Enrabei o Técnico Saradão

Enrabei o Técnico Saradão
Andre Vilarinho

Tenho 35 anos, casado, nunca havia pensado em relações homossexuais antes, embora sempre tenha encarado com certa naturalidade os diferentes tipos de orientação sexual das pessoas. Como sou um cara de boa aparência e tenho um corpo que chama a atenção pelo tamanho e por estar em plena forma, não me surpreende
algumas olhadas das mulheres, bem como de alguns carinhas. Mas nunca me passou pela cabeça realizar nada. Mas o destino me reservou uma surpresa que mudou minha forma de pensar. Aconteceu quando eu precisei fazer manutenção em meu computador. Aproveitei que minha mulher tinha viajado com as crianças
para passar o final de semana na casa da mãe dela em uma cidade vizinha, sem nada para fazer, decidi chamar um técnico para fazer alguns serviços em meu PC. O técnico foi super pontual, por volta de dez horas a campainha estava tocando. Quando atendi, tratava-se de um rapaz de no máximo 24 anos, muito
bem vestido, embora num estilo bastante descontraído.Ele me impressionou pela beleza, pois se tratava de um rapaz muito bonito, alto, corpo milimetricamente trabalhado, olhos verdes, cabelos loiros, pele bronzeada, bem o tipo que todo cara gostaria de ser. Mas uma coisa me deixou curioso. Na hora que
abri a porta ele pareceu dar uma sacada nas minhas pernas. Fazia calor, eu estava do short, sem camisa e o cara parecia ter dado uma sacada nas minhas pernas. Levei ele até o escritório, combinamos o serviço e ele começou a trabalhar e eu fiquei do lado. Logo estávamos batendo altos papos. Claro que
logo, logo o papo caiu em sexo, ele falando das gatinhas que já tinha caído na sua rede por causa do trabalho, papo vai, papo vem, de repente do nada ele me disse normalmente ele ganha mais cantadas dos homens do que das mulheres. A essa altura eu já estava meio desconfiado de que o cara estava querendo
algo e decidi me deixar levar. Melhor, decidi colocar lenha. Então perguntei se ele já tinha comido algum cliente. Ele foi evasivo, disse que essas coisas sempre rolam. Aí fui mais incisivo e disse: "Sei como é, eu não tenho nada contra quem curte, acho normal". Aí ele me perguntou se eu já tinha tido
alguma experiência assim. Disse que não, mas que se pintasse, se rolasse um clima legal, não via problema algum. Aí o cara perguntou se morava só, disse-lhe que nos próximos três dias sim, mas depois, tudo voltava ao normal com a família de volta.Então ele me perguntou se eu gostaria de conhecer alguns
sites pornôs grátis. Aceitei. Ele começou a navegar em um monte de site, de repente ele entrou num gay. Nesse momento eu já estava de pau duto e como estava só de short, não tinha como esconder. De repente o cara do nada põe a mão no meu pau e começa a massagear. Eu olhei pra ele meio assustado e ele
perguntou se tinha algum problema. Eu apenas balancei a cabeça negativamente, foi a deixa pro cara arriar meu short e cair de boca no meu pau. Porra, o cara me deu uma chupada como nunca tinha experimentado antes. Como os homens sabem chupar gostoso! Melhor que as mulheres! Via-se que o rapaz sabia como
tratar uma vara. Chupou por uns 10 minutos até que avisei que ia gozar e ele não se fez de rogado, continuou me chupando até que despejei uns quatro jatos de porra na boca do cara. Ainda insatisfeito, o cara me perguntou quanto tempo ia demorar pra minha vara dar sinal de vida. Disse-lhe que só dependia
dele. Como o negócio tava gostoso, propus pra gente ir para o quarto, chegando lá meu pau já tava duro outra vez. O cara tirou a roupa todinha. Então pude ver seu corpo todo nu, era um monumento. O cara era perfeito, pelinhos lourinhos que iam do peito e desciam pelo umbigo num caminhozinho até se encontrar
com os pelos do pau. Tinha um bunda durinha, empinada, lisinha, sem nenhum pelo. Eu fiquei louco e o coloquei de quatro na cama e caí de boca no cuzinho do cara. Era apertadinho! Ele gemia enquanto eu tentava meter minha língua no cuzinho dele. Era fantástico ver um cara másculo, sarado, de quatro pra
mim na minha cama, gemendo com minhas investidas. O safado ainda rebolava na minha cara enquanto eu lambia seu cuzinho e dizia com uma voz bem máscula: "Isso, cara, mete esse língua no meu rabo, isso, que delícia! Mete mais, vai" Então perguntei se ele tinha camisinha, pois queria comer aquele cuzinho
de qualquer jeito. Ele disse que tinha, mas que era pra eu ir com cuidado, pois ele nunca tinha dado. No início não acreditei, pois do jeito que ele foi oferecido imaginei que tava acostumado a levar vara por aí. Que nada, o cara era mesmo cabacinho, depois me disse que sempre teve vontade de dar o rabo,
mas estava esperando aparecer um cara do tipo que ele sonhava. Bem, com ele de quatro, fui colocando bem devagarinho, acariciando seu peitoral bem definido, passando a mão em seu abdomem todo malhado e pedindo pra ele empinar a bundinha, coisa que ele obedecia na boa. Depois de muitas tentativas, a cabeça
entrou. Aí ele começou a reclamar de dor e pedir pra tirar. Eu tirei, fui até o banheiro e peguei um lubrificante íntimo que uso com minha mulher nessas ocasiões. Lambusei o cuzinho dele e depois o meu pau. Apontei de novo e dessa vez entrou sem maiores dificuldades. Fiquei paradinho por um tempo, mas
logo ele começou a mexer com a bundinha no meu pau. Ele começou a gemer e a dizer: "hummmm! Como é com dar o cu, cara, que delícia tomar vara no rabo! Aí, mete nesse cu, vai me fode todo, porra, me come o rabo, vai, mete nesse cu, arromba tudinho, vai, me arregaça todo seu puto, me fode porra!" enquanto
dizia um monte de putaria o cara rebolava no meu pau e eu mandava ver naquele cu. Que coisa gostosa. Fudemos por um bom tempo, em diversas posições, até que ele pediu pra me cavalgar e começou a pular como um louco no meu pau até despejar um monte de porra no meu peito ao mesmo tempo em que eu gozei
de novo em seu cuzinho. Ele ainda ficou um tempo descansando com meu pau cravado no seu rabo, mas depois escapuliu. Tomamos um banho e depois conversamos sobre o acontecido. Fiquei sabendo que há algum tempo ele tinha fantasia de dar o cu, mas nunca tinha pintado oportunidade então ele me viu e sentiu
tesão e decidiu investir. Acertou em cheio. Transamos o final de semana inteiro. Agora nos encontramos pelo menos uma vez por semana quando dá. Afinal eu sou casado e ele está namorando sério uma gatinha. Mas sempre damos um jeito de fuder gostoso.
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Enrabei o guia de turismo

andrevilar

Quando tirei férias, resolvi conhecer a Chapada da Diamantina. Há muitos anos eu tinha vontade de conhecer algumas cidades desta região, então como era mês de Junho, resolvi aproveitar e passar as festas de São João por lá, pois sempre me diziam que era muito interessante. Adorei tudo: o povo, a paisagem,
as cachoeiras, as trilhas, as cachaçadas... Mas o que ocorreu de mais interessante foi a minha primeira experiência sexual com um homem. Isso marcou definitivamente minha vida, rompeu diversos preconceitos que eu tinha e abriu novos horizontes para mim. Tudo começou quando fui arranjar um guia para me
conduzir até uma cachoeira distante, na cidade de Lençóis, chamada cachoeira do sossego. Era uma caminhada de 2 horas. Combinamos preço, horário, e no dia seguinte, lá estava eu no, local e horário combinados. Havia um grupo de turistas americanos, um grupo de argentinos e dois casais brasileiros. Mas
desse grupo, apenas eu queria ir para a bendita cachoeira sossego. Fiquei preocupado, pois como já havia combinado tudo, não estava disposto a desistir de meu roteiro. Mas não houve problema, o guia chamou um rapazinho de uns dezoito anos para prosseguir comigo para a tal cachoeira, enquanto ele, que
era mais experiente, seguiria com o grupo de turistas que demandava mais cuidados. Eu achei ótimo, até porque não precisaria acompanhar aquele bando de coroas. Não perdi tempo, e segui para a tal cachoeira com o rapazinho. Ele se chamava Márcio, era negro, media cerca de 1:70m, usava um bermudão preto
e uma camiseta branca de uma associação de guias da Chapada. Tinha um rosto genuinamente africano. Seus braços denunciavam já uma musculatura bem definida, o que se confirmava pela panturrilha da perna. Enquanto subíamos a trilha, ele fazia algumas perguntas, tipo de onde eu era, o que já havia conhecido
do, se estava gostando da cidade, comentou sobre alguns outros lugares interessantes que eu deveria conhecer... Eu também comecei a interroga-lo, quis saber se estudava, se estava aprendendo inglês, suas perspectivas para o futuro... Enfim, engrenamos num papo maneiro e assim foi até meu fôlego começar
a exigir mais e demos uma parada para descansar. Sentamos numa pedra por um tempo, um de frente para o outro. Então resolvi mijar. Levantei e virei e fui para uma moita, mas como sempre que um homem mija o outro também segue o exemplo, ele ficou bem ao lado e mijamos os dois. Nesse momento, reparei que
seu pau estava meio duro, tanto que ele estava com dificuldade de urinar. Não dei muita atenção, achei que seria normal para um garoto de 18 anos numa cidade como aquela, sem muita opção para zoar por aí. Agi naturalmente, afinal tenho 35 anos e já vi muita situação parecida, mas nunca imaginei que aquilo
tinha algo a ver comigo. Mais uma caminhada e chegamos na Cachoeira. Fiquei maravilhado com o visual. Era deslumbrante. Márcio não estava muito cansado, ele já estava acostumado com caminhadas desse tipo, era guia desde os 14 anos. Assim que chegou, tirou a bermuda, ficou só de sunga e foi logo dando
um mergulho do alto de uma pedra. Nesse momento não pude deixar de observar a musculatura do garoto. Suas coxas eram como as de um jogador de futebol, sua bunda era redondinha, empinada e com uma musculatura bem durinha, e pela sunga notava-se aquela mala que teimava em ficar meia bomba. Havia algumas
pessoas lá. Às duas da tarde o último grupo de pessoas que estava lá já estava se retirando. Ele então me perguntou se eu queria ir embora ou queria ficar mais um pouquinho. Eu quis ficar. Quando só estávamos só eu e ele, ele me perguntou se eu ligava se ele tomasse banho pelado. Eu disse que não. Foi
o que fez, o garoto ficou nu e começou a dar mergulhos. Com o frio da água reparei que seu pau estava encolhido, então resolvi curtir com o tamanho do seu pau. Ele disse que ainda não tinha visto ele duro, pois com certeza era maior que o meu. Como estávamos sozinhos resolvi ver qual era daquele garoto,
pois eu já estava ficando meio excitado com a situação dele nu ali na minha frente e aquela bunda dele me deixou realmente propenso a experimentar algo diferente se ele topasse. Tirei minha roupa também, só que eu fiquei de pau duro e na maior cara de pau e ele fingiu não notar. Mas eu sabia que ele
havia notado, era impossível não ver, até pq tenho20cm de pica, e ela é bem grossa. Quando ele voltou da água, vi que também estava com o pau mais duro. Então resolvi jogar um verde e ver no que dava. “E aí, negão, você não disse que tinha o pau maior que o meu, mane?” Brinquei com ele. Ele falou: “Também,
você parece um jumento...” E não tirava o olho do meu pau. Eu o olhei de forma bem sacana e comecei a bater uma punheta ali na frente dele. Eu estava completamente desinibido, talvez o fato de estar longe de tudo, num lugar onde ninguém me conhecia, e sozinho no mato com aquele garoto, tenha me deixado
completamente solto. Márcio falou: “Ta mal em cara, não trepou não?”. Eu apenas continuei punhetando e fui chegando para perto dele. “Você vai gozar aqui, cara?” Perguntou ele. “Você se importa?”, perguntei. Ele deu com os ombros, mas também não tirava o olho da minha vara. Eu resolvi ir mais longe,
pedi que virasse sua bunda que eu queria ver. Para minha surpresa, o garoto virou numa boa. Eu então comecei a passar a mão e ele apenas disse: “Depois também quero passar a mão na tua bunda”. Achei engraçado, parecia coisa de troca-troca de moleques. Então ele veio a começou a passar a mão na minha
bunda também e iniciou um bronha. Então eu pedi para ele me chupar e ele sem nenhuma cerimônia, caiu de boca e me pagou o maior boquete, melhor do que muita mulher que já comi. De joelhos, o garoto segurava meu pau e lambia a cabeça e depois media ele todo na garganta, punhetando ao mesmo tempo. De vez
em quando ele deixava escapulir e aí dava com minha vara na própria cara, parecia gostar de tomar rola na cara e dizia: “Porra, veio, que rola gostosa, que vara! Sempre quis mamar uma vara assim...” Eu já estava quase gozando e avisei para ele, mas ele não parava: “Vai, veio, jorra esse leite, me dá
esse leite, vai, goza porra, quero sentir teu leite na minha cara...” Eu estava já louco de tesão e acabei jorrando litros de porra na as boca, cara, peito, e ele se deliciava chupando as últimas gotinhas de porra que ainda saiam do meu pau. “Cara, quanta gala!” dizia ele admirado. Acabamos e fomos nos
limpar na água e perguntei se ele já havia feito isso antes. Ele disse que uma vez ele e seu primo transaram, mas não rolou mais e ele andava meio a fim. Disse que nunca tinha dado o cu, mas sentia vontade, só que naquela cidade ele tinha medo, pois todo mundo toma conta da vida do outro e ele não queria
se queimar. Eu entendi o recado e disse que para mim ele poderia dar, pois eu não era dali e estava indo embora no dia seguinte... Ele ficou relutante, pois estava com medo do tamanho da minha vara. Eu o acamei e disse que seria carinhoso. Fui ate minha mochila e peguei um preservativo e comecei a alisar
sua bundinha e a encostar o dedinho na entrada de seu cuzinho. Ele ficou doidinho e começou a rebolar e a implorar: “Vai, veio, mete logo essa trolha, quero sentir esse pauzão no meu cu, vai...” Eu não dei atenção e continuei a brincar, mas agora com minha língua. “Abre essa bunda, porra, abre bem esse
cuzão, garoto”. Ele ficou de quatro, apoiou-se com uma mão numa pedra e com a outra abria seu rabão. Eu meti a língua naquele anelzinho e ele enclouqueceu: “Caralho, que delícia, lambeu meu cu, mete a língua lá dentro, que delícia, veio, aí, ai, humm...” Depois de lamber bem aquele garoto eu comecei
a enfiar um dedinho e vi que seu cuzinho era mesmo apertadinho. Ele implorava por rola, queria mesmo ser arrombado, então consegui meter dois dedos no seu cu, e ele reclamou que tava doendo, e eu disse que relaxasse que ia passar e assim foi. Logo ele estava rebolando com meus dedos enfiados no rabo
dizendo: “Ai, que gostoso, quero que você enfie esse pauzão, quero que você me foda, que ser fudido, vai, quero rola, porra, mete esse cacetão em mim, vai...” Entã sentei encostado numa pedra, coloquei a camisinha e pedi que ele sentasse de frente para mim. Ele encostou a cabeça do meu pau que estava
tinindo na porta do cuzinho, já todo lambuzadinho, e eu fui lambendo seu peitos musculosos, ele dizia que tava doendo e eu dizia para relaxar bem, que ele ia gostar, ficamos nesse joguinho por uns 20 minutos, até que a cabeça entrou e eu segurei ele, mas ele dizia para deixar ele sair. Embora não tenha
sido violento, disse bem firme para ele: “Relaxa, porra, solta esse rabinho, você não queria rola, então, espera um pouquinho que passa, vai soltando e depois põe o resto para dentro. Depois de um tempinho meu pau começo a deslizar no seu cu a dentro. Ele reclamava da dor, mas via-se que já não queria
tirar. Deixei ele sentado por uns dez minutos enquanto eu mamava seus peitos, seu pescoço e ensaiava uma punhetinha e falava coisas no seu ouvido do tipo: “Pronto, negão, você agora não é mais cabacinho, vai voltar para casa com esse cuzinho todo ardidinho, arrombado, fudido, não era isso que vc queria?”
E ele respondia: “Era, queria mesmo, tava doido para dar o cu, queria mesmo se fudido por um macho, queria mesmo esse pauzão todo no meu cu, tá gostoso pra caralho...” Então mandei que ele rebolasse na minha vara, o que ele fez com prazer. Já reclamava mais da dor. Comecei a punhetar o pau dele e ele
já fazia movimentos para cima e para baixo. Em pouco tempo ele segurava em meus ombros e cavalgava loucamente minha vara enquanto eu punhetava ele. “Ai, porra, você está me fudendo todo, você está me enrabando, porra, como eu queria esse pirocão, ai meu cu!” Gritava ele completamente tomado pelo tesão.
Viasse que gozaria logo e isso me deixou louco e acabei gozando ao mesmo tempo em que ele despejava uma grande quantidade de porra bem branquinha no meu peito e na minha barriga. “Isso, garoto, goza nesse pau, esfrega essa bunda nessa vara, isso, senta nela, goza seu viadinho, goza, sente teu macho inteirinho
em você, seu putinho...” Dizia eu enquanto ele gozava e gemia: “Aí, quanto leite no meu rabo, que bom, mete mais, me fode, porra, quero pica, vai, estou gozando, porra, manda vara, quero essa rola toda no rabo, porra, me dá teu leite, veio” gritava Márcio enquanto esfregava sua bunda no meu saco com
meu pau todo enfiado no cu, fazendo contração enquanto gozava e me fazendo gozar loucamente. Depois de gozar ele me abraçou e encostou no meu ombro e ficamos assim por algum tempo. Até que resolvemos nos limpar e fazer o caminho de volta, pois senão perderíamos a luz do dia. Beijamos na boca e ele foi
tirando minha vara de dentro bem devagarinho, ainda dura: “Caralho, meu cu está todo arrombado!” Constatou ele. “Não era isso que você queria, porra, não queria perder o cabacinho?” Perguntei. Ele sorriu e confirmou com a cabeça sorrindo. Vi que aquilo prometia mais. E foi o que ocorreu. Resolvi ficar
mais dois dias em Lençóis e o garoto levou pica de todo jeito. No último dia ele foi para a pousada onde eu estava sem que ninguém notasse e ficamos os dois deitados na cama trepando numa boa durante todo o dia. Foi embora só de noite, pois tinha que ir para casa por causa de sua mãe. Agora estou doido
para rever o Márcio de novo.
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Enrabei o garoto do alternativo

Andre Vilarinho

Há algum tempo venho apreciando os contos deste site e sempre pensei que essas coisas narradas aqui eram apenas fantasias dos leitores. Mas semana passada ocorreu algo comigo que eu nunca imaginei que pudesse ocorrer. Primeiro porque nunca tive experiências com homens; segundo porque nunca tive experiências
com pessoas muito mais jovens do que eu. A propósito, tenho 35 anos (embora aparente bem menos), sou alto, forte, pernas grossas e possuidor de um pau bem dotado. A mulherada sempre me curtiu e acumulei fama de ser bom de cama. Sempre curti mulheres, não porque tivesse algum preconceito, mas porque sempre
achei que nunca sentiria tesão por algum cara. Mas isso mudou. Moro em Campinas e um dia em que meu carro estava na revisão precisei ir para a universidade de ônibus. Em Campina funciona um serviço de transporte alternativo, são topics que fazem o mesmo itinerário dos ônibus. Como o ônibus não veio,
peguei um desses alternativos e como sou grandão, o espaço entre os bancos mal me cabiam e eu sentei na beirada e fiquei com a perna para fora do banco. O cobrador era um garoto de uns 17 ou 18 anos, não tinha reparado muito nele. Estava sentado na minha frente e sempre que alguém ia embarcar ou desembarcar
ele abria e fechava a porta e para isso tinha ficar um degrau abaixo, de modo que sempre fazia um movimento em que batia com sua bunda bem no meu joelho. Na primeira vez foi acidental. Mas eu percebi que dali em diante ele passou a fazer esse movimento com mais freqüência. Eu fiquei na minha, até porque
não estava maldando, jamais passava pela minha cabeça que o garoto fazia aquilo de propósito. Como eu não não tinha como recolher o joelho para o espaço entre m banco e outro porque minha perna e grande, mative-me como estava. Até que um senhora embarcou e ocupou o lugar que ele estava sentado à minha
frente. Assim ele ficou no bendito degrau e encostou de vez no meu joelho. Eu fiquei meio sem graça, pois o meu joelho estava literalmente no rego do garoto, mas ele parecia não ligar. Ninguém no veículo notou, ou se notou não se preocupou com isso, pois tudo parecia sem propósito. Quando o carro adentrou
o campus universitário o povo começou a descer. Embora houvesse lugares vazios o garoto continuou naquela posição de onde saía apenas ara abrir e fechar a porta, mas logo se instalava encostado no meu joelho. Quando o último passageiro desceu, ele olhou para mim, deu um leve sorriso e voltou a posição
de antes. Aí eu, bobão, percebi que estava rolando algo. Então eu comecei a olhar parra ele para ter certeza de que o garoto estava mesmo se esfregando no meu joelho. Reparei que era um rapazinho com um rosto muito lindo, seu sorriso era magnetizante, tinha olhos azuis, cabelos castanhos claros e se
vestia com um casaco de moletom com gorro e uma calça jeans justa, o que dava ara ver o contorno de sua bunda. Mas era um bunda de macho, parecia bem demarcada pela musculatura que se pelos ombros bem largos para sua idade e pelas coxas bem delineadas como se fossem de jogador de futebol. Naquele pequeno
espaço de tempo meus pensamentos foram a mim e eu resolvi entrar no jogo, pois a situação havia me deixado excitado e então eu pensei: porque não? Então eu comecei a fazer movimento com o joelho para cima e para baixo, de modo que eu via sua bunda ser pressionada. Ele olhou para traz e fitou meu olhos
e eu gelei pensando que ele ia reclamar. Nada. O garoto começou a puxar conversa com o motorista e ao mesmo tempo empinou o rabo e eu continuei com os movimento cada vez mais intensos. Ele então começou a fazer movimentos com a bunda, mexendo e esfregando cada vez mais. Eu fiquei fora de mim e quando
percebi já estava com mão na bunda do garoto e ele se abria generosamente para eu explorar enquanto conversava descaradamente com o motorista. Tudo isso se passou em uns 7 ou 8 minutos. Foi tudo muito rápido. Quando vi que estava chegando no meu ponto, rapidamente peguei um dos meus cartões na pasta
que carregava e enfiei no bolso de sua calça e dei um leve tapinha na sua bunda. Ele virou para traz com uma carinha de safado e perguntou: "vai descer aí?" Eu sorri para ele e respondi apenas: "me liga" - de modo bem discreto. Desci e segui meu rumo. Passei o dia pensando nisso. Quem diria, aquele moleque
havia me deixado com tesão. Mas pensei que tudo era uma loucura e que jamais iria se concretizar, pois ele não me ligaria. Quando chegue em por volta das 5h, já não tinha esperança de que o cara iria me ligar. Fui ver televisão, verificar e-mails, essas coisas, até que lá para as 9h o telefone toca e
uma voz grossa diz: "Ai, você é o cara que viajou comigo hoje e deixou seu cartão no meu bolso?". Eu apenas falei "Oi!". Então ele perguntou na lata: "ai, tu não ta a fim de me comer não?" Eu nem tive tempo de pensar. Respondi vagamente: "pode ser..." Ele então falou que estava no centro, como era perto
do meu prédio, disse para ele vir até em casa. Dez minutos depois o garoto já estava na portaria. Subiu, abri a porta e ele entrou com a cabeça baixa, parecia que estava meio receoso de me encarar, mas ao mesmo tempo estava bem decidido do que queria. Perguntou: "Porra, cara, tu me deixou com vontade
de te dar". Eu perguntei se ele fazia isso sempre ele disse que transava com o irmão da namorada dele, mas o moleque era da idade dele e ele gostava de caras mais velhos. Era inacreditável, o garoto tinha o maior jeito de macho, todo cheio de marra, mas gostava de dar o rabo. Eu não lhe disse que era
minha primeira vez. Apenas botei meu pau pra fora e disse: "vem cá, dá uma mamada na minha rola". Não precisei dizer duas vezes, o moleque se agachou e caiu de boca na minha vara e pagou um boquete daqueles. Meu cresceu rapidamente com o contato com sua boca. O garoto sabia como fazer, aliás melhor do
que tudo que é mulher que já me chupou. Ele mamava gostoso e de vez enquanto dizia: "Delícia! Que vara!" E dava com ela na própria cara. Ficamos assim uns 10 minutos até que ele me punhetando disse: "Vai, cara, goza na minha boca, quero sentir tua porra, vai..." Aquilo soou como uma senha. Bastou mais
alguns segundos de mamada e eu despejei alguns jatos fartos de porra na sua boca. O primeiro e o segundo ele engoliu e o terceiro acabou espirrando fora da boca, e ele ficou com os lábios e o queixo todo melado de porra. Era fascinante ver aquele garoto de uns 18 anos ali de joelhos se deliciando com
minha porra. Eu então dei com minha vara na carinha de safado dele. E ele parecia se deliciar com isso. O moleque mostrava que se amarrava numa caceta pra valer. Conversamos um pouco e fiquei sabendo que o motorista do veículo que ele trabalhava era seu pai. Estudava de manhã e ajudava o pai de tarde.
Tinha uma namorada super gostosa e que fazia troca-troca com o irmão dela. Ele tinha dado para esse outro garoto pela primeira vez quando ainda tinha 15 anos e de lá para cá só tinha tido uma transa com o motorista que trabalhou para seu pai no turno da manhã. Contou que quando soube que o cara ia embora,
no último dia ele deu pro cara na sua própria casa. O cara fodeu ele e depois nunca mais se viram. Desde então ele tinha vontade de dar para outro cara da idade dele e eu parecia ser a pessoa certa. Aquilo me deixou doido e tirei a roupa do garoto e disse: "Então hoje você vai ser comido por um macho".
Peguei um lubrificante que uso com minha namorada e mandei ele passar no cuzinho e lubrifiquei meu pau encostei a cabeça no seu cuzinho. Ele parecia estar mais doido do que eu, pois assim que sentiu minha vara encostar, começou a fazer pressão para traz e foi engolindo minha vara rebolando feito uma
putinha. Logo meu pau estava todo dentro dele. "Ai, cara, que pauzão você tem! Fica parado um pouco, ai, ta me arrombando todo!" - reclamava ele com ar de quem queria mesmo ser maltratado por um pau grande e grosso. Depois de um tempo ele mesmo começou a rebolar e a pressionar para traz. Foi a deixa
para eu começar a fazer movimentos para frente e para traz. "Empina essa bunda, vai, deixa ela bem arreganhada para mim, gostoso, quero te foder todo..." - pedia eu já completamente tomado pelo tesão. Nisso eu já metia com vontade no cuzinho do moleque que aceitava com tranqüilidade minha vara. "Isso,
cara, mete mais, isso, me fode, me come, cara, isso, que delícia, que pau!" - dizia ele como se fosse gemidos. Logo eu estava segurando em sua cintura e ele de quatro segurava na cabeceira da cama e eu mandava ver naquele rabinho gostoso. Eu estava completamente envolvido com aquele garoto de quatro,
todo gostosinho, do tipo que a mulherada adora, ali sendo enrabado por mim. Então resolvi mudar de posição e o coloquei deitado na cama, suspendi suas pernas até meus ombros e meti de uma vez. Ele apenas disse: "Ah, mete, isso, mais, vai, mete cara, me fode, porra!" E eu olhei seu pau durão e comecei
a punhetá-lo enquanto fudia ele. Avisei que ia gozar e ele implorou: "Vai, cara, goza no meu rabo, me enche de leite, vai, goza nesse cu, goza, me arromba..." e eu acabei gozando e ele também. Eu adorei sentir seu pau na minha mão e fazer-lhe gozar. Acho que isso me estimulou a gozar também. Fiquei ainda
algum tempo com o pau dentro dele até sair sozinho. Ele estava feliz com a trepada. "Cara, que pau delicioso você tem!" - disse com um sorriso maroto. Isso foi apenas o começo. Marcamos de trepar no dia seguinte de novo. Nesse dia foi mais calmo, trepamos com mais paciência. Ele está articulando para
ver se o irmão da namorada dele topa vi aqui em casa qualquer dia. Se isso rolar, depois eu conto como foi.
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Descabacei o Garoto

andrevilar

Neste último sábado eu estava louco de tesão. Minha mulher estava menstruada e havia uns dez dias que não trepava. Estava subindo pelas paredes. Logo pela manhã, minha mulher foi ao cabeleireiro e quando isso ocorre, ela fica quase o dia todo. Então a campainha tocou e quando fui atender era Dimas, um
garoto de 16 anos que passa pelo condomínio todos os sábados para lavar carros. É um garoto muito pobre, por isso faz esses servicinhos para arranjar um troco. Eu estava com o carro limpo e por isso disse-lhe que não precisava. Ele fez um cara de triste que me comoveu. Então lembrei que havia separado
algumas roupas para dar e pensei que talvez ele pudesse aproveitar algo para ele. Fiz a oferta e ele aceitou. Convidei-o para entrar e aguardar na varanda da casa. Quando voltei com uma sacola de roupas usadas, mostrei-lhes e ele ficou muito empolgado com as calças jeans, mas parecia que iam ficar grandes
nele. Eu sugeri que fôssemos até um quarto que tem nos fundos onde ele poderia experimentar. Quando o garoto tirou a roupa eu comecei a admirar seu porte. Era magrinho, mas com a musculatura toda definida pelo trabalho pesado. Devia ter cerca de 1:70m, pele negra, um sorriso de fazer inveja a atores
de comercial de creme dental. Mas o que me chamou a atenção é que o garoto tinha uma bunda bem empinadinha, com formato bem másculo, e deixava o reguinho aparecer pela cueca velha de elástico frouxo. Sua bunda destoava daquele corpo magrinho. Meu pau subiu na hora. Fiquei surpreso, pois não costumo ter
tesão por homens. Não por preconceito, mas nunca me chamaram a atenção. Lembro que uma vez eu transei com um colega de faculdade, mas achava que tinha rolado porque eu estava meio alto, tinha bebido todas. De lá para cá, nunca tinha ocorrido mais nada desse tipo. Mas o fato é que lá estava eu de pau
duro olhando a bunda do Dimas. Fiquei mais excitado ainda quando ele virou de frente e reparei que seu pau estava dando sinal de vida. Então resolvi atacar o moleque. Quando ele mostrou como a calça tinha ficado, disse para ele virar para eu ver como tinha ficado a traz e mandei ver a mão na bunda dele
na maior cara de pau. Para minha surpresa, o garoto não reagiu, apenas ficou com um sorriso tímido. Eu estava louco, então falei para ele experimentar a outra calça. Quando ele arriou a que estava vestindo, falei para tirar a cueca também, mas ele ficou com vergonha. Nessa hora eu botei meu pau pra fora
e ele ficou rindo timidamente. Coloquei minha mão no pau dele por cima da cueca e fiquei massageando e coloquei a mão dele no meu pau. Ele ficou punhetando e eu coloquei o pau dele pra fora e fiquei impressionado. O Garoto tinha uma vara de fazer inveja. Devia ter uns 19 ou 20cm, era grossa, e quando
puxei o prepúcio, surgiu uma cabeça grande e brilhante, mostrando-se uma potentosa vara. Ficamos um tempo ali se punhetando os dois sem dizer uma palavra. Levei ele para um banheirinho que tem no quarto e fomos tomar um banho juntos. Lá caí de boca na vara do garoto e mamei bem gostoso aquele cacetão.
Não imaginava que um dia iria mamar um pau, mas aquele eu fiquei doido pra chupar. Era grandão, pesado e tinha um cabeção, minha boca não alcançava nem a metade da vara dele. Depois pedi a ele pra chupar, e ele começou a fazer jogo duro, dizendo que não era viado, coisa e tal, então eu falei mai grosso
com ele: "Anda porra, chupa logo essa vara, deixa de frescura, não chupei teu pau?" Meio a contragosto e se curvou e abocanhou minha pica que já tava como pedra de tão dura. Logo ele tava ajoelhado se deliciando com minha vara. Ele era um negro bonito, jovem, acredito que toda mulher ia adorar ser fudida
por ele. Então mandei ele ficar de quatro e mostrar seu cuzinho pra mim, o que ele fez meio tímido, mas fez. Vi então que o garoto tava no papo. Cai de boca naquele cuzinho lindo. Comecei lambendo a bunda, dando mordidinhas, depois passei pelo reguinho, passando a língua em volta do anelzinho dele. Ele
gemia de prazer, então eu dava tapas na bunda dele e perguntava: "Ta gostando, né negão? Ta gostando de levar língua nesse cuzão ou não ta?" Ele só gemia, então eu dei um tapa mais forte na bunda dele e perguntei: "Fala, porra, ta gostando ou não ta?" A essa altura eu já estava metendo a língua no cuzinho
apertadinho dele e ele já rebolava querendo ser fudido pela minha língua. Logo se via que o garoto era cabacinho, de tão fechadinho que era aquele anelzinho. Então eu decidi que aquele garoto não ia sair dali sem ser comido. Levei ele pro quartinho e o coloquei deitado num colchenete que tinha por lá,
suspendi suas pernas, de modo que ele ficou com seu cuzinho todo arreganhadinho pro alto. Perguntei: "Que levar mais língua nesse cuzinho, quer? Que eu arrombe esse cuzinho, quer? Quer que eu meta minha língua nele, quer?" O garoto tava tonto de tesão e só implorava, gemendo: "Mete logo, vai, mete essa
língua no meu rabo, mete..." e já arregahava a bunda com suas próprias mãos. Fiquei ali pagando um cunete para o garoto por um tempo e depois passei a chupar sua vara, enquanto massageava seu cuzinho com meu dedo. Logo já esta metendo a pontinha do dedo nele e ele só gemia de tesão. Perguntei: "Quer
lever esse dedão no rabo, quer? Quer perder esse cabacinho pra mim, quer?". Ele já estava pronto pro que desse e viesse e entre gemidos de prazer falou: "Mete logo, porra, mete esse dedão no meu cu, vai, mete logo". E assim foi. Meti um dedo bem devagar, depois com muito custo o convenci a deixar eu
meter outro e logo já tava com três dedos no cuzinho do garoto. Quando vi que ele já estava louquinho pra gozar, coloquei ele de quatro lambi mais um bocado seu rabo, deixei bem lambuzado, passei saliva no meu pau e comecei a forçar a cabecinha, mas o garoto parecia que tava fechado. Minha vara resvalava
pros lados e nada de entrar. Ele reclamava que não queria dar o cu, que não era viado, e eu só no papo dizendo para ele que não tinha nada a ver, que dar o cu uma vez ou outra, sem ninguém ficar sabendo não tinha problemas algum e não significava que era viado. E nesse papo eu ia tentando penetrá-lo,
mas nada de entrar. Estava até pensando em desistir, quando de repente ele deu uma relaxada e a cabeça do meu pau escorregou para dentro. Ele deu um pulo pra frente, mas eu fui junto, segurando ele pela cintura. Ele deu um gemido forte, dizendo que tava doendo: "huuu, tira! Tira! Tira! Ta doendo pra
caralho! Tira!" Eu não deixei sair nenhum milímetro. O garoto era realmente apertado demais. Fui acalmando ele e pedindo para ele relaxar que a dor passava e ele foi cedendo, cedendo, fiquei ali parado até ele se acostumar com a invasão. Não deu outra, aos poucos, bem devagar, minha vara foi escorregando
para dentro, entrando aos pouquinho e logo, logo, estava até o talo no garoto. Mas fiquei parado, com ela todinha dentro dele. Depois de alguns minutinhos assim, perguntei se estava doendo ele falou que só um pouco. Fui tirando e botando, bem devagar, enquanto ia punhetando o pau do garoto, fui aumentando,
aumentando, logo, logo, já estávamos metendo sem dó. Senti que ele já estava jogando a bunda pra trás para tomar mais vara e eu punhetava o garoto e ele delirava, urrava, eu só o insentivava: "Isso, seu puto, fode essa vara, vai, isso, arromba esse cu, vai, fode gostoso esse pau, vai" e ele parecia ficar
mais excitado e rebolava cada vez mais gostoso, até que empurrou a bunda pra trás e começou a rebolar de um lado pro outro, como se quisesse que a vara fosse mais fundo ainda, gemendo feito um animal, foi quando senti um quentinho na minha mão, e vi que tava gozando com meu pau todo enterrado no cu.
Senti suas contrações, fortes, espremiam meu pau, e nesse movimento gozei litros de porra naquele cuzinho. No fim ele só perguntou: "ahhh! Gozei! Vc gozou no meu cu, foi?" Então eu disse: "Gozei, que cuzinho delicioso que vc tem". Aí caímos pro lado, engatados, e assim ficamos por um tempo até meu pau
amolecer dentro dele. Não falamos nada nesse tempo. Até que naturalmente meu pau saiu dele, nos recompomos, vestimos nossas roupas e aí ele quebrou o silêncio: "Porra, véio, vc me deixou todo arrombado!" Então eu perguntei: "E então, foi bom?" Ele respondeu: "Foi, legal, mas eu pensei que vc ia querer
que eu te comesse também". Eu disse: "Nada disso, garoto, aqui que come sou eu e quem leva no rabo é vc, valeu?". Ele riu timidamente e eu percebi que ia comer muito aquele moleque pirocudo.
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Cumplicidade entre irmãos

Andre

Chamo-me Mateus e meu irmão se chama Tiago. Somos gêmeos. Vivemos sempre unidos, não me lembro de nada que tenhamos feito até hoje sem a companhia um do
outro. Somos como unha e carne. Como todos os gêmeos, sempre aprontamos muito em função de nossa semelhança. Nossa primeira transa foi com a mesma garota.
Era minha namorada e eu a comi num dia e ele no outro, sem ela perceber. Isso foi quando tínhamos 15 anos. Mas o que nos tornou mais unidos foi o que aconteceu
quando estávamos com 17 anos. Tínhamos o hábito de tocar punheta juntos desde de os 9 anos. Sempre fazíamos competição de quem gozava mais rápido, mais
porra, mais tempo... Um dia, nossos pais estavam viajando e nós estávamos em casa sozinhos. Decidimos pegar uns filmes pornôs da pesada. Conseguimos um
e, de noite, colocamos para ver em nosso quarto. Claro que sabíamos que ia rolar muita punheta. Estávamos na cama, um ao lado do outro, quando colocamos
a fita e, para nossa surpresa, a fita veio trocada. Em vez de um filme do Rocco, veio um filme gay, onde um carinha era enrabado por um time de futebol
americano. Era um monte de negão metendo no carinha e ele parecia gostar. No início ficamos contrariados, mas acabamos assistindo. Meu pau ficou duro e
eu fiquei meio constrangido, pois se meu irmão notasse ele iria me zoar. Mas eu não conseguia esconder nada dele e nem ele de mim. Quando olhei para ele,
vi em seus olhos que estava excitado e acho que ele percebeu o mesmo. Ele colocou a mão no meu pau e viu que tava duro: " qual é mano, de pau duro por
que?" Eu passei a mão no seu e vi que ele também tava: "Tu também ta, mane, que que tem?". Rimos muito e continuamos a ver o filme. Até que teve uma cena
que dois caras seguravam o cara arreganhado em cima de um outro e desceram ele na pirocona do cara deitado. O rapaz guentava vara na boa. Eu perguntei:
"Cara, como esse doido agüenta essa rola toda no rabo?" Meu irmão virou e disse: "Vc tem vontade de dar o cu?" Tínhamos muita intimidade, nada era segredo
entre nós. Disse que tinha curiosidade e ele disse que também queria ver como é. Então decidimos fazer um troca-troca. Fizemos um 69, chupamos um ao outro.
No início foi desajeitado, mas depois de um tempinho estávamos um mamando o outro com muita eficiência e acabamos gozando um na boca do outro. Eu engoli
sua porra todinha e ele fez o mesmo comigo. Nossos corpos era muito parecidos e era como se estivesse chupando meu próprio pau. Nos beijamos com o gostinho
de porra ainda na boca e eu pedi a ele para virar. Ele sabia o que estava para vir e empinou a bundinha e eu caí de boca, lambi o cu dele, enfiei a língua,
deixei bem lambuzado e coloquei o pau na entradinha. Ele apenas disse: "Se doer tu para, viu?" Eu pedi para ele ficar calmo que eu ia ser cuidadoso. O
tesão era tanto que quando a cabecinha entrou eu acabei metendo tudo de vez. Ele deu um grito, me chingou, e tirou de dentro. Aí ele falou que era minha
vez, senti a mesma dor. Decidimos não tentar mais naquela noite e ficamos só nas carícias e na chupação. Tomei mais leite dele e ele o meu. Fomos dormir
abraçados, o que não era novidade para nós. Apenas o gostinho de porra era novo em nossa relação e o ardidinho no cu de cada um. Hoje somos casados, temos
filhos e, de vez em quando, a gente faz uma sacanagenzinha juntos. Mas nunca conseguimos comer um ao outro, apenas fazemos sexo oral, mas nossas tentativas
têm sido mais freqüentes.
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Comi os garotos do lava-jato

andrevilar

?Era sábado, tinha acabado de chover e o sol estava dando o ar da graça. Meu carro estava um lixo e resolvi levá-lo ao lava-jato para dar um trato. Quando cheguei não tinha ninguém, pensei que estivesse fechado. Mas mesmo assim entrei com o carro no estabelecimento, estacionei e fui procurar o garoto
que sempre me atendia. Não vi ninguém, mas ouvi um barulho num quartinho e imaginei que o moleque estaria lá. Quando cheguei perto da porta ouvi uns gemidos. Não podia imaginar! O cara estava comendo alguma menina ali! Resolvi sair e deixá-los até terminarem mas os gemidos do cara me encheram de tesão
e não conseguia arredar o pé da porta do lugar. Talvez por causa da chuva ele ficou sem serviço e resolveu dar um pega em alguma desavisada em pleno local de trabalho. Como uma garota se submeteria a trepar com ele ali no lava-jato. Mas ele era um garoto bonito, forte, alto, cabelos e olhos castanhos,
sempre sorridente e simpático, as menininhas deviam ficar bem oriçadas por ele. Estava eu lá so curtindo seus gemidos e atento para não ser surpreendido. "Hummmm, ah, hum, ui, isso, hummmmmm" - os gemidos eram ritmados e eu estava só imaginando o moleque em seus movimentos, até que o ritmo foi acelerando
e eu fui ficando mais excitado e mais atento para não perder o barulho que eles iriam fazer quando gozassem. E num ritmo mais acelerado eu comecei a ouvir: "Hummm, isso, vai, mete mais, isso, me fode todo, arronba esse cu, vai... ai cara, que pau gosoto, vai me fode, vai, isso, hummm, ai, vou gozar,
mete mais, mais, aaaahhh, vou gozar, aahhh, estou gozando, mete, não para, mete, isso, não para porra! Mete tudo, cara, vai, aahhh!" Eu não podia imaginar isso! O moleque estava sendo fudido e não fudendo! Meu coração já estava a mil e a minha curiosidade não se continha. Eu nunca tinha visto dois homens
transando, nem ao menos ouvido como naquele momento. Como os gemidos cessaram, fui para meu carro e me encostei no capout e fiquei observando descaradamente quem iria sair do tal quartinho. Queria que eles percebessem que eu tinha sacado tudo. Não deu outra, logo os dois estavam saindo. Era mesmo o garoto
que costumava lavar meu carro com o outro que também trabalhava com ele. Quando me viram ficaram desconcertados e preocupados. Enquanto o outro foi para o fundo do terreno, o garoto que atendia veio até mim e perguntou-me: "Oi, você está aqui a muito tempo?". Seu ar de preocupação de denunciava na sua
tentativa de disfarce. Eu, sacanamente respondi: "Faz um tempinho. Cheguei, não vi ninguém, então fui até o quartinho, mas vi que você estava ocupado...". Notei que ele ficou todo corado de vergonha e tentou consertar: "É, a gente tava tirando uma soneca..." Então decidi ser mais incisivo: "Pois é, você
tem que ter mais cuidado, poderia ser alguém que não fosse de confiança e espalhar para todo mundo o que vocês dois estavam fazendo". Assim ele teve certeza de que eu saquei tudo. Ele baixou a cabeça por um momento e depois falou: "Você não vai falar nada para ninguém, vai?". Eu repondi: "Claro que não,
fique tranqüilo". Então deixei meu carro lá e marquei a hora de voltar para pegar. E fui para casa. Não tirei da cabeça o que havia se passado. Fiquei imaginando o garoto do lava-jato sendo enrabado pelo seu colega e fiquei surpreso de descobrir que eu estava morrendo de vontade de enrabá-lo também.
Mas eu estava me achando um tarado, eram dois garotos de uns 17 ou 18 anos e eu ali querendo comê-los. Estava nesses pensamentos quando notei que a chuva tinha voltado. Fiquei puto, pois toda a limpeza do carro iria ser detonada pela chuva. Na hora combinada, fui até o lava-jato pegar o carro de guarda-chuva.
Quando cheguei lá eles estavam limpando os para-brisas embaixo de uma cobertura. Assim que acabaram, eu os paguei e disse que ia esperar a chuva parar para tentar chegar em casa sem sujar o carro. Notei que o que me atendia estava todo descabriado, mas o seu colega estava com cara de quem queria aprontar
algo, pois toda hora olhava para o outro e ria. Fiquei ali esperando a chuva parar, puxando assunto com o garoto que lavava meu carro e fiquei sabendo que ele se chamava Gustavo e tinha 18 anos e seu colega Paulo tinha 17. Eram primos e viviam juntos desde os 10 anos de idade. Então, papo vai, papo vem,
eu descaradamente resolvi entrar de sola no assunto de sexo. "Há quanto tempo vocês dois transam?" - Perguntei. Ele ficou completamente sem jeito. Mas seu primo, o Paulo disse: "Ah, a gente faz troca-troca de vez em quando, desde os 15 anos. Mas a gente não é viado não". Então resolvi acalmá-los: "Eu
sei que vocês não são viados. Eu também já fiz troca-troca quando era mais novo". Aí a coisa foi ficando mais gotosa. Não havia ninguém no lava-jato. Só eu e eles. Notei que os dois estavam de pau duro e eu também. Então resolvi atacar: "Aí, vamos fazer uma brincadeira nós três?". Então o Gustavo falou
ainda de cabeça baixa: "Você quer ir lá para o quartinho com a gente?" Eu disse: "Vamos embora!". Fomos para o quarto, que era mais um depósito de ferramentas e automaticamente nós três colocamos o pau para fora e começamos a punhetar. Como ninguém tomava a iniciativa eu falei para o Gustavo bater para
mim. Ele veio e pegou minha vara e ficou batendo punheta. O Paulo, mais safadinho já veio logo passar a mão na bunda do Gustavo. Então Gustavo começou a se soltar e mandou o primo mamar minha vara. Paulo nem titubiou, se ajoelhou na minha frete e abocanhou meu pau com uma intimidade que denunciava sua
experiência em mamar uma vara. Nisso, Gustavo se avaixou também e foi ajudar seu primo no boquete. Quase fui à loucura com aqueles dois garotos me chupando ao mesmo tempo. Enquanto um lambia a cabeça, o outro lambia o saco. Outras vezes os dois lambiam toda a extensão da minha vara (21cm x 6cm) e se
beijavam. Até que Paulo foi pegar um colchonete e forrou no chão e se deitou e pediu para eu botar meu pau na sua boca. Eu fiquei ali de quatro sobre o Paulo, ele me mamando e Gustavo se encarregou de lamber meu cu. Eu já estava entregue aos caprichos daqueles dois e cai de boca no pau do Paulo. Eu estava
louco de tesão naquele 69 com o Paulo enquanto Gustavo dava um trato no meu rabo. Depois de um tempo Paulo pediu para eu ficar por baixo. Deitei com o pau apontado para o teto e Paulo veio e sentou sobre ele e começou a meter bem devagarinho. Era lindo ver aquele garoto de 17 anos sentando no meu pau.
Gustavo veio e botou seu pau na boca do primo que já estava rebolando feito uma puta no meu pau, cavalgando feito um louco. Não demorou e filho da puta gozou sobre meu peito me inundando de porra quentinha. Nisso Gustavo veio e lambeu tudinho. Depois falou: "Também quero sentir essa vara no meu rabo".
Meu pau ainda estava duro feito pedra e coloquei gustavo de quatro e meti bem devagar. Entrou a cabeça e ele deu um gemidinho. Perguntei se estava doendo, mas ele disse que não e aos poucos foi forçando a bunda para trás, fazendo meu cacete entrar todinho no seu rabo. Quando eu encostei na sua bunda
ele ficou um tempinho parado e depois começou a fazer movimentos rebolando a bunda gostosa na minha vara. Eu comecei a estocar e seu primo, já estava de pau duro de novo e colocou para Gustavo mamar enquanto era enrabado por mim. Comi muito aquele moleque até que ele disse que ia gozar. Nesse momento
senti meu gozo se aproximando e acelerei as estocadas e gozamos os dois ao mesmo tempo. Assim que acabamos de gozar tivemos que sair rápido do quartinho, pois estávamos preocupados de alguém aparecer. Antes de ir embora prometi voltar outro dia no final do expediente deles para mais uma trepada, mas
os viadinhos disseram que da próxima vez é a minha vez de dar o cuzinho. Mas não sei se vou curtir isso. Mas como meu tesão é incontrolável quando penso neles, é provável que eu dê para eles mesmo.
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Comi o Garanhão da Universidade

Sou casado, tenho 36 anos, não sou malhado, mas tenho percebo que a mulherada se amarra no meu corpo e já reparei na academia que alguns caras dão uma sacada de vez em quando. Trabalho em uma universidade e lido diariamente
com centenas de pessoas. E foi neste contexto que tive uma experiência inusitada para mim. Nunca havia tido experiência com homens, nem mesmo quando adolescente, embora eu seja desprovido de preconceito e sempre partilhei da
idéia de que em matéria de sexo a gente deve fazer o que curte e dar prazer. Mesmo assim, nunca havia pintado nada diferente comigo. Sempre transei com mulheres e achava que isto era mesmo a minha praia e que sexo com homens
não me atraia muito. Isto tudo veio por água abaixo quando um aluno meu me procurou para tratar de nota, pois não ele havia entregue um trabalho. Seu nome é Tiago, namorava uma menininha muito gostosinha da turma e vivia cercado
de mulheres o tempo todo. Eu sabia que ele era filho de um fazendeiro de uma cidade vizinha e que morava num apartamento com mais dois colegas de curso. Ele era muito sacana, vivia falando putaria. Quando veio pedir uma chance
para entregar o trabalho fora do prazo eu por brincadeira perguntei o que eu ganharia em troca. Ele, com aquele sorrisinho sacana de sempre disse: "Eu faria qualquer coisa, professor, é só pedir". Eu dei corda, achando que
era pura zoação e perguntei: "qualquer coisa? Olha, lá, cuidado que eu posso pedir algo que vc não esteja disposto a dar..." Ele então disse: "Qual é, professor, ta querendo me comer?". Rimos da conversa e eu acabei liberando
sua entrega de trabalho. Pensei que a coisa tinha ficado por aí, que era só brincadeira. Mas reparei que daquele dia em diante o cara passou a comparecer com freqüência ao meu gabinete. Então comecei a reparar no cara. Era
um rapaz de cabelos castanhos, ligeiramente desarrumados, com olhos verdes, corpo bem definido, pernas musculosas e um peitoral bem definido, enfim, um cara super gostoso que as menininhas viviam suspirando. Como não sou bobo,
percebi que ele havia ficado meio ouriçado com o papo daquele dia e resolvi tirar a limpo. Comentei com ele que ainda não havia me pago sua promessa. Ele prontamente perguntou que promessa. Eu lembrei que havia dito que me
faria qualquer coisa se eu aceitasse seu trabalho. Ele então disparou: "Mas vc não me pediu nada, então não te devo nada". Eu meio que de zoação disse-lhe que ele teria de pagar um boquete. Ele, sem a menor cerimônia disse:
"Aqui não dá. A gente vê isso depois" e rimos. Mas eu não tava levando a menor fé. Achava que era só zoação dele. Mas no final da tarde, quando eu estava no estacionamento, já entrando no carro, ele perguntou pra onde eu ia.
Ao informar-lhe, ele me pede uma carona e eu, sem sacar nada, ofereci-lhe a carona. No caminho, ele me perguntou se eu tava a fim de tomar um cerveja. Era sexta-feira e eu ahcie um boa idéia. Perguntei, para onde poderíamos
ir. Ele disse que tinha de passar em casa primeiro. Aí eu vi que poderia rolar uma sacanagem mesmo. Mas não tinha tanta segunrança, podia ser apenas coisa da minha cabeça. Mas para dar corda, eu falei: "Ok, passamos na tua
casa, vc paga o boquete que ta me devendo e depois a gente vai tomar uma cerveja". Para minha supresa ele disse: "Ok, mas não vale gozar na minha boca." Rimos e ao chegarmos em sua casa, ele foi dizendo: "Vamos lá, põe logo
esse pau pra fora e vamos terminar logo com isso". Eu só perguntei: "Ta falando sério?" Ele já veio pegando no meu pau por cima da calça e foi abrindo o ziper, tirou pra fora e começou uma chupeta deliciosa. Eu não acreditava,
um dos carinhas mais gostosos da universidade, o maior pegador da gatinhas, ali, agachado, mamando meu pau. Nunca havia sido chupado por outro homem, mas aquela mamada era mais gostosa do que qualquer chupada que havia recebido
das mulheres. Aquilo é que era chupar um pau. O garoto sabia mesmo como fazer. Segurava meu pau como macho, com toda a mão, não pegava com aquela delicadeza que as mulheres pegam e sugava, lambia, dava com ele na cara, e ainda
dizia: "Porra, brow, que pauzão! Delícia!" E realmente, tenho um pau que causa impacto. São 19cm, retinho, grosso, é um pau bem bonito mesmo. O cara se deliciou com a vara por uns 10 minutos. Até que depois, pegou uma camisinha
de sua mochila, encapou meu pau, mandou eu sentar no sofá, deu uma cuspida na mão, lambuzou o cuzinho e veio sentando bem devagar na minha vara que a esta altura estava mais dura que nunca, apontando pro teto. Tiago ajeitou-se,
fez minha vara sumir devagarzinho em seu rabo. Era claro que ele tava acostumado a levar vara, pois seu cuzinho era macio, gostoso, mais apertadinho que buceta, mas muito bom. Tiago subia e descia lentamente pela minha pica,
gemendo e dizendo coisas sacanas: "Uh! Que vara heim brother! Puta que pariu, que pica gostosa! Delícia! Ai! Porra, veio, vara gostosa essa!" E ia ele subindo e descendo nela. Tinha hora que metia ela toda e dava uma paradinha,
depois dava uma reboladinha e depois voltava a subir bem devagar, até a cabeça quase sair e depois descia de novo. Aos pouco, sua velocidade foi aumentando, até que logo ele já estava cavalgando meu pau, gemendo alto: "Isso,
brother, arregaça esse cu, vai, isso, arromba esse cu, porra! Vai, arregaça! Eu eu ali só curtindo, olhando aquela bunda de macho engolindo meu pau. O cara era perfeitinho de corpo, pernas de quem joga futebol, costas largas
de quem faz natação, bunda musculosa de macho, com poucos pelos, e eu, a essa altura, já dava tapas em sua bunda, mandava ele trepar gostoso: "Isso, garoto, trepa nessa vara, vai, isso, engole essa pica, assim, vai, senta nela,
vai, seu puto, safado, rebola nessa pica, vai, se boqueteiro safado, vai arrombado, engole esse pau, vai..." Era só putaria naquela sala. Até que ele se levantou, deitou de costas no sofá, arreganhou as pernas, o cuzinho à
mostra e pediu para que eu metesse de frango assado nele: "Vai, cara, mete essa vara aqui, vai mete gostoso, porra, arregaça meu cu, vai!" prontamente, meti gostoso de uma vez naquele carinha e ele só gemia e pedia: "Isso,
brother, mete gostoso, vai, mete forte, vai, quero te sentir todinho dentro, vai, mete porra, arromba esse cu, caralho, me fode, porra!" E eu ali metendo nele, de modo que seu corpo até dava aqueles solavando com minhas estocada,
e eu ali metendo e olhando em seus olhos verdes e ele mordendo os lábios, gemendo, falando sacanagens e disse: "Vai, cara, vou gozar, arromba meu cu, vai, mete que eu vou gozar, não para que to gozando, mete, vai, ah! Uh! Isso,
porra! Mete! Ah, Delícia de pica, cara! Uuuhhh! Como é bom gozar com vara no cu!" Com sua empolgação eu acabei gozando gostoso nele. A coisa foi tão intensa que caí por cima dele, com meu pau ainda dentro e ficamos por uns
15 minutos assim. Até que meu pau saiu voluntariamente. Ele então me chamou para tomar um banho, pois a galera dele poderia chegar a qualquer momento. Eu apenas disse: "Cara, você é doido, nunca pensei que gostava de vara".
Ele simplesmente disse: "Qual é professor, o importante é o prazer, não importa como. Não sou viado, apenas gosto de curtir a vida. Um vara gostosa de um cara maneiro como tu não se pode deixar passar." Depois fomos tomar uma
cerveja e fiquei sabendo que ele dava o cuzinho desde os 16 anos, quando um primo dele o enrabou. De lá pra cá, sempre dá um jeito de sair com alguém. Mas prefere sair com caras casados como eu, pois diz que são menos grudentos
e isso é bom para ele que não quer envolvimento. Mas que curte mesmo é buceta, essa de pau é só de vez em quando. De lá pra cá, eu e Tiago sempre transamos. Nunca passa um mês em branco. Quando não podemos nos ver, pelo menos
uma chupada gostosa no carro rola. Nessas ocasiões, ele sempre toma todo meu leite e deixa a vara toda limpinha. Que safado é esse Tiago.

Adicionado em: 20/12/2005
Enviado por: Andre Vilar

DOIS CADETES SAFADINHOS

André Vilarinho

Sou mestiço, pele bem morena, alto, forte, corpo bem definido, um pau de 19cm com 6cm de diâmetro. Adoro sexo. Gosto sempre de experimentar coisas novas na cama, mas nunca tinha tido experiência com homens. Mas no mês passado, Tiago, um rapazinho de 16 anos, amigo da família de minha mulher, resolveu hospedar-se em nossa casa para prestar um concurso para uma academia militar. Ele é magro, cabelos castanhos claros assim como os olhos, parece viver pensando em sacanagem, tem uma carinha de tarado e fala pelos cotovelos, meio prepotente, enfim, um adolescente perfeito. Durante sua estadia, minha esposa teve que se ausentar e eu fiquei encarregado de fazer companhia ao moleque. Quando acordei, minha mulher já tinha saído e fui até a cozinha beber água. Estava somente de sunga e, como sempre, com o pau duríssimo, com uma barraca plenamente armada (acordo sempre assim). Quando estava saindo da cozinha esbarrei de frente com Tiago e acho que ele sentiu que meu pau estava duro e olhou diretamente para baixo, meio desconcertado. Eu fiquei completamente constrangido, pedi desculpas e fui direto para o banheiro, pensando se o moleque tinha reparado ou não no meu pau duro. Tomei meu banho, e voltei para quarto e fiquei lendo. Meia hora depois Tiago bateu na porta e eu mandei entrar. Ele perguntou se podia usar a piscina e eu disse que sim. Algum tempo depois resolvi dar um mergulho também já que tinha gente para fazer companhia. Botei e fui para a piscina. Tiago não estava lá. Fui ver no banheiro e não é que o moleque estava batendo a maior punheta debaixo do chuveiro! Sem que ele percebesse fiquei espiando. Fiquei surpreso, pois à medida que punhetava o pau ele passava a mão no seu próprio rego. A cena me deixou excitado. Então comecei a notar que Tiago tinha uma bundinha linda apesar de ser magrinho. O pau devia ter uns 17cm e parecia bastante grosso para sua idade. Então resolvi dar-lhe um flagra. Adentrei e Tiago teve um tremendo susto e ainda gaguejando, disse que estava tomando banho. Eu apenas dei um sorriso meio sacana para ele e não falei mais nada. Tiago começou a se ensaboar e então eu disse que iria me molhar enquanto ele se ensaboava. Reparei que seu pau continuava ainda meio duro apesar do susto. Então arriei minha sunga e percebi que Tiago olhou meio de banda ao me ver nu e ficou sem saber para onde desviava o olhar. Então eu disse para me passar o sabão e se enxaguar enquanto eu me ensaboava. Como seu pau estava cada vez mais duro, ele ficou de costas para mim e eu fiquei com a vista de sua bunda branquinha. Então resolvi atacar. Entrei no Box e propositadamente esbarrei a parte superior de minha coxa na sua bundinha. Tiago se assustou de novo e se virou de frente, mas não falou nada, apenas estava visivelmente nervoso. Eu descaradamente comecei a bater uma punheta. Tiago olho para mim e deu uma risadinha meio sem graça. Então eu comecei a passar a mão no seu peito. Para minha surpresa, Tiago pegou meu pau e começou a punhetar e depois caiu de boca, proporcionando-me o melhor boquete que já tive. Aquele moleque tinha experiência na coisa. Enquanto me chupava eu comecei a passar a mão na sua bundinha, tentando enfiar meu dedinho no seu cuzinho que entrou sem muita dificuldade. Então enfiei logo dois dedinhos e fiquei massageando. Enquanto isso ele me chupava e gemia. Então imaginei que aquele moleque já era rodado e sabia o que estava fazendo. Chamei ele para a cozinha e botei ele de quatro na mesa e dei uma lambida no cuzinho dele, de modo que Tiago ficou louco e rebolava: "Ai, que delícia! Vai mete essa língua, vai!" - dizia ele. O moleque era realmente muito gostoso e eu já estava com o pau em brasa. Tiago também estava a mil e em pleno delírio disse: "Ai, André, mete mais, me fode, mete essa vara, me come, vai André, mete nesse cu, mete". Eu prontamente peguei um pote de manteiga e lambuzei seu cuzinho e o meu pau. Sentei numa cadeira e ele veio sentar. Meu pau deslizou tranqüilamente e quando Tiago sentiu meus pentelhos encostarem em sua bunda fez um carinha de alívio e disse: "Ai, está todinho dentro, que delícia, porra que pauzão gostoso" e rebolava bem devagarinho, parece que para se acostumar com o instrumento no rabo. Então eu perguntei se ele estava acostumado a dar aquele cuzinho. Ele disse que sim, pois seu primo vinha comendo ele quase todo dia. Enquanto falava aumentava o rebolado e logo estava me cavalgando. Tinha hora que meu pau chegava a sair de dentro e entrar de novo de uma vez. Logo dei sinal de gozo e ele gritou: "Goza, meu macho, derrama esse leite, vai goza, porra!". A essa altura eu já estava punhetando o pau dele e vi que o moleque estava prestes a gozar também. Ele subia e descia no meu pau e eu comecei a derramar meu leite naquele cuzinho delicioso. Imediatamente, Tiago espirrou jatos de leite no meu peito enquanto cavalgava e implorava para que eu o arrombasse, que metesse tudo e me chamava de macho, garanhão, foi uma loucura. Após gozarmos, ainda ficou sentado no meu colo com meu pau dentro até ele amolecer por completo e sair voluntariamente. Então fomos tomar banho e voltamos para a piscina. Por curiosidade, perguntei sobre como ele tinha começado a dar e então Tiago abriu o jogo. Disse que seu primo de 26 anos o comia desde os 15 e que ultimamente ele dava para o primo e de vez em quando para uns amigos desse primo. Disse que uma vez teve que dar para três caras de uma vez só no apartamento desse primo dele. Perguntei se ele estava satisfeito com isso. Ele disse que sim, que tinha uma namoradinha, que transava e tudo, mas que adorava tomar uma pica no rabo e só não queria que seus pais soubessem nem sua namoradinha. Preferia que tudo ficasse na moita. Eu adorei, passamos o dia trepando e eu o comi de todas as formas. À noite estava com o pau dolorido de tanto comer o moleque. Para minha felicidade, Tiago passou na prova da academia e agora ficará na minha cidade por quatro anos e nós temos trepado muito na sua quitinete. Mas me disse que anda querendo dar para um colega do quartel e estou vendo que logo logo estará dando para o batalhão inteiro... Tiago logo arranjou uma namoradinha aqui na cidade, a Marina, também lindíssima. Os dois formam um lindo par. A família de Tiago mantém uma kitnete para ele aqui na cidade e, de vez em quando, dou uma passada por lá. Tiago, entretanto, está sempre aqui em casa com sua gatinha tomando banho de piscina. Eu adoro, pois não gosto de ficar na piscina sozinho. Tiago, está cada vez mais apegado a mim e tenho reparado que sua namoradinha tem por mim um profundo respeito. Quem já leu o conto "o cadete safadinho" certamente conhece o meu nível de intimidade com Tiago. Num final de semana, estávamos todos na piscina, eu, minha mulher, um casal de amigos e Tiago e Marina. Percebi que Tiago não tirava os olhos de mim. Sempre que podia dava uma sacada e um leve sorriso para mim. Logo percebi que o moleque estava doidinho para levar vara. Eu também fiquei cheio de tesão, pois ele estava lindo com aquela sunguinha. Então, quando ele abraçava sua namorada e encostava aquela rola nela eu ficava ainda mais excitado. De vez em quando eles ficavam se agarrando na piscina e eu logo saquei que estava rolando um sarrinho gostoso entre eles. Como eu estava quase de pau duro, para não dar bandeira fui para a casa com a desculpa de preparar algo para comermos, pois minha mulher estava no maior papo com a esposa do meu amigo e sabemos que as duas quando começam não param. Quando cheguei na cozinha, uns dez minutinhos depois, Tiago apareceu e perguntou se eu não poderia dar uma passada na casa dele no dia seguinte de manhã, pois ele estava precisando bater um papo comigo, pois estaria de folga. Ultimamente essa era a sua senha para dizer que queria dar pra mim. Eu disse que tudo bem, que passava lá no final da tarde. Ficou combinado assim. Preparei alguns petiscos e levei para a piscina e Tiago me ajudou com as bebidas. Assim o dia rolou numa boa e Tiago e Marina passaram boa parte dele se agarrando sempre que nós estávamos distraídos. Um pouco depois do almoço, deram uma desculpa e foram embora. Umas três horas depois a mãe de Marina ligou para saber se ela já tinha saído e logo percebi que aqueles dois estavam trepando por aí e a mãe da menina estava a sua procura. Eu foi dormir cheio de tesão imaginando aquele casalzinho lindo trepando e, é claro, trepei pra caralho com minha mulher. No dia seguinte, no horário combinado, fui até a casa do Tiago e fiquei surpreso ao vê-lo fardado e ainda acompanhado de um outro cadete, seu colega. Fiquei meio confuso, pois estava doido para foder meu cadetezinho e pelo jeito havia melado. Tiago me apresentou seu colega, chamava-se Felipe mas todos o conheciam por Pipo. Ele devia ter pelo menos 1:90 de altura, parecia um armário, ainda por cima estava fardado também e parecia ainda maior. Tinha a pele branca e o cabelo preto que contrastava com seus olhos azuis. Era um ar angelical que contrastava com sua estatura e músculos imensos. Perguntei a Tiago o que houve, pois havia me dito que hoje era sua folga e no entanto estava de farda. Ele explicou que teve que passar na academia para pegar o Pipo, pois ele não sabia como chegar. De repente mil fantasias se passaram por minha cabeça com aqueles dois cadetes fardados ali na minha frente. Fiquei imaginando aqueles dois trepando e, pelo porte do Pipo, devia ter uma vara fenomenal. Pelo menos a bunda era um arraso! Mas resolvi ficar na minha e ver onde aquilo ia dar. Tiago trouxe umas cervejas e perguntou se estávamos a fim de ver um filme pornô. Achei engraçado, estava me sentindo um adolescente, mas prontamente disse que tudo bem. Pipo ficou meio sem graça, mas também não fez objeção. Como estava de terno, tirei o paletó e a gravata, abri a camisa, me esparramei no sofá e fiquei mais à vontade. Tiago ainda estava de farda, mas já com a camisa desabotoada e por fora da calça. Pipo estava ainda como chegou. Então Tiago lhe disse que poderia ficar a vontade que ninguém ia ligar. O clima estava meio estranho, o Pipo estava visivelmente nervoso e eu querendo ver onde aquilo ia dar. Quando o filme rolou vimos uma cena de um casal transando. Foi o suficiente para todo mundo ficar excitado. Pipo não tirava o olho da TV. Como eu era o mais velho ali (apesar de ter 30 anos), decidi dar direção ao negócio e disse: "Tiaguinho, vou ficar de cueca, se você e o seu amigo não se importar". Tiago, bem safadinho, disse que tudo bem que ele também ia assistir o filme de cueca e Pipo já estava suando, embora não tivesse tão quente. Fiquei em pé, bem em frente ao Pipo e tirei minha camisa e arriei a calça, sem me preocupar com o volume escandaloso que já se havia formado por baixo da cueca. Tiago falou uma gracinha sobre meu pau duro e Pipo ficou completamente desconcertado e fixou seu olhar ainda mais firmemente na TV, fingindo não ouvir. Tiago fez o mesmo e ficamos os três ali assistindo o filme, eu e Tiago de cuecas e Pipo ainda fardado. A segunda cena do filme era de um casal e um cara transando. Os dois comeram a mulher de todo jeito e depois um deles comeu o outro enquanto ele chupava a buceta da mulher. Nessa hora reparei que Tiago já havia tirado o pau para fora e estava literalmente se punhetando. Olhei para o Pipo e vi que seu pau estava mais duro que pedra, fazia um volume enorme na calça. Então eu lhe disse: "Cara, tira essa roupa ou você vai rasgar a calça com essa vara aí". Como não dava para disfarçar aquele volume, Pipo tirou a camisa e a calça ainda meio sem graça e finalmente falou: "Porra! Que sacanagem! O cara ta comendo o cu do outro!". Eu e Tiago rimos e Pipo ficou mais a vontade. Eu saí do meu lugar e sentei do lado de Pipo no sofá e Tiago, que estava deitado no tapete, veio sentar-se entre minhas pernas, encostado no sofá. Então eu comecei a acariciar seu peito e Pipo estranhou mas não disse nada, voltou a olhar para a TV, embora de vez em quando olhasse furtivamente a cena de carícias entre eu e o Tiago. Até que perguntei a ele: "que foi Pipo, nunca recebeu carinho de um amigo?" Ele apenas inclinou a cabeça para o lado e encolheu os ombros fazendo um sinal meio acanhado que não se sabia se era sim ou não. Mas o fato era que não estava resistente. Então estendi minha mão e passei a acariciar o peito de Pipo. No primeiro toque ele deu um pulo, parece que de susto, depois olhou para mim atônito, mas não disse uma palavra. Eu disse para ficar calmo e continuei a alisar aquele peitoral do cadete. Ele relaxou e voltou a prestar atenção no filme onde um cara metia no outro enquanto uma mulher chupava o pau do que era comido. Pipo ficou meio sem graça mas começou a alisar o pau por cima da cueca. Então eu disse para o Tiago: "Porque você não dá uma chupada no pau do Pipo?" Logo Tiago se posicionou entre as pernas do Pipo, colocou seu pau para fora e começou a chupar. Eu me ajeitei no sofá e coloquei a mão do Pipo no meu pau. Ele começou a fazer movimentos leves enquanto Tiago o chupava e com a outra mão segurava a nuca de Tiago. Então tirei minha cueca e propus que todos ficássemos nus, no que fui prontamente atendido. Pipo já estava completamente envolvido pelo clima de sacanagem. Então eu fiquei sentado no sofá e mandei Pipo mamar minha rola e ele veio meio exitante, mas se aninhou entre minhas pernas, segurou novamente meu pau, olhou, olhou, chegou perto e colocou finalmente meu cacete na boca. Foi o máximo sentir a boca daquele garanhão mamando meu pau. Tiago aninhou-se entre as pernas de Pipo, deitando-se no tapete e começou a chupar o pau de Pipo. Depois fomos todos para o tapete e Pipo não largou mais meu pau e continuou chupando. Tiago veio me chupar junto com o Pipo. Enquanto Pipo engolia minha vara, Tiago lambia meu saco, minha virilha e meu cuzinho. Eu então resolvi punhetar Pipo e foi aí que me dei conta do tamanho exagerado do pau do cara. Devia ter Uns 23 cm e minha mão não dava nem para fechar de tão grosso! O cadete era um jumento! Eu que achava meu pau grande, quando vi o pau do Pipo fiquei assustado. Também, o cara era imenso! A essa altura ninguém mais dava atenção para a fita que rolava na TV. Eu me ajeitei e comecei a lamber o cuzinho de Pipo enquanto os dois chupavam meu pau e meu cuzinho. Quando pressionava minha língua no cuzinho de Pipo ele gemia de prazer. Até que percebi que se continuássemos assim gozaríamos logo e sugeri que mudássemos as posições. Eu e Pipo ficamos em pé e Tiago passou a chupar nossos paus, revesando entre um e outro. Pipo passou o braço pelo meu pescoço e eu me senti completamente atraído por aquele garotão imenso me abraçando. Comecei a passar a mão na bunda de Pipo enquanto Tiago nos chupava. Então Tiago se concentrou no pau de Pipo eu aproveitei e comecei a sarrá-lo e o moleque foi a loucura. Percebi que o garotão estava doidinho para dar aquele cuzinho. Então disse-lhe para abrir aquela bundona e ele arreganhou tudo e eu pude dar uma lambida gostosa no seu cuzinho de novo enquanto Tiago mamava seu imenso cacete. Então decidi aproveitar e encostei a cabeça da minha rola naquela bunda maravilhosa e Pipo começou a rebolar na ponta do meu cacete. Tiago pegou um lubrificante e lambuzei meu pau e o cuzinho de Pipo e mandei que ele enfiasse toda minha pica no seu cuzinho. Era ótimo dar ordens para aquele cara grandalhão e ver ele obedecendo, abrindo a bundinha e apontando meu cacete para o seu cuzinho com as próprias mãos. Então ele falou para eu ir devagar por que era sua primeira vez. Eu fui fazendo força delicadamente e sem que eu mandasse ele começou a rebolar na minha vara dizendo: "Vai, cara, come meu cu, porra, vai, mete essa rola no meu rabo, me come, vai..." e algum tempo depois entrou a cabecinha e ele pediu para tirar. Tiago então disse: "Calma, cara, é assim mesmo, depois a dor pára..." Fiquei paradinho e Tiago se encarregou de relaxar Pipo dando mais umas lambidas no seu pauzão. Quando Pipo já estava mais acostumado com meu pau e já dava sinais de que queria mais pica, Tiago foi apontando em direção ao seu rabo e logo o pau de Pipo estava enterrado no cu de Tiago, já acostumado a tomar ferro. Eu fiquei impressionado como Tiago estava guentando aquela vara imensa de Pipo. Essa foi minha chance para meter até o talo no rabo do Pipo e com um jeitinho, conseguimos ficar os três assim engatados. Como Tiago estava alucinado com a vara do Pipo no cu, ele rebolava e seus movimentos faziam com que Pipo fizesse movimentos para frente e para trás, proporcionando-me um prazer maravilhoso. Tiago estava alucinado e dizia: "ai, Pipo, que pauzão, isso me come, me arromba Pipo, me come enquanto o André arranca teu cabaço, seu viadão, vai me come, me rasga todo, filho da puta! Me fode!" Era ótimo estar tirando o cabacinho daquele cadete, enquanto ele enrabava o Tiago que eu comia de vez em quando. Nessa doideira gozamos os três juntinhos: eu no cuzinho de Pipo, Pipo no cuzinho de Tiago e Tiago punhetando o próprio pau. Então caímos os três no tapete e ficamos ali deitados. Então Pipo finalmente cortou o silêncio: "É, quem diria que eu ia dar meu cu!" e caímos os três na gargalhada. Fiquei lá até umas 11 horas e depois fui para casa, pois sou casado e não poderia passar a noite fora. Aproveitei e dei uma carona para o Pipo até a academia. Depois Tiago me falou que desde que entrou para a academia militar e viu o Pipo ficou com vontade de dar o rabo para ele. Para mim foi ótimo, pois agora eu como Tiago e o Pipo, aquele garotão imenso de quase dois metros com um pau de jumento.
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