Sou do interior de Minas Gerais, da cidade de Águas Formosas. Tenho 30 anos, sou casado e tenho um filho. Sempre lutei contra esse meu desejo, mas sempre em vão.
Tenho um "amigo", também casado e, muito raramente, ficamos. Ele é tudo de bom, mas vamos ao que interessa. Há uns seis meses atrás, estive fazendo uma pequena reforma em casa. O ajudante do pedreiro chegou, um cara novo, com
uns 23 anos, meio que maltrapilho, tênis velho, blusa velha, boné encardido, bermuda jeans rasgada e remendada, mas com um belo volume. Na hora em que o vi, me deu vontade de estar com ele. Passei a manhã inteira sendo gentil,
mas nada. Então ele entrou no assunto sexo e me disse que, quando morou fora, comeu um coroa por dinheiro (não curto sexo pago e nem tenho grana). Eu logo disse que tudo bem, que o importante era sentir prazer.
Fiquei super animado. Quase na hora do almoço, o pedreiro ainda estava na frente da casa. Eu começo a conversar bobeiras com o ajudante nos fundos quando, do nada, não aguentando de tesão, toco de leve em sua perna.
Minhas pernas começaram a tremer e parei. Pensei, "tem que ser hoje e agora". Passei a mão naquele cacete, e que cacete. Grosso, grande. Pirei. Ele não se importou e ficamos ligados no pedreiro enquanto massageava aquele monumento
por cima da bermuda.
Combinamos que ele não iria almoçar, mas o miserável do pedreiro era vizinho do ajudante e não tinha como eles não irem juntos e voltarem juntos. Nisso, meu tesão estava à flor da pele. Corri ao supermercado e comprei camisinha,
pois sabia que iria acontecer.
Chegam os dois. Quando ele fez a massa e abasteceu o pedreiro, logo deu sinal para dizer que queria usar o banheiro. Eu disse que tudo bem. Foi aí que o encaminhei, segurando pelo seu pau lindo, branquinho e com aquele cheiro
de macho trabalhador.
Não perdi tempo. Tínhamos que ser rápidos. Vesti uma camisinha nele que, por sinal, quase não cabia. Arriei minha bermunda, passei condicionador e mandei ver. Não estava agüentando quando entrou aquela cabeçona.
Comecei a bater uma punheta e meu rabo foi abrindo. Aí entrou até o talo, em uma mistura de dor e prazer. Ele me segurava pela cintura e socava de acordo, me fazendo sentir uma puta, uma verdadeira cadela no cio.
Senti seu pau inchar, e meu rabo começar a morder aquele pauzão, pois estávamos gozando ao mesmo tempo. Fiquei com o rabo ardendo o resto do dia. Pena que foi só um dia de serviço. Não vejo a hora de ter que fazer algum reparo
em casa. Se estiver a fim de estar com outro macho (não curto afeminados), poderemos ser bons "amigos" também. Meu pau tá aqui babando de tesão. Entre logo em contato.
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