SOU SEU MACHO

Heber   
 
CAPÍTULO I
Meu nome é Heber, tenho 46 anos e uma profunda atração por rabinhos largos ou apertados, não importa. Era muito bem casado, tres lindos filhos, branco,
1.78m, 80 kg, e modéstia a parte, tenho um pinto de fazer inveja a muitos homens. 22 cm de puro prazer por 6cm de diâmetro, e uma cabeçorra grande e rosada,
que fazia a alegria da mulherada. Acontece que gosto mesmo é de comer cu e as mulheres fazem muito cu doce, e dá uma trabalheira danada. Por isso, as vezes
saía com homens. Conheci Edu a 4 anos atrás numa sala de chat exclusiva para gays. Começamos a conversar e ele me contou que também era casado, mas que
adorava ser penetrado. Tinha 45 anos, amava profundamente a esposa, mas se sentia infeliz por não poder dar mais vezes seu lindo rabo. Pronto... tinha
achado um par perfeito, só faltava descobrir se era verdade tudo o que me dizia. Marcamos um encontro num bar na Vila Olímpia ( o Rabo de Peixe) para um
chopp e reconhecimento do terreno. Após nos identificarmos, sentamos em uma mesa e começamos um papo agradável, e logo Edu já me confessava estar morrendo
de tesão. Da minha parte, só pensava em seu cuzinho agasalhando minha tora, não queria saber de romance, atração, essas coisas. Fomos para um apartamento
que ele mantinha para esse fim. O apartamento era cuidadosamente arrumado, sem frescuras, mas de muito bom gosto. Ele foi logo segurando meu pau por fora
da calça e disse: "Estou louco por pica, mas antes vou dar um trato em você". Respondi: "Nem vem com beijo na boca e namorico. Meu negócio é atolar o pau
num rabo gostoso e pronto". "Você vai gostar, eu prometo". Entrou no quarto e voltou com um roupão curtinho de seda, que dava pra ver um pedaço da sua
bunda e o seu pinto ainda meio mole. Mais que depressa eu fui tirando a minha roupa, e quando ele viu meu pau duro apontado pra ele, soltou um longo suspiro,
e pediu que me sentasse na poltrona. Sentei. Ele então ajoelhou-se e começou a chupar os dedos dos meus pés, um a um. Era uma delícia, enquanto ele adorava
meus pés, eu me punhetava bem devagar. Então foi lambendo minhas pernas, minhas coxas, até chegar no saco, onde se demorou um pouco mais. Aquele homem
era um mestre nas lambidas e eu já estava impaciente pra atolar o pau naquela bunda peluda. Continuou lambendo, chegando na base do pau, subindo até a
cabeça, e estalando a língua, saboreava o mel que já saía. Era uma bicha adorável. Aos poucos foi engolindo meu cacete, fazendo movimentos com a língua
que me deixavam alucinado. Quando percebia que eu ia gozar, parava um pouco, falava qualquer coisa e começava de novo. Ficamos assim por uns 15 minutos,
quando eu disse que não dava mais pra segurar, e ele então ficou em pé de costas pra mim, e foi abaixando a bunda até seu rego encontrar meu caralho. "Não
vai passar nenhum gel pra facilitar?" "De jeito nenhum... quero sentir você me rasgando. Faz 2 meses que não dou o cu e quero sentir tudo, o gel só vai
atrapalhar." Eu vibrei... afinal, um cu arrombado cheio de gel, acaba por parecer uma buceta. Eu segurava meu pinto e roçava no rego, procurando seu buraquinho.
Quando encontrei, segurei-lhe com a outra mão pela cintura e pedi: "Senta, gostosa!" E ele devagarzinho foi engolindo meu pau, que entrava justinho. Primeiro
a cabeça, que ele punha e tirava, me deixando doido, depois entrava mais um pouquinho, mais um pouquinho, até sua bunda encostar na minha barriga. Ele
gemia e mexia com o corpo, mas bem devagar. A essa altura, eu já estava conseguindo novamente controlar a ejaculação e o deixei ficar curtindo um pouco
a sensação de ter o cu cheio de pica. Ele mexia muito devagar, parando as vezes, dizendo querer prolongar aquele momento, apesar da dor que estava sentindo.
Muito sem graça, senti vontade de segurar no seu pau, e comecei a punheta-lo. Seu pau era pequeno, porém duro como pedra e logo acabou lambuzando minha
mão de porra. "Gozou antes de mim, né sua bichinha safada? Agora quem vai gozar é o papai aqui, e do meu jeito. Vamos pra cama que eu vou te comer de 4,
como uma cadelinha vadia. Agora eu vou te fuder como você merece". Ele então se levantou bem devagar, desencaixando seu cu todo arrombado do meu pinto
e fomos pro quarto. "Chupa de novo daquele jeito e depois fica de 4"... ele então me fez outra bela chupeta e se colocou de 4. Abri bem a sua bunda com
as mãos e fiquei por uns segundos observando aquele cu meio aberto e piscando pra mim. Não resisti e deu minha primeira linguada num cu. Gostoso. Arrisquei
enfiar a lingua um pouquinho lá dentro, com medo de sentir gosto de merda, mas estava tudo limpo... delicioso. Macio...parecia seda... ele rebolava na
minha língua e me chamava de seu macho. Chupei gostoso aquele cu e depois meti todo o meu pau de uma só vez. "Desculpe a violência, gatinha, mas teu macho
precisa gozar. Depois eu faço direito." E comecei a socar com força naquele rabo delicioso. Ele ia e vinha com o corpo pedindo mais pica. Em 5 minutos,
não aguentei e despejei minha porra dentro do seu cu. O gozo foi tão forte que caí pro lado desfalecido. Ele então, aproveitando que ainda estava duro,
sentou-se novamente no meu pau e ficou assim até ele amolecer totalmente. Fodemos mais 3 vezes nesta noite e marcamos um novo encontro para daí a dois
dias. Fiquei viciado nele, e nos tornamos amantes. Ele cada vez mais se especializava em me dar prazer e agia como uma verdadeira gueixa. Beijo na boca
nem pensar? Nem pensar em parar... Adoro comer minha boneca na posição papai e mamãe enroscando nossas línguas. Aquele apartamento se tornou nossa segunda
casa e passamos todo o nosso tempo livre juntos, fazendo o que mais gostamos: ele dando e eu comendo seu cuzinho louco por pica.
 

CAPÍTULO II
Como contei no conto anterior, conheci Edu numa sala gay de chat e acabamos nos tornando amantes. Somos ambos casados, eu com 42 anos e ele com 45. Depois
de 6 meses de relacionamento, resolvemos apresentar nossas esposas e nossos filhos, fazendo um churrasco em minha casa. Sheila (minha esposa) simpatizou
imediatamente com Amanda (esposa de Edu), e minha filha Renata, de 18 anos, se encantou com o filho dele de 22, Bruno, o que foi recíproco. Os mais novos
se divertiam na piscina enquanto nós conversarvámos animadamente em volta da churrasqueira. Estava estabelecida uma longa amizade e a partir dali passamos
a fazer vários programas juntos. Em pouco tempo, Sheila e Amanda eram amigas íntimas e Bruno e Renata começaram a namorar, para o gosto das duas famílias.
Eu e Edu, dois senhores acomodados, dizíamos que íamos jogar baralho num clube de homens que havia na beira de um rio. Na verdade íamos para o nosso ninho
e passávamos o final de semana todo fodendo gostoso. Edu caprichava na produção, e eu cada vez mais apreciava seu empenho. Ele ia antes para o apartamento
e me esperava todo perfumado, vestindo um de seus minúsculos robes de seda. Aquilo me deixava morto de tesão. Eu tocava a campainha só para ve-lo abrir
a porta pra mim, e o abraçava e o beijava longamente na boca, alisando seu corpo, apertando sua bunda, enfiando dedos em seu cuzinho amado. Ia dando passos,
com os corpos colados, até a cama e o deitava, beijando todo o seu corpo até engolir todo seu pequeno pinto. Nem acreditava que estava fazendo uma chupeta
num homem, afinal de contas eu nunca fui, nem sou viado. Mas adorava ver a minha garota gemendo e se contorcendo de prazer. Depois de fazer ele gozar em
minha boca, o banho. Ele me lavava todo, me ensaboando, e quando chegava no meu rabo, enfiava os dedos, fazendo movimentos circulares que me deixavam zonzo.
Então enxaguava e ficava lambendo meu cu até ficar bem relaxado. Ensaboava de novo e vinha com seu pintinho e colocava dentro. Não era muito diferente
de um ou dois dedos, e confesso que o prazer que eu sentia era apenas por saber que ele, sendo macho como eu, precisava penetrar pra ter mais prazer, então
me deixava enrabar por aquele homem que me dava todo o prazer que eu precisava. Depois do banho, voltávamos pra cama e então começávamos as preliminares.
Sempre muito apaixonados, não dispensávamos um 69 bem feito. E depois metia nele em todas as posições possíveis e imagináveis e adormecíamos com meu pau
atolado no seu cu. Seu cu, nem de longe parecia aquele cu que eu conhecera um ano antes. Estava muito mais largo e confortável, pelas fodas sucessivas
que dávamos. Meu pau entrava e saía sem dificuldade na hora que eu quisesse, e eu sempre queria. Sempre estava pronto pra enrabar meu amado. Cheguei a
comprar uma Polaróid para tirar fotos dele, principalmente do seu cuzinho, que eu adorava lamber sempre que ele parava. Vendo televisão, namorando no sofá.
Ele tinha tara por ter qualquer coisa no cu e eu tinha tara por cu, então nos encaixávamos perfeitamente. Se ele estava fazendo um café, eu chegava por
trás, beijava sua nuca e atolava dois dedos. Se estava na janela, atolava meu pau, se estava vendo tv, a mesma coisa. Da mesma maneira que ele fazia de
tudo para me dar prazer, eu cuidava para que sua rosquinha ficasse sempre preenchida quando estávamos juntos. Era tudo perfeito, até que Sheila começou
a desconfiar de algo, devido ao meu desinteresse por ela. Quase já não tínhamos sexo, uma vez que Edu me esgotava. E já não via graça em penetrar aquela
buceta larga de 3 partos normais. Entretanto, Renata acabou engravidando de Bruno e casaram-se as pressas. Com o casamento, Sheila deu uma folga e eu e
Edu continuamos nos encontramos normalmente. Mas depois de 3 meses, voltou a carga. Conversei com Edu a respeito, e ele me disse que anos não tinha nada
com sua esposa. Ela era frígida e não gostava de sexo, o que o deixava a vontade para não procura-la na cama. Mesmo assim, decidimos dar um tempo, pois
Sheila andava me seguindo e não queríamos que nos pegasse juntos. Iria ser um escândalo terrível e eu não estava preparado pra isso. Sendo assim, nos separamos,
eu e Edu. Continua no próximo conto.
 

CAPÍTULO III
 
Para entender melhor este conto, leiam os dois primeiros.... Depois de parar de me encontrar com Edu, mergulhei numa depressão terrível.
Aí que não conseguia de maneira alguma transar com Sheila. Não tinha motivação para mais nada. Nossas famílias viviam se encontrando em almoços, Renata
tinha tido uma linda menina e tudo girava em torno disso. Quando Edu chegava em casa, parecia que o sol se abria e em seguida fechava, pois sabia que não
poderia estar mais com ele da maneira que mais gostava: com meu pau todo dentro do seu cu. Edu, por sua vez, não andava me parecendo muito triste. Chamei-o
num canto e perguntei como ele estava. Ele disse que ainda me amava, mas que não conseguia ficar sem sexo. Estava se encontrando com outro homem. Aquilo
doeu demais. Quis saber quem era, se se encontravam no nosso apartamento, queria detalhes... Edu tentava me tranquilizar dizendo que era só sexo e que
se encontravam em motéis, mas que estava pensando em usar o apartamento novamente. Não gostava de motéis, achava impessoal demais. Quase fiquei louco,
fui pro quarto e chorei. Me recompus e na frente de todos o chamei pra ir comigo ver um terreno que estava pensando em comprar pra aplicar um dinheiro
que tinha investido. Tudo mentira. Fomos direto para o apartamento. Mal conseguimos chegar lá, tamanho era o tesão que sentíamos. Sem nos importarmos com
mais nada, deixamos a porta destrancada e fomos para o quarto e começamos a transar. Falávamos coisas desconexas, gemíamos, eu empurrava meu pau pra dentro
dele com força e violência, querendo tirar o atraso de todos aqueles meses sem sexo e sem ele. Quando finalmente gozei e me deitei vejo Sheila e Amanda
quietas, paradas e perplexas na porta do quarto. Elas tinham presenciado quase toda nossa relação. Não havia o que dizer. Nos vestimos rapidamente e fomos
para a sala. Sheila chorava muito enquanto que Amanda dizia que a muito desconfiava que o marido fosse gay. "O que você quer fazer agora?" perguntei à
Sheila. Quer continuar casada? Quer o divórcio? Quer que eu volte pra casa? "Porque?" ela perguntava? "Eu não te dava o prazer que você precisava? O que
foi que faltou?" "Isso não tem explicação... no começo foi só vontade de ter sexo anal, coisa que você nunca admitiu. Depois me envolvi com ele. Agora
não tem jeito." "Preciso pensar... as crianças... o que vamos dizer à elas? Você está disposto a admitir pra todo mundo que é uma bicha louca?" "Não sou
uma bicha louca e Edu também não. E eu não sei o que ele quer fazer, mas eu quero o divórcio. Não dá pra continuar vivendo essa mentira ridícula. Amanhã
ou depois nós conversamos sobre o que fazer." Amanda então virou-se para Edu e disse que ele podia ficar por aqui mesmo, que arrumaria as coisas dele e
não queria mais saber dele em casa. Suspirei aliviado, pois tinha medo que ele quisesse continuar com ela. Como ela o estava dispensando, tudo ficava mais
fácil. As duas levantaram-se e foram embora. Ficamos lá os dois nos olhando com cara de assustados. Edu, recuperando a calma, preparou dois uísques, olhou-me
nos olhos e perguntou: "E agora?" "Agora me dá um beijo e fica perto de mim.... tranca a porta, tira a roupa e vamos beber esse uísque juntos." Nos despimos
e nos sentamos juntinhos no sofá. "Levanta a bunda... deixa eu esquentar meu dedo... preciso te sentir... estou morrendo de medo de te perder." "Vem pra
cama, meu amor... não temos mais que ter medo de nada. Está tudo esclarecido, vamos descansar. Naquela noite fizemos amor como nunca havíamos feito, com
a calma de quem sabe que outras noites viriam. Que todas as noites e dias seriam nossos, que enfim seríamos um casal, vivendo um para o outro. Aquela noite
foi um exercício de adoração ao seu cuzinho, quando não o estava chupando, estava metendo, até cairmos mortos de cansados e adormercermos um nos braços
do outro. Aquela foi a nossa verdadeira noite de núpcias, em que nos entregamos finalmente um ao outro de corpo e alma. Ambos nos divorciamos e passamos
a viver juntos. Isso já faz 2 anos e vivemos em perfeita harmonia. Edu é um pouco volúvel e as vezes sai com outros homens, mas eu passei a entender isso
com naturalidade, e as vezes fazemos "festinhas" em nosso apartamento. É da natureza do macho ser polígamo e não forçamos nossa natureza. Sabemos que amor
mesmo, sentimos um pelo outro. O resto é só prazer. Continuo fissurado em cu, especialmente no dele, mas não dispenso um rosquinha diferente, assim como
ele não dispensa um caralho grande e grosso. Com isso o cuzinho dele vai ficando cada vez mais lindo e perfeito para o amor.
 

CAPÍTULO IV
Nesses dois anos que eu e Edu estamos "casados", aconteceram diversas coisas, como com qualquer casal normal. Sheila se mudou com
as crianças para os Estados Unidos e os vejo nas férias. Renata e Bruno aceitaram a nossa relação e sempre nos visitam, assim como nós visitamos a eles.
Amanda está namorando e parece feliz. De casamento marcado, tirou um peso das costas de Edu. Como vocês sabem, tenho verdadeira tara por cus. Principalmente
o cu de Edu, que é lindo, macio, gostoso. Mas ninguém está livre de uma indisposição. Num sábado a tarde, fomos comer uma feijoada, coisa que Edu evita,
por causa do incômodo intestinal que isso provoca. Mas insisti tanto que ele acabou cedendo, e o que é pior, abusando. Por não estar acostumado, logicamente
passou mal, com uma violenta diarréia e depois uma incômoda colite. Passamos o sábado e o domingo em branco, nem um beijinho pude dar na rosquinha do Edu.
Na segunda, apesar da diarréia ter passado, estava todo assado e com cólicas, e só tirava as calças para ir à privada. E isso arrastou-se pela semana toda.
Tentei ser compreensivo, mas sentia falta. Pensando em me distrair, convidei-o para tomar um chopp e recebi um sonoro não.... fiquei puto da vida e saí
sozinho. Direto para um bar gay que freqüentávamos quando queríamos namorar em público. Chegando lá sozinho, o pessoal não acreditava. Contei o que havia
acontecido, e dando muitas risadas, Rogério, um garoto de 20 e poucos anos abaixou as calças e disse: "Olha só o meu cuzão... mata a vontade." "Se você
está pensando que eu vou meter em você, está enganado, mas se formos lá dentro e você lavar direitinho, posso dar uma olhadinha..." Rogério fez um sinal,
levantou as calças e fomos pra um apartamento que era usado por casais que queriam transar. Lavou cuidadosamente e veio exibindo aquele traseiro liso e
jovem pra mim. Fiquei doido e caí de boca naquele cu rosado e cheiroso. Em minutos estávamos num 69 frenético, ele por baixo, com meu pau fodendo a sua
boca e eu por cima lambendo e enfiando os dedos em seu cu. Não demorou muito, acabei gozando em sua boca. Fiquei ali bolinando seu rabo até meu pau amolecer
em sua boca e levantei-me e voltei pro bar. Não demorou muito para que aparecesse outro garoto me provocando... eu já havia bebido bastante e chamei o
garoto pro quarto e tudo se repetiu. Ou quase tudo, pois desta vez nem as calças eu tirei. Fiquei apenas chupando seu cu por mais ou menos meia hora, pensando
que preferia mil vezes estar fazendo aquilo tudo com Edu. Voltei pra casa meio desenxabido e encontrei Edu dormindo tranquilo. Aninhei-me em seu corpo
e dormi também. No dia seguinte, estava acordando, já eram umas 11 da manhã, Edu entra no quarto aos berros me chamando de pervertido, tarado... as bichas
tinham ligado pra ele e contado o que havia acontecido no bar. Envergonhado, pedi desculpas e prometi que não aconteceria mais, mas ele disse que eu teria
o troco. Quanto mais ele falava, mais meu pinto crescia. Eu só queria pega-lo e enraba-lo e acabar com aquilo de uma vez por todas. Cheguei junto dele,
abracei-o, beijei-o e ele se rendeu. Peguei o tubo de KY que guardávamos para alguma necessidade e com carinho besuntei seu rabinho machucado. Com muito
mais carinho, posicionei meu pau na portinha do seu cu e fui entrando bem devagar. Como era bom estar em casa. Estivesse onde estivesse, se estivesse dentro
do cu de Edu, estava em casa. "Está ardendo muito?" "Só um pouco... dá pra agüentar." "Se quiser que eu tire....." "Pode por mais.... deixa que eu mexo....."
E ia e vinha com sua bunda, agasalhando cada vez mais meu pau morto de saudades e tesão. A saudade era tanta que em 5 minutos estava pronto pra gozar,
então tirei meu pau de dentro dele e gozei na sua barriga. Edu então teve uma cólica violenta e correu pro banheiro. Mais uma semana de resguardo... juro
que nunca sofri tanto.... só me consolava o fato que desta vez ele me deixava lavar e passar pomada no seu cuzinho machucado. Aos poucos fomos voltando
ao nosso ritmo normal, mas jurei que nunca mais o convidaria para uma feijoada!
 
CAPÍTULO V
Aos poucos eu e Edu fomos caindo na monotonia e ele acabou me confessando que as vezes sentia vontade de participar de uma surubinha, só
pra variar... nada de envolvimento, apenas a adrenalina de estar sendo enrabado por alguém que não fosse seu "marido". Fiquei meio invocado com aquilo,
pois, fora aquela vez em que ele ficou doente, nunca havia me aproximado nem desejado mais ninguém que não fosse ele. Com calma e paciência, ele foi me
explicando que não era desejo por uma pessoa específica, era só a vontade de fazer uma farra, coisa de homem, que gosta de uma putaria. Propus a ele então
que fizéssemos uma festinha... convidaríamos alguns rapazes e faríamos a tal suruba que ele tanto sonhava. Esquecemos o assunto por algum tempo, quer dizer,
ele esqueceu, pois eu comecei a pesquisar quem poderia participar da tal festa. Teriam que ser todos ativos, saudáveis, livres de doenças, principalmente
de Aids, pois meu gato adorava beber porra. Em 15 dias estava tudo preparado. Seis homens, todos avantajados, casados, escolhidos a dedo, com exames de
Aids acabados de sair do laboratório, confirmaram a presença naquela noite de sexta feira em uma chácara que eu havia alugado especialmente para esse fim.
Passaríamos lá todo o final de semana e seria uma surpresa para o Edu. Chegamos na chácara, todos já estavam lá bebericando e esperando o homenageado,
que nem desconfiava o que ia rolar. Disse à ele que um amigo havia nos convidado para passar o final de semana no campo e que eu precisava descansar um
pouco. Todos foram apresentados a Edu, e começamos um papo animado sobre a seleção brasileira que andava um fiasco. De repente, Carlos, um mulato com um
pau enorme, uns 28 cm mais ou menos, interrompe o assunto e diz: "Gente.... tô com um tesão.... o que tiver a boca mais bonita vai ter que me pagar um
boquete. Edu!!!!! Você tem cara de quem engole tudo e não engasga!" Edu me olhou meio assustado, mas eu o tranquilizei e disse: "Vai fundo... paga um boquete
pra ele... mas tira a roupa que eu quero dar um beijo no teu cuzinho enquanto você chupa." Edu foi se despindo, ao mesmo tempo que todos fazíamos o mesmo.
Em segundos, éramos 8 homens nus, com os paus duros e prontos pro ataque. Meio zonzo com aquilo tudo, Edu foi em direção Carlos e começou a lamber seu
pau e logo estava com o caralho todo em sua boca. Eu por trás, abria suas nádegas e enfiava a língua, saboreando aquele rabo que em pouco tempo seria penetrado
por todos. Edu, de 4, saboreava aquele caralho enorme e os outros fizeram fila, e um a um foram penetrando no cu de Edu, que rebolava como uma cadela no
cio. Eu apenas observava os homens mudando de posição, ora sendo chupados, ora enrabando o meu querido, que as vezes me olhava agradecido. As vezes, entre
uma penetração e outra, eu ia lá e dava uma deliciosa chupada em seu rabo e passava a vez para outro, até um a um, todos foram gozando em sua boca. Edu
tomou litros de porra e seu cu estava tão aberto que cabia uma mão dentro. Morto de cansaço, levei-o para o quarto, dei-lhe um banho e finalmente o comi.
Meu pau entrava folgado em seu rabo, que mais parecia uma buceta, de tão arrombado que estava, mas meu tesão só aumentava ao me lembrar dele sendo fodido
por todos aqueles garanhões. Quando estava pra gozar, tirei do seu cu e pus em sua boca, e ele mais uma vez engoliu uma porção de porra quentinha e adormecemos
assim, meu pau em sua boca e minha boca em seu cu. Acordamos no sábado e Edu começou a se vestir, o que interrompi, dizendo que ele só andaria nu pela
chácara, e que todos o estavam esperando para continuar a suruba. Ele deu um suspiro profundo e concordou. "Bom dia pra todos!!!!" disse Edu para os seis
que já estavam na varanda. "Bom dia não.... vem dar um beijinho em cada um... todo mundo tem leitinho pro seu café da manhã!!!" E Então Edu teve que ordenhar
todos, com a boca e com o cu, até que todos despejassem o leite em sua boca. Com os ânimos mais calmos, o final de semana correu tranquilo pra todos, menos
pra Edu que não ficava 10 minutos sem que alguém lhe enrabasse. Éramos em 7 homens, todos ativos, e prontos para satisfazer Edu. Fomos embora no domingo
a tardinha, com Edu mal podendo se sentar de tão ardido que estava seu rabo. Havia sido comido de todas as maneiras e por cacetes maravilhosos e enormes,
exatamente como ele sempre havia sonhado. Chegamos em casa e tive a minha recompensa: Edu se lavou cuidadosamente e ofereceu seu rabo todo arrombado pra
mim, que fiquei quase uma hora lambendo e chupando até adormecer minha língua. Depois o comi com amor, na posição mais tradicional, a papai e mamãe, jurando
ama-lo para o resto da minha vida, e prometendo repetir o final de semana sempre que fosse possível.
 
CAPÍTULOVI
Edu ia fazer 50 anos e se aposentara. De repente começou a se sentir velho. A barriga que insistia em aumentar, os sulcos na face se pronunciavam, seus
cabelos já estavam quase que totalmente brancos. Com 47 anos, eu também não ficava atrás. Apesar disso, nosso desejo continuava firme e nos amávamos mais
do que nunca. Tínhamos formado um círculo de amizades, que nos possibilitava trocar de parceiros sem neuras, sempre em grupo. Nossas idas à chácara tornaram-se
freqüentes e estávamos realizados de todas as maneiras: emocionalmente, sexualmente e financeiramente. Tínhamos uma neta linda a quem mimávamos muito e
seguíamos a nossa vidinha regada a sexo. Edu às vezes ficava meio calado, e me perguntava se não pensava em troca-lo por alguém mais jovem, afinal tinha
muita bichinha nova e sarada doida pra dar o rabo pra alguém como eu. Eu nem de longe pensava nisso, amava Edu incondicionalmente, e se ele envelhecia,
eu também envelhecia, de modo que não fazia a menor diferença. É claro que eu já não tinha mais a mesma potência de 5 anos atrás, já não conseguia dar
3 numa noite, e pra satisfaze-lo, passamos a comprar consolos. Pra mim bastava poder chupar seu cuzinho (agora um cuzão...) quando não conseguia ter uma
ereção mais prolongada, mas ele queria mesmo era sentir seu cu todo preenchido o tempo todo. Isso se tornou como uma obsessão para ele. Comecei a pensar
que quem seria trocado seria eu, por alguém mais jovem e mais potente, mas sabia que se isso acontecesse, Edu acabaria por dar com os burros n'água, pois
jamais encontraria alguém tão fiel quanto eu. Conversamos muito sobre isso e sugeri que ele tivesse relações com nossos amigos de suruba, e não me importava
que fosse em casa, mesmo quando eu não estivesse. Afinal ele já não trabalhava mais durante o dia e estava se acabando de tanto de masturbar com aqueles
consolos enormes. Aos poucos Edu foi melhorando seu estado de ânimo e voltou a ser o homem alegre e carinhoso que sempre fora. Sempre tinha um amigo para
come-lo, e passei a gostar de vê-lo bem disposto e me recebendo daquela maneira carinhosa que sempre me recebia quando eu chegava em casa. "O Carlão e
o Anderson estiveram aqui hoje.... você nem imagina a loucura que foi... estou todo doído. Aqueles dois são fogo!!!!!" E me beijava com paixão. Eu então
pedia pra conferir o seu rabinho e ele alegre se punha de 4 no sofá e abria a sua bunda peluda pra mim. Eu então beijava, lambia, enfiava a língua, os
dedos... falava que estava todo aberto, estava lindo. Na verdade, as vezes me sentia mesmo era um corno manso, mas fazer o que? Deixar o Edu deprimido?
Nem pensar! Preferia passar por corno que ter meu querido triste e chorando pelos cantos. Era pica o que ele queria, era pica o que ele teria. E ficávamos
namorando, depois de jantar, até a hora de irmos pra cama e fazermos amor. Edu sempre dizia que ninguém fazia amor como eu, que os outros apenas trepavam
e atolavam o pau no seu cu, enquanto que eu o brindava com todo o carinho e amor que dedicava à ele. E era verdade. Eu era cem por cento dedicado. Até
parece que estava adivinhando o que aconteceria em breve. Uma tarde, cheguei em casa e encontrei Edu deitado, parecendo muito cansado. Perguntei o que
tinha havido, ele então me disse que tinham estado lá 6 dos nossos amigos. Haviam começado a trepar a uma da tarde e só tinham parado a 20 minutos atrás,
e já eram quase 9 da noite. Ele dizia se sentir muito cansado, mas que queria fazer amor comigo antes de dormir. Despi-me e deitei-me ao seu lado, dizendo
que ele não podia abusar daquela maneira. Enchi-o de beijos, e virei-lhe de bruços para me deliciar com seu rabo. Confesso que me assustei com o que vi.
Seu cu totalmente aberto, cabia minha mão lá dentro, que enfiei carinhosamente... ele gemia e pedia que enfiasse mais... fui enfiando até estar com a metade
do meu antebraço enterrado em seu ânus. Ele rebolava e pedia mais. Ele tinha chegado num ponto em que não havia mais limite para sua necessidade de ser
penetrado. Estava doente e precisava se tratar. Mas já era tarde. Não percebi que sua respiração estava mais ofegante do que o normal, pensei que estivesse
apenas excitado, afinal, eu também estava, e louco de vontade de meter, tirei o braço e enfiei meu pau dentro dele. Meti por uns 20 minutos, ele quase
não se mexia, cansaço, eu pensava. Gozei gostoso e o abracei. Beijei sua boca e ele adormeceu nos meus braços. Não acordou mais. Morreu em meus braços,
do jeito que mais gostava: sendo amado. A dor que eu senti não tinha explicação. Chorei, liguei para um hospital e vieram retirar o corpo do meu homem
tão amado. Avisei meu genro e logo estavam Bruno e Renata em casa. Contei à eles o que tinha acontecido e as providências começaram a ser tomadas. Estou
viúvo. Sinto enormemente a falta dele e penso em encontrar outra pessoa para preencher esse vazio. Sei que ele aprovaria e que faria o mesmo. Mas sei também que amor como esse, nunca mais encontrarei.