu cú. Nesse instante, eu estava com tanto tesão que gozei sem ao menos tocar na minha vara. Enchi meu peito de porra.
O gozo do Nelson era quente e escorreu pelas minhas pernas. Eu o beijei loucamente e fomos nos lavar. Quando fui voltar para a casa da fazenda, Nelsão me disse: - Sinhozinho, acho que seria bom o sinhô fazê outras aulas de cavalgada... Safado, eu respondi: - Com um cavalo desses, eu quero montar todo dia! 
MSN= anonimo26contos@hotmail.com

Garanhão de peito peludo

Moro no Rio Grande do Norte, tudo começou quando eu ainda tinha meus vinte anos e passei a perceber que sentia uma certa agitação em meu organismo quando via um homem bonito, com idade maior que a minha e que fosse peludo no peito. Às vezes eu ia dormir na casa de uma tia e aproveitava para dar algumas olhadas num primo meu quando ele ia trocar de roupa, pois ele era militar e saía logo cedo. Como eu ainda estava "dormindo", ele se trocava ali mesmo no quarto em que dormíamos. Ele tinha o peito bem peludo e eu adorava assisti-lo mesmo que fosse por poucos instantes. Passado algum tempo, eu já estava com 21 anos e estudava à tarde. Um dia precisei passar o dia na faculdade e resolvi que almoçaria ou faria um lanche por lá mesmo, foi aí que tudo começou: estava numa lanchonete, ao lado da escola, tomando um refrigerante quando chegou um cara bem distinto (pele clara, cabelo curto, barba feita, aparentando uns 23 anos - depois fiquei sabendo sua real idade era 27 - calça jeans, camisa manga longa arregaçada, braços peludos). Pediu um suco de caju e começou a conversar com a atendente sobre política. Eu adorava política, e me intrometi no assunto, sem segundas intenções. O cara fez de tudo para terminar de tomar o suco junto comigo, para que saíssemos juntos dali e assim tentar me fisgar, só que na hora eu não entendi bem as coisas. Saímos e atravessamos a rua, quando chegamos do outro lado ele me perguntou se podia me fazer uma pergunta, respondi que sim, e ele me indagou: Você gosta de curtir um tesãozinho? A princípio achei que ele se referia a garotas e na maior naturalidade respondi: Acho que todo mundo gosta! O cara entendeu que eu estava dando sinal verde e me perguntou:
- E então, o que você acha?
- Como assim? - indaguei sem entender.
- Você é inteligente. Eu sei que você está entendendo. Respondeu ele. Aí minha ficha caiu:
- Você tá achando que eu sou viado? perguntei.
- Que viado que nada! É coisa de macho mesmo, não tem nada de viadagem nisso! - Respondeu ele.
Fiquei meio sem graça e falei:
- Não sei, eu nunca fiz.
Ele, percebendo minha sinceridade e que eu realmente era cabaço em tudo, me convidou para conversarmos mais à vontade em seu apartamento que ficava lá próximo. Exitei um pouco, mas quando olhei bem direitinho e vi alguns botões de sua camisa abertos e alguns pêlos do peito saindo pra fora da camisa, fiquei louco de tesão pelo cara, no entanto, falei que não ia dar porque eu iria fazer prova naquele horário (realmente ia), mas que no dia seguinte pela manhã eu poderia e ficou combinado dessa forma. Lá em casa falei que iria novamente passar o dia na faculdade e fui pela manhã do dia seguinte ao apartamento do cara. Ao chegar lá, Tadeu me recebeu só de calção (calção de nylon branco, ainda me lembro até hoje) e foi aí que pude ver que peito bonito, peludo, ali bem pertinho de mim, fiquei de pau duro na hora. Tadeu me levou até seu quarto e me disse pra ficar à vontade e que tudo o que acontecesse ali seria liberação de fantasia e que eu fizesse o que me desse vontade. Sentei na cama e Tadeu ficou em pé na minha frente, foi tirando seu calção e encostando seu pau de 20cm em minha boca. Como nunca havia chupado um homem antes, abocanhei com calma, mas logo já estava sendo bombado na boca por aquele garanhão bonito e gostoso. Também não perdi tempo e comecei a alisar aquele peito peludo que agora estava ali ao meu alcance, inteirinho só pra mim. Depois Tadeu me deitou na cama, me pôs de frango-assado e começou a lamber meu cuzinho com muita fúria e experiência de um macho felino e viril. Comecei a gemer de prazer. O garanhão pôs uma camisinha e bastante gel lubrificante no meu cu, e falou que ia me descabaçar com muito prazer e que eu deveria fazer exatamente como ele dissesse. Mandou que relaxasse bem a bundinha e que não apertasse quando o pau estivesse entrando porque ia doer um pouco e que não precisava ter medo do tamanho da jamanta dele. Ele sabia comer um cu muito bem, principalmente descabaçar. Fiz como ele me mandou, seu pau forçou a entrada do meu rabo, mas dei um jeito de relaxar, Tadeu socou tudo de uma vez e abafou meu grito com um beijo na boca.
- Que dor! Vai rasgar meu cu, animal! - gritei.
- Calma, meu potrinho, agora é só sacanagem e prazer - disse Tadeu. E começou a bombar no meu rabo e a dizer:
- Toma no cu! Você gosta né, meu potrinho?
E eu dizia em voz baixa:
- Gosto, meu garanhão! Come meu cu vai! Parte ele em banda que eu tô gostando pra cacete!
Meu pau parecia uma rocha, ou seja, eu estava realmente gostando daquela sacanagem. Ele o pegou e começou a alisá-lo, comentando que eu tinha um pau muito gostoso. e enquanto ele me punhetava, esfregava seus pentelhos na polpa da minha bunda e perguntava:
- E aí meu potrinho, tá sentindo meus pentelhos na polpa da bundinha, tá?
Eu dizia que sim e ele continuava:
- É pra você saber que o pau do seu garanhão tá todinho no seu rabo, meu potrinho! Só os ovos tão de fora!
Tadeu estocava feito um animal, parecia que fazia anos que não comia um cu, mas era fúria de macho tarado em cu, nada mais. Ao mesmo tempo que ele me punhetava eu alisava com os pés seu peito peludo e sentia um prazer inexplicável. Quando ia gozar, Tadeu tirou a jamanta pra fora do meu cu e gozou em cima de mim, dizendo:
- Toma porra! Toma, potrinho galado!
Esporrou em grande quantidade. Nunca havia visto tanta porra em uma gozada só na vida. Então, para minha surpresa, ele começou a lamber a própria porra que se espalhava pelo meu peito e barriga e chupou meu pau, me fazendo gemer de prazer. Chupava com a mesma fúria animal com que tinha comido meu cu; Lambeu minhas bolas, chupou uma , depois a outra, abocanhou meu saco inteiro... aquele garanhão gostava mesmo de todo tipo de sacanagem!
Depois de alguns minutos me chupando, ele se deitou na cama de barriga para baixo e disse:
- Agora é a sua vez. Mete esse caralho todo no meu cu que tou doido para sentir ele todo dentro de mim!
Coloquei a camisinha, passei lubrificante no meu pau e no cu do meu garanhão e depois meti de uma vez. Bombei com vontade e ele parecia adorar, pois pedia que não parasse e que lhe mostrasse que o seu potrinho também era um garanhão como ele. Eu estava adorando tudo aquilo. Já havia comido muita buceta na vida, mas era a primeira vez que comia um cu de macho - e que macho! Nunca senti tanto prazer e tesão como naquele dia. Gozei muito, enchendo a camisinha de porra. Terminada aquela foda, ficamos abraçados por longo e maravilhoso tempo, ali, na cama dele, trocando carícias e tudo de bom que rola numa cama entre dois machos. Continuamos a nos ver outros dias, meses, anos. Hoje nos vemos pouco, porque Tadeu está casado, constituiu família e eu também. Mas, sempre que podemos curtimos numa boa. Sua mulher insiste muito pra que ele depile ou apare os pêlos do peito, mas ele responde que não e que isso não é coisa de homem. Mas no fundo nós (eu e os leitores) sabemos o real motivo, não é?