Garanhão do Pai

Meu nome é Marcos, sou viúvo, tenho 44 anos, 1.87, sou bonito, peludo, másculo, corpo bem cuidado., faço academia, tenho 17cm de pica. Meu filho Artur tem 21 anos, 1.92, loiro, olhos azuis, cabelos lisos, usa penteado estilo espetado), braços e peito fortes com poucos pelos mas bem bonitos. Ele também faz academia comigo. Tudo começou numa noite de sábado quando Artur me pediu o carro emprestado. Primeiro eu disse que não, pois na última vez que ele saiu com os amigos, ele bateu o carro. Mas ele veio com esses argumentos que filho tem e eu acabei cedendo. Era umas 9:25 da noite quando ele saiu. Por volta das 2:30 da manhã, bate na porta o Luiz, amigo dele, carregando o Artur, me falando que ele tinha bebido muito e me ajudou a levá-lo para o quarto. Eu me despedi do Luiz e fui para junto do Artur que dormia profundamente. Eram 4 horas da manhã quando ele acordou. Como eu já estava muito puto com ele, falei algumas verdades para ele se mancar. Mas ele falou que era assim por minha culpa e discutimos. Ele foi tomar um banho e depois veio me pedir desculpas. Falou que estava 'meio' invocado porque, no local que ele foi com os amigos, uma garota estava quase pra dar pra ele e desistiu. Ele falou que estava com muito tesão. Quando ele me disse isso, um frio esquisito subiu na minha espinha. Eu tive uma idéia: peguei pra ele ver um DVD de filme erótico que eu comprei com uma revista. Botei o DVD no aparelho e ficamos vendo o filme. Ele botou o pau de fora, que mede 23cm (ele tem um pau digno de um cavalo) e começou a tocar uma punheta, e eu só observando. Ele viu que eu estava observando e falou: - chupa logo, paizão! Fiquei paralisado com o que ele falou. - Que é isso garoto? Tá querendo tomar uns tapas? . eu perguntei, mpostrando-me zangado, pois embora estivesse cheio de vontade de fazer aquilo, achava que não era certo, afinal o Artur é meu filho. - Deixa de onda, paizão. Eu sei que você gosta de uma pica de vez em quando... Fiquei uns 30 segundos mudo. Afinal Artur sabia do meu segredo. Mas como ele saberia? Procurei sempre ser discreto nos meus relacionamentos com homens. Ele então me explicou que tinha me pegado com o pedreiro na cama um dia em que chegou da faculdade mais cedo. Tentei argumentar, disse que não podia fazer isso com ele porque ele era meu filho... Mas Artur não quis saber e insistiu: - Esquece que eu sou teu filho e chupa só um pouquinho. Olha como ele tá duro... Puxou minha cabeça e encostou o pau nos meus lábios. Não resisti mais e abocanhei todo aquele instrumento.Chupei, chupei como um louco. Artur arfava e gemia muito (ele é muito barulhento) e se contorcia de prazer. - Isso, paizão, chupa minha pica! Chupa, seu puto!... Peguei suas bolas pesadas,cheias de porra. Chupei uma, depois outra, arranhando seu sacão com o bigode, deixando-o totalmente arrepiado. Ele adorava. Fui lamber seus peitos, suguei os mamilos, lambi as pernas, até que cheguei nos pés. Suguei cada dedo daqueles pés enormes (Artur calça 44) enquanto ele se punhetava e gemia de prazer. Lambi e mordiscquei aqueles pés por algum tempo e depois subi novamente, lambi seu saco, chupei as bolas, enfiei a língua no seu umbigo,, mordi seus mamilos, beijei o pescoço dele, tudo. Ele me virou e começamos um 69 delicioso em que meu filho quase me levou à locura. Apesar de não ter experiência ele sabia bem como tratar uma pica: chupava a cabecinha, metia tudo na boca até chegar em sua garganta, chupava as bolas, lambia o saco... Eu gemia de prazer com a pica dele enfiada em minha boca, retribuindo todo o prazer que ele me proporcionava. Quando percebi que ele ia gozar, acelerei as minhas chupadas. Sem tirar meu pau da boca, meu filho começou a hurrar feito um touro, contraiu o corpo e lançou jatos e jatos de porra quente e espessa em minha boca, que engoli deliciado, enquanto eu mesmo gozava na boca dele que não desperdiçou nem uma gota. Nos abraçamos e nos beijamos muito, dividindo a porra que ainda restava em nossas bocas. - Gostou, filho? - Foi ótimo, paizão. Artur começou a mordiscar minha orelha, metendo a língua em meu ouvido, chupando, mordendo e lambendo uma orelha após a outra, me deixando totalmente arrepiado. - Ai, meu garanhão! - eu disse. - Assim você me deixa maluco!... - Repete, seu puto! Repete que eu sou o teu garanhão. - Você é o meu garanhão, filho, você é o garanhão do pai! De repente ele começou a esfregar seu pau novamente duro no meu cu. - Posso, pai? Fiquei um pouco pensativo, mas já que tínhamos chegado até ali, achei que poderíamos ir até o fim. Fui até meu quarto, peguei um lubrificante íntimo e passei no pau dele e depois fui sentando em cima, fazendo com que ele entrasse dentro do meu cu. A princípio doeu muito, mas depois que entrou a cabeça a dor passou e eu comecei a cavalgar aquele mastro delicioso. Meu filho estava deitado e eu em cima dele. Eu estava realizado, proporcionando a ele todo o prazer possível. Por sua vez, Artur acariciava meu peito peludo,, minha barriga, puxava meus pêlos e terminou pegando no meu pau, iniciando uma punheta. Eu continuei subindo e descendo no cacete de meu filho até fazê-lo gozar dentro de mim. Fomos tomar banho juntos. Eu lavei ele, passei shampoo,condicionador, sabonete. Quando cheguei no seu cuzinho comecei a forçar um pouco com o dedo. Artur então me pediu: - Pai? - Que foi, filho? - Eu quero que você me enrabe. Perguntei se era mesmo isso que ele queria e ele se mostrou decidido. disse que nunca tinha feito isso antes e que queria que eu fizesse com ele o mesmo que ele tinha feito comigo. Comecei a espregar meu pau no seu reguinho, depois tentei enfiar só um pouquinho, mas era muito apertado e Artur reclamou. - Pára que tá doendo, paizão! - Calma, meu putinho. No começo dói, mas depois passa. Peguei seu pauzão e comecei a punhetá-lo para deixá-lo mais excitado e tentei enfiar novamente. Mas Artur reclamava que doía e não forcei mais.Terminamos o banho e fomos para meu quarto. Aí Artur se deitou de barriga pra baixo, pernas abertas. Coloquei-me entre suas pernas, abri as nádegas firmes e vi aquele buraquinho delicioso, cheio de pregas, virgem. . Meti a lingua e ele adorou. - Ai, puta que pariu! Você tá-me deixando doido, paizão! Chupa meu cu! Ai porra! Ai caralho! Que tesão! Não pára, paizão!... E gemia muito, arfava e se contorcia de prazer. - Agora tenta meter de novo, pai - ele pediu. - Quero sentir esse caralho todo dentro de mim. Peguei o lubrificante e passei bastante em seu cuzinho e no meu pau. Depois tentei meter e desta vez entrou a cabecinha. Artur gritou de dor. - Quer que páre, Artur? _ não, seu puto, mete feito um cavalo. Eu quero sentir esse caralho esporrando dentro de mim. Num ímpeto, meti com vontade meu pau que entrou de uma só vez no seu cuzinho virgem. A princípio me assustei, pois pensei que o teria machucado, mas Artur sorria e falava muita putaria: - Vai, seu puto! Fode o teu garanhão!, mete esse caralho todo, cavalão! Que tesão do caralho! Puta que pariu! Seu cu apertado piscava no meu pau e não demorou muito para que eu avisasse: - Vou esporrar, meu garanhão! Eu vou esporrar! Ai, caralho! - Esporra, paizão! Esporra feito um cavalo pro teu garanhão! Isso, seu puto! ai que porra quente! Puta que pariu! Enquanto gozava, eu apertava o corpo de Artur contra o meu corpo, chamando-o de meu garanhão, do jeito que ele gosta. Depois foi a vez dele me comer. Meu filho veio por cima de mim e então me mostrou a força do garanhão contido no seu corpo, metendo sem dó aquela pica de cavalo no meu cu, dizendo que eu era seu macho e que era daquele jeito que se comia um macho. Eu delirava de prazer sentindo a força bruta do meu filho garanhão, que mais uma vez me encheu com a sua porra quente e abundante. Passamos o domingo todo na cama, trepando feito dois animais. O fogo de Artur parecia não ter fim e ele me comeu mais cinco vezes, enquanto eu só consegui comê-lo mais uma. Esta estória aconteceu há 2 meses e de lá pra cá e eu e meu filho Artur continuamos sendo amantes. Ele diz que nunca vai me deixar, que ele é meu macho e eu sou o macho dele, mas eu prefiro não acreditar muito nisso. Sei que um dia ele arruma uma namorada e me abandona, mas é a lei da vida e tenho que aceitar. Entretanto, enquanto isso não acontece, vou aproveitando o garanhão que tenho em casa. E que garanhão!
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