<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962</id><updated>2012-01-27T18:02:59.063Z</updated><category term='Seu Putão'/><category term='Garanhão do Pai'/><title type='text'>Contos Gay</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>64</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-3330357066802387511</id><published>2011-12-02T23:37:00.002Z</published><updated>2011-12-04T16:58:05.349Z</updated><title type='text'>Assistindo futebol com meu vizinho</title><content type='html'>by. Bruno Totoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já escrevi aqui sobre uma sacanagem que tive com o Marcão.&lt;br /&gt;O cara mora no mesmo prédio que eu, e a gente já tinha tido uma foda, que foi uma das melhores que tive.&lt;br /&gt;Marcão é um morenaço, olhos claro, sorriso de ator de cinema, fortão, sempre bronzeado.&lt;br /&gt;Metido a machão.&lt;br /&gt;Depois de nossa primeira foda o clima ficou um pouco diferente entre a gente, sempre nos encontravamos no elevador, na academia ou na garagem do prédio. Mas aquela afinidade de antes simplesmente sumiu. Não tinhamos assunto e ficava um constrangimento no ar.&lt;br /&gt;Ele com aquele ar mdeio arrogante, machão não tocava no assunto e eu tb não dava o braço a torcer. Era chato isso pq na cama a gente tinha se dado muito bem, tinha sido uma satisfação muito grande e eu queria muito foder com ele. Marcão era muito gostoso e sabia trepar como ninguem.&lt;br /&gt;Um dia, pego o elevador e pra minha surpresa ele estava lá. Tava indo pra academia, com aquele short preto da Adidas, tenis e a camisa do time dele. Por ironia do destino eu estava trajado da mesma forma como ele, mas com a camisa do meu time.&lt;br /&gt;Era a situação ideal pra quebras aquele gelo. Dei o primeiro passo:&lt;br /&gt;- Tu ta achando mesmo que esse seu timeco vai pra Libertadores? kkk&lt;br /&gt;- Melhor brigar pra ir a Libertadores, que brigar pra não ser rebaixado né?&lt;br /&gt;- Ah, sai dessa meu time não sera rebaixado e ainda seremos campeões da Sulamericana...&lt;br /&gt;O papo sobre futebol continuou, fomos conversando juntos até a academia e falamos sobre futebol, nossas mulheres, cerveja, carro... O assunto durou e a distancia entre nós parecia ter acabado.&lt;br /&gt;Na volta para casa, viemos conversando animadamente, até entrarmos novamente no elevador.&lt;br /&gt;Lá dentro ficamos nos olhando nos olhos, o clima foi esquentando, só com o olhar. Fomos nos aproximando um do outro até ficarmos quase com o rosto se tocando, pude sentir a espiração ofegante dele. O beijo era inevitável, nossos lábios se cruzaram com força, sua lingua invadiu a minha boca, nossos corpos se juntaram, sua mão deslizou sobre as minhas costas até chegar na minha bunda.&lt;br /&gt;Ele a apertou, eu gemi no seu ouvido.&lt;br /&gt;Senssação deliciosa, nossos corpos sarados e suados da academia se contorcendo de tesão.&lt;br /&gt;Mordi sua orelha e falei:&lt;br /&gt;- Estava morrendo de saudades desse seu cheiro.&lt;br /&gt;-Por que a gente se afastou?&lt;br /&gt;-Não sei. Só sei que não quero mais ficar sem vc.&lt;br /&gt;Voltamos a nos beijar, quando derrepente, nos lembramos de uma coisa. Estavamos nos dois nos amassando num elevador, com câmera.&lt;br /&gt;PQP, o tesão acabou na hora, bateu uma preocupação danada. A gente simplesmente tava fudido, nego ia pegar as imagens e colocar na net. E a nossa reputação. Eramos dois homens machos, mas tinhamos, noiva, namorada. Foda...&lt;br /&gt;- Cara deixa pra lá isso, foda-se, agora não da mais pra voltar no tempo.&lt;br /&gt;- É vamos rezar pra essa porra não estar funcionando...&lt;br /&gt;- Cara, quermo trepar novamente com vc, vamos marcar putro dia, pq hoje minha noiva esta lá em casa.&lt;br /&gt;- Já é, vamos conversar pelo MSN.&lt;br /&gt;Chegou no meu andar, eu pisquei pra ele. Ele deu um tapinha na minha bunda e eu fui embora.&lt;br /&gt;Entramos na net e ficamos batendo papo até de madrugado sobre o ocorrido. Marcamos de eu assistir o jogo quarta-feira na casa dele e depois do jogo a gente terminar o que começamos no elevador.&lt;br /&gt;Quarta-feira chegou, o dia foi tenso, pois fiquei contando os minutos para chegar a noite e nos vermos.&lt;br /&gt;Cheguei cedo do trabalho, tomei banho, me perfumei, coloquei uma bermuda xadres, a camisa do meu time e sentei no sofá esperando a hora passar. Cinco minutos depois ele me liga e pede pra eu subir um pouco mais cedo.&lt;br /&gt;Não perdi tempo e fui logo.&lt;br /&gt;Chegando lá ele me abre a porta de Havaianas, boné, uma cueca preta boxe e com a camisa do time dele. Caralho, que tesão me deu na hora, fiquei um tempão parado na porta, hipnotizado olhando pra ele. Ele me pegou pelo braço e falou para eu entrar.&lt;br /&gt;A TV já tava ligada no futebol com o Kleber Machado falando um monte de besteiras, sobre a mesinha de centro tinha um balde cheio de Skol e umas besteirinhas pra comer, sentei no sofé e ele disse:&lt;br /&gt;- É, cara se seu time não vencer hoje, adeus 1ª divisão..&lt;br /&gt;- Meu time vai vencer facil, mas se o seu não vencer, Libertadores nem pensar.&lt;br /&gt;Os jogos foram tensos, mas nossos times venceram. O que nos deixou ainda com mais tesão e mais vontade de fuder.&lt;br /&gt;Assim que o árbitro, apitou o final do jogo, ele se sentou ao meu lado no sofá e começamos a nos beijar novamente. beijo dele me fazia delirar, era algo do outro mundo, aquele corpo, sarado e cheiroso sobre o meu, me acariciando. Era magico.&lt;br /&gt;O clima esquentava cada vez mais, ele deitou sobre mim e começou a proferir palavras de putaria no meu ouvido.&lt;br /&gt;Era pura sacanagem, ele me beijava, apertava com os labios meus mamilos, mordia minha orelha.&lt;br /&gt;Estava com seu corpo deitado sobre o meu, segurou meus rosto com as duas mãos, me olhou nos olhos e disse:&lt;br /&gt;- Estou doido por você, teu Filho da Puta.&lt;br /&gt;Quando eu ia responder ele enfiou novamente a lingua na minha boca, um beijo de tirar o folego.&lt;br /&gt;Eu tava ficando puto, pois ele estava me dominando completamente, eu estava ficando sem reação.&lt;br /&gt;Durante toda a semana fiquei planejando tudoo que faria com ele, quando estivessemos a sós.&lt;br /&gt;Eu tinha pensado em colocar logo ele de quatro e meter meu pau todo em seu cu. Mas as coisa estava caminhando em direção contraria.&lt;br /&gt;E o foda era que eu estava gostando de ser dominado.&lt;br /&gt;Sem tirar a lingua da minha boca ele arrancou minha bermuda. Ficamos os dois de cueca. O que não durou muito, pois ele logo tratou de tirar sua cueca boxe, fazendo sua mangueira pular para fora. Olhei para aquela pica e me lembrei novamante da nossa primeira foda, que tinha sido inesquecivel.&lt;br /&gt;Ficamos os dois pelados, apenas com a camisas dos nossos times de futebol. Eramos adversarios em campo, mas na cama não existia mais parceiros que nós dois.&lt;br /&gt;Ele se levandou e sem precisar falar uma palavra eu fiquei de joelhos e meti a boca naquea cobra grande, vermalha e cabeçoda. A medida que sua pica ia entrando na minha boca eu sentia suas veias latejarem dentro de mim.&lt;br /&gt;Chupei tudo sem perder tempo, engolia, chupava suas bolas, lambias sua virilha. Estava matando aquele puto de tesão. Ele gemia alto.&lt;br /&gt;Ele me pegou pelo ombro, me levantou e eu me beijou, sentindo o gosto de seu sexo em minha boca.&lt;br /&gt;Falou ao pé do meu ouvido, vamos pra cama que eu quero trepar.&lt;br /&gt;Fomos para seu quarto, eu já estava com saudades daquela cama King Size, macia, perfeita para nossas sacanagens. Dava mais tesão ainda saquer que era ali que ele fazia amor com a noivinha dele.&lt;br /&gt;Deitamos e ele me mandou ficar de quatro.&lt;br /&gt;Eu tentei protestar, mas ele me beijou novamente - Era impressionante, como o beijo daquele safado me dominava - Não resisti a sua pegada e fiquei de quatro como ele mandou, com a bunda pro alto, ele veio por trás e meteu aquela lingua quente no meu cu. Eu vi estrelas de tanto tesão.&lt;br /&gt;Era uma senssação maravilhosa, ele passeava com a lingua pelo meu rabo, mordia minha bunda, lambuzando-a bastante.&lt;br /&gt;O tesão era tanto que eu gritei:&lt;br /&gt;- Me fode, caralho.&lt;br /&gt;Era tudo que ele queria ouvir. Na mesma hora o safado se posicionou de joelhos atrás de mim e foi me penetrando. Como eu tava com o cu bem molhadinho e cheio de tesão foi só prazer. Ele meteu a cabeçona, que entrou sem dificuldade e nun movimento só meteo o resto.&lt;br /&gt;Eu gemi alto e ele no mesmo instante começou a me bombardear o cu.Era frenetico, parecia que seria a ultima foda de sua vida. Cada estocada que ele dava me jogava longe.Eu não parava de gemer, o que deixave ele com mais tesão.&lt;br /&gt;Não demorou muito e ele disse que ia gozar. Gozou dentro da minha bunda mesmo. Senti seu pau se dilatar e imundar minha bunda de porra.&lt;br /&gt;Que sensação deliciosa.&lt;br /&gt;Caimos os dois na cama, ele ainda deitado sobre mim, sem tirar o pau do meu rabo.&lt;br /&gt;Dez minutos se passaram e fomos tomar banho.&lt;br /&gt;Tiramos nossas camisas e entramos no chuveiro. Tomamos um banho delicioso. Comecei a ensaboar seu corpo, suas costas, fui passeando com o sabonete até chegar em seu cu. Ali fiquei por um bom tempo, aque ouvir um leve gemido. Foi a senha que eu estava esperando pra começar a me divertir com meu alvo principal.&lt;br /&gt;Passei bastante sabonete em seu cu, meti um dedo e ele voltou a gemer.&lt;br /&gt;Falei no seu ouvido.&lt;br /&gt;- Agora esse cu vai voltar a seu meu.&lt;br /&gt;- Me come, porra!!&lt;br /&gt;Não perdi tempo, abri sua bunda e fui enviando. Ele gemeu, fez cara de sor, mas aguentou tudonho sem reclmar. Quando já estava tudo dentro, comecei a bombardea-lo também. Tava muito gostoso, e eu não pude conter o gozo e imundeu seu rabo de porra.&lt;br /&gt;Marcão gemeu feito um bezerro.&lt;br /&gt;Nos abraçamos e nos beijamos com paixão. Após o banho voltamos para cama e passamos a noite toda abraçadinhos.&lt;br /&gt;Após esse dia nossa amizade se estreitou. Não ficou apenas na foda, nasceu um sentimento sincero entre nós....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-3330357066802387511?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/3330357066802387511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=3330357066802387511' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/3330357066802387511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/3330357066802387511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/12/assistindo-futebol-com-meu-vizinho.html' title='Assistindo futebol com meu vizinho'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-1705545611070152073</id><published>2011-11-20T05:10:00.001Z</published><updated>2011-11-20T05:10:53.265Z</updated><title type='text'>No escurinho do cinema</title><content type='html'>Ol&amp;#225;, fazia tempo que n&amp;#227;o me acontecia algo interessante, mas nesse final de semana aconteceu algo surpreendente e aff, eu preciso contar pra algu&amp;#233;m....&lt;br&gt;No s&amp;#225;bado marquei um cineminha com um casal de amigos. Marquei em casa pra tomarmos um aperitivo antes, j&amp;#225; que a sess&amp;#227;o que ir&amp;#237;amos pegar era a da meio-noite.&lt;br&gt;Carlos e Amanda chegaram por volta das 21:00h. Eu ainda n&amp;#227;o estava pronto, pois, tinha tirado uma soneca e tava bem pregui&amp;#231;oso no sofa. Estava de bermuda, camiseta e chinelo. Quando anunciaram a chegada deles, fui recepcion&amp;#225;-los e Carlos comentou! &amp;quot; - Eita, que voc&amp;#234;s estavam fazendo hein! e deu um risinho sacana, e um tapa na minha bunda, na brincadeira. Nos cumprimentamos com um forte abra&amp;#231;o e fiquei louco pelo cheiro de homem m&amp;#225;sculo dele, com sua lo&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#243;s-barba. Pau com pau, no abra&amp;#231;o, o meu dispertou quando senti aquele volume apertar o meu.&lt;br&gt;Fomos pra sala, perguntei o que queriam beber. Carlos aceitou uma dose de uisque e Amanda um vinho. Eu tamb&amp;#233;m me servi com o uisque e minha esposa ja estava tomando um vinho tamb&amp;#233;m.&lt;br&gt;Conversa vai, conversa vem , eu precisava tomar banho e me arrumar. Pedi licen&amp;#231;a a eles, quando Carlos perguntou se podia usar meu computador, pois, precisava fazer uma opera&amp;#231;&amp;#227;o emergencial.&lt;br&gt;Falei que sem problemas, iria pegar meu laptop que estava no quarto e ele logo disse, se n&amp;#227;o for inconveniente poderia usar no quarto mesmo, pois, seria r&amp;#225;pido. Assim fomos pro quarto. L&amp;#225; eu disse pra ficar a vontade que eu ia tomar uma ducha. Passaram-se uns minutos e percebi a porta do banheiro abrir e era Carlos entrando e avisando que j&amp;#225; tinha terminado e estava voltando pra sala.&lt;br&gt;Ahhh, ai tem coisa, pensei. Invadir assim o banheiro! Ent&amp;#227;o fiz cena. Fingi n&amp;#227;o ouvir o que ele tinha dito, for&amp;#231;ando-o a entrar e chegar pr&amp;#243;ximo ao box. E pronto foi o que ele fez. Ficou parado em frente ao box, eu todo emsaboado, logo comecei a mexer no pau. Ele falando comigo e fitando a minha rola. Fiz mais, pedi que abrisse o arm&amp;#225;rio e pegasse um esfoliante.... ele pegou e abri o box pra que ele me entregasse. A essa altura meu cacete j&amp;#225; estava meia bomba, come&amp;#231;ando a se animar.&lt;br&gt;Carlos n&amp;#227;o tirava os olhos de mim e suspirou e disse, deixa eu ir, porque gosto muito de banho e j&amp;#225; tomei o meu, saiu rindo.&lt;br&gt;Sa&amp;#237;mos e fomos ao cinema. Ao sentarmos, Carlos fez quest&amp;#227;o de que ficassemos eu ele juntos um do outro. Sentou minha esposa, eu, ele e a esposa dele. Tinhamos comprado aquele balde de pipocas, 1 pra cada casal. O meu era sem manteiga. Foi quando Carlos comentou, eu vou dividir a pipoca com voc&amp;#234;s, porque a Amanda pediu com manteiga e eu n&amp;#227;o gosto, pode ser? Minha esposa respondeu que sim, pois, dividira comigo, porque ele n&amp;#227;o iria comer.&lt;br&gt;Coloquei o balde de pipocas no meio da perna. E logo apagaram-se as luzes pro in&amp;#237;cio do filme. E Carlos dividia a pipoca comigo. Quando ele comentou baixinho no meu ouvido. N&amp;#227;o fica mexendo esse balde, porque quase que eu peguei outra coisa ao invez de pipoca e rimos.&lt;br&gt;Passaram-se alguns minutos e Carlos passa a m&amp;#227;o no meu pau, quase sem querer e resmunga um OPS!. Dai, eu sem perder tempo, ajeitei o pau de ladinho e ele cresceu. Carlos percebendo acariciava cada vez que pegava um punhado de pipocas. Discretamente, abri os ziper da cal&amp;#231;a e ele come&amp;#231;ou a acariciar mais e mais, metendo a m&amp;#227;o mesmo.&lt;br&gt;Meu cora&amp;#231;&amp;#227;o ia a mil, pois estava ao lado de nossas esposas. Meu pau latejava, quando tomei coragem e coloquei a m&amp;#227;o no pau dele. Ai, ai, ai, que volume, parecia enorme.....&lt;br&gt;Bem, terminou o cinema, fomos ao banheiro, no miquit&amp;#243;rio ele fez quest&amp;#227;o de por todo o pau pra fora, meia bomba, delicioso. E disse baixinho no meu ouvido, na maior ousadia. Imagina ele todinho nessa sua bunda gostosa que voc&amp;#234; tem. ... com uma cara de sacana do caralho!&lt;br&gt;Sa&amp;#237;mos e no elevador, ele falou: &amp;quot; O F&amp;#225;bio t&amp;#225; organizando uma pelada amanh&amp;#227; l&amp;#225; pelas 11:00 hs, voc&amp;#234; vai fazer algo? &amp;quot; Vamos l&amp;#225;? Eu olhei pra minha esposa e ela rindo confirmou, vai, pode ir desde que volte as 2 (da tarde) pro almo&amp;#231;o e olha l&amp;#225; essa pelada hein, e todos rimos.&lt;br&gt;Em casa, n&amp;#227;o conseguia pregar o olho, pensando no que tinha acontecido no cinema, no banheiro e no convite da pelada que com certeza era um pretexto.&lt;br&gt;As dez hora tocou meu celular, era ele, dizendo que estava passando em casa pra me pegar, assim iriamos num carro s&amp;#243;.&lt;br&gt;Arrumei o cal&amp;#231;&amp;#227;o, chuteira, toalha, toda a tralha do futebol e 20 minutos depois, estavamos no carro.&lt;br&gt;Logo ao entrar, ele abriu aquele sorriso, e me disse, nem consegui dormir de tanta ansiedade. Eu disse, &amp;quot; eu tamb&amp;#233;m&amp;quot;, e ele foi logo metendo a m&amp;#227;o no meu pau, por dentro do shorts, e chegando no saco, ro&amp;#231;ou meu cuzinho com o dedo.&lt;br&gt;Ele perguntou, pra que motel, eu disse, vamo embora..... E fomos rumo a Anchieta.&lt;br&gt;Chegamos nos motel, meio com vergonha, os 2, em pleno domingo, a luz do dia. Mas entrando, nos jogamos na piscina, os 2 pelad&amp;#245;es, nos abra&amp;#231;amos, beijamos e ele me confessou que fazia uns 2 anos que me observava na academia, nos churrascos a beira da piscina, no clube, ou seja, nos lugares que frequentavamos juntos, e ficava na d&amp;#250;vida se eu toparia algo ou n&amp;#227;o, at&amp;#233; ontem que ele teve certeza.&lt;br&gt;Eu ia sair da piscina, subindo a escadinha e ele atr&amp;#225;s, me segurou e disse para assim! E come&amp;#231;ou a chupar o meu rabo, de uma forma que eu fiquei louco de tes&amp;#227;o. Sentia sua lingua tocar dentro do meu cu, um del&amp;#237;rio de puro tes&amp;#227;o. Lambuzava meu rabo de uma forma que ele piscava, pedindo por aquela vara que tinha uns 20cm, rosinha, cabe&amp;#231;a pra fora. quase sem pelos.&lt;br&gt;Consegui escapar e fomos pra cama. Na cama, fizemos um delicioso 69. Ele sugava meu pau at&amp;#233; o talo, lambuzava, chupava as minha bolas e metia o dedo no meu cu. Eu quase engasgando com aquela jeba na minha boca, sentia ele pulsar, seus nervos aflorados, parecia ficar mais volumoso a cada sugada que eu dava.&lt;br&gt;De repente, n&amp;#227;o aguentando mais de tes&amp;#227;o ele me virou de costas, cone&amp;#231;ou a chupar meu rabo de novo, ate que eu pedi, mete essa vara no meu rabo agora. Ele obedeceu, colocou a camisinha e como um toque de m&amp;#225;gica, meteu bem devagarinho, aquela jeba toda no meu rabo. Meu cu piscava, mordiscava at&amp;#233; o talo daquele pau delicioso. Ele gemia a cada vez que eu comia aquela rola com o meu cuzinho. Ficamos ali por um bom tempo, em v&amp;#225;rias posi&amp;#231;&amp;#245;es. Quando ele pediu agora &amp;#233; a minha vez, mete sua vara no meu cu, que eu quero gozar com ele dentro.&lt;br&gt;Eu o coloquei de frango assado, chupei aquele cuzinho delicioso, depilado, rosadinho, at&amp;#233; parecia uma buceta de t&amp;#227;o macio que era. Lambuzei tanto e sentia ele piscar a cada lambida. Quando tava bem preparado numa estocada s&amp;#243; meti a minha vara naquele rab&amp;#227;o. De costas, de ladinho, frango assado, de 4. Quando ele gemendo me disse, eu vou gozar.... Eu o virei, coloquei-o na posi&amp;#231;&amp;#227;o de franguinho de novo e meti minha rola no cu dele, ao mesmo tempo que botei a rola dele na minha boca, num contorcionismo surreal. num movimento de vai e vem, ele esporrou na minha boca, um jato quente de porra, fresquinha. Foi um del&amp;#237;rio.&lt;br&gt;Quando eu tava quase gozando ele disse, pode tirar a camisinha e esporrar na portinha do meu cu, eu quero sentir o seu leite quentinho. N&amp;#227;o pensei duas vezes, tirei e meti gostoso, quando ia gozar, tirei o pau, mirei naquele cu que tava aberto e piscando, todo rosadinho e esporrei gostoso, ele chupava a porra com o cu, piscando e escorrendo pelas pernas, mirei meu pau de novo naquele rabo e soquei pra fim de gozo.&lt;br&gt;Uau, tomamos banho e fomos embora. Agora, n&amp;#227;o vejo a hora da proxima foda. Comentei com ele sobre meu sobrinho e ele quer fazer a 3. Vamos ver se vai dar certo, Dai conto pra voc&amp;#234;s!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-1705545611070152073?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/1705545611070152073/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=1705545611070152073' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1705545611070152073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1705545611070152073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/11/no-escurinho-do-cinema.html' title='No escurinho do cinema'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-1554555447491972043</id><published>2011-11-20T05:02:00.000Z</published><updated>2011-11-20T05:03:32.458Z</updated><title type='text'>Enrabados pelo Policial Rodoviário</title><content type='html'>No &amp;#250;ltimo feriado, estava no sitio com a minha familia e no &amp;#250;ltimo dia , meu carro pifou uma pe&amp;#231;a. Cidade pequena, nada aberto, tive que ficar at&amp;#233; 4a. feira, pra arrumar um bom mec&amp;#226;nico. Todos vieram embora e eu fiquei sozinho.&lt;br&gt;No outro dia, j&amp;#225; pela manh&amp;#227;, fui pra cidade com o carro do caseiro procurar o mec&amp;#226;nico que ele indicou. Chegando na oficina, dei de cara com um deus grego. Calma. n&amp;#227;o era o mec&amp;#226;nico n&amp;#227;o, era o filho dele. Ruivinho, uns 1,70, uns 70kg, barriga tanquinho, tava com uma camiseta zuada, justinha uns 3 numeros menor, pernas e bra&amp;#231;os torneados, malhadinho, mas nada exagerado. Tava pagando cofrinho, apertando um pneu. Quando se levantou a 1a. coisa que olhei foi praquele pacote maludo. Ele percebeu e me encarou. Fiquei meio encabulado e virei o olhar.&lt;br&gt;Perguntei sobre o seu fulano e ele disse: _ Meu pai viajou, s&amp;#243; to eu aqui, o que Sr precisa?&lt;br&gt;Expliquei o problema do meu carro e que estava no sitio, e queria ver como podiamos resolver isso j&amp;#225; que tinha que ir embora no maximo no outro dia.&lt;br&gt;Ele ajeitou a mala, alisou a barriga, erguendo a camiseta, com ar pensativo. Aff, eu fiquei de pau duro nessa hora. Dava pra ver os pelinhos ruivos, vindo do saco do muleque. Pensei. ele t&amp;#225; &amp;#233; me provocando.&lt;br&gt;Dai disse: _ O Sr. pode esperar um pouco o dono desse carro vir buscar, acho que uns 15 minutos, dai a gente vai pro seu s&amp;#237;tio e ve o carro. Eu topei e fiquei olhando ele trabalhar. Puxei assunto, falei das mulheres bonitas da cidade, perguntei se ele catava muitas e ele com um sorriso safado disse. Ah, ultimamente chove muito na minha horta, tudo quanto &amp;#233; coisa e riu.&lt;br&gt;Deu brecha, eu perguntei, - Tudo quanto &amp;#233; coisa eh? E voc&amp;#234; encara tudo?&lt;br&gt;-So num encaro coisa feia, e riu. De novo ajeitou a mala, quando percebi que seu volume havia crescido ainda mais.&lt;br&gt;Fiquei secando e ele ajeitando.&lt;br&gt;Demorou um pouco o dono do carro chegou, pegou o carro, o mlk fechou a oficina e fomos rumo ao s&amp;#237;tio.&lt;br&gt;Quase chegando tinha um policial dando sinal pedindo carona. Aquelas fardas justinhas, uma delicia. Quando ele pos a cabe&amp;#231;a dentro da janela, do lado do passageiro, se deparou com com a mala do muleque, ele fixou o olhar deu uma risada e disse: Opa, voc&amp;#234;s est&amp;#227;o animados, deixa pra l&amp;#225;, n&amp;#227;o quero atrapalhar os planos de voc&amp;#234;s, rindo.&lt;br&gt;Eu perguntei, como seu guarda? O Sr. est&amp;#225; indo pra onde? Pois, estamos indo pro Rancho.... Ele disse eu conhe&amp;#231;o, mas vou pra mais longe. Se puderem me deixar usar o banheiro de voc&amp;#234;s, depois, vejo outra carona.&lt;br&gt;Eu respondi, mas &amp;#233; claro, entra ai. Ele entrou, contei sobre meu carro, coisa tal, e logo chegamos.&lt;br&gt;Descemos e mostrei o meu carro pro Felipe, e indiquei que tinha um wc nos fundos da casa, ao guarda.&lt;br&gt;O guarda, pediu que fosse com ele pois, achava chato ir invadindo. Num pensei 2 vezes e fui atr&amp;#225;s, ele entrou no banheiro, deixou a porta semi-aberta e conversando comigo, de prop&amp;#243;sito se virou ainda com o ziper aberto e o pau meia bomba na m&amp;#227;o , deu aquela balan&amp;#231;ada e um sorriso safado. Eu entendi o sinal e j&amp;#225; fui pra perto dele. Peguei aquela rola, e comecei a punhet&amp;#225;-lo.&lt;br&gt;Ele disse, faz minha vara crescer na sua boca, vai gostosinho. Eu peguei aquele pau, delicioso, rosado e meti na boca. Quando ele questionou, os pelinhos do cuzinho do seu amigo &amp;#233; ruivinho tamb&amp;#233;m, como o cabelo dele?&lt;br&gt;Eu respondi, num sei. pois, o conheci agora. Ele ordenou. Vai l&amp;#225;, chama ele.&lt;br&gt;Obedeci e gritei: Felipe, vem aqui. Ele veio. J&amp;#225; meio que entendendo o que tava rolando eu disse. Vamos entrar na casa.&lt;br&gt;Mal fechei a porta, o guarda, j&amp;#225; agarrou o muleque por tras e come&amp;#231;ou a alisar seu pau, sua bunda, tirou a cal&amp;#231;a dele , a cueca, e uauauauauaua.. Que rola, media uns 22cm, rosada, com os pelinhos bem aparados, cor de fogo.&lt;br&gt;O guarda, come&amp;#231;ou a chupar o rabinho dele, e eu fui pra quela vara, enorme, Lambuzei todo aquele cacete.&lt;br&gt;De repente o guarda, empurou ele pra frente, pra que ficasse de 4. Ele obedeceu. A bundinha de garota, redondinha e os pelinhos do cu, poucos, mas cor de fogo tbm. Que tes&amp;#227;o.&lt;br&gt;Foi ai que o Felipe, falou, antes do guarda meter essa vara grande e grossa, poe a sua, que eh menor pra eu acustumar.&lt;br&gt;O guarda aceitou e meteu a vara dele na boca do muleque e eu com aquela bundinha deliciosa na minha frente, lambuzada e arrega&amp;#231;ada pela lingua do guarda, o cuzinho piscava e devolvia aquela baba pra fora. Eu meti com tudo, entrou gostoso. Socava, at&amp;#233; as bolas.&lt;br&gt;Felipe gemia, gritava um pouco, mas o guarda, metia a rola na boca dele e mandava calar a boca. Ordenava que eu socasse com for&amp;#231;a no rabo desse viadinho com pinta de mach&amp;#227;o. Fui ao delirio, e quase gozando o guarda, falou.&lt;br&gt;Perai, agora antes de comer esse viadinho, vou comer voc&amp;#234;, quero que voc&amp;#234; goze na boca dele, com meu pau dentro do seu cu.&lt;br&gt;Eu relutei, tentei negociar, pois, tava com o cuzinho seco, ele meteu a lingua, cuspiu e quando senti, tava aquela cabe&amp;#231;a grossa, na porta do meu cuzinho. Soltei um grito, de dor e prazer ao mesmo tempo, enquanto isso, ainda tava fudendo o cuzinho do Felipe , quando o guarda ordenou. Para e fode a boca desse viado, faz ele tomar todo seu leite enquanto eu fodo esse rabo.&lt;br&gt;Ele metia forte, mas bem gostoso, me acariciava a nuca, os mamilos, o saco, enquanto metia e o Felipe chupava minha rola. Tentei segurar mas n&amp;#227;o deu, esporrei na boca do Felipe, quando ele tava com a minha rola toda na boca, meu cu apertou o pau do guarda, e ele quase gozou e disse, Ae viado, come meu pau com for&amp;#231;a, prende o meu gozo, vai.&lt;br&gt;Gozei gostoso, vendo a boca do Felipe com aqueles labios carnudos todo cheio de porra.&lt;br&gt;O guarda, tirou o pau do meu cu e chamou o Felipe.&lt;br&gt;Agora vem aqui cuzinho de fogo, vou gozar bem gostoso. Trocou a camisinha deu as lambidas de novo e o muleque urrou, pq ele sem d&amp;#243; meteu tudo de uma vez s&amp;#243;. Eu peguei o pau dele de novo. E comecei a chupar sem parar, no embalo das estocadas do guarda no cu do Felipe. Uma delicia. Tomei todo o leitinho do muleque e ainda limpei o pau do guarda, depois que ele gozou na boca do Felipe.&lt;br&gt;Uau, que delicia, contando e relambrando o ocorrido, gozei sem precisar bater acreditam????&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-1554555447491972043?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/1554555447491972043/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=1554555447491972043' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1554555447491972043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1554555447491972043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/11/enrabados-pelo-policial-rodoviario.html' title='Enrabados pelo Policial Rodoviário'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-6327829661838912492</id><published>2011-10-09T22:27:00.001+01:00</published><updated>2011-10-09T22:33:25.022+01:00</updated><title type='text'>Na Igreja de São Jorge</title><content type='html'>Durante o intervalo para o almoço no trabalho, caminhei pelo centro do  Rj.&amp;nbsp; Passei pelo Saara e por fim vi um grande movimento de pessoas na  Igreja de São Jorge, o chamado santo guerreiro.&amp;nbsp; Nesse momento lembrei que  era dia de São Jorge e também lembrei dos fogos e balões que vi na madrugada, os  devotos de São Jorge são muito festeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi dar uma  olhadinha dentro da Igreja, estava cheia e bem cheia com vários tipos de  pessoas: adolescentes, homens, mulheres, senhores e senhoras.&amp;nbsp; Achei tudo  interessante e resolvi entrar.&amp;nbsp; Muito cheia e difícil caminhar dentro da  Igreja, em alguns momentos parecia o metrô do Rj: lotado, com todas as pessoas  uma grudada na outra.&amp;nbsp; Foi nesse instante que senti que um cara estava  atrás de mim. Primeiro temi pela minha carteira de dinheiro, passei a mão para  atrás para assegurar-me que ainda estava lá, ajeitei melhor no bolso e o fato  inusitado: senti a piroca quente do cara que estava me sarrando......Nesse  instante fiquei na dúvida: será mesmo ?&amp;nbsp; Mas depois tive a certeza que o  cidadão não só estava tirando um sarro, como também deveria estar pensando do  quanto gostoso estava sendo, afinal ele não desgrudou de jeito  algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me deixou também excitado, procurei repetir o  mesmo gesto: passar a mão para atrás, fingindo estar preocupado com a carteira e  sentir o "calor humano" daquela piroca.&amp;nbsp; Aliás que piroca estava estufada e  pude sentir o tamanho que não era nada pequena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito  que ele tenha percebido as minhas más intenções ou boas....risos!!!!!!&amp;nbsp; E  repeti várias, várias e várias vezes essa ação. Houve um momento que senti a mão  deste cidadão na minha cintura, puxando-me para atrás para que eu senti-se mais  forte todo o calor humano que ele tinha para dar-me.&amp;nbsp; As pessoas caminhavam  mas eu e ele não, ficamos no meio daquele tumulto fingindo estar prestando  atenção na missa ou nas pessoas ou na decoração, mas a verdade é que estávamos  em um flerte delicioso.&amp;nbsp; Ele me sarrando coladinho com o meu corpo, às  vezes eu segurando o pirocão e punhetando.&amp;nbsp; Quando não satisfeito, já era  hora de mudar a situação, eu me virei para ver quem era: um homem com mais de  1,80 de altura, meio forte e meio acima do peso.&amp;nbsp; Com barba bem feita,  negro e até eu diria: tem um certo charme. Olhei para baixo vi que usava  aliança, igual a mim ele também era casado.&amp;nbsp; Vi o monumento em pé.&amp;nbsp;  Nesse instante houve um certo constrangimento, mas dei um tampinha no ombro dele  como que indicando para irmos para a parede, atrás das pessoas e com isso todos  poderiam olhar para um lado e nós no cantinho poderíamos conversar e nos  curtir.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parcialmente a idéia deu resultado, não  conversamos.&amp;nbsp; Mas nos curtirmos, pois o fundo estava cheio e mais uma vez  ele atrás e eu na frente.&amp;nbsp; Só que agora não foi necessário ele me encochar  com força, eu precionava a bunda contra a piroca dele.&amp;nbsp; Houve um momento  que senti ele segurar-me a cintura como seu estivesse fazendo muito força.&amp;nbsp;  Procurei coloborar e lentamente rebolava minha bunda&amp;nbsp; naquela piroca, foi o  início de gemidos bem baixinho dado pelo negão que estava me tarando.&amp;nbsp; Para  a minha surpresa ou desespero dele, começou a apalpar a minha bunda.&amp;nbsp;  Apertava as minhas nádegas com uma mão grande: FUI A LOUCURA!!!!!!!!!!!!!!!  Chamei-o de imediato para irmos ao banheiro dentro da Igreja de São Jorge, ele  comentou: É pecado.........Eu disse a ele: Vamos...E assim caminhamos para o  banheiro.&amp;nbsp; Para a felicidade nossa estava vazio e mais felicidade ainda os  boxes com vasos tinham portas grandes e tudo que acontecesse seria da forma mais  discreta.&amp;nbsp; Eu entrei e logo depois ele veio.&amp;nbsp; Não houve tempo para  conversas, peguei no zíper da calça, baixei e botei o jebão para fora. Dei uma  sessão de mamada naquele pirocão quente.&amp;nbsp; Por várias vezes arregacei e  linguei a cabeça e olhava para ele.&amp;nbsp; E voltava a sessão de mamada.&amp;nbsp;  Procurei beija-lo, não houve resistência, ele estava&amp;nbsp; louco de tesão pelo  clima proibido e bem fora do comum. Foi nesse instante que dei início a tirar a  minha roupa e a roupa dele.&amp;nbsp; Abri a calça e subi a camisa dele, mamei o  biquinho do peito, ele gemeu baixinho de satisfação.&amp;nbsp; Nos esfregamos como  dois amantes.&amp;nbsp; Tive o prazer de alisar aquela bunda, levemente peludinha do  macho negão, e voltei a mama-lo para deixa-lo no clímax e consegui algo que me  deixa louco: linguar um cuzinho.&amp;nbsp; No instante que mamava o negão, segurei-o  pela cintura e tentei girar o corpo dele, ele permitiu e ofereceu o belo  rabo.&amp;nbsp; Foi uma sessão de linguadas no cuzinho e mordidas.&amp;nbsp; Vi o negão  entrar em desespero, vi o cuzinho piscar para mim e vi que era meu aquele  negão.&amp;nbsp; Peguei da carteira uma camisinha, encapei a minha piroca e comecei  a preparar o negão para ser penetrado, sarrando o bundão e mordendo as  costas.&amp;nbsp; Nada muito difícil conseguir o consentimento dele, difícil foi  penetrar.&amp;nbsp; Ele se posicionou de quatro, mas era super apertado.&amp;nbsp;  Chegou ao ponto de machucar minha piroca, mas com um pouco de insistência e  calma, finalmente senti o calor daquele cuzão e aí foi uma sessão de estocada  dadas bem fortes e às vezes fracas, para não fazer tanto barulho.&amp;nbsp; Mesmo  atrás fudendo o negão gostoso, nos beijávamos intensamente.&amp;nbsp; Ele queria um  macho para possuí-lo e eu dei a ele o que ele queria.&amp;nbsp; Punhetei-o para que  ele ficasse satisfeito tanto quanto eu, e percebi os primeiros guinchos de  leitinho antes de mim.&amp;nbsp; Soquei com força, ignorando a possibilidade da  presença de alguém no banheiro, jorrei leitinho dentro da camisinha.&amp;nbsp; Ficou  bem cheia.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto nos arrumávamos, perguntei o  nome dele.&amp;nbsp; Ele disse: Meu nome é Santo.&amp;nbsp; E eu respondi: O meu nome é  Jorge.&lt;br /&gt;&lt;A  href="mailto:Bandoleiro.br@gmail.com"&gt;Bandoleiro.br@gmail.com&lt;/A&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-6327829661838912492?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/6327829661838912492/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=6327829661838912492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6327829661838912492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6327829661838912492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/10/durante-o-intervalo-para-o-almoco-no.html' title='Na Igreja de São Jorge'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-7681973840149326605</id><published>2011-07-19T04:23:00.001+01:00</published><updated>2011-07-19T04:23:53.747+01:00</updated><title type='text'>Experiência Surpreendente</title><content type='html'>No prédio do Morumbi que eu morava, a síndica tinha contratado um novo  porteiro para substituir o Zé, que havia se aposentado.&lt;BR&gt;O apelido desse novo  porteiro era Tonhão e o aumentativo não era em vão.&lt;BR&gt;Tonhão tinha quase 1,90m  e mais parecia um daqueles "armários" cheios de músculos.&lt;BR&gt;Em poucos dias,  Tonhão já tinha feito amizade com quase todos os moradores do prédio, mas as  poucas vezes que eu tinha conversado com ele, Tonhão me olhava  diferente.&lt;BR&gt;Achava simplesmente que ele não tinha "ido com a minha cara", por  isso só falava o estritamente necessário.&lt;BR&gt;Se passaram alguns meses, até que  aconteceu o inesperado.&lt;BR&gt;Em uma tarde, o elevador tinha quebrado, e eu teria  que descer os 8 andares do meu apartamento até o play-ground para ir à minha  aula de inglês.&lt;BR&gt;Com pressa, já que estava meio atrasado, corria pela escada,  até que me esbarrei com alguma coisa, que mais parecia uma parede e que me  impedia de seguir descendo.&lt;BR&gt;Até que percebi o que tomava minha  frente.&lt;BR&gt;Olhei para cima (tenho 1,67m) e vi Tonhão meio ofegante parado,  olhando pra mim.&lt;BR&gt;Ele me disse que estava subindo e descendo há mais de 1 hora  para levar uns livros que uma moradora do 7º andar tinha lhe pedido.&lt;BR&gt;Me  desculpei por ter esbarrado nele e comecei a descer, até quando ouvi sua voz  grossa me chamar: "Ei, Carlinhos, espere.&lt;BR&gt;Não precisa se desculpar.&lt;BR&gt;Na  verdade, gostei muito de tocar em você".&lt;BR&gt;Parei, achando que não tinha  entendido o que ele falara e pedi para repetir.&lt;BR&gt;Ele balançou a cabeça e  disse: "É isso mesmo, garoto (tenho 20 anos), gostei muito de tocar em  você.&lt;BR&gt;Sempre gostei de mulheres, mas desde o dia que cheguei aqui, senti algo  diferente por você".&lt;BR&gt;Tentei fugir daquela situação, mas ele me segurou pelo  braço.&lt;BR&gt;Como disse, ele era alto e muito forte, e eu era um baixinho que não  poderia fazer nada se aquele cara se segurasse.&lt;BR&gt;Ele me puxou e deu um beijo,  enquanto eu tentava me livrar.&lt;BR&gt;Ele abaixou as suas calça e cueca na altura  dos calcanhares e ficou nu, na minha frente.&lt;BR&gt;Notei que ele era bem moreno e  tinha fartos pêlos no peito e nas pernas, e em cima do sexo.&lt;BR&gt;Seu pau começou  a endurecer e devia medir uns 19 cm.&lt;BR&gt;Neste momento, eu gelei.&lt;BR&gt;Pensava "e  agora, esse cara vai me comer aqui, no meio da escada, onde ninguém pode me  socorrer".&lt;BR&gt;Tentei fugir novamente, mas de novo Tonhão me segurou e me deu um  forte abraço, me dizendo: "Não fuja, Carlinhos, quero você.&lt;BR&gt;Passei muito  tempo sem saber o que fazer, e agora que o destino fez com que ficássemos sós  aqui, não deixarei você por nada".&lt;BR&gt;Vi meus momentos de macho chegarem ao fim,  quando Tonhão tirou minha camisa e abaixou minha calça, me deixando de  cueca.&lt;BR&gt;Até que tive uma surpresa.&lt;BR&gt;Aquela mão enorme começou a massagear  meu membro por fora da cueca.&lt;BR&gt;Aquela massagem começava a fazer com que o  volume dentro da minha cueca começasse a aumentar.&lt;BR&gt;Tonhão abria os olhos,  admirado, enquanto abaixava minha cueca.&lt;BR&gt;Ele viu meu membro totalmente ereto,  o que dá uns 19 cm, desproporcional à minha altura.&lt;BR&gt;"É do mesmo tamanho do  meu, garoto, tem um belo pinto." disse ele, quando ficava de joelhos na minha  frente, admirando meu pau, que podia ser do mesmo tamanho que o meu mas o pau  dele era mais grosso e mais veiudo.&lt;BR&gt;De repente, Tonhão começou a passar a  língua na minha glande e depois foi engolindo meu mastro até encostar na sua  garganta.&lt;BR&gt;Aquele homenzarrão todo, ali, na minha frente, chupando meu  pau.&lt;BR&gt;A partir daí, fiquei relaxado, aquela boca mordia e cuspia meu pau sem  parar, e eu estava adorando aquilo.&lt;BR&gt;"Antes de gozar, me diga, meu baixinho  picudo.&lt;BR&gt;Não quer me ver engolir sua porra?, disse ele.&lt;BR&gt;Balancei a cabeça  positivamente.&lt;BR&gt;Eu não conseguia falar nada a essa altura.&lt;BR&gt;Apenas falei ao  Tonhão quando ia gozar, ele rapidamente com uma mão tirou meu pau da sua boca e  eu acabei esporrando no chão.&lt;BR&gt;Foi quando ele se levantou, olhando pra mim, e  eu me perguntava "o que ele vai querer agora?", aí Tonhão cuspiu na sua mão,  misturando seu cuspe com minha gala que também escorreu pela na mão dele.&lt;BR&gt;Ele  começou a passar aquela mistura no seu ânus, fazendo uma cara de quem quer  mais.&lt;BR&gt;Tonhão começou a me lamber, primeiro meu rosto, depois meu pescoço,  meus peitos, meu umbigo, até chegar em meu pau novamente.&lt;BR&gt;Ele cuspiu na mão  novamente e passou no meu membro, que já estava ereto novamente.&lt;BR&gt;Ele virou-se  de costas, ficou de 4 pra mim, e disse: "Bota esse pauzão aqui.&lt;BR&gt;Quero que  saiba que nunca fiz isso, garoto, portanto, nunca fale nada pra ninguém." Fiz o  que ele mandou.&lt;BR&gt;Meu pau nunca tinha pulsado tanto como naquela tarde.&lt;BR&gt;Me  aproximei daquela bunda morena, encostei a cabeça do meu membro no ânus  dele.&lt;BR&gt;Tonhão mandava eu empurrar logo, que estava sentindo cócegas, e que ele  não agüentava mais de tanto tesão no cu.&lt;BR&gt;Empurrei de vez.&lt;BR&gt;Vi quando ele  rangeu os dentes, pra não gritar de dor.&lt;BR&gt;Perguntei se queria que tirasse, ele  disse que não, agora que tinha entrado devia ser mais fácil.&lt;BR&gt;Comecei a tirar  e botar cada vez mais rápido naquele cuzinho delicioso, quando ele pediu pra  sentar no meu colo.&lt;BR&gt;Achei que não seria possível, já que ele pesava, no  mínimo 100kg, mas foi o que ele fez.&lt;BR&gt;Tinha Tonhão em meu colo como uma  boneca.&lt;BR&gt;Ele começou a cavalgar em meu pau.&lt;BR&gt;Gozou pelo cu, quando senti que  era a minha vez de gozar.&lt;BR&gt;Falei pra Tonhão que ia esporrar, mas ele não se  cansava de galopar.&lt;BR&gt;Até que ele sentiu minha porra entrar no seu corpo,  enquanto eu gritava aquele AHHHHHH do orgasmo, ele se virou e me deu um outro  beijo.&lt;BR&gt;Após tudo isso, Tonhão se levantou, limpou meu pau com um lenço e se  vestiu.&lt;BR&gt;"Já vou.&lt;BR&gt;Esse lenço é pra eu ficar cheirando à noite e lembrar de  você", e desceu as escadas.&lt;BR&gt;Eu fiquei parado ali, por mais uns 5 minutos, sem  acreditar no que tinha acontecido comigo.&lt;BR&gt;Depois também me vesti e voltei  para meu apartamento para tomar um bom banho e descansar. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-7681973840149326605?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/7681973840149326605/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=7681973840149326605' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/7681973840149326605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/7681973840149326605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/07/experiencia-surpreendente.html' title='Experiência Surpreendente'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-7474970295682401685</id><published>2011-07-04T02:15:00.001+01:00</published><updated>2011-07-04T02:15:49.417+01:00</updated><title type='text'>El juego es una perdición</title><content type='html'>Por: CARLOS V&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Soy un joven estudiante universitario del último año  de Ingeniería, alto, rubio de muy buena apariencia y también de muy buen cuerpo,  ya que dedico mis cuantas horas diarias al gimnasio, pero tengo una gran  debilidad y es el juego de caballos, esto realmente me apasiona, tanto que hasta  por ello he perdido&lt;BR&gt;amistades de años. La historia que les cuento pasó  realmente.&lt;BR&gt;Un día después de haber culminado mi rutina de ejercicios en el  gimnasio, fui hacia los vestidores, el cual estaba lleno de hombres, la mayoría  semi desnudos, bien sean porque se habían duchado o por que iban al baño de  vapor , yo por mi parte hice lugar en un banco y comencé a desvestirme, a mi  lado&lt;BR&gt;había un señor, el cual había visto solo algunas veces, ya que no  coincidíamos en los horarios de ejercicios, hasta ese día; este señor se dio  cuenta de las varias gacetas hípicas que tenía en mi poder, y asombrado me  dijo:&lt;BR&gt;- Veo que te gustan los caballos, a lo que respondí:&lt;BR&gt;- Realmente me  apasionan.&lt;BR&gt;- Qué casualidad, respondió, a mí también me gustan los caballos.  Mucho gusto mi nombre es Luis,&lt;BR&gt;- Mucho gusto me llamo Carlos&lt;BR&gt;- Tanto me  gustan los caballos, dijo Luis, que tengo una banca, no sé si la conoces, se  llama El Potro. No podía creer lo que me dijo, ya que ese establecimiento era el  mejor de la ciudad.&lt;BR&gt;- Sí quieres visítame y pasamos un rato  agradable.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Seguimos hablando, de caballos por supuesto, nos duchamos, y  en el transcurso de esta situación pude observar con más detenimiento a Luis,  era un tipo alto, más que yo, de cómo unos 38 años, de muy buen cuerpo, ya que  su musculatura estaba bien formada, de piel blanca y cabello negro, ojos negros  penetrantes&lt;BR&gt;y realmente cautivadores. Algo sentí en ese momento por primera  vez en mi vida y fue una atracción extraña, sentí en los ojos de ese señor un  dominio extraño que de alguna manera me perturbaba, y no sabia por  qué.&lt;BR&gt;Pasaron los días, y decidí ir a la banca de caballos de Luis. El sitio  estaba full de personas apostando. Al ver a Luis, este me hizo señas y me  dirigió hasta su oficina, la cual estaba muy bien decorada, con un aire muy  masculino, y un gran televisor para ver las carreras.&lt;BR&gt;- Siéntate muchacho, me  dijo.&lt;BR&gt;- Quieres tomarte algo. A lo que accedí. Y de su escritorio sacó una  botella de whisky, de la cual tomamos varios tragos.&lt;BR&gt;- Quieres apostar, yo  tengo varios datos buenos.&lt;BR&gt;Sin pensarlo dije que sí, sin saber lo que  ocurriría. Seguimos tomando, los datos que él me proporcionaba eran buenos y  gané muchísimo dinero, más de lo que traía encima. Mientras tanto Luis me veía  cada vez más fijamente, yo sentía su mirada sobre mí, y me sonrojé varias veces,  pero le resté importancia,&lt;BR&gt;durante una de las carreras Luis se acercó a mí y  rozó su cuerpo con el mío, no supe sí fue intencional, pero internamente me  gustó. Que estaba pasando?, yo nunca había sentido estas cosas!, ya que mis  relaciones fueron siempre heterosexuales, este hombre ejercía sobre mí un  dominio tal, que accedía&lt;BR&gt;hacer todo lo que me decía.&lt;BR&gt;Llegó un momento en  que comencé a perder, no sé que estaba pasando, pero la racha de buena suerte,  desapareció a partir de ese momento, perdí todo lo que tenía, pero quería seguir  apostando, era incontrolable esta situación, a lo que Luis me dijo:&lt;BR&gt;- No te  preocupes, muchacho yo te presto todo el dinero que quieras. A lo que accedí,  pero seguí perdiendo, me estaba poniendo nervioso, la adrenalina corría por mi  cuerpo, pero seguía aceptando los préstamos de Luis, era ya más de la media  noche y los clientes ya se habían marchado, era hora de cerrar&lt;BR&gt;el local. No  sabía que hacer ya que debía mucho dinero. Luis me veía fijamente y me hizo una  proposición.&lt;BR&gt;- Muchacho, vamos a apostar en la próxima carrera, sí tu ganas  la deuda queda saldada, pero sí tu pierdes haces todo lo que yo diga; accedí  inmediatamente con la idea de salir de esta situación. Pero que sorpresa, perdí,  que iba hacer Dios mío?.&lt;BR&gt;- Bueno muchacho, me dijo, que vamos hacer.&lt;BR&gt;- Lo  que tu digas, esa fue la apuesta, y soy un hombre de palabra.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;- Espero  que así sea, muchacho, dijo Luis.&lt;BR&gt;Este hombre me seguía mirando, y me  dijo:&lt;BR&gt;- Que buen cuerpo tienes, no en vano has ido al gimnasio,&lt;BR&gt;- Su  cuerpo también es espectacular, le dije un poco asustado.&lt;BR&gt;- No tengas miedo  muchacho. Y acercándose a mí me tomó por los hombros y me pegó contra la pared;  yo me quedé mirando fijamente sus hermosos ojos negros, hasta que sentí como sus  labios tocaron mi boca, la adrenalina me corría por todo el cuerpo, sentí como  su lengua entraba en mi boca, cosa que no me&lt;BR&gt;desagradó. Estaba en sus manos y  me sentí plácido, dominado.&lt;BR&gt;El tomó mi mano y llevándola a su entrepierna  pude sentir un enorme bulto duro como una piedra, no pude contenerme y lo toqué,  por primera vez lo hacía y la sensación fue placentera.&lt;BR&gt;El se bajó los  pantalones, y no pude dar crédito a lo que vieron mis ojos, semejante miembro de  unos 20 Cm. aprisionados dentro de un bóxer, clamando por salir, me acerque y lo  saque, Dios mío que delicia, Luis me tomó por los hombros y me llevó mi cara  hasta su miembro, el cual besé, me pidió que se&lt;BR&gt;lo mamara, lo cual hice con  torpeza inicialmente, lamí, besé y mamé aquel monumento por un buen rato, a lo  que Luis me levantó y me pidió que me desnudara pero muy lentamente, así lo  hice, al igual que hice todo lo que el me pedía, me dejaba llevar por un  experto, que despertó en mí una pasión desmedida.&lt;BR&gt;Desnudo él, desnudo yo, nos  besamos apasionadamente, el recorrió mi cuerpo con su lengua, besó mis pesones,  mi pecho, hasta que se posó sobre mi guevo, yo no lo podía creer, aquella bestia  humana, de musculatura sorprendente, frente a mí mamándome el guevo, era toda  una fantasía, yo me retorcía de placer,&lt;BR&gt;y dada mi poca experiencia en estos  menesteres, al cabo de un buen rato de excelente mamada, sentí que quería  correrme, el se dió cuenta y sacó mi guevo de su boca y me pidió que se lo  echara en la cara.&lt;BR&gt;Exploté casi inmediatamente, sentí un gran placer, mi  semen llenó su cara, a lo que él suspiraba de placer, el se levantó y me besó,  yo sentí el sabor de mi semen en mi boca, y lo lamí. Pero hay no acabó todo, me  tomó por detrás y me acostó en el escritorio, yo me retorcía de gusto, esperando  que me penetrara;&lt;BR&gt;me pidió que me volteara y subiera mis piernas, las cuales  posé en sus hombros, y sentí como su lengua acariciaba mi culo, la sensación fue  más que placentera, m!&lt;BR&gt;e retorcía de inmenso placer, por lo que tuve la mejor  erección que haya experimentado en mi vida, no quería que se apartara, al cabo  de un rato sentí como su inmenso falo se posicionaba en la entrada de mi culo,  erecto, duro, y comenzó a penetrarme, no pude más, y grité, solo alcanzaba a  decir:&lt;BR&gt;- No pares, no pares, métemelo todo.&lt;BR&gt;- Así lo haré contestó Luis,  así lo haré. El dolor era inmenso, creí desfallecer, pero Luis continuaba  penetrándome, al principio me resisití un poco, pero me dejé llevar.&lt;BR&gt;Luis me  decías cosas sucias, tal como: Así te quería tener maricón, sabía que te iba a  tener, tienes el mejor culo del mundo, tan fuerte, y me lo voy a comer todo,  todo será para mí, marico, marico, marico, repetía sin cesar.&lt;BR&gt;Yo contestaba:  sí, soy marico, aprendí contigo, cógeme, termina de metermelo, y así lo hizo el  dolor fue inmensurable, para al poco rato fue desvaneciéndose, solo sentía  placer, Luis metía y sacaba su gran guevo con gran empuje, y gemía de placer, me  envistió durante un buen rato, sentía como sus bolas&lt;BR&gt;golpeban mis nalgas y me  exitaba más, mi mente se nubló, el éxtasis era supremo.&lt;BR&gt;Luis me preguntaba:  Te gusta, muchacho, te gusta, a lo que yo respodí: sí me gusta, dame más  duro.&lt;BR&gt;Mi erección era cada vez mayor sentía una potencia contenida que quería  salir, pero yo también quería sentir, lo que era meter mi guevo en un culo, y le  propuse a Luis que quería cogermelo; se me quedó mirando pensativo y al rato  accedió, según él, nunca lo había hecho, pero que debía existir una  primera&lt;BR&gt;vez, y hoy estaba muy excitado, ya que yo le gustaba mucho, me  dijo.&lt;BR&gt;El se puso en cuatro patas, en el piso, y alzando su culo me mostró su  gran agujero; divino agujero, el cual recibió por primera vez una buena cogida.  Lo penetré rápidamente, sentí como se retorcía del dolor, pero según él, el  dolor más rico del mundo, sentí como el comenzaba a mover el culo para  sentir&lt;BR&gt;más placer, estuve así un buen rato, hasta que no pude más, y descargé  todo mi semen en su culo.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;Luis se levantó rápidamente y me tomó por la  espalda y me puso en cuatro patas nuevamente, levantó mi culo, lo lamió y  nuevamente me volvió a penetrar, con más impetu, con mayor rudeza, pude sentir  el peso de su hermoso cuerpo, su sudor caía sobre mi espalda, yo también sudaba,  hasta que aquel enorme&lt;BR&gt;semen!&lt;BR&gt;tal explotó dentro de mí, su descarga de  semen inundó todo mi ! culo, yo me sentí desfallecer, el placer era máximo,  intenso. Nos miramos fijamente y nos besamos con gran pasión, y Luis dijo: Tu  deuda está saldada, muchacho. Nos vestimos sin dejar de besarnos y tocarnos, me  despedí y me fui.&lt;BR&gt;Durante el camino a casa, reflexioné y pensé en voz alta:  El juego es una perdición, pero que perdición tan divina. Ahora solo pienso en  la próxima vez que vaya a apostar a los caballos en El  Potro.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;FIN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-7474970295682401685?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/7474970295682401685/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=7474970295682401685' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/7474970295682401685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/7474970295682401685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/07/el-juego-es-una-perdicion.html' title='El juego es una perdición'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-2908854644300635476</id><published>2011-06-28T15:03:00.000+01:00</published><updated>2011-06-28T15:04:48.010+01:00</updated><title type='text'>O Zeppelin e o Pirulito</title><content type='html'>Ele era magrinho, meio desajeitado.&lt;BR&gt;Sempre que eu ia lá  ficava olhando, nem sei bem porque.&lt;BR&gt;Um dia, era no meio de um feriadão, fui  consertar o suporte do maleiro da camionete e ele estava sozinho.&lt;BR&gt;Fiquei  sentado no banco enquanto ele arrumava as ferramentas.&lt;BR&gt;Era coisa de serviço  rápido.&lt;BR&gt;Ele estava agachado, com as pernas meio abertas e, de repente, eu  pude ver que a cabeça do pau dele estava assim um pouco aparecendo pra fora do  calção.&lt;BR&gt;Na brincadeira passei rapidamente a ponta do dedo na cabeça e  brinquei O bixo parece que está querendo dar uma voltinha! Ao que ele  respondeu, meio sem jeito - De repente... Nem nos cruzamos o olhar, mas eu  comecei a ficar excitado.&lt;BR&gt;Aí ele levantou e começou a trabalhar no teto,  apertando uns parafusos.&lt;BR&gt;Ficou com o calção bem na altura do meu rosto, uns  poucos centímetros.&lt;BR&gt;Não consegui tirar olhar dali e notei que um volume assim  na horizontal, estava ficando bem marcado.&lt;BR&gt;A estas alturas eu já estava de  pau duro, louco para botar a mão ali.&lt;BR&gt;E a coisa começou a se  avolumar.&lt;BR&gt;Percebi que, de alguma maneira, ele estava ficando também  excitado.&lt;BR&gt;Mais um pouco, a coisa tomando volume, e não resisti.&lt;BR&gt;Passei a  mão de leve e disse - O bixo parece mesmo que gostou da idéia de sair de casa! -  É, faz dias que ele anda quieto, de repente ta querendo sair mesmo! Foi a  senha.&lt;BR&gt;Passei a mão por cima do calção e notei que aquilo era um pouco maior  do que o normal.&lt;BR&gt;Aí apertei a mão para ver a reação dele e vi que ele estava  afim.&lt;BR&gt;Baixei, então, um pouco, o calção dele e o que apareceu foi uma coisa  que eu jamais tinha visto antes igual.&lt;BR&gt;O "bixo", já estava bem grandinho,  ainda não totalmente, e tinha uma forma absolutamente inusitada.&lt;BR&gt;Era assim  com uma cabeça de tamanho médio para grande e mais ou menos comprido.&lt;BR&gt;O  diferente é que era muito grosso no meio, afinando perto da ponta e perto do  talo! Parecia aquele dirigível, Zeppelin! Fiquei enlouquecido.&lt;BR&gt;A estas  alturas ele já tinha soltado as ferramentas e me dado um olhar meio  maroto.&lt;BR&gt;Não tive dúvida, agarrei aquela coisa pela parte mais grossa e pus a  cabeça na minha boca, dando uma gostosa chupada.&lt;BR&gt;Aí eu disse para ele - Vou  levar este bixão para dar uma passeada num lugar que ele não conhece.&lt;BR&gt;- Vamos  lá, que ele já me escapou da jaula! Bom, aí o garoto raquítico, sem jeito, tomou  outra postura.&lt;BR&gt;Virou um macho alucinado.&lt;BR&gt;Pegou meus cabelos com força e  enterrou minha boca naquele pau enorme e disse - Agora tu vai ver o que este  bixo vai fazer.&lt;BR&gt;Eu vou te comer inteirinho, vou rasgar o teu rabo seu  puto.&lt;BR&gt;Todos estes dias tu vem aqui e me deixa com vontade... Hoje tu vai ver  o que eu vou fazer contigo putão... Tu sempre fica me olhando e nunca fez nada,  e eu depois tenho que ir pro banheiro bater uma punheta seu veado.&lt;BR&gt;Hoje eu  vou tirar o atraso... Eu já estava completamente enlouquecido e queria não só  que ele tirasse o atraso, mas que se adiantasse bastante.&lt;BR&gt;Só fiquei pensando  como é que eu ia agüentar aquela coisa enorme no meu cú.&lt;BR&gt;Já tinha levado  outras bem grandes, mas aquela trolha, grossa daquele jeito, ia acabar me  fazendo um estrago grande.&lt;BR&gt;Mas já era tarde para pensar nisto.&lt;BR&gt;Tudo o que  ou queria era meter tudo aquilo para dentro, mesmo que o resultado fosse muito  doloroso.... Ele, enlouquecido, tomado de louca tesão, me esfregou tanto a cara  no pau que eu já estava quase me acabando... - Seu puto, vira de quatro que eu  vou te enfiar tudo... Tu vai ver o que é bom, me deixar tantas vezes no  prejuízo.&lt;BR&gt;Eu obedeci imediatamente .&lt;BR&gt;Me apoiei num banco velho que estava  por ali para deixar as mãos meio liberadas, dei uma cuspida nos dedos e  esfreguei no rabo... - Toca machão, que é todo teu... Só vai com cuidado, que a  tua trolha é de arrebentar.&lt;BR&gt;Aí ele foi entrando, nem tão devagar.&lt;BR&gt;No  começo aquela velha dorzinha que aos poucos vai se transformando em  prazer.&lt;BR&gt;Não demorou muito e aquilo estava inteiro dentro do meu cú.&lt;BR&gt;Uma  sensação muito estranha.&lt;BR&gt;A cada estocada, meu cú alargava e encolhia, ele pra  frente e pra trás, e eu abrindo e fechando.&lt;BR&gt;Uma loucura.&lt;BR&gt;Ele me agarrava  no quadril e puxava forte, quase com violência.&lt;BR&gt;Deu umas cem estocadas, nunca  vi vigor igual.&lt;BR&gt;Ofegava e repetia - Seu veado, quanta punheta eu bati  pensando neste teu cú.&lt;BR&gt;Vou me acabar umas dez vezes dentro do teu rego... E  dele estocar, para frente e pra trás.&lt;BR&gt;E eu alargando e encolhendo.&lt;BR&gt;Cheguei  à beira da exaustão quando ele me puxou forte e enterrando tudo jogou um jato  quente que me inundou todo.&lt;BR&gt;Meu Deus, eu nunca tinha sido trepado tão  selvagemente.&lt;BR&gt;Ele ficou ainda um pouco parado, com tudo aquilo enterrado, me  apertando com força.&lt;BR&gt;Quando tirou, tive que me alargar de novo, mas já não  doía mais.&lt;BR&gt;Aquilo devia ter uns nove ou dez centímetros de diâmetro no  meio.&lt;BR&gt;Meu cú estava virado numa gamela.... Foi aí que ouvimos um barulho  vindo de fora e nos recompusemos rapidamente.&lt;BR&gt;Eu ainda tive tempo de dizer  pra ele - Não pensa que acabou, eu quero muito mais! - Tu vai levar muito ferro  veadinho, eu ainda nem comecei! Ai fui para o banheiro dar uma disfarçada,  fazendo de conta que estava lavando as mãos.&lt;BR&gt;Então deu pra ver que quem tinha  entrado era o irmão dele, mais novo, e tipo físico completamente  diferente.&lt;BR&gt;Meio loiro, alto, mais sarado.&lt;BR&gt;Eu já tinha visto ele outras  vezes na oficina e pra dizer a verdade até tinha me ligado nele mais nele que no  Zeppelin.&lt;BR&gt;Eu acho que ele sacou alguma coisa, porque deu um sorrizinho para  mim, mas fez que não entendeu nada e foi logo trabalhar num outro carro que  estava um pouco mais para trás.&lt;BR&gt;Eu fiquei olhando aquele corpo malhado, ele  estava de havaianas e só de calção.&lt;BR&gt;Aí eu pensei "isto virar uma  suruba!".&lt;BR&gt;Nem falar que vou perder esta oportunidade! Fui pra lá puxar  assunto, tipo "como e que a gente passa esse polidor" A pergunta foi tão idiota  que ele deu mais uma risada e descontraiu.&lt;BR&gt;Disse, "pega aqui que eu vou te  ensinar".&lt;BR&gt;Pos um paninho na minha mão e agarrado no meu punho começou a  esfregar a lataria.&lt;BR&gt;Aquele movimento ritmado me fez logo endurecer o  pau.&lt;BR&gt;Vi que era impossível ele não estar afim e comecei a esfregar minha  bunda no pau dele.&lt;BR&gt;Ele respondeu imediatamente, me apertando.&lt;BR&gt;A estas  alturas eu perdi o resto da vergonha e me virei pra ele, beijei sua boca  enquanto agarrava com toda a vontade o pau dele, que já estava ficando  duro.&lt;BR&gt;Fiquei acariciando e o tirei para fora.&lt;BR&gt;Era completamente diferente  do do irmão.&lt;BR&gt;Era fininho, mas bem mais comprido.&lt;BR&gt;Fiquei imaginando aquela  pontinha fazendo cócegas lá no fundo do meu cú , por trás do meu umbigo.&lt;BR&gt;Me  virei e disse pra ele meter com toda a vontade.&lt;BR&gt;O que ele fez na  hora.&lt;BR&gt;Numa estocada entrou tudo, sem dificuldade.&lt;BR&gt;- Pelo visto o Carlinhos  já andou por aqui! Teu cú tá completamente arrombado! Eu fiquei me apertando  para abrigar aquele pirulito com mais aconchego.&lt;BR&gt;Era tão comprido que entrar  era uma viagem e sair era outra.&lt;BR&gt;Eu já não me agüentava mais de pé e ele pra  dentro e pra fora.&lt;BR&gt;Quando ele se acabou, a folga era tanta que a porra  escorreu toda, lambuzando as minhas pernas.&lt;BR&gt;Então eu pensei "Só falta a  suruba!" - Carlinhos, vem cá! Ele não levou um segundo.&lt;BR&gt;Me meti a chupar o  pirulito enquanto o Carlinhos me meteu de novo.&lt;BR&gt;O pau do alemão era tão  comprido que eu enfiava ate o fundo da garganta e ainda sobrava  metade.&lt;BR&gt;Ficamos ali naquela trocação acho que mais uma meia hora, ate que eu  quase desmaiei.&lt;BR&gt;Quando eu estava deitado o puto do alemão, pra me enlouquecer  de vez, ainda ficou chupando meu peito.&lt;BR&gt;E o Carlinhos, pra minha surpresa, se  meteu a chupar o meu pau.&lt;BR&gt;Se existe realmente o paraíso, era aquilo ali.&lt;BR&gt;E  assim continuamos ate que o cansaço nos derrubou.&lt;BR&gt;Ate uma cochilada eu dei  pra me recompor.&lt;BR&gt;Quando sai da oficina e cheguei na primeira esquina me deu  vontade de bater num carro só pra ter que voltar correndo pro conserto.&lt;BR&gt;Mas  naquele dia eu não ia mais agüentar.&lt;BR&gt;Um carro, pra ser bem cuidado, deve ser  polido umas duas vezes por semana, e qualquer arranhãozinho tem que ser  consertado imediatamente.&lt;BR&gt;É o que eu tenho feito com o meu... &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-2908854644300635476?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/2908854644300635476/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=2908854644300635476' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2908854644300635476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2908854644300635476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/o-zeppelin-e-o-pirulito.html' title='O Zeppelin e o Pirulito'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-2304512931389720015</id><published>2011-06-25T18:42:00.000+01:00</published><updated>2011-06-25T18:43:32.741+01:00</updated><title type='text'>O Cavalo Matuto (homo + zoofilia)</title><content type='html'>Todos os dias Nilson era acordado pelo canto do galo. O infeliz tinha que pousar extamente na dire&amp;#231;&amp;#227;o da janela do seu quarto antes de cacarejar antes mesmo do sol nascer. E mesmo nas f&amp;#233;rias, Nilson se levantava e ia ajudar o pai nos afazeres da ro&amp;#231;a.&lt;br&gt;O rapaz estudava na cidade, e o pai j&amp;#225; havia dito que ele n&amp;#227;o precisava ajudar em nada. Mas ele preferia isso a ficar rolando na cama sem dormir. Quando fazia isso, acabava brincando demais com a rola e gozava no len&amp;#231;ol. Na ro&amp;#231;a pelo menos ele n&amp;#227;o se distraia pensando em putarias.&lt;br&gt;Naquela manh&amp;#227; n&amp;#227;o foi diferente. Pulou da cama e foi labutar no galinheiro. Trocou a &amp;#225;gua, derramou mais um saco de milho e ainda teve que se desviar das galinhas, pois esqueceu de usar a artimanha de fechar a porta na hora de colocar o milho. Quase levou um tombo ao mesmo tempo que o galo cantou novamente, como quem zomba do inimigo.&lt;br&gt;Quando terminou com as penosas, encontrou com o pai saindo da casa:&lt;br&gt;- Uai, menino. Tu j&amp;#225; t&amp;#225; na lida essa hora? - perguntou o homem enfiando a camisa dentro das cal&amp;#231;as - E hoje &amp;#233; domingo!&lt;br&gt;Nilson j&amp;#225; n&amp;#227;o se importava com aquilo, mas no fundo sonhava com o dia em que se tornaria doutor ou alguma outra coisa na cidade, e fosse morar l&amp;#225; de uma vez.&lt;br&gt;- Pois &amp;#233;, pai. O Catur&amp;#237; cantou de novo perto de minha janela e eu acabei acordando cedo.&lt;br&gt;- Galo desgramado - praguejou o pai de Nilson - Qualquer hora mando fazer uma canja dele.&lt;br&gt;Os dois riram e o velho pediu para o filho procurar J&amp;#250;lio, filho da cozinheira, para ajud&amp;#225;-lo a cuidar do Matuto, o cavalo mais velho do lugar. O rapaz n&amp;#227;o tinha pr&amp;#225;tica e mesmo assim teimou em cuidar do bicho. Nilson ficou preocupado e concordou em ajudar.&lt;br&gt;J&amp;#250;lio n&amp;#227;o crescera ali na ro&amp;#231;a, como ela. tinha ido embora com o pai ainda pequeno. Isso foi muito antes de Nilson nascer. A diferen&amp;#231;a de idade entre os dois era de 16 anos. O mais engra&amp;#231;ado dessa hist&amp;#243;ria, &amp;#233; que os dois se pareciam muito, o que sempre foi motivo de desconfian&amp;#231;a da m&amp;#227;e de Nilson, que acreditava piamente que o marido tinha comido a cozinheira. N&amp;#227;o s&amp;#243; ela, mas muitos outros trabalhadores dali e vizinhos do lugar. Mas a verdade &amp;#233; que isso era apenas uma coincid&amp;#234;ncia. Os dois se pareciam, &amp;#233; verdade, mas nem o mesmo tipo sangu&amp;#237;neo eles possu&amp;#237;am.&lt;br&gt;Nilson procurou no cocho, mas J&amp;#250;lio devia ter acordado bem mais cedo do que ele, pois o cavalo j&amp;#225; n&amp;#227;o estava l&amp;#225;. Nilson foi andar em busca dos dois. Certamente tinham ido para a beira do riachinho, atr&amp;#225;s do morro. A pior parte era ter que atravessar a matinha pra chegar. Diziam que tinha cobra e o rapaz morria de medo de cobra. Mesmo assim foi.&lt;br&gt;N&amp;#227;o tinha muito amizade com J&amp;#250;lio, pois passava a maior parte do tempo longe da ro&amp;#231;a, mas era  suficiente para se audarem e alimentar uma prosa boa.&lt;br&gt;Ainda de longe, de dentro da matinha, avistou a cabe&amp;#231;a de Matuto. O cavalo estava parado e J&amp;#250;lio perecia estar dando banho no bicho. Nilson foi na dire&amp;#231;&amp;#227;o dos dois, j&amp;#225; pensando em ajudar e tomar ele mesmo um banho de riacho. Foi tratando de tirar a camisa. Mas a vis&amp;#227;o que teve o deixou intrigado: J&amp;#250;lio estava de c&amp;#243;coras ao lado do animal e parecia realmente que estava dando banho no bicho, mas n&amp;#227;o era.&lt;br&gt;Nilson se escondeu atr&amp;#225;s do tronco de uma &amp;#225;rvore e ficou ali, a cerca de dez metros observando aquilo. N&amp;#227;o consegui ver direito, mas definitivamente n&amp;#227;o era um banho que o cavalo estava tomando. N&amp;#227;o havia &amp;#225;gua, ele n&amp;#227;o estava molhado e a dist&amp;#226;ncia at&amp;#233; o riacho era ainda bastante grande. Foi quando ele viu o que estava acontecendo: J&amp;#250;lio estava bolinando o cavalo Matuto.&lt;br&gt;Nilson sentiu as pernas faltando e quase se deixou ser descoberto. Conseguiu disfar&amp;#231;ar e ficou olhando com um olho s&amp;#243;, escondido atr&amp;#225;s do tronco da &amp;#225;rvore. O que ele via era algo que s&amp;#243; havia visto quando eles iam colocar o bicho pra cobrir alguma &amp;#233;gua: J&amp;#250;lio segurava o enorme cacete do animal, e fazia movimentos de vai-e-vem. Mas ali nao havia &amp;#233;gua nenhuma. Ele n&amp;#227;o estava preparando o bicho para a cruza.&lt;br&gt;De longe ele podia ver que da ponta do cacete do cavalo sempre pingavam umas gotas que ele achou serem o esperma do bicho. E surpreso, viu j&amp;#250;lio enfiar a boca na ponta do cacete do cavalo. Ele tentava abocanhar aquele membro gigantesco, mas era imposs&amp;#237;vel. Ele se lambuzava inteiro com aquele l&amp;#237;quido.&lt;br&gt;Nilson ficou olhando algum tempo e, quando se deu conta, estava dento uma ere&amp;#231;&amp;#227;o. DE alguma forma, aquilo o deixou de pau duro. Continuou olhando e, por cima da cal&amp;#231;a, come&amp;#231;ou a apertar o pau, que j&amp;#225; estava completamente teso. Sem querer pensar demais, tirou o pau pra fora quando viu J&amp;#250;lio abaixar a cal&amp;#231;a e come&amp;#231;ar a passar o pau do bicho na bunda. Era &amp;#243;bvio que uma piroca daquele tamanho jamais iria entrar no cu dele, mas ele parecia querer apenas sentir.&lt;br&gt;Nilson continuou sua punheta enquanto via aquela doideira. De repente, um estalo ecoou at&amp;#233; a beira do riacho. Nilson pisou sem querer em um graveto seco. J&amp;#250;lio se assustou, largou o pau do cavalo, levantou depressa a cal&amp;#231;a, e gritou em sua dire&amp;#231;&amp;#227;o:&lt;br&gt;- Quem t&amp;#225; a&amp;#237;?&lt;br&gt;Nilson tentou esconder. Mas n&amp;#227;o teve jeito. J&amp;#250;lio correu at&amp;#233; ele e o derrubou no ch&amp;#227;o fofo quando ele tentou fugir:&lt;br&gt;- Por favor, seu Nilson - pediu J&amp;#250;lio com a voz embargada - N&amp;#227;o conta nada pra ningu&amp;#233;m n&amp;#227;o, pelo amor de Deus!&lt;br&gt;O rapaz parecia apavorado. Nilson olhou para o rosto daquele homem que o derrubara e agora estava ali, por cima dele pedindo desesperadamente que ele n&amp;#227;o falasse nada a ningu&amp;#233;m sobre o que havia presenciado.&lt;br&gt;- Calma, Juli&amp;#227;o - disse Nilson segurando os bra&amp;#231;os do rapaz - Eu n&amp;#227;o vou contar nada, nem vi nada!&lt;br&gt;Claro que Julio n&amp;#227;o acreditou que o rapaz nao tinha visto aquela putaria. Mas resolveu se acalmar. Nilson podia sentir o aroma do cacete do cavalo exalando do rapaz. Do rosto, das m&amp;#227;os, do corpo. Eles se sentaram ali mesmo, frente a frente, e Nilson perguntou:&lt;br&gt;- Por que voc&amp;#234; tava fazendo aquilo?&lt;br&gt;O rapaz ficou corado, n&amp;#227;o sabia o que responder. Para Nilson foi f&amp;#225;cil deduzir o que J&amp;#250;lio gostava. Ele era bonito, bem apessoado. Forte, at&amp;#233; um pouco musculoso, bronzeado pelo sol que tomava todos os dias. Tinha tra&amp;#231;os que facilmente poderiam garantir um lugar de destaque em algum concurso de beleza. Era m&amp;#225;sculo, macho, homem. As mulheres das redondezas ficavam loucas por ele, e as not&amp;#237;cias que corriam era de que ele pegava todas sempre que tinha oportunidade. E agora ali estava o maior comedor da ro&amp;#231;a pego no flagra mamando um cavalo. Era claro que ele queria sentir alguma coisa nova.&lt;br&gt;Nilson se inclinou pra tr&amp;#225;s, e ainda sentado no ch&amp;#227;o, passou a m&amp;#227;o no pau por cima da cal&amp;#231;a e disse sem o menor pudor:&lt;br&gt;- Tanta coisa mais f&amp;#225;cil pra voc&amp;#234; pegar...&lt;br&gt;J&amp;#250;lio olhou assutado para o rapaz, que continuava amassando o pau por cima da cal&amp;#231;a apertada. &amp;#224;quela altura, o cacete de Nilson j&amp;#225; estava a ponto de estourar a cal&amp;#231;a. Diga-se de passagem, n&amp;#227;o era um pau nada pequeno. Podia at&amp;#233; ser uma lenda, mas ele vinha confirmar a lenda de que &amp;quot;menino da ro&amp;#231;a te pau grande&amp;quot;.&lt;br&gt;- Pode pegar - insistiu ele quando viu que J&amp;#250;lio estava sem gra&amp;#231;a.&lt;br&gt;J&amp;#250;lio n&amp;#227;o fez nada. Foi quando ouviu a chantagem do rapaz:&lt;br&gt;- Pode pegar, uai. Voc&amp;#234; n&amp;#227;o disse que n&amp;#227;o era pra contar a ningu&amp;#233;m? Ent&amp;#227;o pega aqui.&lt;br&gt;J&amp;#250;lio n&amp;#227;o sentiu raiva daquilo, pois por dentro ele queria mesmo pegar. Mas n&amp;#227;o queria dar o bra&amp;#231;o a torcer. Soltou entre os dentes uma frase para disfar&amp;#231;ar seu desejo:&lt;br&gt;- Fila da puta.&lt;br&gt;O rapaz levou a m&amp;#227;o at&amp;#233; a cal&amp;#231;a de Nilson e come&amp;#231;ou a amassar aquela pica grossa e dura, enquanto ele se reclinava mais para tr&amp;#225;s e gemia. Depois de algum tempo, o pr&amp;#243;prio J&amp;#250;lio surpreendeu: abriu o z&amp;#237;per da cal&amp;#231;a do rapaz e tirou a pica dele pra fora. Olhou espantado, pois era maior at&amp;#233; mesmo do que a sua, que n&amp;#227;o era nada modesta.&lt;br&gt;- Gostou dela? - perguntou Nilson - &amp;#201; sua, faz o que quiser.&lt;br&gt;E ele fez. Mergulhou de boca naquela pica dura, fazendo Nilson soltar um gemido forte de tes&amp;#227;o. A boca macia de J&amp;#250;lio engolia quase a pica inteira. Era surpreendente a profundidade da boca do rapaz. Ele quase sentia os pentelhos ro&amp;#231;arem os l&amp;#225;bios de J&amp;#250;lio.&lt;br&gt;- Chupa, safado - sussurrava Nilson - mama minha vara bem gostoso.&lt;br&gt;A boca de J&amp;#250;lio era muito quente e macia. E ele parecia ter experi&amp;#234;ncia em chupar. Foi quando Nilson se lembrou do cavalo. Afatou o rapaz com um pux&amp;#227;o e se levantou dizendo:&lt;br&gt;- Vem c&amp;#225;. Quero ver como voc&amp;#234; faz com o bicho.&lt;br&gt;Os dois foram at&amp;#233; onde Matuto estava. De p&amp;#233;, Nilson mandou que ele continuasse chupando. Ele obedeceu, se ajoelhando perto do rapaz. Ao mesmo tempo, J&amp;#250;lio procurou a pica do cavalo e come&amp;#231;ou a amass&amp;#225;-la. O bicho ficou logo assanhado, botando pra fora quela mangueira enorme e grossa. Nilson se arriscou a pegar no pau do cavalo enquanto J&amp;#250;lio o chupava, mas n&amp;#227;o gostou muito. Preferiu a vis&amp;#227;o de J&amp;#250;lio fazendo aquilo e teve uma id&amp;#233;ia. Deitou-se no ch&amp;#227;o e falou:&lt;br&gt;- Quero comer seu cu e quero te ver chupar o cavalo.&lt;br&gt;J&amp;#250;lio n&amp;#227;o falou nada. Apenas desceu as cal&amp;#231;ar, deixando para fora aquele enorme cacete moreno. Lambuzou de cuspe o olho do cu e, abaixando de c&amp;#243;coras sobre o acecete duro deNilson, engolou-o com o cu de uma s&amp;#243; vez. Parecia que ele j&amp;#225; tinha o costume de fazer aquilo.&lt;br&gt;A vis&amp;#227;o de Nilson era demais: um homem macho, forte, sentando em seu cacete duro. Dali ele ainda podia ver a rolona de J&amp;#250;lio balan&amp;#231;ando enquanto ele fodia gostoso. E se olhasse para cima, veria o pau do cavalo babando na cara de J&amp;#250;lio, que chupava e mamava aquela jeba gigante.&lt;br&gt;N&amp;#227;o deu outro: o tes&amp;#227;o foi aumentando, aumentando e Nilson gozou dentro do rabo de J&amp;#250;lio, que s&amp;#243; disse uma palavra:&lt;br&gt;- Del&amp;#237;cia!&lt;br&gt;E gozou em jatos no peito e na barriga de Nilson.&lt;br&gt;A manh&amp;#227; terminou com um banho de riacho, e a promessa de que, com cavalo ou sem cavalo, eles iriam &amp;quot;fazer osadia&amp;quot; todo dia...&lt;br&gt;Adriano Pinto&lt;br&gt;Publicado no Recanto das Letras em 09/09/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-2304512931389720015?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/2304512931389720015/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=2304512931389720015' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2304512931389720015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2304512931389720015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/o-cavalo-matuto-homo-zoofilia.html' title='O Cavalo Matuto (homo + zoofilia)'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-1075242239052125411</id><published>2011-06-25T18:22:00.002+01:00</published><updated>2011-06-25T19:41:51.202+01:00</updated><title type='text'>Tadeu</title><content type='html'>Eu estava de f&amp;#233;rias, meus amigos tinham viajado e eu estava sem o que fazer em casa. Foi ent&amp;#227;o que meus tios Andr&amp;#233; e D&amp;#233;bora me convidaram para eu ir &amp;#224; fazenda deles. No in&amp;#237;cio estava desanimado, mas depois comecei a me recordar das lembran&amp;#231;as daquela fazenda, onde me divertia todos os anos quando era crian&amp;#231;a. Resolvi, ent&amp;#227;o, aceitar o convite. No dia seguinte est&amp;#225;vamos viajando, n&amp;#243;s tr&amp;#234;s. Menos de 4 horas depois, chegamos l&amp;#225;. Quando sa&amp;#237; do carro, n&amp;#227;o acreditava no que via. Tudo parecia estar exactamente como h&amp;#225; 15 anos atr&amp;#225;s. Me lembrei da vaca que eu tirava leite, das galinhas que corria atr&amp;#225;s, da laranjeira... Ah, tem tamb&amp;#233;m Ant&amp;#244;nio, que cuidava da casa, e seu filho Tadeu, com quem eu brincava muito. Quando entramos na casa, l&amp;#225; estava seu Ant&amp;#244;nio, j&amp;#225; com os cabelos grisalhos. &amp;quot;- Cad&amp;#234; Tadeu, seu Ant&amp;#244;nio?&amp;quot; Perguntei. &amp;quot;- Deve estar chegando, Carlos, ele est&amp;#225; olhando a planta&amp;#231;&amp;#227;o de milho.&amp;quot; Respondeu ele, sorridente por estar me vendo. Tia D&amp;#233;bora mostrou o quarto onde eu iria dormir e deixar minha mala. Fiquei l&amp;#225; dentro, olhando a paisagem pela janela, quando ouvi uma voz grossa: &amp;quot;Oi amigo Carlos&amp;quot;. Era Tadeu, que estava na porta do quarto. Olhei ele de baixo pra cima. Tinha-se tornado um hom&amp;#227;o alto e forte como um touro. Nos abra&amp;#231;amos. &amp;quot;H&amp;#225; quanto tempo, amigo&amp;quot;. Disse ele. &amp;quot;&amp;#201; verdade, Tadeu, mais de quinze anos, tinha onze anos e voc&amp;#234;, dez, n&amp;#227;o era? &amp;quot;Isso mesmo. Pena que agora tenho muito trabalho, Carlos, &amp;#224; noite volto aqui para conversarmos, t&amp;#225; bom?&amp;quot; Confirmei com a cabe&amp;#231;a. Fiquei o dia todo esperando pela volta de Tadeu. Enquanto jant&amp;#225;vamos, ele chegou. &amp;quot;Senta a&amp;#237;, Tadeu, deve estar com fome.&amp;quot; Disse minha tia. Ele sentou e, enquanto jant&amp;#225;vamos, relembr&amp;#225;vamos nossa inf&amp;#226;ncia naquela fazenda. Aos poucos, todos foram dormir, at&amp;#233; ficarmos eu e o Tadeu, quando come&amp;#231;ou a chover muito forte. Percebi que ele tinha ficado preocupado por causa da chuva e disse: &amp;quot;Vamos para meu quarto, Tadeu, voc&amp;#234; dorme aqui e amanh&amp;#227; cedo vai para sua casa, sen&amp;#227;o vai se molhar todo e pode pegar um resfriado.&amp;quot; Ele topou e fomos para meu quarto. Deitei na minha cama e ele ficou em um colch&amp;#227;o, ao lado. &amp;quot;Quer um pijama?&amp;quot; perguntei. &amp;quot;N&amp;#227;o, durmo de cueca mesmo, Carlos, voc&amp;#234; se incomoda?&amp;quot; &amp;quot;Claro que n&amp;#227;o&amp;quot; respondi. E dormimos. No dia seguinte, acordei bem cedo, levantei da cama com cuidado, para n&amp;#227;o acordar o Tadeu. Fiquei olhando para ele. Ele estava de costas, s&amp;#243; vestindo sua cueca. Seu corpo era todo musculoso, bem peludo, e com uma bunda linda... Na mesma hora fiquei excitado e ao mesmo tempo culpado, j&amp;#225; que ele era um amigo de inf&amp;#226;ncia. Fui tomar um banho, onde bati uma punheta em homenagem a meu amigo. Sa&amp;#237; do banheiro e Tadeu j&amp;#225; tinha ido, e deixado um recado com meu tio que voltaria mais tarde. Tomei meu caf&amp;#233; e resolvi dar uma volta na fazenda, quando me deparei com uma cena que me impressionou: Tadeu estava ajoelhado batendo uma vigorosa punheta para um cavalo. A dimens&amp;#227;o do mastro do animal era assustadora e me hipnotizava. &amp;#171;Curioso, me aproximei. Quando me viu, Tadeu ficou assustado. Primeiro ficou me olhando sem saber o que dizer. Depois se levantou e veio em minha dire&amp;#231;&amp;#227;o, muito nervoso. &amp;quot;N&amp;#227;o conte pra ningu&amp;#233;m, Carlos, por favor.&amp;quot; Disse ele. Olhei pra ele e disse: &amp;quot;N&amp;#227;o se preocupe, amigo, n&amp;#227;o vou contar nada se voc&amp;#234; me fizer o que eu quiser&amp;quot; - disse brincando. &amp;quot;O que voc&amp;#234; quer, Carlos?&amp;quot; &amp;quot;Quero que voc&amp;#234; me fa&amp;#231;a o mesmo que voc&amp;#234; estava fazendo com o cavalo. Brincadeira, amigo, n&amp;#227;o precisa fazer nada, n&amp;#227;o.&amp;quot; Disse a ele, sorrindo. Sem esperar, Tadeu respondeu: &amp;quot;Adoraria, amigo.&amp;quot; Fiquei sem rea&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;quot;Observei voc&amp;#234;, ontem a noite, Carlos. Sempre tive muita vontade de me entregar a um homem, e voc&amp;#234; me deixou com o maior tes&amp;#227;o.&amp;quot; Na mesma hora, fiquei excitado, deixando Tadeu perceber o volume que se formava em minha cal&amp;#231;a. &amp;quot;&amp;#201;, mas n&amp;#243;s s&amp;#243; somos amigos, n&amp;#227;o &amp;#233;, Tadeu ? Tenho que ir almo&amp;#231;ar, tchau.&amp;quot; E fui para a casa de meus tios. O dia inteiro, a cena de meu amigo com o cavalo n&amp;#227;o sa&amp;#237;a da minha cabe&amp;#231;a. Mas nessa noite Tadeu n&amp;#227;o apareceu para jantar como de costume e fui dormir ansioso. De repente, no meio da madrugada, acordo com algu&amp;#233;m passando a m&amp;#227;o em meu rosto. Abri os olhos e vi: era Tadeu, completamente nu. &amp;quot;O que &amp;#233; isso, rapaz?&amp;quot; perguntei. &amp;quot;Calma, Carlos, amanh&amp;#227; voc&amp;#234; vai viajar cedo e eu quero fazer aquilo que voc&amp;#234; me pediu.&amp;quot; Meu cora&amp;#231;&amp;#227;o quase sai da minha boca, enquanto meu pau levantou imediatamente. Tadeu come&amp;#231;ou a passar a m&amp;#227;o grossa no meu peito e na minha barriga, at&amp;#233; chegar na minha cueca, que foi sendo tirada lentamente. Meu pau queria decolar do meu corpo, quando Tadeu subiu na cama, ficou de quatro com aquele pau enorme balan&amp;#231;ando sobre meu rosto e come&amp;#231;ou a chupar meu cacete. Aproveitei e comecei tamb&amp;#233;m a chupar o dele. Tadeu, sem experi&amp;#234;ncia, chupava com muita for&amp;#231;a, &amp;#224;s vezes mordendo meu pau. Comecei a mostrar a ele como era, chupei suas bolas e pedi para ele fazer o mesmo comigo, j&amp;#225; que eu adorava. Ele aprendeu r&amp;#225;pido e em pouco tempo, chupava meu pau com maestria. Gozei na cara dele. Tadeu ordenhava meu pau e engolia tudo com vontade, lambia toda a cabecinha, sem lhe deixar sequer uma gota. Depois ele come&amp;#231;ou tamb&amp;#233;m a gozar feito um cavalo em minha boca e eu engolia tudo quanto podia, mas era muita porra e deixei escapar um pouco, que escorreu pelo meu rosto e queixo. Ent&amp;#227;o Tadeu veio me beijar e passou a l&amp;#237;ngua no meu queixo esporrado. Olhou pra mim com aqueles olhos penetrantes e, com um sorriso enorme de felicidade me disse: &amp;quot;Agora quero que voc&amp;#234; seja meu macho.&amp;quot; Na hora, minha vara ficou dura novamente. Pedi para ele ficar de quatro e passei um creme de cabelo no cuzinho dele. &amp;quot;R&amp;#225;pido, n&amp;#227;o vejo a hora de receber essa tora em meu cu, Carl&amp;#227;o.&amp;quot; Disse ele. N&amp;#227;o esperei muito. Segurei-o pela cintura, encostei a cabecinha do pau no cuzinho dele e empurrei com for&amp;#231;a. Percebi que ele se segurou para n&amp;#227;o gritar de dor. &amp;quot;Tudo bem?&amp;quot; perguntei. &amp;quot;Claro, meu garanh&amp;#227;o, termine seu servi&amp;#231;o que estou adorando&amp;quot;, disse Tadeu. Me chamar de garanh&amp;#227;o me deixa extremamente excitado, ainda mais por um hom&amp;#227;o enorme, forte e parrudo como aquele. Comecei a bombar ele com vontade. Era um cuzinho bem apertadinho. Comi Tadeu at&amp;#233; esporrar no cu dele. Estava exausto, mas ele, acostumado com a vida &amp;quot;dura&amp;quot;, queria Mais. Pediu para me comer e eu concordei. Ele veio por cima de mim e come&amp;#231;ou a meter muito devagar, tentando n&amp;#227;o me machucar. Mas mesmo assim, me doeu muito no in&amp;#237;cio, pois seu pau era mesmo muito grosso. Mas depois que me acostumei, foi uma del&amp;#237;cia. Tadeu agora dava estocadas vigorosas e movia os quadris de um lado para o outro fazendo seu pau andar em c&amp;#237;rculos dentro do meu cu, me levando &amp;#224; locura. Em certo momento ele me apertou com for&amp;#231;a contra seu corpo e come&amp;#231;ou a me socar violentamente e a urrar como um animal. Senti seu pau inchar dentro de mim e me encher com a sua porra quente. Ficamos abra&amp;#231;ados um bom tempo, Seu pau pulsava dentro de mim, lan&amp;#231;ando os &amp;#250;ltimos jatos de porra, at&amp;#233; que amoleceu e saiu lentamente. Adormecemos. Acordei com o sol no meu rosto. Abri os olhos e vi Tadeu, dormindo ao meu lado, com a cabe&amp;#231;a no meu peito e a m&amp;#227;o sobre meu pau. Procurei o pau dele e comecei a punhet&amp;#225;-lo. O bicho come&amp;#231;ou a crescer e Tadeu acordou. Nos beijamos mas ele tinha pressa e come&amp;#231;ou a me virar de costas, se deitando por cima de mim. Seu pau invadiu mais uma vez minhas entranhas e eu delirei de prazer sentindo mais uma vez a pot&amp;#234;ncia animal daquele garanh&amp;#227;o revelar-se em abundantes jatos de porra quente. Depois ele se deitou do meu lado. Parecia exausto mas logo segurava no meu cacete como se fosse um brinquedo, at&amp;#233; v&amp;#234;-lo duro de novo. &amp;quot;Quero chup&amp;#225;-lo novamente&amp;quot;. E antes que eu dissesse alguma coisa, Tadeu come&amp;#231;ou a sugar meu pinto, j&amp;#225; com mais experi&amp;#234;ncia. Aquilo estava uma del&amp;#237;cia. Esporrei mais uma vez em sua boca e ele engoliu tudo,, ordenhando meu pau, deixando-o limpinho. Resolvi ficar mais dois dias na fazenda e n&amp;#243;s dois trepamos feito animais no cio durante o tempo todo. Infelizmente tive de voltar para casa. Mas j&amp;#225; arrumei um jeito de o Tadeu vir me visitar num fim-de-semana. Depois eu conto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-1075242239052125411?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/1075242239052125411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=1075242239052125411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1075242239052125411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1075242239052125411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/tadeu.html' title='Tadeu'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-5186107615361294278</id><published>2011-06-23T23:01:00.000+01:00</published><updated>2011-06-24T00:01:30.971+01:00</updated><title type='text'>Tirando um sarro com o Guarda Municipal</title><content type='html'>Ola a todos, meu nome &amp;#233; Augusto e estou aqui novamente para contar mais um pouco das historias a ocorridas comigo, bem sou discreto moreno claro 1,74 73kg olhos castanhos, cabelos grisalhos sou um cara normal e de bem com a vida, bom a vida as vezes coloca situa&amp;#231;oes em que ficamos com muito tesao, algumas valem a pena outras nem tanto, curto pessoas discretas assim como eu, afinal de contas a vida &amp;#233; feita pra se viver rssss, bem adoro ler os contos aqui publicados e sei que muitos sao veridicos, gosto de fatos naturais desses que ocorrem quando voce menos espera da mais tesao a situa&amp;#231;&amp;#227;o, certa vez precisei ir a m orgao publico aqui na minha cidade, ao entrar deparei me com um guarda municipal que me chamou a aten&amp;#231;ao pelo seu modo de olhar, me dirigi a sala onde precisava ir e teria que aguardar mais um pouco resolvi esperar e confirmar se ele realmente havia olhado pra mim com outras inten&amp;#231;oes,(ate parece que de imediato eu ja nao tinha sacado todas suas inten&amp;#231;&amp;#245;es, so nao sabia se ele teria coragem de fazer algo ali onde estavamos rsss), sentei em um sofa que tem na recep&amp;#231;&amp;#227;o proximo do local onde o mesmo estava, fiquei na minha como se nao o tivesse vido, aos poucos ele foi se aproximando ate que entrou em uma sala que dava ascesso as escadas, resolvi me dirigir pra ver o que rolava, ao subir as escadas me deparo com ele descendo meu cora&amp;#231;ao estava a mil e o tes&amp;#227;o tambem, ao passar por ele nos esbarramos, onde pudemos constatar que os dois estavam excitados e afim de algo mais,demos uma conferida no pau um do outro, onde o tesao aumentou ainda mais,porem disse a ele que ali nas escadas era gostoso tirar um sarro porem muito arriscado pra ele (afinal de contas estavamos em seu ambiente de trabalho), ele me pediu para segui lo e entao nos dirigimos ate uma sala que estava fechada naquele horario, entao ao enstramos ele ja tratou de libertar meu pau que estava duro como a&amp;#231;o e caiu de boca, estava muito gostoso sentir aquele guarda municipal de farda e tudo ali agachado me chupando, o medo era muito pois poderia chegar alguem a qualquer hora, mas o tesao estava a mil, come&amp;#231;amos a nos sarrar, peguei em seu pau que tambem estava duro pra caramba o mesmo tem um pau de 18cm porem grosso, ficamos a nos punhetar por algum tempo ate que ele resolveu me chupar novamente, me disse que estava precisando daquilo e que ao me ver sentiu maior vontade de me chupar, disse pra ele aproveitar o maximo e que sempre daria meu pau pra ele chupar quando ele quiser, por incrivel que pare&amp;#231;a ele conseguia engolir quase todos os meus 21cm e aquilo me dava mais tesao ainda, ficamos nisso por mais uns 20minutos ate que eu lhe avisei que iria gozar no que ele me pediu que gozasse em seu rosto mau deu tempo de falar que sim e jorrei quatro jatos de porra que cairam em todo seu rosto, (quase que suja sua farda de porra rssss), foi tudo muito gostoso, ele nao quiz gozar para nao demorarmos muito mais tempo, sai dali aliviado e na promessa de voltar em outra ocasiao, tudo aconteceu de forma rapida mas o tesao vivido &amp;#233; o que importa, ate mais quem quizer entrar em contato email: &lt;a href="mailto:augusto201036@hotmail.com"&gt;augusto201036@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-5186107615361294278?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/5186107615361294278/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=5186107615361294278' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5186107615361294278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5186107615361294278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/tirando-um-sarro-com-o-guarda-municipal.html' title='Tirando um sarro com o Guarda Municipal'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-4911354418507944816</id><published>2011-06-23T22:49:00.001+01:00</published><updated>2011-06-23T23:56:15.753+01:00</updated><title type='text'>Tara por fardados</title><content type='html'>Bem faz um bom tempo que sou leitor das historias  aqui contadas, agora gostaria de contar algumas experiencias que ja tive em  minha vida, falando um pouco de mim sou moreno claro 1,75 , 74 kg cabelos  grisalhos olhos castanhos, de bem com a vida, discreto, tenho 37anos, aos quais  ja tive a oportunidade de passar por experiencias boas em minha vida, tenho  maior tara em fardas,(apesar de ser muito discreto, as vezes pela seriedade ja  perdi oportunidades das pessoas se aproximarem de mim por causa da minha cara de  poucos amigos), apesar da discriçao tem algumas coisas que mexem com a gente a  fundo, situaçoes do tipo que te deixam com tanto tesao que voce nao raciocina  muito, vou contar a voces um pouco delas, tive oportunidade de fazer estagio em  um orgao publico aqui na cidade onde tinha um militar que me tirava do serio,  tinha um jeito de machao pegador, cara de serio, mas olhar de sacana entre  quatro paredes, ele tinha uma bunda que chama a atençao ate dos mais serios nada  de exagerado, mas que dentro de uma farda chama a atençao mesmo, hoje entendo o  motivo pelo qual aumentaram o tamanho da farda aqui em Goias rssss, mas nao tive  coragem de me aproximar e talvez tenha perdido a oportunidade com esse militar,  sempre conversavamos muito, tenho certeza que no fundo ele sacou que eu tinha  tesao nele, secava a bunda dele com os olhos, sei disso porque um dia ele me  pegou encarando, mas nao teceu nenhum comentario, ai depois que meu periodo de  estagio acabou nao mais o vi, uma outra vez fui a um cinema porno, ja sabia que  la rolava pegação mas realmente so queria assistir a um filme relaxar um pouco,  so isso, tem dias que a gente precisa so relaxar, nao pensar em nada, depois de  um tempo resolvo ir ao banheiro ate tinha me esquecido do local, bem ja estava  lavando as maos quando derepente entra um militar enorme fardado, tinha ums 38 a  40 anos com uma aliança enorme no dedo de inicio fiquei morrendo de medo,  imagina, se voce vai parar em uma delegacia por assediar alguem ainda mais de  farda rsss,( como se alguns deles nao nos assediase rsssss) terminei de lavar  minhas maos e ja estava indo sair quando ele entra na minha frente e me diz que  me achou um tesao, meu coraçao disparou nessa hora fiquei com mais medo ainda,  poderia ser uma armaçao, sei la o que ele realmente queria, ele vendo que fiquei  sem jeito me disse que estava a fim de alguem discreto fora do meio e que se eu  o poderia ajudar, comentei com ele que tava com medo da situaçao, foi ai que ele  me puxou e me deu um beijo ai pude ver que ele tava a fim de diversao aos poucos  o medo foi passando e o tesao tomou conta, comentei onde estavamos e ele me  perguntou se eu queria ir na sua casa ali perto, disse que sim que sairia  primeiro, fiquei na esquina proxima o aguardando, logo ele veio e fomos ate sua  casa, ao entrarmos fui tirando sua farda e apesar da sua idade ele estava em  forma rssss, ele foi tirando minha roupa tambem enquanto me beijava, nao tava  acreditando no que estava acontecendo, tava ali pelado com um militar e os dois  no maior tesao, tava muito bom, derepente ele me pergunta se eu estava a fim de  transar, disse que nao curtia ser penetrado, entao ele pergunta se eu o  penetraria, nem imaginava que ele curtia ser penetrado, tem uma cara de pegador,  um pau de 20 cm, grosso, cheiroso, claro que topei ele entao so me pediu pra ir  devagar, rsss tambem sou dotado 21cm, ele colocou a camisinha e ainda com as  calças ate a bota ( ele é da cavalaria), se virou pra mim e pude penetrar, nossa  foi um tesao ele gemia muito mas, como homem, isso dava mais tesao ainda,  ficamos nisso por ums 20 m ate que ele me disse que ia gozar, ele mesmo tirou a  camisinha do meu pau e pediu pra eu gozar em sua boca, claro que o atendi,  imagina a cena voce com um militar chupando seu pau enquanto voce goza na boca  dele, é tudo de bom, terminamos e eu fui embora so me lembrando do acontecido e  como tinha sido gostoso peguei o numero do telefone dele mas, nunca tive coragem  de ligar, outra vez estava indo pra o trabalho de onibus quando me entra um  militar na faixa dos seus 27anos, de inicio nem olhei ate que ele parou bem  proximo aonde eu estava, estava com uma cara de serio que dava medo, me olhou  fundo nos olhos ate ai normal, porem quando abaixei a cabeça percebo que ele  estava levemente escitado, meu coraçao disparou, senti um frio na coluna e o  tesao aflorar apesar de estar com muito medo, mas o onibus estava vazio, tinha  bancos e ele foi parar bem do meu lado ai tinha pensei,aos poucos vi que o  volume na sua farda aumentou, olhei pra ele e vi que ele estava com a mesma  cara, mas o pau nao estava da mesma forma, quando o onibus foi fazer uma curva  ele deixou seu corpo se encostar em mim ai tive certeza que ele estava excitado,  ficamos nessa brincadeira por algum tempo ate ele sair de perto e descer nao  tive coragem de ir atras apesar do tesao e a certeza que poderia rolar algo, mas  foi muito gostoso a brincadeira meu pau parecia que ia estourar minha calça,  fora que a farda dele quase rasgou rssss, bem outra vez tinha que ir em uma  entrevista de trabalho, sai bem cedo de casa para nao me atrasar, estava  passando por uma área verde aqui da cidade, quando derepente me deparo com um  militar fardado, em farda de gala, um sujeito baixo 1,60, estava sem nenhum  pensamento para sexo nesse dia, ao me ver ele da uma pegada na mala daquelas em  que voce ve todo o contorno rsss, nao teve como nao ver alem da pegada ele ficou  a me olhar nos olhos pra ver onde eu estava olhando, senti muito tesao na hora,  alem do mais ele tinha uma aliança na mao que mostrava que era casado, parei  proximo como se fosse aguardar algum onibus tambem, ate que ficou so eu e ele no  ponto, novamente ele da uma pegada no pau o qual estava completamente duro  fazendo grande volume na farda, ele me fez sinal pra eu me aproximar e me  convidou para irmos ate sua casa que era ali proximo mas, que tambem nao podia  demorar,mesmo com medo fomos o tesao falou mais alto, queria conferir o que ele  havia mostrado por cima da roupa, ao entrarmos ele ja falou que tava com muito  tesao e a fim de gozar, eu tambem estava naquela hora, desabotoei a farda e  libertei o pau dele tinha um dote normal para sua estatura, mas o que me dava  tesao nele era a forma dele olhar, derepente ele tambem pega no meu pau,  começamos a nos mastubar um ao outro, o medo e o tesao estavam a mil, ele entao  me pediu para o chupar claro que nao ia perder a oportunidade, ao me aproximar  senti um cheiro muito agradavel o pau tinha um cheiro muito bom e um gosto muito  agradavel, fiquei nisso por um bom tempo ate que ele disse que estava prestes a  gozar, ai voltamos a nos mastubar ate que gozamos juntos, tudo foi muito bom,  nos encontramos outro dia na rua por acaso, mas isso é uma outra historia, caso  voce militar seja de Goiania, discreto que curte uma brincadeira com discriçao  me escreva podemos nos conhecer, email &lt;A  href="mailto:augusto201035@hotmail.com"&gt;augusto201035@hotmail.com&lt;/A&gt;, so peço  discriçao pois nao sou nem curto afeminados, abraço a todos e ate a  proxima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-4911354418507944816?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/4911354418507944816/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=4911354418507944816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4911354418507944816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4911354418507944816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/tara-por-fardados.html' title='Tara por fardados'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-5100234219038010647</id><published>2011-06-23T22:17:00.001+01:00</published><updated>2011-06-23T23:34:20.583+01:00</updated><title type='text'>Comendo o macho fardado</title><content type='html'>por Diego Vasconcelos&lt;p&gt;Eu sou ativo e somente ativo, não curto ser penetrado de maneira alguma. Tenho 25 anos e sempre gostei de garotos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos treinos de futebol, adorava ver as bundas e pernas dos meus colegas. Na hora do banho, eu ficava imaginando como &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seria meter a língua naquelas bundas suculentas de macho. Já transei com muitos tipos de caras: casados, machões, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;afeminados, enfim, de todo jeito. O que importava pra mim era o cara saber mamar gostoso numa piroca dura e rebolar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bastante na minha vara. Nunca dispensei nenhum passivo que quisesse experimentar meu cacete. No inicio, quando ainda &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;era adolescente, eu só comia os meus coleguinhas, nunca deixei nem que tocassem na minha bunda. Beijar, então, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estava fora de questão. O meu lance era comer rabo e vou revelar uma coisa: não tem tempo ruim comigo. Já transei em &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estacionamento, em banheiro público, na casa do passivo, em lote vazio, em construções, em salas vazias da &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;faculdade, na casa do marido passivo com a esposa dormindo no quarto ao lado, em barraca de acampamento, em parque &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou reserva florestal, em muitos lugares. Basta ter um passivo querendo dar e eu estou lá pronto pra meter a vara. Há &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;algum tempo atrás, eu estava no ponto de ônibus próximo a uma guarita da Policia Militar quando reparei que um PM me &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;observava. Ele falava ao celular e olhava fixamente pra mim. Levantei-me e fiquei passando a mão no volume do meu &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pau sobre a minha calça para que ele pudesse ver e fizesse algum sinal. Ele continuou a olhar e depois de um tempo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;esboçou um sorriso. Eu fiquei maluco só de imaginar comer o rabo daquele fardado. Ele então entrou na guarita e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ficou por lá por alguns minutos. Eu estava tão maluco pra fuder aquele macho alfa, que fui por impulso até ele e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;perguntei se ele tinha água ali, pois eu estava morrendo de dor de cabeça e queria tomar um remédio que levava na &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mochila. – É realmente água que você quer? – ele perguntou. – Depende do que mais você tiver pra me oferecer – falei &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;com um sorriso maroto. Ele então pediu que eu entrasse na guarita e já foi logo passando a mão no meu cacete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixou-se, abriu minha calça e mamou como um bezerro na minha piroca. Dava sugadas longas e fortes, me deixou &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;maluco de tanto tesão. Ele se levantou, abriu a calça dele e me pediu pra chupar seu cacete também. Eu disse que não &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;curtia chupar, então ele falou que se fosse pra ser assim, ele não queria mais. Eu estava tão a fim de meter naquele &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cu de macho fardado que me abaixei e chupei a vara dele, falando que até chuparia, mas era o máximo que iria fazer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele concordou e fodeu minha boca com força, gemendo tanto que eu fiquei até assustado com medo de que ele gozasse em &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;minha boca. Parei e o virei de costas, começando a chupar aquele rabinho peludo. Meti a língua com vontade, enfiei &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um dedo e logo em seguida botei a camisinha e meti com força naquele rabo. Ao fundo podíamos ouvir vozes no rádio &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;comunicador dele e aquilo me dava mais tesão ainda. Quanto mais eu enfiava minha vara, mais ele empinava a bunda e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;falava com a voz grossa e forte: – Fode, caralho, fode mais... Eu meti com muita força e ele delirava no vai-e-vem &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da minha piroca atolada no seu rabo. Ficou assim por um tempo até ele anunciar que gozaria. E despejou dois jatos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fortes e abundantes de porra que espirraram na parede toda. Ele então tirou meu pau de sua bunda, abaixou-se olhando &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para o meu rosto e falou: – Goza na minha boca, caralho! Putz, que delícia ver aquele PM abaixado pedindo leite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei a camisinha e fiquei massageando meu pau até que gozei na cara dele. Foi tão forte que até sujou um pouca a &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sua farda. Eu me limpei, saí para o ponto de ônibus e fui embora. No entanto, todos os dias volto ao final da aula &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pra comer meu macho fardado, que apesar da cara de machão dominador, é um passivo faminto e insaciável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-5100234219038010647?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/5100234219038010647/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=5100234219038010647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5100234219038010647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5100234219038010647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/comendo-o-macho-fardado.html' title='Comendo o macho fardado'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-3212369559823513378</id><published>2011-06-22T09:41:00.001+01:00</published><updated>2011-06-22T10:43:03.192+01:00</updated><title type='text'>SOU SEU MACHO</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Heber&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;CAPÍTULO I&lt;BR&gt;Meu nome é Heber, tenho 46 anos e uma  profunda atração por rabinhos largos ou apertados, não importa. Era muito bem  casado, tres lindos filhos, branco,&lt;BR&gt;1.78m, 80 kg, e modéstia a parte, tenho  um pinto de fazer inveja a muitos homens. 22 cm de puro prazer por 6cm de  diâmetro, e uma cabeçorra grande e rosada,&lt;BR&gt;que fazia a alegria da mulherada.  Acontece que gosto mesmo é de comer cu e as mulheres fazem muito cu doce, e dá  uma trabalheira danada. Por isso, as vezes&lt;BR&gt;saía com homens. Conheci Edu a 4  anos atrás numa sala de chat exclusiva para gays. Começamos a conversar e ele me  contou que também era casado, mas que&lt;BR&gt;adorava ser penetrado. Tinha 45 anos,  amava profundamente a esposa, mas se sentia infeliz por não poder dar mais vezes  seu lindo rabo. Pronto... tinha&lt;BR&gt;achado um par perfeito, só faltava descobrir  se era verdade tudo o que me dizia. Marcamos um encontro num bar na Vila Olímpia  ( o Rabo de Peixe) para um&lt;BR&gt;chopp e reconhecimento do terreno. Após nos  identificarmos, sentamos em uma mesa e começamos um papo agradável, e logo Edu  já me confessava estar morrendo&lt;BR&gt;de tesão. Da minha parte, só pensava em seu  cuzinho agasalhando minha tora, não queria saber de romance, atração, essas  coisas. Fomos para um apartamento&lt;BR&gt;que ele mantinha para esse fim. O  apartamento era cuidadosamente arrumado, sem frescuras, mas de muito bom gosto.  Ele foi logo segurando meu pau por fora&lt;BR&gt;da calça e disse: "Estou louco por  pica, mas antes vou dar um trato em você". Respondi: "Nem vem com beijo na boca  e namorico. Meu negócio é atolar o pau&lt;BR&gt;num rabo gostoso e pronto". "Você vai  gostar, eu prometo". Entrou no quarto e voltou com um roupão curtinho de seda,  que dava pra ver um pedaço da sua&lt;BR&gt;bunda e o seu pinto ainda meio mole. Mais  que depressa eu fui tirando a minha roupa, e quando ele viu meu pau duro  apontado pra ele, soltou um longo suspiro,&lt;BR&gt;e pediu que me sentasse na  poltrona. Sentei. Ele então ajoelhou-se e começou a chupar os dedos dos meus  pés, um a um. Era uma delícia, enquanto ele adorava&lt;BR&gt;meus pés, eu me punhetava  bem devagar. Então foi lambendo minhas pernas, minhas coxas, até chegar no saco,  onde se demorou um pouco mais. Aquele homem&lt;BR&gt;era um mestre nas lambidas e eu  já estava impaciente pra atolar o pau naquela bunda peluda. Continuou lambendo,  chegando na base do pau, subindo até a&lt;BR&gt;cabeça, e estalando a língua,  saboreava o mel que já saía. Era uma bicha adorável. Aos poucos foi engolindo  meu cacete, fazendo movimentos com a língua&lt;BR&gt;que me deixavam alucinado. Quando  percebia que eu ia gozar, parava um pouco, falava qualquer coisa e começava de  novo. Ficamos assim por uns 15 minutos,&lt;BR&gt;quando eu disse que não dava mais pra  segurar, e ele então ficou em pé de costas pra mim, e foi abaixando a bunda até  seu rego encontrar meu caralho. "Não&lt;BR&gt;vai passar nenhum gel pra facilitar?"  "De jeito nenhum... quero sentir você me rasgando. Faz 2 meses que não dou o cu  e quero sentir tudo, o gel só vai&lt;BR&gt;atrapalhar." Eu vibrei... afinal, um cu  arrombado cheio de gel, acaba por parecer uma buceta. Eu segurava meu pinto e  roçava no rego, procurando seu buraquinho.&lt;BR&gt;Quando encontrei, segurei-lhe com  a outra mão pela cintura e pedi: "Senta, gostosa!" E ele devagarzinho foi  engolindo meu pau, que entrava justinho. Primeiro&lt;BR&gt;a cabeça, que ele punha e  tirava, me deixando doido, depois entrava mais um pouquinho, mais um pouquinho,  até sua bunda encostar na minha barriga. Ele&lt;BR&gt;gemia e mexia com o corpo, mas  bem devagar. A essa altura, eu já estava conseguindo novamente controlar a  ejaculação e o deixei ficar curtindo um pouco&lt;BR&gt;a sensação de ter o cu cheio de  pica. Ele mexia muito devagar, parando as vezes, dizendo querer prolongar aquele  momento, apesar da dor que estava sentindo.&lt;BR&gt;Muito sem graça, senti vontade de  segurar no seu pau, e comecei a punheta-lo. Seu pau era pequeno, porém duro como  pedra e logo acabou lambuzando minha&lt;BR&gt;mão de porra. "Gozou antes de mim, né  sua bichinha safada? Agora quem vai gozar é o papai aqui, e do meu jeito. Vamos  pra cama que eu vou te comer de 4,&lt;BR&gt;como uma cadelinha vadia. Agora eu vou te  fuder como você merece". Ele então se levantou bem devagar, desencaixando seu cu  todo arrombado do meu pinto&lt;BR&gt;e fomos pro quarto. "Chupa de novo daquele jeito  e depois fica de 4"... ele então me fez outra bela chupeta e se colocou de 4.  Abri bem a sua bunda com&lt;BR&gt;as mãos e fiquei por uns segundos observando aquele  cu meio aberto e piscando pra mim. Não resisti e deu minha primeira linguada num  cu. Gostoso. Arrisquei&lt;BR&gt;enfiar a lingua um pouquinho lá dentro, com medo de  sentir gosto de merda, mas estava tudo limpo... delicioso. Macio...parecia  seda... ele rebolava na&lt;BR&gt;minha língua e me chamava de seu macho. Chupei  gostoso aquele cu e depois meti todo o meu pau de uma só vez. "Desculpe a  violência, gatinha, mas teu macho&lt;BR&gt;precisa gozar. Depois eu faço direito." E  comecei a socar com força naquele rabo delicioso. Ele ia e vinha com o corpo  pedindo mais pica. Em 5 minutos,&lt;BR&gt;não aguentei e despejei minha porra dentro  do seu cu. O gozo foi tão forte que caí pro lado desfalecido. Ele então,  aproveitando que ainda estava duro,&lt;BR&gt;sentou-se novamente no meu pau e ficou  assim até ele amolecer totalmente. Fodemos mais 3 vezes nesta noite e marcamos  um novo encontro para daí a dois&lt;BR&gt;dias. Fiquei viciado nele, e nos tornamos  amantes. Ele cada vez mais se especializava em me dar prazer e agia como uma  verdadeira gueixa. Beijo na boca&lt;BR&gt;nem pensar? Nem pensar em parar... Adoro  comer minha boneca na posição papai e mamãe enroscando nossas línguas. Aquele  apartamento se tornou nossa segunda&lt;BR&gt;casa e passamos todo o nosso tempo livre  juntos, fazendo o que mais gostamos: ele dando e eu comendo seu cuzinho louco  por pica.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;CAPÍTULO II&lt;BR&gt;Como contei no conto anterior, conheci Edu numa sala gay  de chat e acabamos nos tornando amantes. Somos ambos casados, eu com 42 anos e  ele com 45. Depois&lt;BR&gt;de 6 meses de relacionamento, resolvemos apresentar nossas  esposas e nossos filhos, fazendo um churrasco em minha casa. Sheila (minha  esposa) simpatizou&lt;BR&gt;imediatamente com Amanda (esposa de Edu), e minha filha  Renata, de 18 anos, se encantou com o filho dele de 22, Bruno, o que foi  recíproco. Os mais novos&lt;BR&gt;se divertiam na piscina enquanto nós conversarvámos  animadamente em volta da churrasqueira. Estava estabelecida uma longa amizade e  a partir dali passamos&lt;BR&gt;a fazer vários programas juntos. Em pouco tempo,  Sheila e Amanda eram amigas íntimas e Bruno e Renata começaram a namorar, para o  gosto das duas famílias.&lt;BR&gt;Eu e Edu, dois senhores acomodados, dizíamos que  íamos jogar baralho num clube de homens que havia na beira de um rio. Na verdade  íamos para o nosso ninho&lt;BR&gt;e passávamos o final de semana todo fodendo gostoso.  Edu caprichava na produção, e eu cada vez mais apreciava seu empenho. Ele ia  antes para o apartamento&lt;BR&gt;e me esperava todo perfumado, vestindo um de seus  minúsculos robes de seda. Aquilo me deixava morto de tesão. Eu tocava a  campainha só para ve-lo abrir&lt;BR&gt;a porta pra mim, e o abraçava e o beijava  longamente na boca, alisando seu corpo, apertando sua bunda, enfiando dedos em  seu cuzinho amado. Ia dando passos,&lt;BR&gt;com os corpos colados, até a cama e o  deitava, beijando todo o seu corpo até engolir todo seu pequeno pinto. Nem  acreditava que estava fazendo uma chupeta&lt;BR&gt;num homem, afinal de contas eu  nunca fui, nem sou viado. Mas adorava ver a minha garota gemendo e se  contorcendo de prazer. Depois de fazer ele gozar em&lt;BR&gt;minha boca, o banho. Ele  me lavava todo, me ensaboando, e quando chegava no meu rabo, enfiava os dedos,  fazendo movimentos circulares que me deixavam zonzo.&lt;BR&gt;Então enxaguava e ficava  lambendo meu cu até ficar bem relaxado. Ensaboava de novo e vinha com seu  pintinho e colocava dentro. Não era muito diferente&lt;BR&gt;de um ou dois dedos, e  confesso que o prazer que eu sentia era apenas por saber que ele, sendo macho  como eu, precisava penetrar pra ter mais prazer, então&lt;BR&gt;me deixava enrabar por  aquele homem que me dava todo o prazer que eu precisava. Depois do banho,  voltávamos pra cama e então começávamos as preliminares.&lt;BR&gt;Sempre muito  apaixonados, não dispensávamos um 69 bem feito. E depois metia nele em todas as  posições possíveis e imagináveis e adormecíamos com meu pau&lt;BR&gt;atolado no seu  cu. Seu cu, nem de longe parecia aquele cu que eu conhecera um ano antes. Estava  muito mais largo e confortável, pelas fodas sucessivas&lt;BR&gt;que dávamos. Meu pau  entrava e saía sem dificuldade na hora que eu quisesse, e eu sempre queria.  Sempre estava pronto pra enrabar meu amado. Cheguei a&lt;BR&gt;comprar uma Polaróid  para tirar fotos dele, principalmente do seu cuzinho, que eu adorava lamber  sempre que ele parava. Vendo televisão, namorando no sofá.&lt;BR&gt;Ele tinha tara por  ter qualquer coisa no cu e eu tinha tara por cu, então nos encaixávamos  perfeitamente. Se ele estava fazendo um café, eu chegava por&lt;BR&gt;trás, beijava  sua nuca e atolava dois dedos. Se estava na janela, atolava meu pau, se estava  vendo tv, a mesma coisa. Da mesma maneira que ele fazia de&lt;BR&gt;tudo para me dar  prazer, eu cuidava para que sua rosquinha ficasse sempre preenchida quando  estávamos juntos. Era tudo perfeito, até que Sheila começou&lt;BR&gt;a desconfiar de  algo, devido ao meu desinteresse por ela. Quase já não tínhamos sexo, uma vez  que Edu me esgotava. E já não via graça em penetrar aquela&lt;BR&gt;buceta larga de 3  partos normais. Entretanto, Renata acabou engravidando de Bruno e casaram-se as  pressas. Com o casamento, Sheila deu uma folga e eu e&lt;BR&gt;Edu continuamos nos  encontramos normalmente. Mas depois de 3 meses, voltou a carga. Conversei com  Edu a respeito, e ele me disse que anos não tinha nada&lt;BR&gt;com sua esposa. Ela  era frígida e não gostava de sexo, o que o deixava a vontade para não procura-la  na cama. Mesmo assim, decidimos dar um tempo, pois&lt;BR&gt;Sheila andava me seguindo  e não queríamos que nos pegasse juntos. Iria ser um escândalo terrível e eu não  estava preparado pra isso. Sendo assim, nos separamos,&lt;BR&gt;eu e Edu. Continua no  próximo conto.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;CAPÍTULO III&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Para entender melhor este conto, leiam os dois primeiros.... Depois de  parar de me encontrar com Edu, mergulhei numa depressão terrível.&lt;BR&gt;Aí que não  conseguia de maneira alguma transar com Sheila. Não tinha motivação para mais  nada. Nossas famílias viviam se encontrando em almoços, Renata&lt;BR&gt;tinha tido uma  linda menina e tudo girava em torno disso. Quando Edu chegava em casa, parecia  que o sol se abria e em seguida fechava, pois sabia que não&lt;BR&gt;poderia estar  mais com ele da maneira que mais gostava: com meu pau todo dentro do seu cu.  Edu, por sua vez, não andava me parecendo muito triste. Chamei-o&lt;BR&gt;num canto e  perguntei como ele estava. Ele disse que ainda me amava, mas que não conseguia  ficar sem sexo. Estava se encontrando com outro homem. Aquilo&lt;BR&gt;doeu demais.  Quis saber quem era, se se encontravam no nosso apartamento, queria detalhes...  Edu tentava me tranquilizar dizendo que era só sexo e que&lt;BR&gt;se encontravam em  motéis, mas que estava pensando em usar o apartamento novamente. Não gostava de  motéis, achava impessoal demais. Quase fiquei louco,&lt;BR&gt;fui pro quarto e chorei.  Me recompus e na frente de todos o chamei pra ir comigo ver um terreno que  estava pensando em comprar pra aplicar um dinheiro&lt;BR&gt;que tinha investido. Tudo  mentira. Fomos direto para o apartamento. Mal conseguimos chegar lá, tamanho era  o tesão que sentíamos. Sem nos importarmos com&lt;BR&gt;mais nada, deixamos a porta  destrancada e fomos para o quarto e começamos a transar. Falávamos coisas  desconexas, gemíamos, eu empurrava meu pau pra dentro&lt;BR&gt;dele com força e  violência, querendo tirar o atraso de todos aqueles meses sem sexo e sem ele.  Quando finalmente gozei e me deitei vejo Sheila e Amanda&lt;BR&gt;quietas, paradas e  perplexas na porta do quarto. Elas tinham presenciado quase toda nossa relação.  Não havia o que dizer. Nos vestimos rapidamente e fomos&lt;BR&gt;para a sala. Sheila  chorava muito enquanto que Amanda dizia que a muito desconfiava que o marido  fosse gay. "O que você quer fazer agora?" perguntei à&lt;BR&gt;Sheila. Quer continuar  casada? Quer o divórcio? Quer que eu volte pra casa? "Porque?" ela perguntava?  "Eu não te dava o prazer que você precisava? O que&lt;BR&gt;foi que faltou?" "Isso não  tem explicação... no começo foi só vontade de ter sexo anal, coisa que você  nunca admitiu. Depois me envolvi com ele. Agora&lt;BR&gt;não tem jeito." "Preciso  pensar... as crianças... o que vamos dizer à elas? Você está disposto a admitir  pra todo mundo que é uma bicha louca?" "Não sou&lt;BR&gt;uma bicha louca e Edu também  não. E eu não sei o que ele quer fazer, mas eu quero o divórcio. Não dá pra  continuar vivendo essa mentira ridícula. Amanhã&lt;BR&gt;ou depois nós conversamos  sobre o que fazer." Amanda então virou-se para Edu e disse que ele podia ficar  por aqui mesmo, que arrumaria as coisas dele e&lt;BR&gt;não queria mais saber dele em  casa. Suspirei aliviado, pois tinha medo que ele quisesse continuar com ela.  Como ela o estava dispensando, tudo ficava mais&lt;BR&gt;fácil. As duas levantaram-se  e foram embora. Ficamos lá os dois nos olhando com cara de assustados. Edu,  recuperando a calma, preparou dois uísques, olhou-me&lt;BR&gt;nos olhos e perguntou:  "E agora?" "Agora me dá um beijo e fica perto de mim.... tranca a porta, tira a  roupa e vamos beber esse uísque juntos." Nos despimos&lt;BR&gt;e nos sentamos  juntinhos no sofá. "Levanta a bunda... deixa eu esquentar meu dedo... preciso te  sentir... estou morrendo de medo de te perder." "Vem pra&lt;BR&gt;cama, meu amor...  não temos mais que ter medo de nada. Está tudo esclarecido, vamos descansar.  Naquela noite fizemos amor como nunca havíamos feito, com&lt;BR&gt;a calma de quem  sabe que outras noites viriam. Que todas as noites e dias seriam nossos, que  enfim seríamos um casal, vivendo um para o outro. Aquela noite&lt;BR&gt;foi um  exercício de adoração ao seu cuzinho, quando não o estava chupando, estava  metendo, até cairmos mortos de cansados e adormercermos um nos braços&lt;BR&gt;do  outro. Aquela foi a nossa verdadeira noite de núpcias, em que nos entregamos  finalmente um ao outro de corpo e alma. Ambos nos divorciamos e passamos&lt;BR&gt;a  viver juntos. Isso já faz 2 anos e vivemos em perfeita harmonia. Edu é um pouco  volúvel e as vezes sai com outros homens, mas eu passei a entender isso&lt;BR&gt;com  naturalidade, e as vezes fazemos "festinhas" em nosso apartamento. É da natureza  do macho ser polígamo e não forçamos nossa natureza. Sabemos que amor&lt;BR&gt;mesmo,  sentimos um pelo outro. O resto é só prazer. Continuo fissurado em cu,  especialmente no dele, mas não dispenso um rosquinha diferente, assim  como&lt;BR&gt;ele não dispensa um caralho grande e grosso. Com isso o cuzinho dele vai  ficando cada vez mais lindo e perfeito para o amor.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;CAPÍTULO IV&lt;BR&gt;Nesses dois anos que eu e Edu estamos "casados",  aconteceram diversas coisas, como com qualquer casal normal. Sheila se mudou  com&lt;BR&gt;as crianças para os Estados Unidos e os vejo nas férias. Renata e Bruno  aceitaram a nossa relação e sempre nos visitam, assim como nós visitamos a  eles.&lt;BR&gt;Amanda está namorando e parece feliz. De casamento marcado, tirou um  peso das costas de Edu. Como vocês sabem, tenho verdadeira tara por cus.  Principalmente&lt;BR&gt;o cu de Edu, que é lindo, macio, gostoso. Mas ninguém está  livre de uma indisposição. Num sábado a tarde, fomos comer uma feijoada, coisa  que Edu evita,&lt;BR&gt;por causa do incômodo intestinal que isso provoca. Mas insisti  tanto que ele acabou cedendo, e o que é pior, abusando. Por não estar  acostumado, logicamente&lt;BR&gt;passou mal, com uma violenta diarréia e depois uma  incômoda colite. Passamos o sábado e o domingo em branco, nem um beijinho pude  dar na rosquinha do Edu.&lt;BR&gt;Na segunda, apesar da diarréia ter passado, estava  todo assado e com cólicas, e só tirava as calças para ir à privada. E isso  arrastou-se pela semana toda.&lt;BR&gt;Tentei ser compreensivo, mas sentia falta.  Pensando em me distrair, convidei-o para tomar um chopp e recebi um sonoro  não.... fiquei puto da vida e saí&lt;BR&gt;sozinho. Direto para um bar gay que  freqüentávamos quando queríamos namorar em público. Chegando lá sozinho, o  pessoal não acreditava. Contei o que havia&lt;BR&gt;acontecido, e dando muitas  risadas, Rogério, um garoto de 20 e poucos anos abaixou as calças e disse: "Olha  só o meu cuzão... mata a vontade." "Se você&lt;BR&gt;está pensando que eu vou meter em  você, está enganado, mas se formos lá dentro e você lavar direitinho, posso dar  uma olhadinha..." Rogério fez um sinal,&lt;BR&gt;levantou as calças e fomos pra um  apartamento que era usado por casais que queriam transar. Lavou cuidadosamente e  veio exibindo aquele traseiro liso e&lt;BR&gt;jovem pra mim. Fiquei doido e caí de  boca naquele cu rosado e cheiroso. Em minutos estávamos num 69 frenético, ele  por baixo, com meu pau fodendo a sua&lt;BR&gt;boca e eu por cima lambendo e enfiando  os dedos em seu cu. Não demorou muito, acabei gozando em sua boca. Fiquei ali  bolinando seu rabo até meu pau amolecer&lt;BR&gt;em sua boca e levantei-me e voltei  pro bar. Não demorou muito para que aparecesse outro garoto me provocando... eu  já havia bebido bastante e chamei o&lt;BR&gt;garoto pro quarto e tudo se repetiu. Ou  quase tudo, pois desta vez nem as calças eu tirei. Fiquei apenas chupando seu cu  por mais ou menos meia hora, pensando&lt;BR&gt;que preferia mil vezes estar fazendo  aquilo tudo com Edu. Voltei pra casa meio desenxabido e encontrei Edu dormindo  tranquilo. Aninhei-me em seu corpo&lt;BR&gt;e dormi também. No dia seguinte, estava  acordando, já eram umas 11 da manhã, Edu entra no quarto aos berros me chamando  de pervertido, tarado... as bichas&lt;BR&gt;tinham ligado pra ele e contado o que  havia acontecido no bar. Envergonhado, pedi desculpas e prometi que não  aconteceria mais, mas ele disse que eu teria&lt;BR&gt;o troco. Quanto mais ele falava,  mais meu pinto crescia. Eu só queria pega-lo e enraba-lo e acabar com aquilo de  uma vez por todas. Cheguei junto dele,&lt;BR&gt;abracei-o, beijei-o e ele se rendeu.  Peguei o tubo de KY que guardávamos para alguma necessidade e com carinho  besuntei seu rabinho machucado. Com muito&lt;BR&gt;mais carinho, posicionei meu pau na  portinha do seu cu e fui entrando bem devagar. Como era bom estar em casa.  Estivesse onde estivesse, se estivesse dentro&lt;BR&gt;do cu de Edu, estava em casa.  "Está ardendo muito?" "Só um pouco... dá pra agüentar." "Se quiser que eu  tire....." "Pode por mais.... deixa que eu mexo....."&lt;BR&gt;E ia e vinha com sua  bunda, agasalhando cada vez mais meu pau morto de saudades e tesão. A saudade  era tanta que em 5 minutos estava pronto pra gozar,&lt;BR&gt;então tirei meu pau de  dentro dele e gozei na sua barriga. Edu então teve uma cólica violenta e correu  pro banheiro. Mais uma semana de resguardo... juro&lt;BR&gt;que nunca sofri tanto....  só me consolava o fato que desta vez ele me deixava lavar e passar pomada no seu  cuzinho machucado. Aos poucos fomos voltando&lt;BR&gt;ao nosso ritmo normal, mas jurei  que nunca mais o convidaria para uma feijoada!&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;CAPÍTULO V&lt;BR&gt;Aos poucos eu e Edu fomos caindo na monotonia e ele acabou me  confessando que as vezes sentia vontade de participar de uma surubinha,  só&lt;BR&gt;pra variar... nada de envolvimento, apenas a adrenalina de estar sendo  enrabado por alguém que não fosse seu "marido". Fiquei meio invocado com  aquilo,&lt;BR&gt;pois, fora aquela vez em que ele ficou doente, nunca havia me  aproximado nem desejado mais ninguém que não fosse ele. Com calma e paciência,  ele foi me&lt;BR&gt;explicando que não era desejo por uma pessoa específica, era só a  vontade de fazer uma farra, coisa de homem, que gosta de uma putaria. Propus a  ele então&lt;BR&gt;que fizéssemos uma festinha... convidaríamos alguns rapazes e  faríamos a tal suruba que ele tanto sonhava. Esquecemos o assunto por algum  tempo, quer dizer,&lt;BR&gt;ele esqueceu, pois eu comecei a pesquisar quem poderia  participar da tal festa. Teriam que ser todos ativos, saudáveis, livres de  doenças, principalmente&lt;BR&gt;de Aids, pois meu gato adorava beber porra. Em 15  dias estava tudo preparado. Seis homens, todos avantajados, casados, escolhidos  a dedo, com exames de&lt;BR&gt;Aids acabados de sair do laboratório, confirmaram a  presença naquela noite de sexta feira em uma chácara que eu havia alugado  especialmente para esse fim.&lt;BR&gt;Passaríamos lá todo o final de semana e seria  uma surpresa para o Edu. Chegamos na chácara, todos já estavam lá bebericando e  esperando o homenageado,&lt;BR&gt;que nem desconfiava o que ia rolar. Disse à ele que  um amigo havia nos convidado para passar o final de semana no campo e que eu  precisava descansar um&lt;BR&gt;pouco. Todos foram apresentados a Edu, e começamos um  papo animado sobre a seleção brasileira que andava um fiasco. De repente,  Carlos, um mulato com um&lt;BR&gt;pau enorme, uns 28 cm mais ou menos, interrompe o  assunto e diz: "Gente.... tô com um tesão.... o que tiver a boca mais bonita vai  ter que me pagar um&lt;BR&gt;boquete. Edu!!!!! Você tem cara de quem engole tudo e não  engasga!" Edu me olhou meio assustado, mas eu o tranquilizei e disse: "Vai  fundo... paga um boquete&lt;BR&gt;pra ele... mas tira a roupa que eu quero dar um  beijo no teu cuzinho enquanto você chupa." Edu foi se despindo, ao mesmo tempo  que todos fazíamos o mesmo.&lt;BR&gt;Em segundos, éramos 8 homens nus, com os paus  duros e prontos pro ataque. Meio zonzo com aquilo tudo, Edu foi em direção  Carlos e começou a lamber seu&lt;BR&gt;pau e logo estava com o caralho todo em sua  boca. Eu por trás, abria suas nádegas e enfiava a língua, saboreando aquele rabo  que em pouco tempo seria penetrado&lt;BR&gt;por todos. Edu, de 4, saboreava aquele  caralho enorme e os outros fizeram fila, e um a um foram penetrando no cu de  Edu, que rebolava como uma cadela no&lt;BR&gt;cio. Eu apenas observava os homens  mudando de posição, ora sendo chupados, ora enrabando o meu querido, que as  vezes me olhava agradecido. As vezes, entre&lt;BR&gt;uma penetração e outra, eu ia lá  e dava uma deliciosa chupada em seu rabo e passava a vez para outro, até um a  um, todos foram gozando em sua boca. Edu&lt;BR&gt;tomou litros de porra e seu cu  estava tão aberto que cabia uma mão dentro. Morto de cansaço, levei-o para o  quarto, dei-lhe um banho e finalmente o comi.&lt;BR&gt;Meu pau entrava folgado em seu  rabo, que mais parecia uma buceta, de tão arrombado que estava, mas meu tesão só  aumentava ao me lembrar dele sendo fodido&lt;BR&gt;por todos aqueles garanhões. Quando  estava pra gozar, tirei do seu cu e pus em sua boca, e ele mais uma vez engoliu  uma porção de porra quentinha e adormecemos&lt;BR&gt;assim, meu pau em sua boca e  minha boca em seu cu. Acordamos no sábado e Edu começou a se vestir, o que  interrompi, dizendo que ele só andaria nu pela&lt;BR&gt;chácara, e que todos o estavam  esperando para continuar a suruba. Ele deu um suspiro profundo e concordou. "Bom  dia pra todos!!!!" disse Edu para os seis&lt;BR&gt;que já estavam na varanda. "Bom dia  não.... vem dar um beijinho em cada um... todo mundo tem leitinho pro seu café  da manhã!!!" E Então Edu teve que ordenhar&lt;BR&gt;todos, com a boca e com o cu, até  que todos despejassem o leite em sua boca. Com os ânimos mais calmos, o final de  semana correu tranquilo pra todos, menos&lt;BR&gt;pra Edu que não ficava 10 minutos  sem que alguém lhe enrabasse. Éramos em 7 homens, todos ativos, e prontos para  satisfazer Edu. Fomos embora no domingo&lt;BR&gt;a tardinha, com Edu mal podendo se  sentar de tão ardido que estava seu rabo. Havia sido comido de todas as maneiras  e por cacetes maravilhosos e enormes,&lt;BR&gt;exatamente como ele sempre havia  sonhado. Chegamos em casa e tive a minha recompensa: Edu se lavou cuidadosamente  e ofereceu seu rabo todo arrombado pra&lt;BR&gt;mim, que fiquei quase uma hora  lambendo e chupando até adormecer minha língua. Depois o comi com amor, na  posição mais tradicional, a papai e mamãe, jurando&lt;BR&gt;ama-lo para o resto da  minha vida, e prometendo repetir o final de semana sempre que fosse  possível.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;CAPÍTULOVI&lt;BR&gt;Edu ia fazer 50 anos e se aposentara. De repente começou a se  sentir velho. A barriga que insistia em aumentar, os sulcos na face se  pronunciavam, seus&lt;BR&gt;cabelos já estavam quase que totalmente brancos. Com 47  anos, eu também não ficava atrás. Apesar disso, nosso desejo continuava firme e  nos amávamos mais&lt;BR&gt;do que nunca. Tínhamos formado um círculo de amizades, que  nos possibilitava trocar de parceiros sem neuras, sempre em grupo. Nossas idas à  chácara tornaram-se&lt;BR&gt;freqüentes e estávamos realizados de todas as maneiras:  emocionalmente, sexualmente e financeiramente. Tínhamos uma neta linda a quem  mimávamos muito e&lt;BR&gt;seguíamos a nossa vidinha regada a sexo. Edu às vezes  ficava meio calado, e me perguntava se não pensava em troca-lo por alguém mais  jovem, afinal tinha&lt;BR&gt;muita bichinha nova e sarada doida pra dar o rabo pra  alguém como eu. Eu nem de longe pensava nisso, amava Edu incondicionalmente, e  se ele envelhecia,&lt;BR&gt;eu também envelhecia, de modo que não fazia a menor  diferença. É claro que eu já não tinha mais a mesma potência de 5 anos atrás, já  não conseguia dar&lt;BR&gt;3 numa noite, e pra satisfaze-lo, passamos a comprar  consolos. Pra mim bastava poder chupar seu cuzinho (agora um cuzão...) quando  não conseguia ter uma&lt;BR&gt;ereção mais prolongada, mas ele queria mesmo era sentir  seu cu todo preenchido o tempo todo. Isso se tornou como uma obsessão para ele.  Comecei a pensar&lt;BR&gt;que quem seria trocado seria eu, por alguém mais jovem e  mais potente, mas sabia que se isso acontecesse, Edu acabaria por dar com os  burros n'água, pois&lt;BR&gt;jamais encontraria alguém tão fiel quanto eu. Conversamos  muito sobre isso e sugeri que ele tivesse relações com nossos amigos de suruba,  e não me importava&lt;BR&gt;que fosse em casa, mesmo quando eu não estivesse. Afinal  ele já não trabalhava mais durante o dia e estava se acabando de tanto de  masturbar com aqueles&lt;BR&gt;consolos enormes. Aos poucos Edu foi melhorando seu  estado de ânimo e voltou a ser o homem alegre e carinhoso que sempre fora.  Sempre tinha um amigo para&lt;BR&gt;come-lo, e passei a gostar de vê-lo bem disposto e  me recebendo daquela maneira carinhosa que sempre me recebia quando eu chegava  em casa. "O Carlão e&lt;BR&gt;o Anderson estiveram aqui hoje.... você nem imagina a  loucura que foi... estou todo doído. Aqueles dois são fogo!!!!!" E me beijava  com paixão. Eu então&lt;BR&gt;pedia pra conferir o seu rabinho e ele alegre se punha  de 4 no sofá e abria a sua bunda peluda pra mim. Eu então beijava, lambia,  enfiava a língua, os&lt;BR&gt;dedos... falava que estava todo aberto, estava lindo. Na  verdade, as vezes me sentia mesmo era um corno manso, mas fazer o que? Deixar o  Edu deprimido?&lt;BR&gt;Nem pensar! Preferia passar por corno que ter meu querido  triste e chorando pelos cantos. Era pica o que ele queria, era pica o que ele  teria. E ficávamos&lt;BR&gt;namorando, depois de jantar, até a hora de irmos pra cama  e fazermos amor. Edu sempre dizia que ninguém fazia amor como eu, que os outros  apenas trepavam&lt;BR&gt;e atolavam o pau no seu cu, enquanto que eu o brindava com  todo o carinho e amor que dedicava à ele. E era verdade. Eu era cem por cento  dedicado. Até&lt;BR&gt;parece que estava adivinhando o que aconteceria em breve. Uma  tarde, cheguei em casa e encontrei Edu deitado, parecendo muito cansado.  Perguntei o que&lt;BR&gt;tinha havido, ele então me disse que tinham estado lá 6 dos  nossos amigos. Haviam começado a trepar a uma da tarde e só tinham parado a 20  minutos atrás,&lt;BR&gt;e já eram quase 9 da noite. Ele dizia se sentir muito cansado,  mas que queria fazer amor comigo antes de dormir. Despi-me e deitei-me ao seu  lado, dizendo&lt;BR&gt;que ele não podia abusar daquela maneira. Enchi-o de beijos, e  virei-lhe de bruços para me deliciar com seu rabo. Confesso que me assustei com  o que vi.&lt;BR&gt;Seu cu totalmente aberto, cabia minha mão lá dentro, que enfiei  carinhosamente... ele gemia e pedia que enfiasse mais... fui enfiando até estar  com a metade&lt;BR&gt;do meu antebraço enterrado em seu ânus. Ele rebolava e pedia  mais. Ele tinha chegado num ponto em que não havia mais limite para sua  necessidade de ser&lt;BR&gt;penetrado. Estava doente e precisava se tratar. Mas já era  tarde. Não percebi que sua respiração estava mais ofegante do que o normal,  pensei que estivesse&lt;BR&gt;apenas excitado, afinal, eu também estava, e louco de  vontade de meter, tirei o braço e enfiei meu pau dentro dele. Meti por uns 20  minutos, ele quase&lt;BR&gt;não se mexia, cansaço, eu pensava. Gozei gostoso e o  abracei. Beijei sua boca e ele adormeceu nos meus braços. Não acordou mais.  Morreu em meus braços,&lt;BR&gt;do jeito que mais gostava: sendo amado. A dor que eu  senti não tinha explicação. Chorei, liguei para um hospital e vieram retirar o  corpo do meu homem&lt;BR&gt;tão amado. Avisei meu genro e logo estavam Bruno e Renata  em casa. Contei à eles o que tinha acontecido e as providências começaram a ser  tomadas. Estou&lt;BR&gt;viúvo. Sinto enormemente a falta dele e penso em encontrar  outra pessoa para preencher esse vazio. Sei que ele aprovaria e que faria o  mesmo. Mas sei também que amor como esse, nunca mais  encontrarei.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-3212369559823513378?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/3212369559823513378/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=3212369559823513378' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/3212369559823513378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/3212369559823513378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/sou-seu-macho.html' title='SOU SEU MACHO'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-2244348920904697486</id><published>2011-06-22T09:41:00.000+01:00</published><updated>2011-06-22T10:41:31.192+01:00</updated><title type='text'>O volume na sunga do meu pai</title><content type='html'>mario&lt;br&gt;Enviado em 15/06/2011&lt;p&gt;A historia que vou contar aconteceu quando tinha 21 anos.&lt;p&gt;Todo ver&amp;#227;o, minha fam&amp;#237;lia acampava em uma praia pr&amp;#243;xima a minha cidade. A praia era deserta, com muitas pedras e furnas, muito bonita.&lt;p&gt;Meu pai sempre levava alguns amigos para pescar. Na &amp;#233;poca meu pai tinha 42 anos, sarado, coxas grossas e ombros largos. Tinha duas entradas ao lado do abdome que davam inveja a qualquer cara de academia.&lt;p&gt;Eu treinava em academia e era bem sarado tamb&amp;#233;m, meu corpo era parecido com do meu pai por&amp;#233;m era um pouco maior.&lt;p&gt;Sempre admirei o corpo do meu pai e desde pequeno gostaria de ficar igual a ele.&lt;p&gt;Mas ha uns 2 anos comecei a olhar diferente para meu pai. A admira&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;ou a me atormentar, pois meu pau ficava duro em olhar ele de cueca ou sunga. N&amp;#227;o queria sentir isso. Achava que o correto &amp;#233; sentir amor pelo pai e n&amp;#227;o tes&amp;#227;o. Tentava de todas as formas me concentrar em algo diferente quando via meu pai na praia.&lt;p&gt;Bom, um belo dia de praia, meu pai me convidou para ir arrastar rede na praia com os 2 outros amigos dele pois em 4 pessoas seria mais f&amp;#225;cil arrastar e pegar mais peixes.&lt;p&gt;Eu topei inconsciente assim que vi os 3 de sunga. Eu estava de sunga azul clara, meu pai estava de sunga vermelha e os outros 2 de sunga preta.&lt;p&gt;Meu pai tinha um volume muito grande na sunga no qual seu pau marcava e ia para o lado. O meu pau tamb&amp;#233;m fica marcando e as vezes ficava com vergonha pois ele ficava muito evidente e as pessoas reparavam assustados.&lt;p&gt;Ent&amp;#227;o fomos para a praia com a rele enrolada em um saco grande. Os 2 amigos dele levaram e eu e meu pai ficamos andando na frente. Riamos e fal&amp;#225;vamos sobre putarias e tudo mais.&lt;p&gt;Conforme meu pai andava, o volume na sunga balan&amp;#231;ava e eu n&amp;#227;o conseguia tirar os olhos quando virava para falar com ele.&lt;p&gt;Ele come&amp;#231;ou a perceber que eu estava olhando e at&amp;#233; olhou para seu pr&amp;#243;prio volume para ver se tinha algo de errado na sunga. Ele viu que n&amp;#227;o tinha nada e continuou a conversar conosco.&lt;p&gt;Os amigos do meu pai tinham um rabo muito gostoso, que marcava na sunga e entrava no rego. Era meio apertadinha e marcava o pau tb mas com menor propor&amp;#231;&amp;#227;o do meu pai.&lt;p&gt;Ent&amp;#227;o paramos e come&amp;#231;amos a arrumar a rede para entrar no mar.&lt;p&gt;Meu pai notava que eu puxava a rede de olho no seu volume. Meu pau come&amp;#231;ou a ficar meia-bomba e ele percebeu e olhou meio assustado. Depois fez que n&amp;#227;o percebeu e continuou a puxar e esticar a rede.&lt;p&gt;N&amp;#227;o consegui controlar e os amigos do meu pai logo perceberam do meu volume na sunga, tentei disfar&amp;#231;ar, mas n&amp;#227;o tinha nada para cobrir meu pau. Ent&amp;#227;o fiz que n&amp;#227;o fosse nada e continuei com eles.&lt;p&gt;O assunto come&amp;#231;ou a ficar menos freq&amp;#252;ente, pois eles n&amp;#227;o conseguiam falar e olhar para mim com aquele volume todo. Tenho 20cm de pau e grosso ent&amp;#227;o qualquer coisa j&amp;#225; faz um volume na sunga.&lt;p&gt;Ent&amp;#227;o chegou a hora de entrar na &amp;#225;gua com a rede. Entrou eu e meu pai de um lado e os outros 2 do outro lado da rede para puxar mar adentro.&lt;p&gt;O mar estava &amp;quot;puxando&amp;quot; muito e t&amp;#237;nhamos que fazer muita forca para conseguir segura-la.&lt;p&gt;Ent&amp;#227;o pedi para meu pai me ajudar pois n&amp;#227;o estava conseguindo segurar sozinho.&lt;p&gt;Ele veio e ficou do meu lado. Sua coxa come&amp;#231;ou a ro&amp;#231;ar na minha e meu pau ja estava duro dentro da &amp;#225;gua. Ele n&amp;#227;o via meu pau e continuava a puxar a rede.&lt;p&gt;Meu pau estava apontado para o lado dele e logo come&amp;#231;ou a encostar-se &amp;#224; sunga do meu pai. Isso me dava mais tesao ainda.&lt;p&gt;O mar recuou e tivemos que fazer mais forca, nessa hora ele foi para frente de mim e encostei todo o meu pau em um lado da bunda dele.&lt;p&gt;Naquele momento eu queria que o mar continuassem a puxar a rede para n&amp;#227;o sair daquela posi&amp;#231;&amp;#227;o. A bunda dele ro&amp;#231;ava na minha vara e eu n&amp;#227;o podia acreditar que estava excitado pelo meu pai.&lt;p&gt;O mar parou de recuar e voltamos ao normal, um ao lado do outro segurando a rede.&lt;p&gt;Ficamos ali segurando esperando para que os peixes ficassem na rede.&lt;p&gt;O mar logo voltou e recuou de novo. Dessa vez meu pai foi para tr&amp;#225;s de mim e segurou forte a rede. Seu pau estava dura&amp;#231;o e encostado no meu rabo. Ele fazia forca e dizia &amp;quot;Ag&amp;#252;enta a rede, forte&amp;quot;. Meu tesao estava fora de controle, aquele abdome sarado encostava-se &amp;#224;s minhas costas largas e eu sentia todo o seu peito bem como sua pica no meu rabo. Ent&amp;#227;o o mar voltou e paramos de nos encostar...&lt;p&gt;Ficamos um pouco no mar depois sa&amp;#237;mos puxando a rede para fora do mar.&lt;p&gt;Meu pau estava duro e n&amp;#227;o consegui deix&amp;#225;-lo mole. Meu pai estava com o pau meia-bomba. O volume era descomunal... N&amp;#227;o consegui deixar de admirar aquilo.&lt;p&gt;Retiramos os  peixes da rede e colocamos no balde para levar.  Pegamos poucos, pois n&amp;#227;o era uma &amp;#233;poca boa. Mas na verdade quer&amp;#237;amos a aventura de pescar na praia.&lt;p&gt;Os amigos do meu pai ficaram constrangidos ao olhar meu pau com todo aquele volume, mas logo foram se acostumando.&lt;p&gt;De tardezinha, nos reunimos para comer os peixes assados e beber cerveja e conhaque. As mulheres foram para a barraca fofocar e nos ficamos ao redor de uma fogueira comendo e bebendo.&lt;p&gt;Est&amp;#225;vamos todos de sunga ainda. E lembrar-se daquele cena estava me deixando louco de novo.&lt;p&gt;Meu pai conversava em p&amp;#233;, ria e passava a mao em seu abd&amp;#244;men. Ele bebia conhaque e as vezes deixava cair um pouco na sunga. Eu fiquei sentado na cadeira pois meu pau estava num estado gigantesco. Eles falavam das fodas que faziam quando eram mais novos e riam.&lt;p&gt;Ent&amp;#227;o, chegando certa hora da noite, os amigos do meu pai falaram que iriam para as suas respectivas barracas dormir e pediram que eu levasse meu pai pois j&amp;#225; estava meio tonto.&lt;p&gt;A fogueira foi apagada e eu levei para barraca da minha m&amp;#227;e. Eu abracei meu pai para lev&amp;#225;-lo e meu pau encostava ao lado da sua sunga vermelha, bem pr&amp;#243;ximo do pau dele.&lt;p&gt;Chegando na barraca, minha m&amp;#227;e disse que n&amp;#227;o iria dormir com ele com o bafo de conhaque e que se ele quisesse, dormiria na minha barraca. Eu concordei, obvio, e levei at&amp;#233; minha barraca.&lt;p&gt;Ele se ajeitou no colch&amp;#227;o e eu deitei do lado. Deixei o liquinho ligado, pois queria ficar admirando aquele corpo todo ao meu lado. Aquele volume na sunga dele me deixava mais louco ainda, n&amp;#227;o conseguia dormir. Ent&amp;#227;o, pois de 1 hora +/- ele me abra&amp;#231;ou j&amp;#225; dormindo e meu pau come&amp;#231;ou a encostar no volume da sunga dele. Comecei a mexer meu pau no dele bem de leve para que n&amp;#227;o percebesse.&lt;p&gt;Segurei na cintura dele, de lado, um de frente para o outro e minha cabe&amp;#231;a no seu peito, pr&amp;#243;ximo ao seu mamilo durinho. Senti aquele cheiro de homem. Seu sovaco cheirava gostoso naturalmente. Comecei a babar na sunga. E seu pau come&amp;#231;ou a endurecer do lado do meu.&lt;p&gt;Sua rola come&amp;#231;ou a crescer para o lado e o volume era t&amp;#227;o grande quanto o meu. Resolvi descer minha mao e passar no seu pau por cima da sunga.&lt;p&gt;Era uma pica grossa e macia. Come&amp;#231;ou a molhar a sunga e eu fazia movimentos suaves em seu pau. Me gelou quando me dei conta que ele podia estar vendo at&amp;#233; que ponto eu poderia chegar.&lt;p&gt;Mas logo percebi que ele estava tonto e nem mexia direito. Respirava fundo.&lt;p&gt;resolvi tirar seu pau por baixo da sunga lentamente.&lt;p&gt;Olhei aquele rola cabe&amp;#231;uda, do tamanho da minha, grossa e cheio de veias. Toda babada.&lt;p&gt;Tirei meu pau por baixo da sunga tamb&amp;#233;m e comecei a tocar uma para nos dois suavemente na mesma mao. Mal cabia os 2 paus em minha mao. Ele babava em mim e eu nele.&lt;p&gt;Olhei para a cara dele e ele estava com a fei&amp;#231;&amp;#227;o de que estava relaxando com aquilo.&lt;p&gt;De repente, um jato de porra disparou em mim me lavando todo. Uma porra espessa, branca, com cheiro forte. Eu n&amp;#227;o me ag&amp;#252;entei e gosei nele. Estava com tanto tesao que lavei a sunga dele de porra. Apontei o jato de porra para seu abdomem e sunga. Peguei a sua porra no meu abd&amp;#244;men e lambi para sentir o gosto. Era um gosto salgado e gostoso.&lt;p&gt;Ent&amp;#227;o deixei ele como estava. Deitei para o lado e dormi.&lt;p&gt;No outro dia quando acordei, ele j&amp;#225; estava na praia tomando banho com a mesma sunga.&lt;p&gt;Senti aquele cheiro de porra na minha barraca e lembrei-me do ocorrido. Meu deu um tesao novamente e queria mais.&lt;p&gt;Sai da barraca e fui tomar caf&amp;#233;. Depois de um tempo, meu pai e amigos vieram todo molhados para a mesa que instalamos ao centro de todas as barracas.&lt;p&gt;A sunga do meu pai estava molhada e seu volume marcava muito. Seu pau parecia estar meia-bomba. N&amp;#227;o resistia em n&amp;#227;o olhar.&lt;p&gt;Ele me tratava como se nada tivesse acontecido e fiquei mais relaxado.&lt;p&gt;Eu estava sentado e seu pau ficava na altura da minha boca enquanto ele conversava com os amigos e tomava uma x&amp;#237;cara de caf&amp;#233;. Comecei a ficar de pau duro ao sentir o cheiro de porra que saia da sunga dele. Tinha uma mancha esbranqui&amp;#231;ada na sua sunga perto do volumao. Tamb&amp;#233;m dava para perceber que nos pelos ralos do seu abd&amp;#244;men estava um pouco de porra seca.&lt;p&gt;Eu estava louco para colocar aquele pau todo na minha boca e sentir o jato quente escorrendo dela.&lt;p&gt;Fiquei olhando para o pau dele e um dos amigos dele disse: &amp;quot;O bixo t&amp;#225; fissurado, hahahah&amp;quot; Meu pai riu e olhou para o meu pau e disse, &amp;quot;&amp;#233; &amp;#233;...temos que apresentar aquela casa de show pra ele&amp;quot;.&lt;p&gt;Eu ri tamb&amp;#233;m para n&amp;#227;o ficar sem gra&amp;#231;a. E o pau do meu pai come&amp;#231;ou a ficar duro. Os dois amigos sa&amp;#237;ram e meu pai ficou comigo, em p&amp;#233;, na minha frente tomando caf&amp;#233;.&lt;p&gt;Ele j&amp;#225; n&amp;#227;o escondia mais o tesao e come&amp;#231;ou a babar na sunga. Nessa altura, meu pau j&amp;#225; estava todo babado tamb&amp;#233;m e ele disse: &amp;quot;Hoje voc&amp;#234; vai tomar um conhaque comigo, n&amp;#227;o tem desculpa!&amp;quot;.&lt;p&gt;Eu sou fraco para bebidas fortes, mas mesmo assim aceitei.&lt;p&gt;Depois de um dia de praia com muita brincadeira, futebol e jacarezinhos, chegou a tao esperada hora de se reunir na fogueira de tardezinha para comer e beber.&lt;p&gt;Meu pai encheu meu copo de cohaque e os amigos ficaram na cerveja. Dei um primeiro gole e resolvi ficar fingindo que estava bebendo.&lt;p&gt;Eu queria na verdade era estar bem acordado para repetir a putaria com meu pai na barraca.&lt;p&gt;Ele come&amp;#231;ou a beber a aos poucos ia falando cada vez mais conversa fora e sorria a toa. Co&amp;#231;ava seu abd&amp;#244;men e &amp;#224;s vezes apertava seu pau na sunga. A luz da fogueira desenhava toda a sua vara naquela sunga vermelha e com manchas esbranqui&amp;#231;adas da minha porra da noite anterior.&lt;p&gt;Os amigos do meu pai riam do estado que ele se encontrava. Suas bundinhas marcando na sunga me deixavam louco tamb&amp;#233;m. Peguei meu pai olhando diversas vezes para a bunda dele tamb&amp;#233;m.&lt;p&gt;Meu pau estava quase duro e melado na sunga. Era percept&amp;#237;vel. O cheiro de porra e macho se misturava entre n&amp;#243;s. Meu pai, &amp;#224;s vezes, parava os olhos na minha vara e depois olhava para o outro lado para disfar&amp;#231;ar.&lt;p&gt;Eu j&amp;#225; nem disfar&amp;#231;ava. Olhava mesmo o rabo deles e volume na sunga. Meu pai falava de putaria, talvez para justificar seu tesao aparente na sunga.&lt;p&gt;Os amigos estavam meia-bomba. Depois de alguns tragos, o pau do meu pai j&amp;#225; latejava e babava na sunga. Ele apertava e arrumava o pau para o lado para n&amp;#227;o sair da sunga.&lt;p&gt;Ent&amp;#227;o fui por tr&amp;#225;s do meu pai e abracei dizendo que ele era meu grande amigao e parceiro. Meu pau encostou no seu rabo durinho e dei uma ro&amp;#231;ada j&amp;#225; que ele estava ficando tonto.&lt;p&gt;Comecei a pensar que na noite anterior ele estava fingindo que estava dormindo pois seu pau continuava duro enquanto o meu estava tamb&amp;#233;m.&lt;p&gt;Passou mais 1 hora e resolvemos que j&amp;#225; estava tarde e que se continu&amp;#225;ssemos, ir&amp;#237;amos cair.&lt;p&gt;Cada um foi para a sua barraca e levei meu pai de novo para a minha.&lt;p&gt;Deitei meu pai de novo e desta vez o seu pau j&amp;#225; estava todo babado e duraco.&lt;p&gt;Ele logo dormiu(ou fez que dormiu, n&amp;#227;o sei) e eu comecei a punhetar aquela vara grossa e grande outra vez. Eu estava com muito tesao e quanto mais proibida era a situa&amp;#231;&amp;#227;o, mas tesao me dava.&lt;p&gt;Tirei a vara para fora de sunga e cai de boca. Lambia ela inteira, tomava aquela baba suavemente para ele n&amp;#227;o gozar muito r&amp;#225;pido.&lt;p&gt;Curti tudo aquilo durante uns 40 minutos. Aquele pau n&amp;#227;o parava de babar e o meu tamb&amp;#233;m.&lt;p&gt;Resolvi ficar na posi&amp;#231;&amp;#227;o de 69 para conseguir engolir toda aquela vara.&lt;p&gt;Meu pau ficou muito pr&amp;#243;ximo a boca dele. Eu estava ainda de sunga e resolvi tirar o meu pau por baixo da sunga para encostar nele.&lt;p&gt;Meu pau encostava nos seus l&amp;#225;bios e babava na sua boca enquanto eu engolia toda aquela vara aproveitando cada cent&amp;#237;metro.&lt;p&gt;Comecei a forcar meu pau para dentro da boca dele e foi entrando. Ele come&amp;#231;ou a mexer a l&amp;#237;ngua, acho que era por causa da saliva&amp;#231;&amp;#227;o. Meu tesao estava nas alturas.&lt;p&gt;O pau do meu pai j&amp;#225; tinha sinais de que iria explodir na minha boca. Eu engolia cada vez mais. Ent&amp;#227;o ele gozou e me encheu a boca de porra...Eram jatos fortes e quentes. O pau pulsava e ficava cada vez mais inchado. Come&amp;#231;ou a escorrer pela minha boca e a sujar mais inda aquela sunga tesuda que ele estava usando.&lt;p&gt;Pouco depois, ainda com aquele mastro na boca eu gozei na boca dele. Jatos fortes tamb&amp;#233;m. Come&amp;#231;ou a escorrer por sua boca e ele engolia um pouco conforme os jatos pegavam na sua l&amp;#237;ngua.&lt;p&gt;Peguei um pano e retirei o excesso. Guardei seu pau todo melado na sunga e fui dormir.&lt;p&gt;No outro dia ele acordou e disse que tinha dormido muito bem. Ele notou o cheiro de porra e depois viu sua sunga manchada e falou &amp;quot;Nossa, tenho que lavar essa sunga&amp;quot; e eu disse: &amp;quot;Eu tamb&amp;#233;m&amp;quot;.&lt;p&gt;Depois fomos todos para casa e sempre que ele bebe uns conhaques fico de prontid&amp;#227;o para levar ele pra casa.&lt;p&gt;Ele nunca fez nenhum questionamento. Mas creio que ele sabe e gosta. Faz de prop&amp;#243;sito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-2244348920904697486?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/2244348920904697486/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=2244348920904697486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2244348920904697486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2244348920904697486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/o-volume-na-sunga-do-meu-pai.html' title='O volume na sunga do meu pai'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-4504900032870128037</id><published>2011-06-21T21:50:00.000+01:00</published><updated>2011-06-21T22:51:04.294+01:00</updated><title type='text'>Dois ursos mecânicos</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Sou o Carlos, tenho 35 anos, 1,80, 85 kg, moreno,  peludo, com uma barriguinha de cerveja que a uns agrada e a outros não. &lt;BR&gt;Sou  advogado, mas infelizmente o mar não está para peixe e estou desempregado.  &lt;BR&gt;Nunca tive medo do trabalho. Meus pais eram muito pobres e desde cedo tive  que trabalhar duro para estudar.&lt;BR&gt;Meu pai era mecânico e desde os meus 12 anos  eu comecei a trabalhar com ele, primeiro como ajudante. Era um dinheirinho a  mais queentrava em casa. Foi assim que consegui estudar, me formei em  Direito.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Durante um ano, trabalhei como advogado de porta de  cadeia. Depois acabou.&lt;BR&gt;Procurei então um velho amigo de meu pai que me  arranjou emprego de mecânico na oficina dele e não rejeitei.&lt;BR&gt;Nessa oficina  trabalha um homem de 42 anos chamado Tadeu, alto, moreno, cabelo curto. Tem a  barba sempre por fazer, é peludo e tem uma barriga enorme de cerveja que faz  questão de elogiar dizendo: "macho&lt;BR&gt;que é macho tem que ter barriga!" e bate  orgulhosamente na barriga nua, nesta altura de calor andamos sempre em tronco nu  na oficina. É casado, mas vive como se não fosse. Vai para noitadas, anda com  putas&lt;BR&gt;e vez por outra se mete em alguma confusão de porrada.&lt;BR&gt;Bom mas todo  este preâmbulo para contar o que aconteceu e vem acontecendo desde  então.&lt;BR&gt;Certa noite depois do serviço, eu e Tadeu resolvemos ir tomar umas e  outras. No fim ficamos um bocado bêbados. Ele então resolveu telefonar para a  mulher dizendo que ficaria em minha casa, pois não estava&lt;BR&gt;em condições de  conduzir.&lt;BR&gt;Ele sabe que sou gay. Aliás, todos meus amigos sabem. Não escondo  de ninguém e quando tenho um novo amigo, faço questão de lhe contar, pois não  quero que seja outro a dizer-lhe. Nunca tive problema com&lt;BR&gt;isso e ninguém se  mete à besta comigo: fui criado no meio dos machos, sou macho e se alguém se  mete comigo já sabe que se arrisca a &lt;BR&gt;levar umas boas porradas.&lt;BR&gt;Então  fomos para minha casa onde tomamos ainda mais umas cervejinhas, depois nos  despimos e fomos para a minha cama completamente nus e bêbados. &lt;BR&gt;Eu adormeci  logo, mas acordei sobressaltado ao sentir uma boca quente chupando meu pau.  &lt;BR&gt;Percebi que era Tadeu e fiquei espantado ao ver o garanhão comedor de putas  naquela posição.&lt;BR&gt;Pensei que seria efeito da bebida, pois ele tinha bebido  muito mais do que eu.&lt;BR&gt;Então ele tirou a boca do meu pau e disse: &lt;BR&gt;- Eu  sempre tive vontade de fazer isso, mas nunca tive coragem.&lt;BR&gt;- Você está  bêbado, eu disse.&lt;BR&gt;- Eu tou. mas isso só serviu para me dar coragem.&lt;BR&gt;E  voltou a abocanhar meu pau, chupando com vontade enquanto se punhetava. &lt;BR&gt;-  Que se dane, pensei. Amanhã ele não vai lembrar de nada mesmo...&lt;BR&gt;Me virei na  posição de 69 e peguei o pau dele que mede uns 18 cm, grosso e que a essa altura  latejava, duro como pedra e comecei a chupar.&lt;BR&gt;Nos chupamos por algum tempo  até que avisei que ia gozar. Ele não parou de chupar e eu gozei em sua boca e  ele engoliu tudo. Depois foi a vez dele gozar e eu também engoli tudinho, uma  porra quente e grossa,&lt;BR&gt;deliciosa. &lt;BR&gt;Depois, instintivamente, nos viramos e  trocamos nosso primeiro beijo de língua, misturando nossas barbas, partilhando o  sabor de nossas porras.&lt;BR&gt;Então, para minha surpresa, ele deitou de barriga pra  baixo, erguendo a bunda. &lt;BR&gt;Entendi a mensagem, deitei por cima dele e comecei  a meter devagar. Ele não mostrou resistência, apenas gemia baixinho. &lt;BR&gt;- Você  quer mesmo, Tadeu?&lt;BR&gt;- Quero.&lt;BR&gt;- Então pede, animal. Pede pra eu meter o meu  pauzão todo no teu cu. &lt;BR&gt;- Mete, Carlão!... Mete esse pauzão todo no meu  cu!...&lt;BR&gt;Resolvi meter todo meu pau de 21 cm. Ele soltou um grito, não sei se  de dor ou prazer, mas nada fez para tirar. Comecei a mover os&lt;BR&gt;quadris  lentamente, depois comecei a socar com força. Ele não parava de gemer alto e  repetia: &lt;BR&gt;- Isso, Carlão! Me fode!&lt;BR&gt;- Você gosta do meu pau, animal? Gosta  de sentir ele todo dentro do teu cu?&lt;BR&gt;- Gosto, Carlão! Eu sempre quis sentir  um pau dentro do meu cu!...&lt;BR&gt;E não parava de hurrar feito um animal selvagem  enquanto eu lhe dava fortes e frenéticas estocadas. &lt;BR&gt;Deitei de barriga para  cima e fiz ele cavalgar meu pau. &lt;BR&gt;Não acreditava no que via, aquele macho  peludo e másculo, sentado no meu cacete e pulando gostoso num vai-e-vem  delicioso, sempre gemendo muito e adorando.&lt;BR&gt;Acabei por gozar dentro dele sem  tirar de dentro, enchendo suas entranhas de porra.&lt;BR&gt;Depois bati uma pra ele  até ele gozar em cima de mim, aos urros de prazer, enquanto com as mãos grossas,  ele espalhava a porra pelo meu peito peludo. &lt;BR&gt;Fomos pro chuveiro onde nos  lavamos e trocamos beijos e carícias.&lt;BR&gt;Depois voltamos pra cama. Eu ainda  peguei em seu pau, queria dar para ele, tava com um super tesão no cu após ter  visto como ele adorou ter dado pra mim, queria também, mas Tadeu já não tinha  força. Acabamos&lt;BR&gt;por adormecer cada um pra um lado. &lt;BR&gt;No dia seguinte  acordamos por volta do meio-dia. Então veio a surpresa. Tadeu que a princípio  agia como se não lembrasse de nada, me abraçou e me deu um delicioso beijo de  língua.&lt;BR&gt;- Foi muito bom o que aconteceu esta noite. quero mais. &lt;BR&gt;Depois  nos vestimos e ele voltou para casa.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-4504900032870128037?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/4504900032870128037/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=4504900032870128037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4504900032870128037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4504900032870128037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/dois-ursos-mecanicos.html' title='Dois ursos mecânicos'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-239188051569990491</id><published>2011-06-21T19:00:00.000+01:00</published><updated>2011-06-21T20:01:04.416+01:00</updated><title type='text'>Meu Pai lutador de Judô</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Fábio&lt;BR&gt;Enviado em 07/04/2011&lt;BR&gt;Moro no Rio de  Janeiro, tenho 21 estudo, trabalho e moro so com meu pai desde que minha mae  resolveu se separar dele quando eu tinha 16 anos. Por ele continuar aqui na zona  sul, achamos melhor que seria mais facil pra eu continuar perto da  escola.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Sempre me dei muito bem com meu pai que por ser um  cara jovem porem maduro. Ele e professor de judo entao convivi com esses garotos  diariamente, fala giria, me pega pra brincar de luta ou pra me deixar mais  mal-humorado ainda quando ele me acordava cedo nos fins de semana.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Eu nunca fui de namorar varias meninas ou de sair  muito com os amigos... sempre fui bem caseiro e como amigo, bastava meu pai que  so o vendo praticamente a noite quando ele chegava do treino.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Nunca tive atracao por homens, nem passava pela  minha cabeca algo do tipo. Ate ha 2 anos atras, quando eu tinha 19  anos.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Voltando da faculdade mais cedo resolvi dar uma  passada na academia pra pedir pra quando ele fosse pra casa levasse alguma coisa  diferente pra comer. Quando cheguei la ele estava terminando de correr na  esteira e ia tomar uma ducha e me pediu companhia, eu fui la conversando e  tal... foi tirando a roupa e entrou no chuveiro de sunga. Normal, nunca tinha  visto meu pai nu mesmo entao achei normal, ele devia ter vergonha, sei  la.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Fiquei vendo ele tomar banho, falando comigo...  Comecei, sem querer a perceber no seu corpo de homem!!! Malhado sem exagero,  abdomem legal, pernao e um cabelo raspado, levemente grisalho (ja esta com 45),  aquele olhao verde e cara de pitboy apesar da idade...&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Me perdi nos pensamentos, levantei, dei um tchau  rapido e fui pra casa me sentindo um pouco estranho, meio culpado, meio  curioso... mas tentei deixar de lado!!!&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Quando ele chegou em casa a primeira coisa que ele  fez, e sempre fez, mas so agora fui ver de forma dirente... foi quando ele tirou  a camisa, e foi largando o calca do quimono pela sala, ficando so com sua sunga  preta!!! Se jogou no chao resmungando que tava cansado...&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Ai eu comecei a provoca-lo, dando tapas na sua  cabeca, falando q ja tava ficando velho, com cabelos brancos...so pra brincar,  ele me puxou pro chao e comecamos a lutar de brincadeira...ate q fomos cansando  e ficamos parados, deitados no chao um grudado no outro durante alguns  minutos... Quando me dei pela situacao que estava, fui me levantar e vi q meu  pai estava dormindo, dei uma sacudida nele e falei - "Vai dormir no quarto..." e  fui comer alguma coisa e ele resmungou novamente com voz sonolenta - "Apaga a  luz ae!"&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Fiz tudo que tinha pra fazer e resolvi ir dormir...  e ele continuava na sala!!! No meio da noite acordei com ele acordando e indo  pro quarto!!! Perdi o sono e percebi pela luz acesa que ele ainda estava  acordado e fui ate seu quarto. Ele tava deitado na cama querendo dormir, tambem  tinha perdido o sono... Deitei do seu lado e ele naturalmente deitou a cabeca em  meu peito e comecou a me apertar... ele nunca tinha feito isso, mas deixei...os  apertoes, comecaram a virar carinho, ele percorria com aquela mao forte sobre  todo meu corpo, passando pelo peito e barriga...Ninguem disse uma palavra...De  repente ele desceu ate meu pau e perguntou sem me olha: Posso? Eu nao respondi  nada...estava morrendo de vergonha, nao estava duro, mas estava envergonhado  pela situacao.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Ele continuou a passar a mao no meu pau, ainda mole  botou pra fora do short de dormir que eu estava, esticou a pele, deixando toda a  cabeca de fora e comecou a me chupar bem devagar...meu pau foi ficando duro em  sua boca e ele comecou a chupar e sugar mais depressa... quando eu estava quase  gozando, tireu meu pau de sua boca, tirei-o de cima de mim, arranquei sua sunga,  olhei pra aquele pau duro, daquele homem gostoso que e meu pai, fiz o mesmo que  ele fez: estiquei a pele, deixando pra fora toda a cabeca daquela rola  maravilhosa e comecei a chupa-lo!!! Ate que ele me botou de lado, me agarrou por  traz e foi metendo todo aquele pau no meu rabo, quase nao senti dor de tanto  prazer que sentia cada vez que ele entrava e saia... Gozamos  juntos!!!&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Depois ficamos nos beijando durante um bom tempo...  Ja conversamos algumas vezes sobre o assunto...mas nos dois ainda temos um pouco  de vergonha, mas continuamos a transar... as vezes ele deixa eu comer seu rabo,  mas ele nao gosta muito, diz que doi!!! Eu adoro quando ele me  come...&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-239188051569990491?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/239188051569990491/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=239188051569990491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/239188051569990491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/239188051569990491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/06/meu-pai-lutador-de-judo.html' title='Meu Pai lutador de Judô'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-2252082294709358981</id><published>2011-05-28T23:16:00.000+01:00</published><updated>2011-05-28T23:17:07.869+01:00</updated><title type='text'>Na Fazenda com um peão</title><content type='html'>Era semana de carnaval e eu havia ido tr&amp;#234;s dias antes para a fazenda de meu pai. Ele tinha me deixado l&amp;#225; e voltado para a cidade. Abri a casa, desfiz minha pequena mala e peguei um v&amp;#237;deo porn&amp;#244; gay que havia levado e pus pra rolar. Meu pai tinha me pedido para entregar uma caixa de vacinas para Reynaldo, o pe&amp;#227;o. Assim que chegamos meu pai lhe disse que tinha trazido a caixa, e Reynaldo disse que assim que terminasse de tirar leite iria l&amp;#225; na casa pegar. Pus o filme no v&amp;#237;deo e comecei a assistir enquanto puxei minha cal&amp;#231;a e cueca e comecei a bater uma punheta saboreando o filme. Eu tinha levado umas camisinhas, pois adorava me masturbar com elas; eu tinha 17 anos e era completamente virgem em transa com homens. At&amp;#233; ent&amp;#227;o e n&amp;#227;o tinha usado camisinha de outra forma que n&amp;#227;o fosse com uma &amp;#250;nica namorada que com quem eu havia transado na casa dela, quando seus pais estavam viajando. Tinha colocado as camisinhas em cima da mesinha de centro pra que eu as pudesse usar na hora em que gozasse. Ap&amp;#243;s uns 10 minutos de fita, ouvi baterem na porta e j&amp;#225; imaginava que seria Reynaldo. Mas de qualquer forma, olhei pela janela antes de abrir a porta, sem que ele me visse. Deixei o filme rodando propositadamente e vesti a cal&amp;#231;a, mas deixei meu pau pra fora da cueca pra que ele se destacasse, fazendo volume debaixo da minha cal&amp;#231;a, que era de moletom. Abri a porta e ele disse no seu Portugu&amp;#234;s ruim: _ Eu vim buscar as &amp;quot; vacina &amp;quot; que o Dr. Henrique falou. Eu o convidei a entrar e ele disse que l&amp;#225; mesmo estava bom, que ele precisava voltar para acabar de tirar leite. Mas eu insisti que era melhor se ele entrasse pois eu ainda iria procurar a tal caixa de vacinas. O que era mentira, pois eu j&amp;#225; havia deixado a caixa em cima da mesa da cozinha. Ele ent&amp;#227;o disse um humilde e t&amp;#237;mido &amp;quot; com licen&amp;#231;a &amp;quot;e entrou. Disse pra ele se sentar e ele obedeceu. Sa&amp;#237; rapidamente da sala e me escondi at&amp;#225;s da cortina que separa a sala da copa, de onde podia observar sem ser notado, a rea&amp;#231;&amp;#227;o do rapaz. Ele n&amp;#227;o parava de olhar os quadros na parede, o ch&amp;#227;o, tudo... S&amp;#243; depois de uns 30 segundos sozinho na sala que resolveu olhar para a televis&amp;#227;o. Eu me gelei, esperando pra ver qual seria sua rea&amp;#231;&amp;#227;o, mas estava excitado demais para parar com a brincadeira. Reynaldo olhava pra TV com os olhos arregalados, parecia n&amp;#227;o saber o que fazer. Ficou im&amp;#243;vel, enquanto na tela um cara loiro e depilado, usando um daqueles an&amp;#233;is em volta do p&amp;#234;nis, recebia a rola de um negro delicioso, que o comia com toda for&amp;#231;a que tinha. Fiquei ali observando, enquanto batia uma escondido. Reynaldo olhava pra cortina vendo se eu j&amp;#225; estava chegando e eu me escondia. Repetiu isso umas 4 vezes, at&amp;#233; que na &amp;#250;ltima, ap&amp;#243;s olhar pra cortina e ver que eu n&amp;#227;o estava vindo, passou a m&amp;#227;o sobre sua cal&amp;#231;a, acariciando o pau. Depois de algumas car&amp;#237;cias ele at&amp;#233; arriscou a enfiar a m&amp;#227;o com dificuldade por dentro daquela cal&amp;#231;a apertada de pe&amp;#227;o e mexeu um pouco com seu pau. Resolvi que era hora de aparecer por l&amp;#225; e ent&amp;#227;o peguei a caixa de vacinas e abri a cortina. Ele tirou rapidamente a m&amp;#227;o de dentro da cal&amp;#231;a e se levantou. Eu entreguei a caixa a ele normalmente, como se nada tivesse acontecido, ou acontecendo ( afinal o filme estava rolando e os atores agora gritavam como loucos ). Ap&amp;#243;s Reynaldo sair, continuei assistindo o filme at&amp;#233; o final, mas segurei pra n&amp;#227;o gozar enquanto batia punheta, porque queria ir ver o pe&amp;#227;o novamente, e sem saber o que pretendia, achei melhor n&amp;#227;o gozar ainda. Ao terminar o filme, fui direto pro curral, onde Reynaldo terminava de tirar leite. Sentei na cerca e fique olhando aquele cara que me matava de tes&amp;#227;o. Ele tinha tirado a camisa por causa do calor, e eu fique ali olhando aqueles bra&amp;#231;os fortes, aqueles mamilos escuros e grossos e aquelas axilas que pareciam desenhadas, composta de cabelos curtos e meio anelados. Eu olhava sem disfar&amp;#231;ar, ele me olhava as vezes e eu fazia quest&amp;#227;o de olhar bem no rumo do pau dele pra que ele tivesse a certeza do que eu estava querendo. Quando acabou de tirar leite, eu sa&amp;#237; e fui para o celeiro, ele costumava ir l&amp;#225; depois de tirar o leite, pra pegar um cavalo e ir levar um gal&amp;#227;o pequeno pra sua av&amp;#243;, que morava junto com ele, numa casinha que ficava h&amp;#225; uns 5km da de meu pai. Cheguei no celeiro, e comecei a acariciar o pau do cavalo que ele por costume pegava pra andar. Assim que percebi que Reynaldo estava chegando, comecei a passar a m&amp;#227;o por cima da cal&amp;#231;a, alisando meu pau, enquanto com a outra, batia uma pro cavalo, que j&amp;#225; tinha soltado aquele pau todo na minha m&amp;#227;o. Ele olhou pra mim e acho que pensou em voltar, mas logo percebeu que eu j&amp;#225; o tinha visto e que tamb&amp;#233;m ele iria ter que pegar aquele cavalo de qualquer jeito. Ent&amp;#227;o ele se aproximou do cavalo, esperando que eu me afastasse do mesmo pra que ele pudesse colocar o arreio. Mas eu n&amp;#227;o s&amp;#243; n&amp;#227;o me afastei, como continuei a passar a m&amp;#227;o no pau do cavalo, olhando descaradamente para Reynaldo, eu parou e ficou me olhando de bra&amp;#231;os cruzados. Enquanto eu morrendo de nervosismo e tes&amp;#227;o ao mesmo tempo, continuava minha brincadeira. Reynaldo ent&amp;#227;o me perguntou com um tom ir&amp;#244;nico na voz: _ Voc&amp;#234; gosta de cavalos? E eu respondi com o mesmo tom: _ Adoro! Ele ent&amp;#227;o perguntou: _ Voc&amp;#234; gosta disso? S&amp;#243; que dessa vez acariciando seu pau por cima da cal&amp;#231;a. Eu respondi com a voz tr&amp;#234;mula de nervoso e tes&amp;#227;o: _ Adoro! Ele ent&amp;#227;o come&amp;#231;ou a abrir o z&amp;#237;per, mas antes que terminasse eu disse: _ Aqui n&amp;#227;o, quero ficar mais &amp;#224; vontade. Me segue e depois de uns 5 minutos voc&amp;#234; entra, com cuidado pra ningu&amp;#233;m ver. Entra pela porta de tr&amp;#225;s, que a da frente fica em frente ao curral. E segui pra minha casa, onde entrei e fui diretamente abrir a porta da cozinha e logo depois, fui pro meu quarto, onde peguei uma camisinha e deixei em cima da cama. Ele chegou logo, acho que nem esperou o tempo que eu havia pedido. Assim que escutei a porta abrir que vi que ele chegou, eu pedi pra que ele trancasse a porta e assim ele o fez. Entrou no quarto, depois de Ter me procurado pelo resto da casa e eu pedi pra que ele trancasse a porta de quarto tamb&amp;#233;m. Mas uma vez ele obedeceu e caminhando em minha dire&amp;#231;&amp;#227;o. Eu estava sentado na cama e ele parou em p&amp;#233;, na minha frente, com o pau bem no rumo da minha boca. Eu n&amp;#227;o sabia o que fazer, por onde come&amp;#231;ar, estava muito nervoso! Mas como tamb&amp;#233;m estava com muito tes&amp;#227;o, n&amp;#227;o hesitei em abrir o z&amp;#237;per da cal&amp;#231;a dele. Quando abri, pude ver uma cueca velha azul, provavelmente ele a usava pra trabalhar somente. Baixei ent&amp;#227;o a cal&amp;#231;a dele com dificuldade, uma vez que esta estava muito apertada. Assim que fique de frente pra quele pau j&amp;#225; meio duro dentro da cueca, eu passei a m&amp;#227;o sobre ele, sentindo-o mexer dentro da cueca velha. Puxei a cueca dele e logo aquele pau que eu havia acariciado sobre a cueca pulou para fora. Fiquei bobo olhando aquele pau, nunca tinha visto um pau ao vivo que n&amp;#227;o fosse o meu. E agora eu tinha um ali, bem ao alcance de minha boca. E n&amp;#227;o era um pau qualquer. Reynaldo tinha um pau lindo, devia medir uns 20cm com certeza, com os pentelhos bem enroladinhos, como o pe&amp;#227;o era moreno, tinha os cabelos bem crespos, e nenhum p&amp;#234;lo do seu corpo fugia a regra. N&amp;#227;o parava de admirar aquele pau que tinha a cor mais morena que o restante do corpo daquele mulato, e que tinha a cabe&amp;#231;a bem mais escura que o resto do pau. Eu ent&amp;#227;o n&amp;#227;o me contive e peguei logo aquele pau que era bem quente e fui levando logo a minha boca. Nunca pensei que era t&amp;#227;o gostoso assim ter um pau na boca, ele cresceu ainda mais entre meus l&amp;#225;bios e ficou completamente duro. Iniciei um movimento de vai e vem e logo depois tirei-o da boca e comecei a lamber de lado, lambi o saco, uma bola, depois outra; e ent&amp;#227;o voltei a abocanhar aquela rola toda. Reynaldo ent&amp;#227;o levantou os bra&amp;#231;os, deixando &amp;#224; mostra aquelas axilas que me davam tanto tes&amp;#227;o, e os cruzou sobre a cabe&amp;#231;a dizendo num sussurro: _ Chupa meu pau vai, chupa gostoso seu viadinho. Eu ent&amp;#227;o o fiz sentar na cama e me agachei em frente a ele, tirando aquelas botinas e meias que estavam suadas com o calor. Assim que as tirei, comecei a lamber aqueles p&amp;#233;s lindos, enfiando o ded&amp;#227;o na minha boca e chupando com vontade. Fiz isso calmamente v&amp;#225;rias vezes com os dois p&amp;#233;s, e depois, acabei de tirar-lhe a cueca, que at&amp;#233; ent&amp;#227;o se encontrava baixada na altura de seus joelhos. Como Reynaldo j&amp;#225; estava sem camisa, n&amp;#227;o havia mais nada a tirar, a n&amp;#227;o ser o chap&amp;#233;u que ele usava e ele estaria completamente nu na minha frente e a minha disposi&amp;#231;&amp;#227;o. Ent&amp;#227;o tirei-lhe o chap&amp;#233;u e voltei a chupar-lhe a benga, logo ap&amp;#243;s tirar a minha roupa toda, pos afinal, precisava bater uma punheta enquanto saboreava aquilo. Reynaldo me ajudou a tirar a minha camiseta e enquanto fazia isso, lambeu meu pesco&amp;#231;o, me deixando arrepiado. Quando n&amp;#243;s dois j&amp;#225; est&amp;#225;vamos sem nenhuma pe&amp;#231;a de roupa, eu o deitei de costas sobre a cama, enquanto seus p&amp;#233;s permaneciam no ch&amp;#227;o e chupei com vontade aquela rola novamente. Ap&amp;#243;s chup&amp;#225;-la bastante, fui subindo a l&amp;#237;ngua sobre sua barriga, lambendo o seu umbigo com carinho e chegando at&amp;#233; seus mamilos, que mamei como um louco. Depois o fiz p&amp;#244;r os bra&amp;#231;os pra cima, e fui com a l&amp;#237;ngua em cheio naquelas axilas. Sentia aqueles p&amp;#234;los no meu nariz, mordiscava e sentia-lhes presos entre meus dentes. Voltei ao pau e lambi bastante de lado, chupei, e desci ao saco, que lambi pondo as bolas na boca e as cuspindo de volta. At&amp;#233; que desci mais a l&amp;#237;ngua e pedi pra que ele colocasse os p&amp;#233;s sobre a cama. Ele o fez sem dizer nada, mas estava com medo de qual seria a rea&amp;#231;&amp;#227;o dele depois de eu fazer o que tinha em mente. Ou ele iria adorar, ou ent&amp;#227;o poderia ficar com medo, se ofender, e ir embora furioso. Mas como eu tinha que arriscar pra saber, depois de ele Ter os p&amp;#233;s sobre a cama, ficando quase como na posi&amp;#231;&amp;#227;o frango assado, eu abri a bunda dele e ap&amp;#243;s ver aquele cuzinho t&amp;#227;o moreno e apertado, com pouquinho p&amp;#234;los , tamb&amp;#233;m enrolados em volta, fui direto com a l&amp;#237;ngua e a passei de cima pra baixo. Neste momento, at&amp;#233; tremi, esperando o que ele iria falar e/ou fazer. E pra minha felicidade, ele abriu ainda mais as pernas e se recostou na cama pra que eu pudesse lamb&amp;#234;-lo melhor. Lambi aquele cu com tanta vontade, que Reynaldo come&amp;#231;ou a bater uma punheta rapidamente. Ap&amp;#243;s j&amp;#225; t&amp;#234;-lo lambido o suficiente pra ficar mais excitado que eu j&amp;#225; tava, resolvi parar antes que o rapaz gozasse antes de terminar a brincadeira. Me levantei e fiquei de frente pra ele, Reynaldo ent&amp;#227;o se levantou e me fez deitar de bru&amp;#231;os na cama, ele passou a m&amp;#227;o na minha bunda e a mordeu, quase me deixando marca. Ent&amp;#227;o me virou de frente bruscamente e me P&amp;#244;s de frango assado. Desta vez foi ele quem lambeu meu rabo. Foi com a l&amp;#237;ngua direto no meu cu e subiu e desceu me enlouquecendo. Eu batia uma gostosa punheta enquanto ele lambia meu cu repetindo com uma voz rouca de tes&amp;#227;o - Que cuzinho gostoso! Hum! Apertadinho! &amp;quot;C&amp;#234; &amp;quot; vai dar esse cuzinho pra mim, vai? &amp;#201; &amp;#243;bvio que a minha resposta era afirmativa e ele de repente p&amp;#244;s o dedo indicativo na minha boca. Eu &amp;#233; claro, chupei com vontade. Ele ent&amp;#227;o come&amp;#231;ou a pass&amp;#225;-lo na porta do meu cu perguntando se eu gostava, e eu respondia sim com uma certeza absoluta. Ele enfiou o dedo todo em mim disse: _ Rebola pra mim vai, rebola esse rabo vai seu putinho. Ap&amp;#243;s eu obedec&amp;#234;-lo, ele enfiou um outro dedo at&amp;#233; a metade, o que me causou um certa dor, pois n&amp;#227;o estava lubrificado. Mas nada que tirasse o meu tes&amp;#227;o. Ele ent&amp;#227;o tirou os dedos e pegou seu pau, vindo pro meu lado. Eu o entreguei a camisinha e pedi pra que ele colocasse. Ele disse: _ Pensou em tudo hein? Eu perguntei: _ E se n&amp;#227;o tivesse? Iria transar sem? Ele respondeu sem jeito: _ Ia sim, &amp;#233; que o senhor parece que nunca trepou com ningu&amp;#233;m? Ou j&amp;#225;? Pelo menos o cu o senhor nunca deu, &amp;#233; muito apertado. Eu iria brigar com ele dizendo que quem v&amp;#234; cara n&amp;#227;o v&amp;#234; AIDS e que com isso n&amp;#227;o se brinca, mas estava muito excitado pra dar-lhe um serm&amp;#227;o e al&amp;#233;m do mais, essa est&amp;#243;ria de ele me chamar de senhor estava me enlouquecendo ainda mais de tes&amp;#227;o. Ele p&amp;#244;s a camisinha e veio segurando o pau na minha dire&amp;#231;&amp;#227;o. Antes de colocar ele disse: - Se doer o senhor fala t&amp;#225;? Eu apenas respondi com a cabe&amp;#231;a e abri mais minhas pernas. Ele come&amp;#231;ou a passar a cabe&amp;#231;a do pau no meu cu, me matando de tes&amp;#227;o ao sentir aquela camisinha lubrificada ro&amp;#231;ando meu rabo. De repente, ele come&amp;#231;ou a for&amp;#231;ar, e eu sentia uma press&amp;#227;o cada vez mais forte no meu cu. Ele continuou for&amp;#231;ando e disse com voz de quem estava fazendo for&amp;#231;a: _ N&amp;#227;o quer entrar, t&amp;#225; muito apertado. Por um momento eu comecei a pensar que tudo estaria acabado, que meu sonho n&amp;#227;o passaria dali, mas ele continuou a for&amp;#231;ar e de repente, senti uma grande dor no rabo e olhei pra cara dele que me disse com um sorriso sem vergonha: - Entrou! Ele ent&amp;#227;o se debru&amp;#231;ou sobre mim e me perguntou com a boca perto da minha, pude sentir o seu h&amp;#225;lito: - T&amp;#225; doendo? O senhor quer que eu pare? Naquele momento, eu pensei que ele fosse me beijar, mas ele era um cara &amp;quot; macho &amp;quot; demais pra isso. Pensei em pedir, mas logo desisti, pois vi que seria in&amp;#250;til e ele poderia se ofender. E pior, poderia parar com aquela transa. Ele perguntou novamente? _ O senhor quer que tire? Eu havia me assustado com a dor na hora que entrou, mas agora parecia ter me acostumado. Al&amp;#233;m do que eu n&amp;#227;o queria parar com aquilo de forma alguma. Ent&amp;#227;o respondi que sim e ele come&amp;#231;ou a for&amp;#231;ar novamente. Reynaldo foi enfiando o pau em mim bem devagar, mas sem parar um momento sequer, o que me dava muito tes&amp;#227;o e me causava uma dor cada vez maior cada vez que seu pau avan&amp;#231;ava dentro do meu cu. Quando seu pau estava metade no meio do meu cu e metade pra fora, ele parou e olhou nos meus olhos. Desta vez n&amp;#227;o me perguntou se eu queria que parasse ou n&amp;#227;o, de uma s&amp;#243; vez, meteu tudo, at&amp;#233; eu sentir seus pentelhos crespos encostarem na minha bunda. Soltei um grito e ele ent&amp;#227;o perguntou se eu queria parar. Tinha sentido dor, mas agora que o pau j&amp;#225; tava todo dentro do meu rabo, n&amp;#227;o queria parar, mesmo porque estava quase gozando, porque n&amp;#227;o tinha parado de bater punheta nem um momento. Al&amp;#233;m do mais, estava j&amp;#225; me acostumando com a dor, que agora j&amp;#225; era menor, com o pau j&amp;#225; alojando dentro do meu rabo. Respondi ent&amp;#227;o que n&amp;#227;o, que n&amp;#227;o queria parar e ele foi em frente. Reynaldo come&amp;#231;ou a bombar o pau dentro do meu cu com for&amp;#231;a, sempre gemendo e dizendo: - Ai que cu gostoso, qu cu apertadinho! T&amp;#225; gostoso? Voc&amp;#234; gosta de uma rola no rabo n&amp;#233; seu putinho? T&amp;#225; doendo? E antes de eu responder (apesar de que eu n&amp;#227;o iria dizer que sim, pois a dor que eu sentia era muito pequena, menor ainda se comparada ao tes&amp;#227;o que tomava conta de mim naquele momento), ele dizia: _ Voc&amp;#234; vai ter que ag&amp;#252;entar! N&amp;#227;o &amp;#233; rola que voc&amp;#234; queria? &amp;#201; rola que voc&amp;#234; vai Ter! Voc&amp;#234; n&amp;#227;o gosta de pau? N&amp;#227;o tava alisando o pau do cavalo? N&amp;#227;o quis me dar? Ent&amp;#227;o vai ter pau, se &amp;#233; pau que voc&amp;#234; gosta! T&amp;#225; gostando? E eu s&amp;#243; afirmava com a cabe&amp;#231;a, nem voz eu tinha mais de tanto tes&amp;#227;o. Mas ele continuava falando: _ Se voc&amp;#234; queria um cavalo &amp;#233; porque gosta mesmo de rola! J&amp;#225; viu o tamanho do pau de um cavalo? Mas eu vou te dar rola, se &amp;#233; isso que voc&amp;#234; quer. Vou te foder tanto que voc&amp;#234; n&amp;#227;o vai nem conseguir andar depois. T&amp;#225; gostando? T&amp;#225; gostando da minha rola, t&amp;#225;? Fala pra mim. Voc&amp;#234; gosta n&amp;#233;? &amp;#201; um viadinho, adora tomar no cu, n&amp;#227;o gosta? _ Sem ag&amp;#252;entar de tes&amp;#227;o eu falei bem alto: Sim, gosto, adoro. Ele ent&amp;#227;o tirou depressa o pau do meu cu , tirou a camisinha e come&amp;#231;ou a se punhetar. Eu, que estava me punhetando desde o come&amp;#231;o, acelerei na punheta pra que a gente pudesse gozar junto. Mas ele logo anunciou em voz tr&amp;#234;mula: _ Vou gozar! E se virou pra que a porra n&amp;#227;o pegasse em mim. Mas pra surpresa dele e at&amp;#233; pra minha, eu corri logo e pus o pau dele todo dentro da minha boca, e comecei a chupar. Ap&amp;#243;s dois movimentos de vai e vem ele esporrou dentro da minha boca, enquanto gritava: _ Ai, que tes&amp;#227;o! Ai seu putinho gostoso! Ai, chupa meu pau, chupa vai seu viadinho! Ai, ai, ai.... Eu engoli a porra dele toda e ainda me pus a limpar o pau dele sem deixar nenhum vest&amp;#237;gio daquela baba que fica ap&amp;#243;s gozar. Depois do pau dele limpinho, eu continuei a minha punheta que j&amp;#225; estava por terminar e s&amp;#243; ent&amp;#227;o ele se deu conta de que eu ainda n&amp;#227;o havia gozado. Como o pau dele n&amp;#227;o oferecia ainda condi&amp;#231;&amp;#245;es pra me comer de novo, ele se ajoelhou e come&amp;#231;ou a lamber meu cu. Quando chegou a minha vez de anunciar: _ Eu vou gozar! Ele enfiou o dedo indicador todo no meu rabo, enquanto continuava o lambendo. Depois de umas quatro vezes que ele foi e voltou com o dedo dentro do meu cuzinho, o lambendo por fora e dizendo: - Rebola vai, rebola esse cuzinho gostoso! Eu gozei como um louco, gemi e me contorci na cama, voou porra pra todo lado, foi at&amp;#233; um pouquinho em cima do cabelo crespo dele sem que ele percebesse. Ele ent&amp;#227;o vestiu a roupa e saiu, colocando o chap&amp;#233;u sobre o cabelo melado com a minha porra. Eu fiquei ali plantado, pelado, com as pernas abertas, todo melado de porra e com o cu arreganhado, vendo Reynaldo sair sem dizer uma palavra. Meus pais, meus irm&amp;#227;os, meus tios e primos chegaram 3 dias depois, e ele n&amp;#227;o foi l&amp;#225; na casa como era de costume, quando passava na porta, cumprimentava a todos timidamente, fingindo que nada tivesse acontecido. Quando fomos embora ele se despediu de todos da mesma forma, inclusive de mim, apenas com um simples aperto de m&amp;#227;o. Tr&amp;#234;s meses depois, meu pai disse na cidade, na nossa casa, na hora do almo&amp;#231;o que ele havia sa&amp;#237;do, que tinha ido colher caf&amp;#233;. Esta foi a est&amp;#243;ria da minha primeira vez com um homem. Caso voc&amp;#234; leitor se interesse por ela e pelo que descrevi aqui gostar de fazer, me escreva. Mesmo que voc&amp;#234; n&amp;#227;o seja pe&amp;#227;o, n&amp;#243;s podemos nos divertir muito.&lt;br&gt;&lt;a href="mailto:heoput@yahoo.com"&gt;heoput@yahoo.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-2252082294709358981?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/2252082294709358981/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=2252082294709358981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2252082294709358981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2252082294709358981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/05/na-fazenda-com-um-peao.html' title='Na Fazenda com um peão'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-1449303563111126837</id><published>2011-05-28T22:57:00.000+01:00</published><updated>2011-05-28T22:58:08.232+01:00</updated><title type='text'>Ajudante de pedreiro</title><content type='html'>&lt;a href="mailto:rafatilden@hotmail.com"&gt;rafatilden@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Sou do interior de Minas Gerais, da cidade de &amp;#193;guas Formosas. Tenho 30 anos, sou casado e tenho um filho. Sempre lutei contra esse meu desejo, mas sempre em v&amp;#227;o.&lt;p&gt;Tenho um &amp;quot;amigo&amp;quot;, tamb&amp;#233;m casado e, muito raramente, ficamos. Ele &amp;#233; tudo de bom, mas vamos ao que interessa. H&amp;#225; uns seis meses atr&amp;#225;s, estive fazendo uma pequena reforma em casa. O ajudante do pedreiro chegou, um cara novo, com&lt;br&gt;uns 23 anos, meio que maltrapilho, t&amp;#234;nis velho, blusa velha, bon&amp;#233; encardido, bermuda jeans rasgada e remendada, mas com um belo volume. Na hora em que o vi, me deu vontade de estar com ele. Passei a manh&amp;#227; inteira sendo gentil,&lt;br&gt;mas nada. Ent&amp;#227;o ele entrou no assunto sexo e me disse que, quando morou fora, comeu um coroa por dinheiro (n&amp;#227;o curto sexo pago e nem tenho grana). Eu logo disse que tudo bem, que o importante era sentir prazer.&lt;p&gt;Fiquei super animado. Quase na hora do almo&amp;#231;o, o pedreiro ainda estava na frente da casa. Eu come&amp;#231;o a conversar bobeiras com o ajudante nos fundos quando, do nada, n&amp;#227;o aguentando de tes&amp;#227;o, toco de leve em sua perna.&lt;p&gt;Minhas pernas come&amp;#231;aram a tremer e parei. Pensei, &amp;quot;tem que ser hoje e agora&amp;quot;. Passei a m&amp;#227;o naquele cacete, e que cacete. Grosso, grande. Pirei. Ele n&amp;#227;o se importou e ficamos ligados no pedreiro enquanto massageava aquele monumento&lt;br&gt;por cima da bermuda.&lt;p&gt;Combinamos que ele n&amp;#227;o iria almo&amp;#231;ar, mas o miser&amp;#225;vel do pedreiro era vizinho do ajudante e n&amp;#227;o tinha como eles n&amp;#227;o irem juntos e voltarem juntos. Nisso, meu tes&amp;#227;o estava &amp;#224; flor da pele. Corri ao supermercado e comprei camisinha,&lt;br&gt;pois sabia que iria acontecer.&lt;p&gt;Chegam os dois. Quando ele fez a massa e abasteceu o pedreiro, logo deu sinal para dizer que queria usar o banheiro. Eu disse que tudo bem. Foi a&amp;#237; que o encaminhei, segurando pelo seu pau lindo, branquinho e com aquele cheiro&lt;br&gt;de macho trabalhador.&lt;p&gt;N&amp;#227;o perdi tempo. T&amp;#237;nhamos que ser r&amp;#225;pidos. Vesti uma camisinha nele que, por sinal, quase n&amp;#227;o cabia. Arriei minha bermunda, passei condicionador e mandei ver. N&amp;#227;o estava ag&amp;#252;entando quando entrou aquela cabe&amp;#231;ona.&lt;p&gt;Comecei a bater uma punheta e meu rabo foi abrindo. A&amp;#237; entrou at&amp;#233; o talo, em uma mistura de dor e prazer. Ele me segurava pela cintura e socava de acordo, me fazendo sentir uma puta, uma verdadeira cadela no cio.&lt;p&gt;Senti seu pau inchar, e meu rabo come&amp;#231;ar a morder aquele pauz&amp;#227;o, pois est&amp;#225;vamos gozando ao mesmo tempo. Fiquei com o rabo ardendo o resto do dia. Pena que foi s&amp;#243; um dia de servi&amp;#231;o. N&amp;#227;o vejo a hora de ter que fazer algum reparo&lt;br&gt;em casa. Se estiver a fim de estar com outro macho (n&amp;#227;o curto afeminados), poderemos ser bons &amp;quot;amigos&amp;quot; tamb&amp;#233;m. Meu pau t&amp;#225; aqui babando de tes&amp;#227;o. Entre logo em contato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-1449303563111126837?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/1449303563111126837/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=1449303563111126837' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1449303563111126837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1449303563111126837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/05/ajudante-de-pedreiro.html' title='Ajudante de pedreiro'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-7054878442467337366</id><published>2011-05-28T22:52:00.001+01:00</published><updated>2011-05-28T22:52:43.769+01:00</updated><title type='text'>Meu amigo hetero</title><content type='html'>Ol&amp;#225; esse &amp;#233; meu primeiro conto e espero que voc&amp;#234;s gostem, esse conto &amp;#233; 100% verdadeiro, e essa historia me aconteceu em julho do ano passado. Bom eu tinha um amigo que ele era igual ao um irm&amp;#227;o, eu ficava pelado na frente dele, tomava banho com ele, trocavamos carinhos.e etc. OBS: eramos 100% heteros. Confeso que algumans vezes senti atra&amp;#231;&amp;#227;o por ele,pois ele sempre foi lindo: branquinho, cabelos castanhos claros cortados estilo Justin, com o o corpo normal e uma barrriguinha super sequinha. mais eu nunca falei nada pra ele porque eu axava que nunca iria ter chances pois eu axa que ele era hetero , mais certo dia eu conversei com ele sobre a homosexualidade, ele ate palpitou dizendo que n&amp;#227;o tinha nada contra o homosexualismo, e tambem falamos em sexo homosexual e tbm heterosexual enquanto agente estavamos conversando, Os pais dele nus avisou que iria ao supermercado e falou que era pra agente ficar em casa logo depois que os pais dele sairam, formos tomar banho quando chagamos ao banheiro ele estava de bermuda, ai eu perguntei si ele iria tomar banho de bermuda, ele falou que sim, Eu axei essa atitude dele muita estranha pois eu sou amigo dele ha 5 anos e ele nunca fez isso, mesmo assim tomei banho pelado, enquanto tomavamos banho percebi que ele n&amp;#227;o parava de me olhar, e essas olhadas dele sempre viam com uma risadinha safada logo depois da olhada, e essa atitude dele estava me fazendo ficar excitado, e sair do banho mais rapido do que o de costume. Axo que ele percebeu que eu tava me excitando kkkkk ( confe&amp;#231;o que at&amp;#233; tenho um corpo bonito, sou alto, cabelos lisos e castanhos, bunda grande, pernas grossas, costas largas..e etc) depois do banho enquanto colocava-mos uma cueca para ir assistir o filme, perguntei porque ele me olhava tanto, ele me falou que num era nada, formos assistir filme, deitamos na cama dele para assistir ( atividade paranormal ) quando eu fui fazer carinho mexendo no cabelo dele, ele recusou e pediu para que eu ficasse quieto, eu axei isso muito estranho mais fiquei quieto e calado, depois ele se sentou na cama ai eu botei minha cabe&amp;#231;a no colo dele, assim que eu botei a cabe&amp;#231;a no colo dele percebi que tinha algo estranho seu pau estava quase ereto. Dai brinquei com ele e falei : seu viadinho voc&amp;#234; ta de pau duro por mim n&amp;#233;?. ele falou: larga de ser tosco mano. Dai ele come&amp;#231;ou a mexer em seu pau e falou : se eu tiver afim mesmo, qual o problema? eu falei: n&amp;#227;o tem problema nenhum porque eu tambem tou afim de vc, ( dei uma risada mega safada) Dai agente fez o acordo de nunca falar nada pra ninguem, logo depois ele se jogou em cima de mim me dando um beijo, depois formos tirando a roupa, ele come&amp;#231;ou a chupar meu pau ( que ja estava duro) de uma forma que me fazia se contorcer de tanto prazer, depois de uns 15 menutos ele falou que queria me comer, e falou que sempre foi loco pela minha bunda, eu falei que n&amp;#227;o dava pois doia muito, poais ele insistiu muito e prometeu que n&amp;#227;o ia doer nada, eu fiquei com medo pois ele tinha 18 cm, ele come&amp;#231;ou enfiando o dedo e tava tendo muita dificuldade pra entrar dai ele teve a ideia de usar shapoo foi ai que ele conseguiu enfiar os dedos, dai foi enfiando 1 depos 2 depois 3 depois 4 at&amp;#233; que ele foi enfiando o pau de devagar, no come&amp;#231;o foi deficel e do&amp;#237;a, mais depois que entou a cabe&amp;#231;a as coisas ficaram faceis, ele come&amp;#231;ou a fazer movimentos de vai-e-vem estava uma delicia at&amp;#233; que ele gozou, dai eu falei que era minha vez de enfiar o pau nele, eu lubirfiquei seu cuzinho e meu pau e dedos com o shapoo dai fui alargando com os dedos, depois enfiei o pau e ele gemeu e falou que tava doendo muito, eu falei que era normal porque o meu tamb&amp;#233;m tinha duido, depois eu fui fazendo movimentos de vai-e-vem e fui almentando a velocidade na hora que eu estava prestes a gozar eu tirei o pau de seu c&amp;#250; e botei na sua boca e gozei na boca dele, ele enguliu o maximo que pode, depois eu beijei ele ainda com a boca toma melada de porra, depois formos tomar outro banho onde ficamos apenas nos beijos, depois formos assistir o filme onde passamos a tarde toda se beijando, e depois come&amp;#231;amos a namorar e at&amp;#233; hoje eu ainda namoro com ele, mais nossa amizade &amp;#233; proibida pela nossa familia, pois minha m&amp;#227;e nus pegou se beijando, mais nus encontramos escondidos na casa de uma amiga, quase todos os dias nus vemos.&lt;p&gt; &lt;p&gt;Autor: Daniel&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.contosgay.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=61%3Ameu-amigo-hetero&amp;amp;catid=1%3Agay&amp;amp;Itemid=1"&gt;http://www.contosgay.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=61%3Ameu-amigo-hetero&amp;amp;catid=1%3Agay&amp;amp;Itemid=1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-7054878442467337366?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/7054878442467337366/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=7054878442467337366' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/7054878442467337366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/7054878442467337366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/05/meu-amigo-hetero.html' title='Meu amigo hetero'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-680365571184422235</id><published>2011-05-15T07:41:00.000+01:00</published><updated>2011-05-15T07:42:37.384+01:00</updated><title type='text'>A foda de ontem foi foda!</title><content type='html'>Antes de come&amp;#231;ar deixe-me apresentar, sou engenheiro civil, macho casado, moro atualmente em S&amp;#227;o Paulo, curto trepar &lt;p&gt;tanto com mulheres e com machos tamb&amp;#233;m, no caso de machos sempre fui e continuo fissurado em trepar com nordestinos &lt;p&gt;principalmente se eles forem baixinhos e atarracados, e meu emprego &amp;#233; justamente aquele que une o &amp;#250;til ao agrad&amp;#225;vel.&lt;br&gt;Conheci esse cabra numa das varias obras que vou visitar a trabalho e o jeit&amp;#227;o de macho dele e o puta corp&amp;#227;o que o &lt;p&gt;safado tem &amp;#233; que me fizeram ficar com muito tes&amp;#227;o em trepar com ele. Fui varias vezes a essa obra e observei que ele &lt;p&gt;&amp;#233; do tipo acanhado e isso estimulou ainda mais o meu tes&amp;#227;o. Nesta segunda resolvi jogar o tudo ou nada e acabei &lt;p&gt;chegando nele e o convidando para tomar umas cervas ap&amp;#243;s o expediente, claro que ele intendeu o que eu estava &lt;p&gt;querendo com ele e aceitou mesmo desconfiado, acabei marcando e indo ao encontro dele, mas vamos ao relato:&lt;br&gt;Peguei o pe&amp;#227;o &amp;#224;s 18h10, o puto estava vestido com roupa de pe&amp;#227;o mesmo, achei que nem banho o puto tinha tomado. Isso &lt;p&gt;me deu um tes&amp;#227;o do caralho, no carro mesmo dirigindo j&amp;#225; fui passando a m&amp;#227;os nas putas coxas que o safado tem. Ele &amp;#233; &lt;p&gt;todo bicho do mato, ficava quietinho e minha m&amp;#227;o foi avan&amp;#231;ando at&amp;#233; chegar &amp;#224; piroca dele, que estava molinha molinha. &lt;p&gt;Mesmo dando uns apertos e pegando na rola ela continuou sem dar o ar da gra&amp;#231;a. Peguei na m&amp;#227;o dele e coloquei bem em &lt;p&gt;cima da minha rola, que diferente da dele j&amp;#225; estava quase furando a cueca. Ele dava umas apertadas de leve, segurei &lt;p&gt;na m&amp;#227;o dele e o fiz apertar.&lt;br&gt;Quando chegamos ao motel, a recepcionista deu uma olhada e fez uma cara como se dissesse: esse viado anda pegando &lt;p&gt;pe&amp;#245;es de obra...rsrs. Ela que se foda, nem estou a&amp;#237;, em quanto ela trabalhava eu estou l&amp;#225; fodendo gostoso.&lt;br&gt;Chegamos ao apartamento e j&amp;#225; fui juntando o gostoso. Sou bem maior do que ele e pra abra&amp;#231;ar o puto eu tinha que me &lt;p&gt;abaixar, acho que ele deve ter no m&amp;#225;ximo 1,72m. Arranquei a camiseta dele, e vi um peito e costas bem lisinhos, sem &lt;p&gt;pelos. Beijei o puto, mas percebi que ele n&amp;#227;o estava acostumado a beijar macho. Insisti, meti o lingu&amp;#227;o na boca dele &lt;p&gt;e ai senti que o safado gostou e come&amp;#231;ou a beijar como macho. Logo ele entrou no jogo e estava enfiando o lingu&amp;#227;o na &lt;p&gt;minha boca. Em quanto isso eu apertava o macho de encontro a mim, enlacei a cintura dele e apertava mesmo. De vez em &lt;p&gt;quando levava a m&amp;#227;o na piroca dele, que continuava murchinha.&lt;br&gt;Levei o puto at&amp;#233; a cama, sem me desprender dele, o fiz sentar, tirei o t&amp;#234;nis dele, estava sem meias, puta cheir&amp;#227;o de &lt;p&gt;chul&amp;#233; de macho...rs. Abri o bot&amp;#227;o da bermuda e o z&amp;#237;per, tentei tirar, mas o puto em umas putas coxas e um bund&amp;#227;o, &lt;p&gt;ele meio que se ergueu e eu puxei com tudo. O safado estava sem cueca, vi um pau molinho, tamanho m&amp;#233;dio, todo &lt;p&gt;circundado por uma pentelhama preta. Joguei a bermuda longe, abri as pernonas do puto, fiquei de joelho e me &lt;p&gt;encaixei entre elas, levei o rosto bem perto do pacote e cheirei, puta cheir&amp;#227;o de macho, uma mistura de saco, pinto, &lt;p&gt;mijo e porra, passei a l&amp;#237;ngua na cabe&amp;#231;a do pau adormecido e senti um gosto salgado, segurei na piroquinha e s&amp;#243; &lt;p&gt;coloquei a cabe&amp;#231;a na boca, gosto de pica mal lavada. Chupei com for&amp;#231;a e engoli-a toda, ele gemeu de forma at&amp;#233; que &lt;p&gt;bem moderada. Comecei a chupar e pagar um boquete praquele safado. Ele deitou o corpo na cama, e eu coloquei uma m&amp;#227;o &lt;p&gt;bem em cima da pentelhama e a outra segurei com certa press&amp;#227;o no saco, senti que a pica dava sinais de vida. &lt;p&gt;Caprichei ainda mais, passava a l&amp;#237;ngua em c&amp;#237;rculos em volta da cabe&amp;#231;a e o que era uma piroquinha molenga, come&amp;#231;ou a &lt;p&gt;ficar dura e se transformou numa rola de uns 18cm e bem grossa. A&amp;#237; sim bateu o tes&amp;#227;o. O puto nessas alturas gemia &lt;p&gt;gostoso. Estiquei-me e comecei a passar a l&amp;#237;ngua bem de leve nos mamilos do pe&amp;#227;o, que por sinal tem um par de peitos &lt;p&gt;bem formados, senti que o corpo dele estremecia.&lt;br&gt;Uma breve descri&amp;#231;&amp;#227;o do putinho. Raimundo, nascido na Para&amp;#237;ba, mora em Sampa h&amp;#225; dois anos, sempre trabalhou como &lt;p&gt;ajudante em constru&amp;#231;&amp;#245;es civil, 25 anos, solteiro, 1,72, 78kg, moreno quase mulato, puta corp&amp;#227;o gostoso, todo bem &lt;p&gt;formado, bra&amp;#231;os fortes com b&amp;#237;ceps e tr&amp;#237;ceps bem desenvolvidos, um peito bem formado - com um par de peitos bem &lt;p&gt;desenvolvidos e durinhos, com dois mamilos que quando chupados ou mordidos ficam durinhos; costas bem desenhadas, &lt;p&gt;uma leve barriguinha que o deixa ainda mais tesudo, par de coxas super grandes e musculosas, dos joelhos para baixo &lt;p&gt;&amp;#233; o local onde ele tem mais pelos e mesmo assim bem ralos, uma bunda lisinha, dura, musculosa e grande, pau de 18 &lt;p&gt;bem grosso e super duro - mais escuro que o tom de pele do restante do corpo, saco arredondado e pequeno hiper &lt;p&gt;pentelhudo, o pau &amp;#233; todo circundado por uma verdadeira floresta de pentelhos pretos e at&amp;#233; que macios, o cuzinho &amp;#233; &lt;p&gt;todo pregueado, roxo e com alguns pentelhos, uma voz com forte sotaque, fala baixo e se expressa mal, rosto liso sem &lt;p&gt;barba, nariz bem feito, cabelos pretos cortados rente a cabe&amp;#231;a, olhos castanhos grande e vivos, boca bem desenhada &lt;p&gt;com l&amp;#225;bios carnudos, no geral &amp;#233; o tipo de macho que desperta tes&amp;#227;o em outro que curta a brincadeira.&lt;br&gt;Voltando ao relato, mamei muito naqueles mamilos, desci pra barriga macia, enfiei a l&amp;#237;ngua no umbigo e fui descendo, &lt;p&gt;cheguei &amp;#224; pentelhama sedosa, cheguei novamente na pica, que continuava dura, agora encostada no p&amp;#250;bis dele. Peguei &lt;p&gt;na m&amp;#227;o e fui engolindo, quando encostei meus l&amp;#225;bios na base ele deu uma gemida e soltou um: caralho! Entendi isso &lt;p&gt;como a express&amp;#227;o de muito tes&amp;#227;o. Forcei e virei o pe&amp;#227;o de costas, vi aquele bund&amp;#227;o delicioso, separei as bandas e vi &lt;p&gt;o cuzinho roxo dele todo pregueado, mas antes de cair de boca resolvi convidar o safado pra irmos tomar banho &lt;p&gt;juntos. Tirei a roupa e vi que ele, meio que disfar&amp;#231;adamente, olhava meu pau super duro, acho que ele achou &lt;p&gt;grande...rs. Fomos pro banheiro e novos apertos pelo corpo todo, beijos, m&amp;#227;o no pau e m&amp;#227;o na bunda, mas senti que s&amp;#243; &lt;p&gt;eu &amp;#233; que explorava o corpo dele, ele continuava meio bicho do mato. Perguntei a ele se estava gostando e ele &lt;p&gt;respondeu apenas: t&amp;#225; bom. Peguei na m&amp;#227;o dele e levei at&amp;#233; meu pau, ele segurou com firmeza, mas n&amp;#227;o fazia nada, &lt;p&gt;peguei na m&amp;#227;o dele e estimulei pra que ele fizesse movimentos de punheta, parece que entendeu. Peguei o sabonete e &lt;p&gt;dei banho no safado dos p&amp;#233;s a cabe&amp;#231;a, dando maior aten&amp;#231;&amp;#227;o naquela bunda que eu queria me fartar. Depois entreguei o &lt;p&gt;sabonete a ele e disse: agora &amp;#233; a tua vez, mas senti que ele n&amp;#227;o me dava banho com aquela vontade que eu dei nele, &lt;p&gt;mas depois &amp;#233; que entendi tudo. Enxugamo-nos e fomos de volta pra cama, me deitei e disse: vai l&amp;#225; rapaz, agora &amp;#233; tua &lt;p&gt;vez de me dar prazer, ele veio pra cima de mim e ficou beijando, peguei na cabe&amp;#231;a dele e levei em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao meu &lt;p&gt;mamilo, senti que ele chupava, falei: passa a l&amp;#237;ngua bem suave, depois chupa e coloca o bico entre os dentes e &lt;p&gt;aperta sem morder. Ele fez e foi muito bom. Fui empurrando a cabe&amp;#231;a dele at&amp;#233; chegar ao meu pau, ele ia beijando e &lt;p&gt;quando chegou no meu pau desviou e foi descendo, beijou o meu saco e foi em dire&amp;#231;&amp;#227;o das minhas coxas, puxei-o de &lt;p&gt;volta ao meu pau, ele deu uma leve passada de l&amp;#237;ngua na cabe&amp;#231;a e ficou beijando, ergui um pouco a cabe&amp;#231;a dele e bati &lt;p&gt;com a rola na cara e boca dele, depois falei coloca a l&amp;#237;ngua pra fora, ele colocou e dei umas batidas com a minha &lt;p&gt;rola super dura no lingu&amp;#227;o dele, enfiei minha rola na boca dele, vi que ele n&amp;#227;o sabia chupar direito e perguntei: &lt;p&gt;chupa, cara, nunca chupou um cacete? Ele segurou no meu pau, tirou da boca e falou: numa chupei, n&amp;#227;o. Achei gozado e &lt;p&gt;ao mesmo tempo cai na real e ai comecei a perguntar e descobri que era a primeira vez do tesudinho. Meu tes&amp;#227;o &lt;p&gt;aumentou ainda mais em saber que aquele pe&amp;#227;o nunca havia trepado com outro macho. Ai comecei a ensinar ao meu &lt;p&gt;disc&amp;#237;pulo algumas artimanhas na arte de dar prazer a outro macho. Comecei ensinado como se deve chupar uma pica, &lt;p&gt;como engolir, passar a l&amp;#237;ngua, fazer ventosa com a boca, esconder os dentes. O pe&amp;#227;o aprende r&amp;#225;pido e logo j&amp;#225; estava &lt;p&gt;me pagando um puta boquet&amp;#227;o e olha que a minha rola &amp;#233; grande e grossa e ele quase conseguia engolir tuda. Ergui um &lt;p&gt;pouco as pernas e ele entendeu, me deu um super trato no sac&amp;#227;o. Gostou tanto que n&amp;#227;o queria mais soltar do meu pau e &lt;p&gt;saco. J&amp;#225; que eu estava de professor resolvi que era melhor ensinar mais ao pe&amp;#227;o aprendiz, fiquei de quatro na cama, &lt;p&gt;abri bem as pernas, abaixei o tronco e empinei a bunda e disse: agora d&amp;#225; um trato gostoso no meu cu! Ele ficou de &lt;p&gt;quatro e eu fui falando o que tinha de fazer, s&amp;#243; sei que o puto come&amp;#231;ou a passar a l&amp;#237;ngua bem de leve em volta do &lt;p&gt;meu anel, o que me deixou louco e com um tes&amp;#227;o fodido. Depois come&amp;#231;ou a enfiar a ponta da l&amp;#237;ngua direto no meu cu, &lt;p&gt;caralho fiquei doido. Olhei pra tr&amp;#225;s e o puto estava dando um trato no meu rabo e batendo punheta no pau, n&amp;#227;o &lt;p&gt;aguentei e falei: vai seu porra soca essa rola inteira dentro do meu cu! Ele j&amp;#225; taradinho j&amp;#225; quis meter, n&amp;#227;o deixei &lt;p&gt;e levantando fui pegar camisinha, joguei na cama pra ele e disse: encapa essa porra e soca firme! Voltei a ficar de &lt;p&gt;quatro na frente dele, senti-o encostando a cabe&amp;#231;a da rola, me segurou e for&amp;#231;ou, ia entrar, mas n&amp;#227;o ia ser legal &lt;p&gt;levar rola a seco. Pedi que ele cuspisse na rola e no meu cu. O pe&amp;#227;o fez direitinho, encostou novamente, me segurou &lt;p&gt;e me puxou de encontro &amp;#224; pica dele, quase dei um berro, entro mais da metade, deu um tempo e me puxou de novo, senti &lt;p&gt;uma dor do caralho, mas a trolha estava inteira dentro do meu rabo. Senti aquela pentelhama fazendo cociquinha na &lt;p&gt;minha bunda. O puto nem quis perder tempo e come&amp;#231;ou a foder, lento, mas metia at&amp;#233; o talo e quase tirava inteira, a &lt;p&gt;dor foi embora e comecei a gostar de sentir aquele cacet&amp;#227;o grosso fodendo o meu cu, pedi: vai puto, mete com for&amp;#231;a, &lt;p&gt;soca tudo, bate nessa bunda! Ele deu um tapa bem de leve e eu disse: vai pe&amp;#227;o bate pra valer! O sacana me deu dois &lt;p&gt;tapas em cada n&amp;#225;dega daqueles de estalar e foi socando com mais vontade, firme, fundo e foi acelerando, estava muito &lt;p&gt;bom. At&amp;#233; que eu quis mudar, sai do pau dele e pedi para ele se deitar, ele ficou de boa, me acocorei em cima dele, &lt;p&gt;dei uma cuspida na pica, espalhei por todo cacet&amp;#227;o e fui sentando e a rola trombuda dele foi entrando, deixei entrar &lt;p&gt;at&amp;#233; o talo, at&amp;#233; sentir a pentelhama encostando no meu cu, ajeitei o corpo e as pernas e comecei na cavalgada no &lt;p&gt;pe&amp;#227;o, fodi mesmo pra valer e com vontade aquela rola com o meu cu. As vezes me abaixava e beijava aquele baixinho e &lt;p&gt;perguntava, t&amp;#225; gostando? Ele respondia: estou. Cansei de cavalgar naquele safado, sai de cima e disse: tua vez &lt;p&gt;agora! Ele me olhou com cara de quem est&amp;#225; com medo. Falei para acalm&amp;#225;-lo: vou dar um trato no teu cu, depois vou &lt;p&gt;meter, mas vou bem devagar e com calma, voc&amp;#234; j&amp;#225; deu o cu? Ele respondeu, mostrando cara de receio: nunca dei! &lt;p&gt;Respondi: ent&amp;#227;o, vai dar hoje! Fiz com que ele ficasse de quatro e me abaixei e cai de boca naquele cuzinho virgem e &lt;p&gt;roxinho. Quando encostei a boca, senti que ele estremeceu o corpo, meti a l&amp;#237;ngua bem no centro do anel e novos &lt;p&gt;estremecimentos do corpo, perguntei: t&amp;#225; gostando! Ele respondeu: t&amp;#244;! Procurei esquecer um pouco das preocupa&amp;#231;&amp;#245;es &lt;p&gt;dele e caprichei nas liguadas naquele cu, ele estremecia o corpo. Comecei a bater bem de ele com dois dedos bem no &lt;p&gt;cuzinho dele, surra de dedo, percebi que ele gostou, lambuzei bem de cuspe o furico dele e fui com muita calma &lt;p&gt;enfiando um dedo, senti que ele travava o cu, falei: libera, se n&amp;#227;o d&amp;#243;i, n&amp;#227;o contrai o cu, se solta. Ele foi &lt;p&gt;liberando e dedo foi entrando gostoso, fiquei naquela brincadeira de ro&amp;#231;ar o dedo dentro do cu dele at&amp;#233; que ele se &lt;p&gt;acostumasse, quando percebi que ele estava at&amp;#233; curtindo aquilo, encapei a minha rola, cuspi nela e encostei ao anel &lt;p&gt;dele, percebi que ele tentou sair fora, tranquilizei-o: n&amp;#227;o vou meter, s&amp;#243; vou brincar. Fiquei sarrando o rego &lt;p&gt;lisinho dele e colocava a cabe&amp;#231;a da rola bem no centro do furico dele e dava leves for&amp;#231;adas, acho que ele ficou com &lt;p&gt;tes&amp;#227;o, numa dessa senti que se eu quisesse poderia meter, cuspi mais na rola e espalhei, posicionei a cabe&amp;#231;a na &lt;p&gt;entrada do cu e dei uma for&amp;#231;ada de leve, a&amp;#237; segurei o pe&amp;#227;o pela cintura e forcei com gosto, a cabe&amp;#231;a entrou &lt;p&gt;rasgando, ele tentou escapar e eu segurei com mais for&amp;#231;a e ele dizia: t&amp;#225; doendo, tira! Falei, d&amp;#243;i s&amp;#243; at&amp;#233; acostumar, &lt;p&gt;aguenta um pouco, ele ficou quietinho e aproveitei e forcei, entrou a cabe&amp;#231;a inteira e mais um peda&amp;#231;o e como ele se &lt;p&gt;debatia, numa dessa com a minha for&amp;#231;ada entrou quase a metade da minha rola, ele deu um grito meio abafado, tirei a &lt;p&gt;rola, fiz um carinho nas costas dele e disse: relaxa se n&amp;#227;o vai sentir muita dor, libera esse cuzinho gostoso pra &lt;p&gt;mim! Encaixei novamente dei uma cuspida e fui metendo bem devagar, parava, dava um tempo e metia mais um peda&amp;#231;o, ele &lt;p&gt;sempre gemendo e pedindo para eu tirar, fui com muita paci&amp;#234;ncia, at&amp;#233; que senti que tinha conseguido colocar a minha &lt;p&gt;trolha inteira dentro daquele cu ex-virgem. Fiquei parado, at&amp;#233; que ele se acalmou, e ai comecei no vaiv&amp;#233;m, sem &lt;p&gt;pressa e lento, mas n&amp;#227;o metia mais at&amp;#233; o talo, ficava com um pouco mais da metade da rola dentro, n&amp;#227;o quis judiar &lt;p&gt;muito do rapaz. Fui acelerando e ele sempre reclamando, at&amp;#233; que a rola escapou de dentro e quando fui colocar ele &lt;p&gt;tamb&amp;#233;m escapou de mim, se deitou, me deitei por cima dele e ele falou que n&amp;#227;o queria mais dar, que do&amp;#237;a muito e que &lt;p&gt;n&amp;#227;o estava mais a fim, n&amp;#227;o quis insistir, falei que s&amp;#243; ia sarrar a buda dele. Sarrar ele deixou, a principio ficou &lt;p&gt;todo teso, mas depois soltou o corpo. Fiquei nessa de s&amp;#243; sarrar por bastante tempo, at&amp;#233; que cansei e enjoei tamb&amp;#233;m. &lt;p&gt;Levantei fui mijar e quando voltei ao quarto ele estava deitado de barriga pra cima, brincando com o pau e de pica &lt;p&gt;durona. Deitei fui pra beirada da cama, ergui as pernas e falei, vai l&amp;#225; pe&amp;#227;o, fica em p&amp;#233; e mete essa rola no meu cu, &lt;p&gt;j&amp;#225; que n&amp;#227;o quer mais dar pra mim, vem c&amp;#225; e fode o cu de um macho! Ele bem esperto levantou-se, encapou o pau, ficou &lt;p&gt;em p&amp;#233; ao lado da cama, me ajeitei melhor, coloquei as pernas no ombro dele, fiquei com o rabo na altura da pica e &lt;p&gt;falei, vai puto, soca rola! Ele encaixou, e foi certeiro, enfincou a rola no meu rabo e senti que entrou tudo, ele &lt;p&gt;meio que se deitou sobre mim, e fodeu gostoso, do jeito que um macho deve foder o outro. Socou, socou e socou, at&amp;#233; &lt;p&gt;que disse que ia gozar, falei isso soca dentro do meu cu, deixa eu sentir essa rola gozando dentro do meu rabo, goza &lt;p&gt;gostoso seu puto! Ele acelerou, senti o caralho dele engrossar ainda mais e aquelas jatadas dentro da camisinha. &lt;p&gt;Gozou gosto, e ficou parado, comecei numa punheta nervosa, ele foi tirar a rola de dentro do meu cu e eu pedi que &lt;p&gt;ele n&amp;#227;o tirasse, forcei ainda mais na punheta, ele dava umas mexidas e a gozada amea&amp;#231;ava de vir, pedi pra ele &lt;p&gt;continuar socando no meu cu, j&amp;#225; que sentia que a pica dele continuava dura&amp;#231;a, ele ficou socando e eu me punhetando, &lt;p&gt;at&amp;#233; que a gozada veio com tudo, o primeiro jato veio acima do meu peito, depois mais uns dois e por fim aquela chuva &lt;p&gt;de pingos, gozei gostoso, quando n&amp;#227;o tinha mais nada pra sair, fui tirando a bunda da rola dele. Est&amp;#225;vamos mortos de &lt;p&gt;cansados, nos deitamos e ficamos quietos por um longo tempo. Ele se levantou e vi que o pau dele ainda estava &lt;p&gt;encapado, entrou no banheiro e ouvi o barulho do chuveiro. Quando voltou eu fui tomar uma ducha. Trocamos-nos e &lt;p&gt;sa&amp;#237;mos do motel. O pe&amp;#227;o &amp;#233; de poucas palavras, mas pelo pouco que consegui arrancar dele, curtiu, quer repetir, mas &lt;p&gt;disse que n&amp;#227;o tinha gostado de dar o cu. Sou safado, e mesmo ele n&amp;#227;o gostando vou continuar tentando foder aquele cu &lt;p&gt;como deve ser fodido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-680365571184422235?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/680365571184422235/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=680365571184422235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/680365571184422235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/680365571184422235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/05/foda-de-ontem-foi-foda.html' title='A foda de ontem foi foda!'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-262836430404636207</id><published>2011-02-17T08:07:00.002Z</published><updated>2011-02-17T09:29:47.449Z</updated><title type='text'>O CARONA</title><content type='html'>Feliciano&lt;p&gt;H&amp;#225; dois anos atr&amp;#225;s, eu estava vindo de Curitiba para Blumenau, em Santa Catarina, e estava cansado de viajar sozinho. Foi ent&amp;#227;o que pensei em dar carona para algu&amp;#233;m, embora achasse perigoso fazer isso. Estava passando por uma das cidades do litoral, era ver&amp;#227;o, e num trevo avistei algu&amp;#233;m pedindo carona. Era um sujeito de boa apar&amp;#234;ncia e bonito. Usava uma bermuda e camiseta. Estava com uma mochila e provavelmente iria acampar em algum lugar. Parei e lhe ofereci carona e ele logo entrou no carro. Disse que estava indo para Blumenau e ficou feliz quando disse que este era o meu destino. Parecia bastante conversador e eu achei ele um tes&amp;#227;o de homem. Usava um cavanhaque e disse ter 28 anos. Vi que suas pernas eram bronseadas e bastante peludas. Seus olhos eram verdes e seus cabelos castanhos claros. Seu sorriso era fenomenal e logo fiquei encantado. Eu nunca tivera uma esperi&amp;#234;ncia com outro homem, mas sempre sentia um certo desejo de fazer isso. Ali&amp;#225;s, um desejo bem secreto. Eu me considero um cara bonito, olhos azuis, corpo em forma, 1,83m, 78kg, e nada afeminado, e sempre imaginava o que seria transar com outro homem. Vi no meu carona uma possibilidade, embora eu n&amp;#227;o conseguia imaginar como tocar no assunto e iniciar uma conversa que nos levasse &amp;#224;quilo que eu tanto desejava. Eu j&amp;#225; estava de pau duro s&amp;#243; em imaginar uma possibilidade. Foi a&amp;#237; que o cara disse que estava muito quente e pediu pr&amp;#225; tirar a camiseta. Eu disse pr&amp;#225; ele ficar a vontade. Ali&amp;#225;s, gostei muito. Ele tirou a camiseta e eu vi aquele corpo magn&amp;#237;fico bem ali do meu lado, aquele cheiro de macho invadindo as narinas e isso me encheu de tes&amp;#227;o. Algumas vezes eu olhei para o lado s&amp;#243; pr&amp;#225; ver aquele belo corpo. Ele tinha pelos no peito, que iam descendo at&amp;#233; o umbigo. Da&amp;#237; em diante funcionava a minha imagina&amp;#231;&amp;#227;o. Podia quase sentir o cheiro do seu pau, tinha vontade de toc&amp;#225;-lo por cima da bermuda e deixar ele crescer na minha m&amp;#227;o enquanto eu dirigia. Foi nesse momento que ele perguntou se eu n&amp;#227;o me importava se ele trocasse de bermuda, pois aquela estava muito quente e ele tinha uma outra mais leve. Quase disse: OBRIGADOOOOO!!!! Ele abriu sua mochila e tirou um cal&amp;#231;&amp;#227;o mais curto e come&amp;#231;ou a troca. Quase sufoquei de tes&amp;#227;o. Ele ficou s&amp;#243; de cueca e eu pude perceber o volume do seu pau e n&amp;#227;o consegui deixar de olhar...e ele notou. Ele come&amp;#231;ou a disfar&amp;#231;ar, ajeitando seu pau dentro da cueca e olhando pr&amp;#225; mim s&amp;#243; pr&amp;#225; ver se eu olhava. Algumas vezes nossos olhares se cruzaram e eu logo desviava. Enquanto isso &amp;#237;amos jogando papo fora e falando sobre qualquer coisa. Ele se demorava a p&amp;#244;r o cal&amp;#231;&amp;#227;o e eu perguntei se ele iria mesmo se vestir. Ele perguntou se eu queria isso mesmo. Disse que isso era com ele. Ele disse que notou como eu o olhava. Me pegou de surpresa e, sem pensar, eu resovi dizer que achava ele um tes&amp;#227;o. Confesso que at&amp;#233; tremia, numa mistura de tes&amp;#227;o e nervosismo. Ele pegou no seu pau, por cima da cueca e come&amp;#231;ou a massage&amp;#225;-lo, que logo ficou duro, e perguntou se eu gostava. Enquanto isso ele ia dizendo pr&amp;#225; mim que tinha gostado de ter pegado carona comigo e que eu era um cara legal e que ele me achava um tes&amp;#227;o tamb&amp;#233;m. Eu abri o sinal e come&amp;#231;amos a falar sobre o assunto. Ele passou a m&amp;#227;o em minha perna e foi direto para o meio. Segurou o meu pau por cima da cal&amp;#231;a e disse que estava louco pr&amp;#225; ver ele mais de perto. Foi abrindo o z&amp;#237;per, a cinta e colocou meu pau pr&amp;#225; fora. Desceu a cabe&amp;#231;a at&amp;#233; ele e come&amp;#231;ou a chupar bem gostoso. Quase gritei de tes&amp;#227;o. Tinha que tomar o cuidado pr&amp;#225; n&amp;#227;o p&amp;#244;r o carro fora da pista. Perguntei se ele queria ir a um motel comigo e ele disse que sim. Paramos no primeiro que avistei. Quando chegamos ao quarto, ele me agarrou e me deu um longo beijo, que me deixou bamba das pernas. Foi arrancando minha roupa e tamb&amp;#233;m ficou n&amp;#250; na minha frente, com aquele belo pau em riste. Nos jogamos na cama e fiz tudo aquilo que sempre estava na minha imagina&amp;#231;&amp;#227;o. Ele me virou de costas e disse que queria me comer. Fiquei com medo, porque se nunca havia beijado um homem, imagina ser penetrado. Mas eu estava t&amp;#227;o louco de tes&amp;#227;o que nem reclamei, n&amp;#227;o disse nada. Ele viu que era o que eu queria e foi lambendo meu cuzinho virgem, deixando ele bem meladinho. Depois deitou sobre mim e eu pude sentir os pelos do seu peito nas minhas costas, enquanto ele tentava for&amp;#231;ar a entrada ainda intocada com seu pau. Primeiro entrou a cabe&amp;#231;a e eu senti um pouco de dor. Depois ele deu uma estocada forte e enfiou tudo numa s&amp;#243; vez. Dei um gemido de dor e prazer. Ficou um tempo l&amp;#225; dentro; eu sentindo seu pau dentro de mim. Ele come&amp;#231;ou a mexer devagar e foi aumentando o ritmo, me deixando louco. Empinei a bunda e facilitei a entrada,cada vez mais vigorosa do meu carona delicioso. Ele gemia e dizia palavras desconexas, enquanto me bombava e me abria com seu pau. Ele disse que iria gozar dentro de mim e eu nem pensei em dizer n&amp;#227;o. Ele gemia alto quando gozou e me encheu com sua porra quente. Tirou seu pau, que continuava duro e se deitou no meu lado e disse que agora ele queria ser comido. Come&amp;#231;ou a chupar meu pau e me levou a loucura. Eu tamb&amp;#233;m chupei ele de novo e lambi seu cuzinho rosado. Ele gemia e pareceu pronto pr&amp;#225; outra gozada. Ele se virou e eu fui por cima dele, tentando entrar, mas a inexperi&amp;#234;ncia n&amp;#227;o facilitava a coisa. Ele pegou no meu pau e colocou a cabe&amp;#231;a na entrada do seu cuzinho e eu fiz press&amp;#227;o e ele come&amp;#231;ou a deslizar pr&amp;#225; dentro. Senti aquele lugar quente e apertado me fazendo gemer de tes&amp;#227;o. Enfiei tudo e comecei a entrar e sair, enquanto ele dizia assim: &amp;quot;me come, meu macho! Enfia tudo! Quero sentir o teu pau todo dentro de mim!&amp;quot; Me senti o tal e senti que o gozo estava chegando. Gozei como nunca e enchi o rabo dele com minha porra. Deitei no seu lado e percebi que ele estava se masturbando. De repente, ele me virou de novo de costas e sem perguntar foi enfiando no meu cuzinho ardido pela outra foda. N&amp;#227;o consegui me desvencilhar dele. Seu peso me dominava. At&amp;#233; tentei reclamar, mas ele enfiou sem d&amp;#243; nenhuma no meu cuzinho e eu gemi de dor. Foi bombando at&amp;#233; me fazer sentir tes&amp;#227;o novamente e explodiu numa outra gozada dentro de mim. E enquanto gozava ele gemia bem alto e me chamava de &amp;quot;meu garanh&amp;#227;o&amp;quot;. Ficamos um tempo, lado a lado, sem dizer palavra at&amp;#233; que ele disse que aquela tinha sido uma foda e tanto e perguntou o que eu tinha achado. Disse que gostei muito e que tinha vontade de repetir tudo numa outra hora. Trocamos nossos endere&amp;#231;os e hoje j&amp;#225; estamos dois anos vivendo juntos.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:totosantos@bol.com.br"&gt;totosantos@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-262836430404636207?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/262836430404636207/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=262836430404636207' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/262836430404636207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/262836430404636207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/02/o-carona.html' title='O CARONA'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-6191362369216199122</id><published>2011-02-01T02:41:00.002Z</published><updated>2011-02-10T11:43:07.429Z</updated><title type='text'>Cavalgada em Cavalo Manso</title><content type='html'>Fui visitar meus tios no interior de Goi&amp;#225;s, onde eles possuem uma fazenda com cachoeiras e &lt;br&gt;muitos animais, principalmente, cavalos. Um dia acordei e combinei com meu primo que no &lt;br&gt;final da tarde ir&amp;#237;amos cavalgar at&amp;#233; a queda d&amp;#39;&amp;#225;gua principal da fazenda. No final do dia, &lt;br&gt;meu primo estava muito cansado, porque passamos o dia na piscina, ent&amp;#227;o eu resolvi que &lt;br&gt;andaria de cavalo sozinho. Me direcionei para as baias onde ficam os cavalos, que fica um &lt;br&gt;pouco longe da sede da fazenda, e chamei o Gaspar, o cocheiro que sela e cuida dos cavalos. &lt;br&gt;Solicitei que ele providenciasse um cavalo bem manso para eu poder cavalgar, ele disse num &lt;br&gt;tom sarc&amp;#225;stico que cavalo manso ali s&amp;#243; tinha ele e pegou de leve no seu pau e perguntou se &lt;br&gt;interessava cavalgar nele. Eu fiquei chocado com a ousadia e falta de discri&amp;#231;&amp;#227;o do Gaspar, &lt;br&gt;apesar de ter ficado muito excitado. Respondi que ele servia, e que tirasse a roupa &lt;br&gt;imediatamente. Ele tamb&amp;#233;m espantou-se com o que eu disse, mas obedeceu a minha ordem. Tirou &lt;br&gt;a roupa. Pude ver que tratava-se de um cavalo(homem) de excelente ra&amp;#231;a, magro, forte e com &lt;br&gt;um dote digno de um verdadeiro garanh&amp;#227;o, seus m&amp;#250;sculos eram bem trabalhado, gra&amp;#231;as &amp;#224; lida da &lt;br&gt;vida. Ostentava uma bunda empinada e carnuda. J&amp;#225; despido segurou o seu pau e olhou para mim &lt;br&gt;e disse que s&amp;#243; ele nu n&amp;#227;o adiantava nada, ent&amp;#227;o concordei e tirei minha roupa, percebi que &lt;br&gt;tamb&amp;#233;m gostou do que viu, eu sou muito gostoso e tenho uma pica de dar inveja. Rapidamente, &lt;br&gt;ele me puxou para uma cocheira que estava vazia, ajoelhou-se e come&amp;#231;ou a me chupar, meu pau &lt;br&gt;foi preenchendo aquela boca quente e &amp;#250;mida, latejando de tes&amp;#227;o e crescendo sem parar, ele &lt;br&gt;engolia com gosto, movimentando-se num vai-e-vem delicioso. Desceu para o meu saco e lambia &lt;br&gt;da base do saco at&amp;#233; a cabe&amp;#231;a da minha pica, ele tinha uma l&amp;#237;ngua maestra na arte de chupar. &lt;br&gt;Aproveitei sua habilidade e virei-me para que ele sugasse o meu cu, nunca tinha ganhado um &lt;br&gt;cunete t&amp;#227;o gostoso como aquele, parecia que era uma crian&amp;#231;a se lambuzando com sorvete, &lt;br&gt;chupava, beijava, subia e descia e parava bem no meu cuzinho e sugava seu sabor delicioso. &lt;br&gt;Ele levantou e encaixou sua vara no meio das minhas pernas, pude sentir ent&amp;#227;o o verdadeiro &lt;br&gt;tamanho daquela piroca, comecei a acaricia-la no meio das pernas mesmo, enquanto ele batia &lt;br&gt;uma punheta para mim, fungando e beijando minha nuca. Fiquei louco com aquilo, pedi que &lt;br&gt;ficasse de quatro pois queria penetr&amp;#225;-lo. Prontamente, ele abaixou-se lubrificando seu &lt;br&gt;buraco com saliva, posicionei-me com a cabe&amp;#231;a do pau latente na porta de seu cuzinho, e que &lt;br&gt;cu cor-de-rosa, pronto para agasalhar meu membro. Respirei e enfiei de uma vez at&amp;#233; o talo, &lt;br&gt;Gaspar gritou de dor dizendo que continuasse, eu comecei o vai-e-vem e ele masturbava-se. &lt;br&gt;Aquele cheiro cheiro de cu misturado com o de cavalo e aquela cocheira com serragem no ch&amp;#227;o &lt;br&gt;excitava-me mais ainda. Ele rebolava e eu achava que estava no c&amp;#233;u, seu cu era quente e &lt;br&gt;carnudo, pressionava meu pau na medida certa, gem&amp;#237;amos como verdadeiros animais. Percebi que &lt;br&gt;Gaspar estava prestes a gozar, peguei sua rola e comecei a masturb&amp;#225;-la, seu rego come&amp;#231;ou a &lt;br&gt;apertar meu pau cada vez mais, ent&amp;#227;o logo senti aquele leite quente jorrando de seu pau, &lt;br&gt;lambuzando a minha m&amp;#227;o. Aquilo me fez gozar enchendo aquele cu de porra, continuei a estocar &lt;br&gt;dentro de seu cu, o que fazia minha pica doer de prazer, eu estava no para&amp;#237;so, parei assim &lt;br&gt;que meu pau eliminou a &amp;#250;ltima gota de porra. Ca&amp;#237;mos exaustos na serragem e nos beijamos por &lt;br&gt;um longo tempo. O cavalinho manso e gostoso que eu cavalguei naquele fim de tarde.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:dado_dado22@hotmail.com"&gt;dado_dado22@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-6191362369216199122?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/6191362369216199122/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=6191362369216199122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6191362369216199122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6191362369216199122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/02/cavalgada-em-cavalo-manso.html' title='Cavalgada em Cavalo Manso'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-8124696462913500742</id><published>2011-02-01T02:31:00.000Z</published><updated>2011-02-01T02:32:48.220Z</updated><title type='text'>Meu Porteiro</title><content type='html'>Era umas 4 horas da manh&amp;#227;, eu estava chegando de uma festa de despedida de&lt;br&gt;uma amiga que estava indo para os Estados Unidos. Eu estava um pouco cansado&lt;br&gt;e muito frustrado por n&amp;#227;o ter ficado com ningu&amp;#233;m nessa festa, afinal sou um&lt;br&gt;cara bonito, tenho 26 anos, 1,85m, 80 kg bem trabalhados, cabelos e olhos&lt;br&gt;castanhos e me visto muito bem.&lt;br&gt;Parei meu carro no estacionamento do meu edif&amp;#237;cio e me encaminhei para a&lt;br&gt;entrada do elevador, foi quando pude ver o Valmiro, o porteiro do condom&amp;#237;nio&lt;br&gt;que deve ter seus 20 anos, uns 1,72m, moreno claro e o corpo, aparentemente&lt;br&gt;bem definido. Ele estava em p&amp;#233; na frente de seu balc&amp;#227;o com a m&amp;#227;o segurando,&lt;br&gt;por cima da cal&amp;#231;a, seu caralho. Aquela cena me excitou imediatamente. Ele&lt;br&gt;estava com uma cara de pedinte carente. Eu me aproximei, cumprimentei e&lt;br&gt;perguntei  o que ele queria? Ele meio acanhado respondeu que estava alerta e&lt;br&gt;vigiando a entrada do pr&amp;#233;dio, sem tirar a m&amp;#227;o do caralho que agora eu&lt;br&gt;percebia que estava dur&amp;#237;ssimo. Ent&amp;#227;o, eu me aproximei bem de seu rosto e&lt;br&gt;perguntei se gostaria de subir ao meu apartamento. Sem responder, entrou no&lt;br&gt;elevador e ficou me esperando. Entrei e apertei o andar, quando a porta se&lt;br&gt;fechou ele pulou em mim com sua boca quente, enfiando sua l&amp;#237;ngua quase na&lt;br&gt;minha garganta, nos beijamos at&amp;#233; o meu andar.&lt;br&gt;Dentro do meu apartamento n&amp;#227;o deu tempo nem acender as luzes, ele arrancou a&lt;br&gt;minha roupa e eu a dele, ele exalava um perfume de macho misturado com um&lt;br&gt;perfume barato que me excitava mais ainda. J&amp;#225; sem roupa pude ver seu corpo,&lt;br&gt;era lindo, todo definido e com uma pica de uns 19 cm, assim como a minha,&lt;br&gt;olhando para mim. Em sil&amp;#234;ncio me sentei no sof&amp;#225; seguido por ele. Eu enfiei a&lt;br&gt;minha l&amp;#237;ngua naquela boca sedenta enquanto ele ia me deitando no sof&amp;#225;.&lt;br&gt;Levantou-se um pouco e come&amp;#231;ou a lamber o peito e foi descendo pelo umbigo&lt;br&gt;at&amp;#233; chegar nos pentelhos, quando pulou o meu caralho e caiu de boca no meu&lt;br&gt;saco, parecia que ele queria engolir minhas bolas, aquela chupada estava me&lt;br&gt;fazendo ir para outro mundo. Segurou meu pau e de uma s&amp;#243; vez o engoliu,&lt;br&gt;chupava com gosto, ia e voltava sem parar num movimento fren&amp;#233;tico que me&lt;br&gt;enlouquecia. Chupava e mordiscava o freio da glande at&amp;#233; que eu avisei que ia&lt;br&gt;gozar. Imediatamente ele colocou minha pica inteira na sua boca at&amp;#233; eu urrar&lt;br&gt;de prazer e encher sua garganta de porra. Ele engoliu todo o meu semem e&lt;br&gt;depois deliciava-se com o sabor. Me sentei e n&amp;#227;o resisti abocanhei aquele&lt;br&gt;monumental caralho que latejava na minha boca, quanto eu chupava descobri&lt;br&gt;seu buraquinho e fui logo enfiando meu dedinho. Ficamos um tempo no vai e&lt;br&gt;v&amp;#234;m da chupada coordenada com o entra e sai do dedinho. Ele gritava de&lt;br&gt;prazer. Resolvi chupar seu cuzinho, estava com aquele gosto amargo&lt;br&gt;delicioso, lambuzei bem sua entrada. Posicionei meu pau na porta daquele cu&lt;br&gt;e arregacei aquele buraco, enfiei de uma vez. Ele me olhando nos olhos, na&lt;br&gt;posi&amp;#231;&amp;#227;o de frango assado, pude ver uma l&amp;#225;grima escorrer, mas ao mesmo tempo&lt;br&gt;mordia a boca numa evid&amp;#234;ncia de puro prazer. Eu enfiava com for&amp;#231;a e ele&lt;br&gt;come&amp;#231;ou a dizer que aquele cu era meu.&lt;br&gt;Enquanto rebolava no meu pau, batia uma fren&amp;#233;tica punheta colocando a cabe&amp;#231;a&lt;br&gt;para tr&amp;#225;s, gemendo de prazer. Me pediu para que eu enchesse seu corpo com&lt;br&gt;gozo -. Goza dentro de mim, me enche de porra - Naquele vai e v&amp;#234;m&lt;br&gt;inebriante, gozei como nunca. Foi quando eu vi um jato forte saindo de sua&lt;br&gt;pica linda. Gozamos juntos e ca&amp;#237;mos de exaust&amp;#227;o. Ele ficou mais um pouco&lt;br&gt;deitado me acariciando, ent&amp;#227;o se vestiu e voltou ao trabalho.&lt;br&gt;        Depois disso, n&amp;#243;s transamos bastante, antes, depois e, &amp;#224;s vezes, durante o&lt;br&gt;seu expediente. Agora ele est&amp;#225; em outro emprego e eu tenho um&lt;br&gt;relacionamento muito s&amp;#233;rio com outra pessoa. Estou muito feliz, mas eu sinto&lt;br&gt;saudade daquele moreno gostoso.&lt;p&gt;&lt;a href="mailto:dado_dado22@hotmail.com"&gt;dado_dado22@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-8124696462913500742?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/8124696462913500742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=8124696462913500742' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/8124696462913500742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/8124696462913500742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/02/meu-porteiro.html' title='Meu Porteiro'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-4152222712036234707</id><published>2011-02-01T02:29:00.002Z</published><updated>2011-02-01T02:43:59.553Z</updated><title type='text'>Um Calor a Três</title><content type='html'>No ver&amp;#227;o de 2001, eu e meu melhor amigo, M&amp;#225;rcio, viajamos para Recife&lt;br /&gt;Pernambuco para passarmos as f&amp;#233;rias. Ficamos hospedados numa pousada perto&lt;br /&gt;da praia de Boa Viagem. &amp;#205;amos todos os dias &amp;#224; praia. Num desses dias,&lt;br /&gt;tomando sol, eu e o M&amp;#225;rcio come&amp;#231;amos a conversar sobre sexo e descobrimos&lt;br /&gt;est&amp;#225;vamos precisados de alguma rela&amp;#231;&amp;#227;o, j&amp;#225; que n&amp;#243;s dois n&amp;#227;o arrum&amp;#225;vamos&lt;br /&gt;ningu&amp;#233;m para transar h&amp;#225; pelo menos dois meses.&lt;p&gt;Decidimos que procurar&amp;#237;amos alguma ninfeta ali na praia mesmo, fomos andar&lt;br /&gt;e n&amp;#227;o achamos nada de interessante, voltamos para as nossas cadeiras e&lt;br /&gt;resolvemos atacar dali mesmo. Nenhuma garota olhava para n&amp;#243;s, foi quando eu&lt;br /&gt;disse que a situa&amp;#231;&amp;#227;o estava dif&amp;#237;cil e que o jeito era n&amp;#243;s dois virarmos&lt;br /&gt;gays. O M&amp;#225;rcio riu, por&amp;#233;m n&amp;#227;o descartou a possibilidade. Eu continuei&lt;br /&gt;falando - olha aquele cara gostoso jogando v&amp;#244;lei, aposto que ele &amp;#233; muito bom&lt;br /&gt;de cama - Pude notar que na sunga do M&amp;#225;rcio seu caralho estava ficando duro.&lt;br /&gt;Continuei falando - Imagina n&amp;#243;s dois transando com mais um cara. - A pica do&lt;br /&gt;M&amp;#225;rcio nessa hora j&amp;#225; estava saindo da sunga, assim como a minha.&lt;p&gt;Resolvi atacar com olhares os caras gostosos que andavam sozinhos na beira&lt;br /&gt;do mar. Coloquei minha m&amp;#227;o sobre o meu pau esperando alguma oportunidade.&lt;br /&gt;Passavam v&amp;#225;rios caras lindos e malhados at&amp;#233; que depois de uns 15 minutos um&lt;br /&gt;deles olhou p&amp;#39;ra mim e eu, discretamente, apertei o meu pau e mordi meu&lt;br /&gt;l&amp;#225;bio inferior. Pronto tinha jogado a isca. E n&amp;#227;o &amp;#233; que eu consegui fisgar.&lt;br /&gt;Esse cara era da nossa idade, tinha uns 25 anos, alto, moreno de sol com os&lt;br /&gt;cabelos um pouco grandes e um corpo todo definido. Depois da minha olhada&lt;br /&gt;ele parou e sentou numa cadeira que estava pr&amp;#243;xima &amp;#224; nossa e ficou olhando&lt;br /&gt;sem parar. Depois de um tempo, ele tomou coragem e veio falar conosco. - Oi,&lt;br /&gt;voc&amp;#234;s est&amp;#227;o aqui de f&amp;#233;rias ? - respondemos que sim e que &amp;#233;ramos de Belo&lt;br /&gt;Horizonte. Ele j&amp;#225; foi sentando na areia dizendo seu nome de um jeito bem&lt;br /&gt;sensual - Eu sou Renato e adoro praia, voc&amp;#234;s s&amp;#227;o... amigos...ou namorados? -&lt;br /&gt;Ele foi bem direto. Explicamos que &amp;#233;ramos amigos, mas nada impedia alguma&lt;br /&gt;coisa entre n&amp;#243;s. Perguntei se, depois de um banho de  mar, ele gostaria de&lt;br /&gt;conhecer nossa pousada e, &amp;#233; claro, que ele disse sim.&lt;p&gt;Chegamos no nosso quarto como tr&amp;#234;s amigos que chegam da praia, &amp;#237;ntimos mas&lt;br /&gt;com uma certa dist&amp;#226;ncia masculina. Logo que o M&amp;#225;rio fechou a porta, Renato&lt;br /&gt;me abra&amp;#231;ou e me beijou. Sua l&amp;#237;ngua estava quente e sedenta. Puxei o M&amp;#225;rcio&lt;br /&gt;para junto de n&amp;#243;s e demos um beijo de tr&amp;#234;s l&amp;#237;nguas, j&amp;#225; tirando as sungas com&lt;br /&gt;nossas picas em ponto de bala. O caralho do Renato era lindo assim como ele&lt;br /&gt;e o mais surpreendente foi a pica do meu amigo M&amp;#225;rcio, nunca a tinha visto&lt;br /&gt;dura, um monumento. Eu beijando o Renato e o M&amp;#225;rcio come&amp;#231;ou a se abaixar.&lt;br /&gt;Abocanhou a minha pica fazendo com o Renato viesse por tr&amp;#225;s de mim. A boca&lt;br /&gt;de M&amp;#225;rcio estava perfeita, &amp;#250;mida e quente, movimentando-se com  o meu pau l&amp;#225;&lt;br /&gt;dentro, que del&amp;#237;cia! Renato estava me coxando por tr&amp;#225;s e lambendo a minha&lt;br /&gt;nuca. Sua l&amp;#237;ngua foi descendo at&amp;#233; alcan&amp;#231;ar minhas n&amp;#225;degas, ele abriu minha&lt;br /&gt;bunda e come&amp;#231;ou a chupar meu cu freneticamente. Eu estava no c&amp;#233;u, M&amp;#225;rcio&lt;br /&gt;sugando o meu pau como um maestro rege sua orquestra, e o Renato chupando&lt;br /&gt;meu cu como uma crian&amp;#231;a toma sorvete, Delirante! Por entre as minhas pernas,&lt;br /&gt;um batia punheta para o outro, ai que cena linda!&lt;p&gt;M&amp;#225;rcio deitou na cama e, com um cara de pedinte, pediu que eu o penetrasse.&lt;br /&gt;Ele estava com as pernas abertas virada p&amp;#39;ra cima. Cai de boca no seu cu, eu&lt;br /&gt;adoro chupar cu. Renato continuava com sua boca na minha bunda. Lambuzei bem&lt;br /&gt;o buraco do M&amp;#225;rcio com saliva. Me levantei e coloquei meu pau na porta do cu&lt;br /&gt;dele e disse p&amp;#39;ra o Renato fazer o mesmo em mim. Quando eu enfiei no M&amp;#225;rcio&lt;br /&gt;senti aquela tora gigante arrega&amp;#231;ando meu cu, num misto de dor e prazer. O&lt;br /&gt;M&amp;#225;rcio urrou quando eu o penetrei. Come&amp;#231;amos n&amp;#243;s tr&amp;#234;s um movimento&lt;br /&gt;sincronizado. O M&amp;#225;rcio com uma cara de del&amp;#237;rio batendo uma, eu enfiando no&lt;br /&gt;M&amp;#225;rcio que tinha um cu delicioso e o Renato me comendo deliciosamente,&lt;br /&gt;falando palavras sacanas no meu ouvido.&lt;br /&gt;A geme&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;ou a aumentar e os movimentos de vai e vem ficaram mais&lt;br /&gt;r&amp;#225;pidos. Eu disse que ia gozar e o M&amp;#225;rcio tamb&amp;#233;m. Eu vi a cara de prazer do&lt;br /&gt;M&amp;#225;rcio quando seu pau jorrou sua porra sobre a sua barriga, ele dizia p&amp;#39;ra&lt;br /&gt;eu enche-lo de gozo - goza dentro de mim. Renato estava me penetrando&lt;br /&gt;profundo quando gozou dentro de mim. Eu senti seu leite quente no interior&lt;br /&gt;do meu corpo, o que me fez gozar imediatamente no cu do M&amp;#225;rcio, eu enchi&lt;br /&gt;aquele buraco de porra, gozei como nunca.&lt;br /&gt;Nos jogamos na cama e dormimos at&amp;#233; o fim de tarde. Quando acordamos,&lt;br /&gt;decidimos ir a algum restaurante beber e comer algo. O Renato foi p&amp;#39;ra casa&lt;br /&gt;se arrumar p&amp;#39;ra nos encontrar no local, quando ele saiu eu e o M&amp;#225;rcio nos&lt;br /&gt;olhamos e parecia que n&amp;#227;o pod&amp;#237;amos acreditar no que tinha acontecido. Trinta&lt;br /&gt;segundos depois, come&amp;#231;amos a dar gargalhadas e aceitamos  o que fizemos e&lt;br /&gt;decidimos que n&amp;#227;o ter&amp;#237;amos problemas com aquilo. No restaurante o Renato&lt;br /&gt;estava mais lindo que durante o dia. Certamente, n&amp;#243;s transamos.&lt;p&gt;&lt;a href="mailto:dado_dado22@hotmail.com"&gt;dado_dado22@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-4152222712036234707?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/4152222712036234707/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=4152222712036234707' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4152222712036234707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4152222712036234707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/02/um-calor-tres.html' title='Um Calor a Três'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-150846894667909222</id><published>2011-02-01T02:29:00.001Z</published><updated>2011-02-01T02:30:28.462Z</updated><title type='text'>Uma Carona e Tanto</title><content type='html'>Estava viajando pelo interior de Minas Gerais, quando acabou meu dinheiro.&lt;br&gt;Moro em Bras&amp;#237;lia e precisava voltar p&amp;#39;ra casa. Resolvi que pediria carona na&lt;br&gt;estrada.                                                                                                                               Fiquei um bom tempo&lt;br&gt;com a minha mochila na beira da estrada pedindo carona&lt;br&gt;perto de uma lombada, assim os motoristas poderiam me ver mais facilmente.&lt;br&gt;J&amp;#225; era fim de tarde, umas 5 hs, quando parou um daqueles caminh&amp;#245;es enormes,&lt;br&gt;com cabina dupla com um ca&amp;#231;amba alt&amp;#237;ssima e comprida. A porta do carona se&lt;br&gt;abriu, ent&amp;#227;o eu pude ver quem estava l&amp;#225; dentro. Eram dois homens, um devia&lt;br&gt;ter uns 28 anos, sem camisa, magro, com bra&amp;#231;os fortes e um rosto moreno de&lt;br&gt;sol, o outro era um pouco mais velho com seus 40 e poucos anos, um rosto e&lt;br&gt;corpo fortes e cabelos grisalhos e despenteados.&lt;br&gt;Me perguntaram para onde eu estava indo, eu disse Bras&amp;#237;lia, ent&amp;#227;o eles me&lt;br&gt;convidaram p&amp;#39;ra subir por que eles passariam pela minha cidade. Nos&lt;br&gt;apresentamos, O mais velho chamava-se Gilmar e o outro era Alex, eles eram&lt;br&gt;apenas amigo e estavam indo para Mato Grosso.&lt;br&gt;Come&amp;#231;amos a viajar os tr&amp;#234;s sentados no banco da frente, escutando m&amp;#250;sica&lt;br&gt;sertaneja, com o sol se pondo. Eu com a perna encostada na perna do Alex que&lt;br&gt;estava apenas com um shortinho de brim, mostrando toda a sua coxa. O garoto&lt;br&gt;era bem bonito. Come&amp;#231;ou a anoitecer e percebi que o Gilmar j&amp;#225; estava cansado&lt;br&gt;e que logo pararia para dormir. No caminh&amp;#227;o sentiasse um odor forte de homem&lt;br&gt;suado, o que eu estava adorando.&lt;br&gt;Gilmar falou que estava na hora de dormimos, isso j&amp;#225; era 8 hs da noite. Ele&lt;br&gt;parou num daqueles postos de gasolina que ficam cheios de caminh&amp;#245;es durante&lt;br&gt;a noite. N&amp;#243;s descemos do caminh&amp;#227;o, e eles disseram que queriam comer alguma&lt;br&gt;coisa. Eu disse que n&amp;#227;o tinha dinheiro e que estava sem fome. O Gilmar,&lt;br&gt;imediatamente, falou p&amp;#39;ra deixar de besteira e me convidou para jantar.&lt;br&gt;Depois do jantar, voltamos para o caminh&amp;#227;o. O Alex entrou avisando que ir&lt;br&gt;arrumar a cama para dormimos. Em 2 minutos, nos chamou dizendo que estava&lt;br&gt;pronto. Eu e Gilmar entramos, todos tiraram a roupa e ficamos de cueca e nos&lt;br&gt;acomodamos no enorme colch&amp;#227;o que a cabina possui. Eu me deitei no meio e&lt;br&gt;comecei a tentar dormir, apesar da enorme tens&amp;#227;o que sentia com aqueles&lt;br&gt;homens brutos dormindo ao meu lado.&lt;br&gt;J&amp;#225; estava quase pegando no sono quando senti uma m&amp;#227;o na minha coxa direita&lt;br&gt;me balan&amp;#231;ado suavemente. Era o Alex. Fingi que estava dormindo&lt;br&gt;profundamente. A m&amp;#227;o dele ent&amp;#227;o come&amp;#231;ou a subir e agarrou o meu pau que&lt;br&gt;nessa altura j&amp;#225; estava dur&amp;#237;ssimo. Foi quando ele percebeu que eu estava&lt;br&gt;acordado, olhou p&amp;#39;ra meu rosto e me viu de olhos abertos e ficou meio sem&lt;br&gt;gra&amp;#231;a. Eu, rapidamente, consenti dizendo para continuar. Ele abaixou minha&lt;br&gt;cueca e abocanhou minha piroca e come&amp;#231;ou um delicioso movimento circular em&lt;br&gt;torno da glande, enquanto se masturbava.&lt;br&gt;De repente, o Gilmar acorda j&amp;#225; tirando seu pau p&amp;#39;ra fora, me mandando&lt;br&gt;chup&amp;#225;-lo, obedeci prontamente. N&amp;#243;s tr&amp;#234;s est&amp;#225;vamos excitad&amp;#237;ssimos, uma&lt;br&gt;geme&amp;#231;&amp;#227;o tremenda. Alex se posicionou com o rosto no meu cu e come&amp;#231;ou a&lt;br&gt;lambe-lo e enfiar o dedo, Gilmar sentou-se no meu  peito para eu continuar&lt;br&gt;pagando aquele maravilhoso boquete. Eu estava amando e ao mesmo tempo n&amp;#227;o&lt;br&gt;acreditava no que estava acontecendo, parecia um sonho.&lt;br&gt;Me levantei e comecei a chupar a pica do Alex, logo o Gilmar veio por tr&amp;#225;s&lt;br&gt;de mim e posicionou seu caralho na porta do meu cu e, de uma vez, enfiou&lt;br&gt;aquele mastro dentro de mim, eu urrei de dor e prazer. Alex ent&amp;#227;o resolveu&lt;br&gt;me chupar de novo, enquanto Gilmar me enrrabava fortemente, seu bra&amp;#231;os&lt;br&gt;musculosos me seguravam at&amp;#233; que ele virou o meu rosto e me beijou, enfiando&lt;br&gt;sua l&amp;#237;ngua na minha garganta. Alex meu afoito, levantou-se e encaixou sua&lt;br&gt;bunda no meu pau, ele se movimentou at&amp;#233; que meu pau estivesse na boca do seu&lt;br&gt;cu. Quando conseguiu, deu, literalmente, r&amp;#233; em cima de mim a fez n&amp;#243;s tr&amp;#234;s&lt;br&gt;encostarmos na parede na cabina, a for&amp;#231;a foi t&amp;#227;o grande que meu pau enterrou&lt;br&gt;inteiro em seu cu e o pau do Gilmar sumiu dentro de mim, eu pude senti-lo em&lt;br&gt;meu umbigo, delirante. Come&amp;#231;amos um movimento sincronizado naquele&lt;br&gt;fant&amp;#225;stico trenzinho. O prazer de ser enrrabado e comer ao mesmo tempo &amp;#233;&lt;br&gt;indescrit&amp;#237;vel. Eu estava no c&amp;#233;u, abra&amp;#231;ando por tr&amp;#225;s um homem regionalmente&lt;br&gt;lindo e forte e sendo comido por um Deus das estradas brasileiras.&lt;br&gt;Gilmar foi o primeiro a gozar, encheu meu cu com seu leite quente que fervia&lt;br&gt;dentro de mim. Alex jorrou de sua piroca um jato de gozo que atravessou a&lt;br&gt;cabina, escorrendo pela parede. Quando disse que ia gozar o Alex se virou e&lt;br&gt;puxou o Gilmar para minha frente e ajeitaram seu rostos na altura do  meu&lt;br&gt;pau. Me fizeram gozar em suas bocas, maravilhoso!&lt;br&gt;Depois levantaram e come&amp;#231;amos a nos beijar a tr&amp;#234;s l&amp;#237;nguas com aquele gosto&lt;br&gt;da minha porra quente. Nos deitamos e entre car&amp;#237;cias finais  e o sono,&lt;br&gt;acabamos dormindo abra&amp;#231;ados em meio ao suor e repira&amp;#231;&amp;#245;es profundas.&lt;br&gt;No dia seguinte, Gilmar nos acordou bem cedo, nos vestimos, fomos ao&lt;br&gt;banheiro onde tomamos um banho para seguir viagem. No resto da viagem ainda&lt;br&gt;aconteceram uns boquetes e umas dedadas no cu, mas tudo sem parar o&lt;br&gt;caminh&amp;#227;o. Foi um fim de viagem maravilhosa p&amp;#39;ra mim, nunca esquecerei.&lt;br&gt;Caminhoneiros trepam bem p&amp;#39;ra caralho.&lt;p&gt;&lt;a href="mailto:dado_dado22@hotmail.com"&gt;dado_dado22@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-150846894667909222?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/150846894667909222/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=150846894667909222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/150846894667909222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/150846894667909222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2011/02/uma-carona-e-tanto.html' title='Uma Carona e Tanto'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-841339998744407929</id><published>2010-10-10T18:22:00.000+01:00</published><updated>2010-10-10T18:23:20.484+01:00</updated><title type='text'>Ajudante de Pedreiro</title><content type='html'>H&amp;#225; algum tempo, nutria uma efervescente fantasia sexual, a qual era transar com um ajudante de pedreiro numa obra. N&amp;#227;o sei o porqu&amp;#234;, mas tinha de ser um homem daquele of&amp;#237;cio e naquele lugar. Era um dos meus principais fetiches. Ao fazer minha anatomia er&amp;#243;tica, contatei que adoro fazer sexo em locais ex&amp;#243;ticos e ins&amp;#243;litos, com pessoas simples e modestas.&lt;br&gt;H&amp;#225; poucas quadras de casa, iniciou-se a constru&amp;#231;&amp;#227;o de um edif&amp;#237;cio. Estava euf&amp;#243;rico e excitado, s&amp;#243; de imaginar a possibilidade real de realizar aquela fantasia. Entretanto, tinha de ir &amp;#224; luta. Sondando o ambiente, eu passava em frente &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o algumas vezes ao dia, em hor&amp;#225;rios diferenciados. Numa dessas vezes, era in&amp;#237;cio de noite e supus que j&amp;#225; acabara o trabalho, pois aparentemente n&amp;#227;o havia mais ningu&amp;#233;m no lugar.&lt;br&gt;Todavia, repentinamente, notei uma luz acender dentro da ed&amp;#237;cula de madeira que ficava na parte da frente da obra, alinhada &amp;#224; cal&amp;#231;ada, e ouvi, a seguir, um som met&amp;#225;lico, como se algu&amp;#233;m arrumasse ferramentas l&amp;#225; dentro. Poucos segundos ap&amp;#243;s, vi um homem sair da meia-&amp;#225;gua e sentar na soleira da porta a escutar um r&amp;#225;dio de pilha. Hesitante e ansioso, fui at&amp;#233; ele. Promessa de prazeres!&lt;br&gt;Nordestino, mulato, estatura mediana e uma barriguinha preeminente, ela passara dos cinquenta anos. Arrisquei uma conversa, no que fui recebido com total receptividade. L&amp;#225; pelas tantas, falou-me que era rec&amp;#233;m-chegado do nordeste, e que n&amp;#227;o tinha familiares aqui, que o custo de vida na cidade &amp;#233; alto, raz&amp;#227;o pela qual estava morando na meia-&amp;#225;gua, assim dispensava-se o servi&amp;#231;o de um vigia noturno e ele defendia um dinheiro a mais.&lt;br&gt;Enquanto ele falava, comecei a deitar olhares incisivos para o cacete dele por longo tempo, intercalando com umas r&amp;#225;pidas olhadelas para o rosto, na esperan&amp;#231;a de ele notar a minha inten&amp;#231;&amp;#227;o. O homem percebeu e seu volume come&amp;#231;ou a crescer, ent&amp;#227;o me convidou para entrar. Um caf&amp;#233; seria a op&amp;#231;&amp;#227;o. Sentei na cama e ele sentou colado a mim. Minha mente girava num imbr&amp;#243;glio s&amp;#243;; meu sangue come&amp;#231;ou a ferver e meu rabinho a latejar.&lt;br&gt;N&amp;#227;o tirava mais os olhos do pau dele, o qual parecia querer rasgar a bermuda de tanto palpitar. Era sedutor, magn&amp;#233;tico! N&amp;#227;o aguentei mais e comecei a apalpar seu caibro, e ele a acariciar minha bundinha. Depois se levantou, arriou a bermuda, deixando seu indom&amp;#225;vel mastro vibrar em liberdade &amp;#224; altura da minha boca. Ordenhei e mamei naquele caralho com sofreguid&amp;#227;o. Como era apetitoso aquele cacete! Chupei-lhe o saco e dei-lhe umas linguadas no cu tamb&amp;#233;m.&lt;br&gt;A seguir, acabamos dos nos despir, e ele me deu um verdadeiro banho de l&amp;#237;ngua. Sequioso, gulosamente beijou-me a boca e foi descendo a l&amp;#237;ngua pelo meu queixo, pesco&amp;#231;o, peito, barriga, virilha e, por fim, abocanhou meus bagos e meu ferro. Com igual vigor tamb&amp;#233;m lambeu o per&amp;#237;neo. Logo ap&amp;#243;s, virou-me, iniciando a beijar e lamber minha nuca, arrepiando-me todo; na sequencia foi apeando a &amp;#225;spera l&amp;#237;ngua pelo meu pesco&amp;#231;o, dorso, rego, chegando a minha rosquinha, que pulsava em frenesi.&lt;br&gt;Ainda fez da sua l&amp;#237;ngua um dardo e a espetou toda no meu mordicante rabo, incont&amp;#225;veis vezes. Que delicia! Ent&amp;#227;o, ele me colocou de frango assado, vestiu uma camisinha que levei, deu umas cuspidas no meu guloso, e nele foi atolando seus 19 cent&amp;#237;metros, que pareciam nunca terminar. Nossas bocas procuravam-se. Ao acabar de me cravar a estaca, estava engasgado, sufocado, dando-me a sensa&amp;#231;&amp;#227;o de que tinha algo duro, grosso e grande entalado na garganta. Sentia-me empalado. Era um m&amp;#225;gico misto de prazer e dor.&lt;br&gt;- T&amp;#225; doendo? Quer que tire? - falou com ar de preocupa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;- T&amp;#225; doendo um pouco, mas eu gosto. N&amp;#227;o tira n&amp;#227;o, mete mais, meu macho,&lt;br&gt;vai! Fode esse cuzinho que voc&amp;#234; chupou gostoso! - supliquei rebolando.&lt;br&gt;De repente, irrompeu um a&amp;#231;ude de porra fervente a inundar-me o rabo, com o homem ruindo em cima de mim a seguir, entorpecido.&lt;br&gt;Aloucado de tes&amp;#227;o, afastei-o para o lado e masturbei-me com ardor, rebentando em fortes a altos esguichos de esperma quente, viscoso, feito um g&amp;#234;iser de porra, com as abrasadoras gotas caindo no meu peito, barriga e saco. Foi demais! Repetimos essa e outras pr&amp;#225;ticas nos dias seguintes. Ele quis experimentar como era ser passivo em penetra&amp;#231;&amp;#245;es com outro homem; eu tive o privil&amp;#233;gio de ser o primeiro.&lt;br&gt;- oOo -&lt;br&gt;Contato: &lt;a href="mailto:alfamail@ig.com.br"&gt;alfamail@ig.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-841339998744407929?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/841339998744407929/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=841339998744407929' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/841339998744407929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/841339998744407929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/10/ajudante-de-pedreiro.html' title='Ajudante de Pedreiro'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-2166905514827809359</id><published>2010-10-10T18:12:00.001+01:00</published><updated>2010-10-10T18:12:50.867+01:00</updated><title type='text'>Sacanagem no banheiro da academia</title><content type='html'>Isto aconteceu neste &amp;#250;ltimo s&amp;#225;bado, dia 25/09/10, hoje &amp;#233; 29/09. Sou de Floripa/SC, tenho 47 anos, moreno claro, 1.70m, 65kg. J&amp;#225; fa&amp;#231;o muscula&amp;#231;&amp;#227;o h&amp;#225; 1 ano e 6 meses. Fico me deliciando com as belas figuras que est&amp;#227;o sempre nos aparelhos, exercitando seus m&amp;#250;sculos; mesmo sem dar bandeira, fica dif&amp;#237;cil disfar&amp;#231;ar e n&amp;#227;o olhar. Na quinta-feira anterior eu tive que ir &amp;#224; noite pra academia, era meu dia de nadar (a nata&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; meu esporte favorito, a muscula&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; s&amp;#243; complemento), mas por alguns problemas acabei desistindo e pra n&amp;#227;o ficar sem praticar esporte no dia, acabei substituindo. Meu hor&amp;#225;rio de muscula&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de manh&amp;#227;, mas fui &amp;#224; noite e neste hor&amp;#225;rio, que eu raramente apare&amp;#231;o, havia um cara que eu j&amp;#225; tinha notado em outras oportunidades. Depois do banho ele sempre ficava nu algum tempo no banheiro e percebia que era pra se exibir. Ele demorava a ir pegar a roupa e se vestir pra ir embora. Ele &amp;#233; moreno, tem marca de sung&amp;#227;o, o que indica que tem tomado sol, ainda que aqui tenha feito bastante frio (sa&amp;#237;mos do inverno nesta semana, e em Floripa o inverno &amp;#233; bem frio). Seu corpo &amp;#233; magro, bem trabalhado, sem ser bombado, seu cacete &amp;#233; m&amp;#233;dio e os pentelhos aparados. Bem, ao chegar e ir aos aparelhos para fazer minha s&amp;#233;rie de exerc&amp;#237;cios, notei sua presen&amp;#231;a, volta e meia o olhava e em alguns momentos vi que me retribu&amp;#237;a o olhar. Num determinado aparelho, fiquei exatamente atr&amp;#225;s dele, que estava sentado num banco levantando halteres e eu na m&amp;#225;quina, fazendo meu exerc&amp;#237;cio. A sala &amp;#233; inteira espelhada, para podermos ver os movimentos e fazer as corre&amp;#231;&amp;#245;es necess&amp;#225;rias. Eu olhava pra ele pelo espelho e ele me devolvia o olhar. Fiz toda minha s&amp;#233;rie e fui pro vesti&amp;#225;rio. Como a academia iria fechar em pouco tempo - a 1 hora (eu cheguei por volta das 11h30 e j&amp;#225; eram 12h20), fui pro chuveiro e um pouco depois ouvi um outro chuveiro ligado. Ao terminar meu banho passei em frente a esse box e estava com a porta aberta, o que &amp;#233; bem raro. Era ele dentro do box, e estava de pau duro, se ensaboando. Olhou fixo nos meus olhos e eu segui. Continuei me enxugando e j&amp;#225; pensando: &amp;quot;esse cara ta a fim de sacanagem&amp;quot;. Voltei a passar em frente do box e dei um sorriso e ele correspondeu. Esperava uma iniciativa dele, que n&amp;#227;o veio. Eu tamb&amp;#233;m continuei nu e adiei a coloca&amp;#231;&amp;#227;o de minhas roupas. Ele saiu do box e ficou se enxugando um pouco afastado, mas de frente pra mim, sempre com a rola empinada, fazia quest&amp;#227;o de me mostrar. Fui para o banco que fica em frente aos arm&amp;#225;rios e virei a bunda na sua dire&amp;#231;&amp;#227;o, me inclinando para secar os p&amp;#233;s (enrolando muito nessa a&amp;#231;&amp;#227;o). Quando percebi que ele estava perto cheguei mais pra tr&amp;#225;s e senti seu cacete encostar em minha bunda. Rebolei um pouquinho e ele logo encaixou a rola no meio das minhas n&amp;#225;degas. Dei uma &amp;quot;mordida&amp;quot; no caralho com as polpas da bunda e ele ro&amp;#231;ou com gosto, fazendo movimento de foder. Me virei, olhei pra ele e me ajoelhei, caindo de boca no seu cacete. Ele n&amp;#227;o dizia nada, s&amp;#243; gemia. Chupei algum tempo, mas muito preocupado, pois havia ainda outros dois caras na academia, al&amp;#233;m do professor e qualquer um deles poderia entrar no banheiro. Parei a mamada e antes que eu falasse algo ele me disse: N&amp;#227;o para, to quase gozando. N&amp;#227;o resisti e mesmo com medo do poss&amp;#237;vel  flagra me excitei ainda mais. Voltei a mamar a rola e ele gozou em poucos minutos. Me levantei, olhei pra ele e mostrei a boca aberta, com sua porra dentro. Ele riu e me falou: Cospe fora. Eu sorri (mesmo com a boca aberta) e engoli. Ele ent&amp;#227;o falou: Guloso! N&amp;#227;o costumo engolir porra, ali&amp;#225;s gosto muito mais de ter o rosto esporrado e ver no espelho o leite de macho me marcando a cara, mas naquele momento, por estar num clima t&amp;#227;o excitante, inclusive pelo perigo, tomei a iniciativa e quis mostrar a ele o quanto sou sacana e adoro uma putaria. Ainda dei uma mamada em seu peito antes de me afastar. Terminei de me secar, me vesti, ele voltou pro box, tomou mais uma chuveirada e veio se secar e vestir-se. Antes de ir embora peguei um papel em minha carteira com meus fones e e-mail e disse: Precisamos marcar pra voc&amp;#234; comer minha bunda. Ele sorriu. Vim embora muito feliz com o ocorrido. Quem sabe ele n&amp;#227;o venha a me chamar e ir mais al&amp;#233;m do que j&amp;#225; aconteceu. Os interessados em me foder a boca e o cu, me escrevam: &lt;a href="mailto:floripa352001@yahoo.com.br"&gt;floripa352001@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-2166905514827809359?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/2166905514827809359/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=2166905514827809359' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2166905514827809359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2166905514827809359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/10/sacanagem-no-banheiro-da-academia.html' title='Sacanagem no banheiro da academia'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-9057666299410177486</id><published>2010-10-10T18:11:00.001+01:00</published><updated>2010-10-10T18:11:57.087+01:00</updated><title type='text'>Estuprando o filho do delegado</title><content type='html'>Igor&lt;p&gt;Sauda&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;p&gt;Bom, primeiramente vamos a minha descri&amp;#231;&amp;#227;o: Me chamo Igor, tenho 33 anos, 1,80 de altura, 75 kg, branco, cabelo e olhos pretos, corpo definido por academia, solteiro, super discreto e n&amp;#227;o afeminado (e tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o curto caras afeminados).&lt;p&gt;O fato que vou relatar aconteceu no final do ano passado (2009), quando eu trabalhava como coordenador de uma escola no interior do Paran&amp;#225;. No come&amp;#231;o do ano passado entrou um novo aluno no 1&amp;#186; ano do ensino m&amp;#233;dio que logo me chamou a aten&amp;#231;&amp;#227;o: um garot&amp;#227;o de 16 anos, moreno claro, corpo bem definido, uma bunda enorme, l&amp;#225;bios carnudos e uma cara absurda de safado. Mas rapidamente percebi que o que ele tinha de gostoso tinha de insuport&amp;#225;vel: se achava o rei do mundo por seu pai ser uma autoridade. Vivia provocando seus colegas, agredindo alguns, debochava dos professores e n&amp;#227;o respeitava nenhum regulamento da escola. Ele vivia recebendo advert&amp;#234;ncias e s&amp;#243; n&amp;#227;o chegava a ser expulso por todos terem medo do pai dele. Mas eu n&amp;#227;o estava nem a&amp;#237; pra esse fato, e brigava muito com ele, e depois no fim das contas seu pai me apoiava, o que deixava o garoto mais puto da vida. Chegou o final do ano e aconteceu o que eu presumia: Ele ficou de recupera&amp;#231;&amp;#227;o de v&amp;#225;rias mat&amp;#233;rias e estava quase pra reprovar. No dia da prova final, ele fez a prova com mais dois alunos, e os dois acabaram primeiro enquanto ele ficou sozinho na sala comigo (eu estava aplicando a prova porque o professor havia faltado). Enquanto ele fazia a prova eu ficava reparando no corpo dele. Era um dia de muito calor, at&amp;#233; estranho pra regi&amp;#227;o onde moro. Ele estava com uma bermuda fina, que real&amp;#231;ava mais ainda aquelas coxas grossas e aquela bunda carnuda deliciosa. E ele estava de chinelo (morro de tes&amp;#227;o por p&amp;#233;s masculinos, ainda mais de garot&amp;#245;es), e eu reparei naquele p&amp;#233; branquinho e unhas bem feitas, e com alguns pelinhos. Eu n&amp;#227;o pude evitar, at&amp;#233; pela situa&amp;#231;&amp;#227;o (eu e ele sozinhos na sala) e acabei tendo uma ere&amp;#231;&amp;#227;o em plena sala de aula. Tentei rapidamente esconder, mas eu tenho quase certeza que ele viu. Estranhamente, aconteceu o contr&amp;#225;rio do que eu imaginava: ao inv&amp;#233;s de ficar bravo ou rir da minha cara ele come&amp;#231;ou a se insinuar pra mim. O filho da puta come&amp;#231;ou a alisar as coxas, e passar a m&amp;#227;o debaixo da camiseta, olhando pra mim. Eu estava quase perdendo o controle com a situa&amp;#231;&amp;#227;o, sai da sala pra tomar um ar e o deixei l&amp;#225; fazendo prova. Quando voltei, ele fingiu que nem me viu. Depois de um tempo se levantou, me entregou a prova praticamente em branco e falou &amp;quot;toma essa merda, sua bicha do caralho&amp;quot;. Minha vontade era dar um soco na cara dele, mas me segurei. Ele saiu da sala e foi caminhando pelos corredores at&amp;#233; o port&amp;#227;o de sa&amp;#237;da, eu o segui e reparei que n&amp;#227;o havia mais ningu&amp;#233;m na escola, nem sequer o porteiro. Eu comecei a andar atr&amp;#225;s dele, quando ele me viu falou &amp;quot;o que voc&amp;#234; quer seu gay?&amp;quot;, nesse momento eu o segurei pelos bra&amp;#231;os com toda minha for&amp;#231;a e o imobilizei, ele gritou &amp;quot;ficou maluco? me solta, voc&amp;#234; est&amp;#225; me machucando seu desgra&amp;#231;ado&amp;quot;. Ent&amp;#227;o o empurrei pro banheiro masculino, dentro de uma cabine e fechei a porta. Ele caiu ao lado do vaso sanit&amp;#225;rio ainda em estado de choque. Dava pra ver o medo em seus olhos. E isso me deixou muito excitado: ver aquele valent&amp;#227;o que todos tinham medo ali totalmente desprotegido e cheio de medo. Eu come&amp;#231;ei a desabotoar a cal&amp;#231;a e abrir o meu z&amp;#237;per, e ele falou &amp;quot;cara, o que voc&amp;#234; t&amp;#225; fazendo? perdeu o amor na sua vida? por acaso se esqueceu quem sou eu?&amp;quot;. Na hora que eu coloquei meu pau pra fora ele fez uma cara de espanto. Realmente eu tenho um pau enorme (22 cm). Eu falei pra ele &amp;quot;chupa&amp;quot;. Ele veio pra cima de mim querendo me dar um soco, mas novamente o imobilizei e o coloquei sentado no vaso sanit&amp;#225;rio. Me posicionei em frente dele e ordenei: cai de boca sua mulherzinha, e se morder eu vou te dar um soco t&amp;#227;o forte que vou tirar sua mand&amp;#237;bula do lugar. Ele come&amp;#231;ou a tremer (aparentemente nunca tinha feito aquilo, mas devia morrer de vontade, bixinha enrustida). Ele completamente sem jeito come&amp;#231;ou a chupar, n&amp;#227;o conseguia nem colocar a cabe&amp;#231;a direito na boca, mas eu o fiz abrir totalmente a boca e meu pau deslizou pra dentro de sua boca, ent&amp;#227;o eu agarrei sua cabe&amp;#231;a e soquei com tudo na garganta dele, fazendo ele engasgar feio, quase vomitando. Fiquei fodendo a boca dele por uns 5 minutos, e ele se engasgando e com l&amp;#225;grimas nos olhos, eu me divertia com a cena, e morria de tes&amp;#227;o, como nunca. Ent&amp;#227;o eu o levantei, agarrei sua cabe&amp;#231;a e o beijei cheio de f&amp;#250;ria, ele tentava se livrar e s&amp;#243; me xingava e dizia que estava com nojo. Mas como eu era muito mais forte que ele, conseguia domin&amp;#225;-lo todo tempo. N&amp;#227;o havia como ele escapar do que eu mais queria desde o momento que coloquei os olhos nele, aquele era o momento. Eu o debrucei sobre o vaso, fazendo ele ficar com a bunda completamente arrebitada e exposta em minha dire&amp;#231;&amp;#227;o. Eu rasguei a bermuda dele e fiquei cheirando sua cueca e sua virilha um bom tempo ,at&amp;#233; arranc&amp;#225;-la com os dentes. Ele se tremia todo e falava meio solu&amp;#231;ando &amp;quot;meu pai vai matar voc&amp;#234;, te ca&amp;#231;ar no inferno, voc&amp;#234; sabe disso, filho da puta&amp;quot;. Nesse momento dei um tapa na cara dele e o mandei calar a boca. Eu cai de boca naquele cuzinho virgem, lambia feito um animal. Ele se contorcia, com certeza a bichinha estava amando, tanto &amp;#233; que ficou de pau duro. Enquanto eu passeava minha l&amp;#237;ngua naquele cu delicioso, eu o masturbava. Ele gemia bem baixinho, certamente pra eu n&amp;#227;o perceber que ele estava adorando e quase a ponto de gozar. Mas ele continuava me xingando de veado, gay filho da puta, e etc. A&amp;#237; eu parei de dar prazer pra ele um pouco, pois o que queria mesmo &amp;#233; ver aquele veadinho sofrer na minha m&amp;#227;o. Me posicionei atr&amp;#225;s dele, passei um pouco de saliva no meu pau, posicionei a cabe&amp;#231;a na entrada do cuzinho dele e em uma s&amp;#243; estocada enfiei meus 22 cm tudo de uma vez dentro dauquele rabinho virgem. Ele soltou um grito t&amp;#227;o alto que com certeza alguma casa vizinha da escola deve ter ouvido. Tapei a boca dele e fui metendo sem d&amp;#243;, ele come&amp;#231;ou a chorar igual uma menininha, e dizia (abafado pela minha m&amp;#227;o em sua boca) que estava doendo demais, implorando pelo amor de deus para eu parar. Quanto mais eu via que ele estava sofrendo, mais eu aumentava a for&amp;#231;a da metida. Meti por uns minutos e de repente baixou a f&amp;#234;mea no muleque. Ele come&amp;#231;ou a rebolar no meu pau, gritando pra eu fod&amp;#234;-lo mais forte. Eu puxava o cabelo dele por tr&amp;#225;s e falava &amp;quot;t&amp;#225; gostando &amp;#233; putinha? eu sabia que voc&amp;#234; gostava de pica&amp;quot;. Ele pressionava seu corpo contra o dele, como se quisesse me engolir inteiro dentro dele. Eu comece a meter muito r&amp;#225;pido, e ele gemia como uma puta, urrava, delirava com meu pau intalado no reto. Ele suava muito, e isso me deixava com mais tes&amp;#227;o. Ent&amp;#227;o, eu parei, o virei de frente, coloquei suas pernas em meu ombro e posicionei meu pau, e nessa hora reparei que a cabe&amp;#231;a do meu pau estava toda cheia de sangue (eu havia realmente acabado com o muleque, mas eu estava com tanto tes&amp;#227;o em possui-lo que pouco me importava se ele havia sentido dor, queria mais &amp;#233; que sentisse mesmo). Come&amp;#231;amos um belo frango assado, ent&amp;#227;o eu o fodia olhando em seus olhos, e agora ele apresentava uma express&amp;#227;o de prazer e completa submiss&amp;#227;o ao seu macho. Ele alisava meu peitoral, meu abd&amp;#244;men. E eu enquanto o fodia, pegava seu lindo p&amp;#233; e o lambia, cheirava, mordia. Lambia cada dedo, depois descia at&amp;#233; o calcanhar. Ele gemia igual uma puta. Ent&amp;#227;o finalmente avisei que ia gozar (eu estava segurando h&amp;#225; muito tempo, pois queria que aquilo durasse para sempre), ele subitamente disse &amp;quot;goza na minha boca&amp;quot;. Pra que ele disse isso. Eu tirei bruscamente meu pau do do seu cuzinho quente, arrancando at&amp;#233; um gemido de dor dele, sentei no peitoral dele e comecei a me punhetar, depois de uns segundos veio o primeiro jato que foi direto pra boca dele, ele at&amp;#233; assustou com a quantidade de porra, mas engoliu tudo. Os outros jatos foram todos no rosto dele, ele ficou todo lambuzado. Nessa hora ele me agarrou pela nuca e me deu o melhor beijo da minha vida, que eu nunca vou esquecer. Se vestiu com uma certa dificuldade (pois estava com o corpo dolorido), olhou nos meus olhos e disse &amp;quot;at&amp;#233; um dia, professor&amp;quot;. Se virou e foi embora. Nunca mais ouvi falar dele, s&amp;#243; sei que o repeti de ano pois n&amp;#227;o dava pra pass&amp;#225;-lo de jeito nenhum, e que seu pai foi transferido, ent&amp;#227;o ele se mudou, mas n&amp;#227;o fa&amp;#231;o id&amp;#233;ia pra onde. At&amp;#233; hoje lembro daquele guri gostoso, e j&amp;#225; bati v&amp;#225;rias punhetas pensando no que aconteceu. Hoje ele deve estar com namorada, acho que nem se lembra mais de mim. S&amp;#243; sei que pelo menos por um dia aquele veadinho que se achava o m&amp;#225;ximo foi meu.&lt;p&gt;Abra&amp;#231;os a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-9057666299410177486?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/9057666299410177486/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=9057666299410177486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/9057666299410177486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/9057666299410177486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/10/estuprando-o-filho-do-delegado.html' title='Estuprando o filho do delegado'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-3482169487309241902</id><published>2010-08-16T07:01:00.001+01:00</published><updated>2010-08-16T07:01:14.716+01:00</updated><title type='text'>Sexo a 3 1 ativo e dois passivos</title><content type='html'>Fazito&lt;p&gt;Ol&amp;#225; j&amp;#225; tenho alguns contos publicados aqui, bom meus contos s&amp;#227;o verdadeiros ( ver&amp;#237;dicos). &lt;p&gt;Bom isso aconteceu quando tinha 26 anos, hoje tenho 30 anos (20/07/2010).&lt;br&gt;Vamos ao relato, estava eu, em meu msn, falando com amigos e alguns outros contatos que todo mundo tem para dar aquela trepada boa.... Quando voc&amp;#234; est&amp;#225; morrendo de tes&amp;#227;o, sexo voc&amp;#234; arruma logo...Fui fala com Rodrigo, um cara bonito de 1,75 altura por 68 kg corpo liso em forma uma bunda, linda com uma marca de deixar qualquer um com o pau duro na hora, conversa v&amp;#234;em conversar vai disse, para ele que queria fazer sexo com ele, mas com outro cara, na verdade queria comer dois passivos era uma fantasia minha , desejo na verdade que tinha.&lt;br&gt;Ele me perguntou se eu tinha outro cara que toparia que por ele tudo bem, lembrei de um cara que estuda na USP e sempre curtia me dar a bunda ele era baixinho, 1,72 magrinho, mas com bundinha, falei para ele do meu desejo e ele concordou tamb&amp;#233;m, marcamos o encontro ai rolou aquele sorriso safado entre n&amp;#243;s tr&amp;#234;s no que deu para entender que rolaria logo o sexo t&amp;#227;o esperado o A3 que eu queria, peguei o carro, e sa&amp;#237;mos pela cidade s&amp;#227;o paulo procurando o motel que aceita-se os tr&amp;#234;s. Bom conseguimos o tal lugar, na raposo Tavares, embora eu more na ZN e o Rodrigo tamb&amp;#233;m, ficou mais parte para o Bruno que estuda na USP, subimos para o quarto e j&amp;#225; rolou a pega&amp;#231;&amp;#227;o estava super feliz seria ativo de dois aquela noite, bom eu tenho 1,76 altura 70 kg branco corpo legal liso, sorriso cativo sou um cara bonito, e safado...Rolava beijo a3 sabe quando a l&amp;#237;ngua n&amp;#227;o tem dire&amp;#231;&amp;#227;o esta na boca de um do outro quando dei por conta estava os dois tirando minha roupa e claro e tamb&amp;#233;m j&amp;#225; estavam ficando nus eu fui logo pegando o Rodrigo e disse para ele v&amp;#234;em me chupar no que ele atendeu rapidamente, ele colocava meu pau em sua boca toda, sugava de um jeito o outro vendo aquela cena logo veio tamb&amp;#233;m me chupar junto com ele, resolvi colocar o Bruno de bunda para cima e chupar seu cuzinho, safado chupei deixei ele molhadinho Rodrigo queria o mesmo chupei o cu dele mas o Rodrigo e bem safado come&amp;#231;ou a chupar meu pau e veio at&amp;#233; meu cuzinho, mesmo eu sendo ativo tenho uma bunda legal sabe cuzinho liso rosadinho por ser branquinho claro tenho tes&amp;#227;o l&amp;#225; atr&amp;#225;s tamb&amp;#233;m mas n&amp;#227;o sou de dar o cu... E Rodrigo ficou me chupando atr&amp;#225;s enquanto Bruno chupava meu pau, era umas das melhores sensa&amp;#231;&amp;#245;es que tive na vida sabe o tes&amp;#227;o n&amp;#227;o ag&amp;#252;entando mais, coloquei o Rodrigo de quatro e fui colocando meu pau em seu cu enquanto ele chupava o cu de Bruno que tamb&amp;#233;m queria minha vara, tinha hora que eu comia o Rodrigo outra hora o Bruno, quando estava comendo o Bruno, Rodrigo tentou tamb&amp;#233;m colocar o pau dele tamb&amp;#233;m no cuzinho de Bruno mas estava foda de entrar , ent&amp;#227;o eu ainda com meu pau no cuzinho do Bruno fiquei metendo um tempo, Rodrigo resolver enfiar dois dedos em Bruno, bom nesta altura eu metia em Bruno e sentia os dedos de Rodrigo junto com meu pau Bruno estava sendo arrombando por um pau e mais dois dedos. Uma delicia n&amp;#227;o ag&amp;#252;entei e gozei, fui tomar um banho quando voltei encontrei os dois se chupando, voltei com g&amp;#225;s total e coloquei meu pau na boca dos dois e mais uma vez comi Rodrigo que pedia meu pau, nisso Bruno chupava a rola de Rodrigo n&amp;#227;o ag&amp;#252;entamos e gozamos os tr&amp;#234;s quase ao mesmo tempo depois disso os dois ainda ficaram chupando meu corpo por um bom tempo foi uma &amp;#243;tima transa...Bom se voc&amp;#234; tem at&amp;#233; 35 anos tem um corpo legal se cuida me escreva... &lt;a href="mailto:fabios.marques@hotmail.com"&gt;fabios.marques@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Quem sabe role algo gostoso... Abra&amp;#231;os para todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-3482169487309241902?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/3482169487309241902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=3482169487309241902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/3482169487309241902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/3482169487309241902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/08/sexo-3-1-ativo-e-dois-passivos.html' title='Sexo a 3 1 ativo e dois passivos'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-6142308626968543608</id><published>2010-08-14T05:23:00.000+01:00</published><updated>2010-08-14T05:25:15.300+01:00</updated><title type='text'>Iniciando o garçon</title><content type='html'>Pedrao&lt;p&gt;Estava num bar com meus amigos na sexta feira passada, happy hour, &lt;p&gt;lugarzinho cheio, barzinho com mesas na cal&amp;#231;ada, regi&amp;#227;o da Paulista, &lt;p&gt;paqueras rolando solto, e aconteceu um lance muito gostoso. Sou &lt;p&gt;solteiro, 36 anos, bonito, corpo legal, branquinho, e curto sexo com &lt;p&gt;homem sem frescura. A galera do trampo tava l&amp;#225; bebendo, ficando alegre, &lt;p&gt;conversando alto, e tinha um gar&amp;#231;on que come&amp;#231;ou a me chamar aten&amp;#231;&amp;#227;o &lt;p&gt;depois do quarto copo de cerveja.&lt;br&gt;Era um cara normal, corpo normal, que de modo geral n&amp;#227;o me chamaria &lt;p&gt;aten&amp;#231;&amp;#227;o em uma boate. Mas l&amp;#225; estava ele, servindo as mesas, de bom &lt;p&gt;humor, e foi a&amp;#237; que percebi no sorriso bonito. Depois vi que tinha &lt;p&gt;ombros largos. Percebi ent&amp;#227;o a tatuagem sob a manga da camiseta preta, &lt;p&gt;outra atr&amp;#225;s, no pesco&amp;#231;o, o cabelo curto bonito, e finalmente, um volume &lt;p&gt;que chamou minha aten&amp;#231;&amp;#227;o sob a cal&amp;#231;a.&lt;br&gt;Ningu&amp;#233;m percebeu minha atra&amp;#231;&amp;#227;o por este cara, e deixamos a noite rolar. &lt;p&gt;Quando deu umas 22 horas, percebi que a galera j&amp;#225; iria embora, e &lt;p&gt;resolvi ir ao banheiro, e tive a id&amp;#233;ia de arriscar com o tal gar&amp;#231;on. &lt;p&gt;Esperei uma hora que ele entrou no balc&amp;#227;o do bar, e o segui. Perguntei &lt;p&gt;se ele tinha uma caneta e um papel, e ele me passou com cortesia. &lt;p&gt;Escrevi rapidamente meu celular e meu nome, e, sem medo, passei pra &lt;p&gt;ele. Ele olhou e perguntou se eu queria que ele entregasse pra algu&amp;#233;m &lt;p&gt;no bar. Disse que n&amp;#227;o, que era pra ele mesmo, se ele quisesse, ele &lt;p&gt;podia me ligar quando tivesse acabado o turno dele naquela noite, pois &lt;p&gt;eu tinha curtido ele..&lt;br&gt;O cara ficou sem gra&amp;#231;a, agradeceu, mas disse que n&amp;#227;o rolava, me &lt;p&gt;entregando o papel de volta. Recusei e falei pra ele guardar no bolso, &lt;p&gt;e se ele mudasse de id&amp;#233;ia, podia me ligar a qualquer hora, mesmo de &lt;p&gt;madrugada, pois eu morava sozinho no Para&amp;#237;so, e tudo bem. Me dei por &lt;p&gt;derrotado na minha tentativa de conquista e acabei esquecendo, at&amp;#233; &lt;p&gt;quando cheguei em casa e bati uma punheta pensando nele. Tomei um banho &lt;p&gt;e fui dormir.&lt;br&gt;L&amp;#225; pelas tantas, toca meu celular. Atendi com voz de sono, e a voz dele &lt;p&gt;soou do outro lado:&lt;br&gt;- Voc&amp;#234; me deu seu celular mais cedo hoje, lembra?&lt;br&gt;Demorei um pouco para reconstruir a cena, mas falei com voz animada que &lt;p&gt;sim, que estava surpreso que ele tinha me ligado.&lt;br&gt;- &amp;#201; o seguinte, o convite ainda t&amp;#225; de p&amp;#233;?&lt;br&gt;Mais do que r&amp;#225;pido respondi:&lt;br&gt;- Mas &amp;#233; claro que t&amp;#225; de p&amp;#233;. Quer vir pra c&amp;#225; agora?&lt;br&gt;Em pouco mais de 15 minutos, Evandro tocou o interfone e abri pra ele. &lt;p&gt;A princ&amp;#237;pio, quando ele entrou, era claro que ele estava super sem &lt;p&gt;jeito. Eu tinha vestido um shorts sem cueca e estava sem camiseta, &lt;p&gt;apesar de estar frio l&amp;#225; fora. Evandro estava notoriamente cansado do &lt;p&gt;trabalho, e ficamos conversando e bebendo um pouco at&amp;#233; ele relaxar.&lt;br&gt;- &amp;#201; o seguinte, disse ele depois de uma pausa, voc&amp;#234; me pegou de &lt;p&gt;surpresa com o seu bilhetinho. Eu nunca transei com homem, mas sempre &lt;p&gt;tive muita curiosidade. Estes &amp;#250;ltimos dias essa curiosidade aumentou &lt;p&gt;muito, e da&amp;#237; apareceu voc&amp;#234;. Eu criei coragem e te liguei, porque eu t&amp;#244; &lt;p&gt;com muito tes&amp;#227;o depois do seu convite.&lt;br&gt;Agradeci e disse pra ele ficar relax, que s&amp;#243; ia rolar o que ele &lt;p&gt;quisesse, e ofereci pra ele tomar um banho, e ele gostou da id&amp;#233;ia. O &lt;p&gt;banho n&amp;#227;o demorou, e logo ele saiu enrolado na toalha. Foi a&amp;#237; que &lt;p&gt;percebi o belo corpo de Evandro, tudo no lugar, sem exageros, poucos &lt;p&gt;pelos. Era um cara normal, mas bem gostoso.&lt;br&gt;- Foi bom o banho? Perguntei me aproximando.&lt;br&gt;- Muito bom, respondeu ele. Agora t&amp;#244; at&amp;#233; mais relaxado.&lt;br&gt;- E mais cheiroso, disse eu, me e cheirando seu pesco&amp;#231;o enquanto o &lt;p&gt;abra&amp;#231;ava de leve.&lt;br&gt;Evandro retribuiu o abra&amp;#231;o, e beijei seu pesco&amp;#231;o de leve, e come&amp;#231;amos a &lt;p&gt;nos acariciarmos al&amp;#237;. A toalha durou pouco tempo na sua cintura, pois &lt;p&gt;rapidamente eu a tirei, deixando o corpo de Evandro exposto e pronto &lt;p&gt;pra ser acariciado. Tirei meu shorts, e ficamos os dois nus, nos &lt;p&gt;abra&amp;#231;ando, e foi quando arrisquei um primeiro beijo. Meu novo amigo n&amp;#227;o &lt;p&gt;recusou, s&amp;#243; estava meio sem jeito, mas logo, logo mostrou que era &amp;#243;timo &lt;p&gt;de beijo. Fomos para o quarto onde deitamos na cama e come&amp;#231;amos tudo o &lt;p&gt;que eu queria fazer: muitos amassos, lambidas, chupadas, beijos, &lt;p&gt;esfrega&amp;#231;&amp;#227;o, e resolvi abocanhar a rola gostosa de Evandro. Que pica &lt;p&gt;linda. Era mais grossa que longa, mas era bem gostosa. Curti muito &lt;p&gt;chupar ele, e perguntei se ele queria me comer.&lt;br&gt;- Era o que eu mais queria, respondeu Evandro. Desde que voc&amp;#234; foi &lt;p&gt;embora l&amp;#225; do bar, eu ficava pensando em te enrabar.&lt;br&gt;Sentei em cima dele, e comecei a brincar com o pau dele se esfregando &lt;p&gt;no meu rego. Peguei o KY e a camisinha, preparando pra dar ao cara a &lt;p&gt;primeira experi&amp;#234;ncia de comer o cu de um macho. Lubrifiquei bem meu cu, &lt;p&gt;ensinei pra ele como enfiar o dedo e alargar, e era muito gostoso ter &lt;p&gt;aqueles dedos grossos entrando e saindo do meu cu. Olhava pra cara &lt;p&gt;dele, e era de safado, ele curtindo tudo, e o pau dele super duro. &lt;p&gt;Encapei e sentei no pau do cara, deixando entrar pouco a pouco aquela &lt;p&gt;carne toda dentro de mim. Evandro curtia da olhos fechados, e comecei a &lt;p&gt;beijar ele e a me mexer e rebolar no pau dele. Ficamos assim um bom &lt;p&gt;tempo. Depois ele pediu pra mudar de posi&amp;#231;&amp;#227;o e me meteu de quatro, &lt;p&gt;fudendo gostoso, j&amp;#225; totalmente dominando a situa&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;Ele me apertou pela cintura, bombando forte como louco, querendo me &lt;p&gt;destro&amp;#231;ar, uma foda gostosa, intensa, de macho mesmo. Me virei de &lt;p&gt;frango assado e pedi pra ele me fuder muito assim at&amp;#233; gozar. Ele &lt;p&gt;demorou muito, ficamos trocando de posi&amp;#231;&amp;#227;o por uns 45 minutos, e meu cu &lt;p&gt;ficou ardendo, mas tava muito gostoso, quando ele anunciou que queria &lt;p&gt;gozar, intensificando seus movimentos e a for&amp;#231;a deles. Evandro gozou &lt;p&gt;longamente com o pau enterrado no meu cu, comigo virado de bru&amp;#231;os e ele &lt;p&gt;totalmente dentro de mim, nossos corpos colados. Foi uma del&amp;#237;cia.&lt;br&gt;Ele dormiu l&amp;#225;, e de manh&amp;#227; transamos de novo, chupei ele muito e ele &lt;p&gt;pediu pra eu deixar ele gozar na minha boca, o que eu amo. O cara tem &lt;p&gt;muita porra. Ele foi embora, mas combinamos de nos encontrarmos de &lt;p&gt;novo. Ele ainda n&amp;#227;o sabe, mas nessa de iniciar o meu gar&amp;#231;on, tenho que &lt;p&gt;fazer o servi&amp;#231;o completo. Agora eu quero comer ele gostoso. Antes &lt;p&gt;disso, n&amp;#227;o vou sossegar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-6142308626968543608?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/6142308626968543608/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=6142308626968543608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6142308626968543608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6142308626968543608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/08/iniciando-o-garcon.html' title='Iniciando o garçon'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-5099279786246164060</id><published>2010-06-13T23:06:00.000+01:00</published><updated>2010-06-13T23:07:12.057+01:00</updated><title type='text'>Enrabei o Técnico Saradão</title><content type='html'>Enrabei o T&amp;#233;cnico Sarad&amp;#227;o&lt;br&gt;Andre Vilarinho&lt;p&gt;Tenho 35 anos, casado, nunca havia pensado em rela&amp;#231;&amp;#245;es homossexuais antes, embora sempre tenha encarado com certa naturalidade os diferentes tipos de orienta&amp;#231;&amp;#227;o sexual das pessoas. Como sou um cara de boa apar&amp;#234;ncia e tenho um corpo que chama a aten&amp;#231;&amp;#227;o pelo tamanho e por estar em plena forma, n&amp;#227;o me surpreende&lt;br&gt;algumas olhadas das mulheres, bem como de alguns carinhas. Mas nunca me passou pela cabe&amp;#231;a realizar nada. Mas o destino me reservou uma surpresa que mudou minha forma de pensar. Aconteceu quando eu precisei fazer manuten&amp;#231;&amp;#227;o em meu computador. Aproveitei que minha mulher tinha viajado com as crian&amp;#231;as&lt;br&gt;para passar o final de semana na casa da m&amp;#227;e dela em uma cidade vizinha, sem nada para fazer, decidi chamar um t&amp;#233;cnico para fazer alguns servi&amp;#231;os em meu PC. O t&amp;#233;cnico foi super pontual, por volta de dez horas a campainha estava tocando. Quando atendi, tratava-se de um rapaz de no m&amp;#225;ximo 24 anos, muito&lt;br&gt;bem vestido, embora num estilo bastante descontra&amp;#237;do.Ele me impressionou pela beleza, pois se tratava de um rapaz muito bonito, alto, corpo milimetricamente trabalhado, olhos verdes, cabelos loiros, pele bronzeada, bem o tipo que todo cara gostaria de ser. Mas uma coisa me deixou curioso. Na hora que&lt;br&gt;abri a porta ele pareceu dar uma sacada nas minhas pernas. Fazia calor, eu estava do short, sem camisa e o cara parecia ter dado uma sacada nas minhas pernas. Levei ele at&amp;#233; o escrit&amp;#243;rio, combinamos o servi&amp;#231;o e ele come&amp;#231;ou a trabalhar e eu fiquei do lado. Logo est&amp;#225;vamos batendo altos papos. Claro que&lt;br&gt;logo, logo o papo caiu em sexo, ele falando das gatinhas que j&amp;#225; tinha ca&amp;#237;do na sua rede por causa do trabalho, papo vai, papo vem, de repente do nada ele me disse normalmente ele ganha mais cantadas dos homens do que das mulheres. A essa altura eu j&amp;#225; estava meio desconfiado de que o cara estava querendo&lt;br&gt;algo e decidi me deixar levar. Melhor, decidi colocar lenha. Ent&amp;#227;o perguntei se ele j&amp;#225; tinha comido algum cliente. Ele foi evasivo, disse que essas coisas sempre rolam. A&amp;#237; fui mais incisivo e disse: &amp;quot;Sei como &amp;#233;, eu n&amp;#227;o tenho nada contra quem curte, acho normal&amp;quot;. A&amp;#237; ele me perguntou se eu j&amp;#225; tinha tido&lt;br&gt;alguma experi&amp;#234;ncia assim. Disse que n&amp;#227;o, mas que se pintasse, se rolasse um clima legal, n&amp;#227;o via problema algum. A&amp;#237; o cara perguntou se morava s&amp;#243;, disse-lhe que nos pr&amp;#243;ximos tr&amp;#234;s dias sim, mas depois, tudo voltava ao normal com a fam&amp;#237;lia de volta.Ent&amp;#227;o ele me perguntou se eu gostaria de conhecer alguns&lt;br&gt;sites porn&amp;#244;s gr&amp;#225;tis. Aceitei. Ele come&amp;#231;ou a navegar em um monte de site, de repente ele entrou num gay. Nesse momento eu j&amp;#225; estava de pau duto e como estava s&amp;#243; de short, n&amp;#227;o tinha como esconder. De repente o cara do nada p&amp;#245;e a m&amp;#227;o no meu pau e come&amp;#231;a a massagear. Eu olhei pra ele meio assustado e ele&lt;br&gt;perguntou se tinha algum problema. Eu apenas balancei a cabe&amp;#231;a negativamente, foi a deixa pro cara arriar meu short e cair de boca no meu pau. Porra, o cara me deu uma chupada como nunca tinha experimentado antes. Como os homens sabem chupar gostoso! Melhor que as mulheres! Via-se que o rapaz sabia como&lt;br&gt;tratar uma vara. Chupou por uns 10 minutos at&amp;#233; que avisei que ia gozar e ele n&amp;#227;o se fez de rogado, continuou me chupando at&amp;#233; que despejei uns quatro jatos de porra na boca do cara. Ainda insatisfeito, o cara me perguntou quanto tempo ia demorar pra minha vara dar sinal de vida. Disse-lhe que s&amp;#243; dependia&lt;br&gt;dele. Como o neg&amp;#243;cio tava gostoso, propus pra gente ir para o quarto, chegando l&amp;#225; meu pau j&amp;#225; tava duro outra vez. O cara tirou a roupa todinha. Ent&amp;#227;o pude ver seu corpo todo nu, era um monumento. O cara era perfeito, pelinhos lourinhos que iam do peito e desciam pelo umbigo num caminhozinho at&amp;#233; se encontrar&lt;br&gt;com os pelos do pau. Tinha um bunda durinha, empinada, lisinha, sem nenhum pelo. Eu fiquei louco e o coloquei de quatro na cama e ca&amp;#237; de boca no cuzinho do cara. Era apertadinho! Ele gemia enquanto eu tentava meter minha l&amp;#237;ngua no cuzinho dele. Era fant&amp;#225;stico ver um cara m&amp;#225;sculo, sarado, de quatro pra&lt;br&gt;mim na minha cama, gemendo com minhas investidas. O safado ainda rebolava na minha cara enquanto eu lambia seu cuzinho e dizia com uma voz bem m&amp;#225;scula: &amp;quot;Isso, cara, mete esse l&amp;#237;ngua no meu rabo, isso, que del&amp;#237;cia! Mete mais, vai&amp;quot; Ent&amp;#227;o perguntei se ele tinha camisinha, pois queria comer aquele cuzinho&lt;br&gt;de qualquer jeito. Ele disse que tinha, mas que era pra eu ir com cuidado, pois ele nunca tinha dado. No in&amp;#237;cio n&amp;#227;o acreditei, pois do jeito que ele foi oferecido imaginei que tava acostumado a levar vara por a&amp;#237;. Que nada, o cara era mesmo cabacinho, depois me disse que sempre teve vontade de dar o rabo,&lt;br&gt;mas estava esperando aparecer um cara do tipo que ele sonhava. Bem, com ele de quatro, fui colocando bem devagarinho, acariciando seu peitoral bem definido, passando a m&amp;#227;o em seu abdomem todo malhado e pedindo pra ele empinar a bundinha, coisa que ele obedecia na boa. Depois de muitas tentativas, a cabe&amp;#231;a&lt;br&gt;entrou. A&amp;#237; ele come&amp;#231;ou a reclamar de dor e pedir pra tirar. Eu tirei, fui at&amp;#233; o banheiro e peguei um lubrificante &amp;#237;ntimo que uso com minha mulher nessas ocasi&amp;#245;es. Lambusei o cuzinho dele e depois o meu pau. Apontei de novo e dessa vez entrou sem maiores dificuldades. Fiquei paradinho por um tempo, mas&lt;br&gt;logo ele come&amp;#231;ou a mexer com a bundinha no meu pau. Ele come&amp;#231;ou a gemer e a dizer: &amp;quot;hummmm! Como &amp;#233; com dar o cu, cara, que del&amp;#237;cia tomar vara no rabo! A&amp;#237;, mete nesse cu, vai me fode todo, porra, me come o rabo, vai, mete nesse cu, arromba tudinho, vai, me arrega&amp;#231;a todo seu puto, me fode porra!&amp;quot; enquanto&lt;br&gt;dizia um monte de putaria o cara rebolava no meu pau e eu mandava ver naquele cu. Que coisa gostosa. Fudemos por um bom tempo, em diversas posi&amp;#231;&amp;#245;es, at&amp;#233; que ele pediu pra me cavalgar e come&amp;#231;ou a pular como um louco no meu pau at&amp;#233; despejar um monte de porra no meu peito ao mesmo tempo em que eu gozei&lt;br&gt;de novo em seu cuzinho. Ele ainda ficou um tempo descansando com meu pau cravado no seu rabo, mas depois escapuliu. Tomamos um banho e depois conversamos sobre o acontecido. Fiquei sabendo que h&amp;#225; algum tempo ele tinha fantasia de dar o cu, mas nunca tinha pintado oportunidade ent&amp;#227;o ele me viu e sentiu&lt;br&gt;tes&amp;#227;o e decidiu investir. Acertou em cheio. Transamos o final de semana inteiro. Agora nos encontramos pelo menos uma vez por semana quando d&amp;#225;. Afinal eu sou casado e ele est&amp;#225; namorando s&amp;#233;rio uma gatinha. Mas sempre damos um jeito de fuder gostoso.&lt;br&gt;E-mail=&lt;br&gt;&lt;a href="mailto:andrevilar2004@hotmail.com"&gt;andrevilar2004@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-5099279786246164060?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/5099279786246164060/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=5099279786246164060' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5099279786246164060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5099279786246164060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/enrabei-o-tecnico-saradao.html' title='Enrabei o Técnico Saradão'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-4203916631029640820</id><published>2010-06-13T20:00:00.001+01:00</published><updated>2010-06-13T23:04:36.861+01:00</updated><title type='text'>Enrabei o guia de turismo</title><content type='html'>andrevilar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tirei férias, resolvi conhecer a Chapada da Diamantina. Há muitos anos eu tinha vontade de conhecer algumas cidades desta região, então como era mês de Junho, resolvi aproveitar e passar as festas de São João por lá, pois sempre me diziam que era muito interessante. Adorei tudo: o povo, a paisagem,&lt;br /&gt;as cachoeiras, as trilhas, as cachaçadas... Mas o que ocorreu de mais interessante foi a minha primeira experiência sexual com um homem. Isso marcou definitivamente minha vida, rompeu diversos preconceitos que eu tinha e abriu novos horizontes para mim. Tudo começou quando fui arranjar um guia para me&lt;br /&gt;conduzir até uma cachoeira distante, na cidade de Lençóis, chamada cachoeira do sossego. Era uma caminhada de 2 horas. Combinamos preço, horário, e no dia seguinte, lá estava eu no, local e horário combinados. Havia um grupo de turistas americanos, um grupo de argentinos e dois casais brasileiros. Mas&lt;br /&gt;desse grupo, apenas eu queria ir para a bendita cachoeira sossego. Fiquei preocupado, pois como já havia combinado tudo, não estava disposto a desistir de meu roteiro. Mas não houve problema, o guia chamou um rapazinho de uns dezoito anos para prosseguir comigo para a tal cachoeira, enquanto ele, que&lt;br /&gt;era mais experiente, seguiria com o grupo de turistas que demandava mais cuidados. Eu achei ótimo, até porque não precisaria acompanhar aquele bando de coroas. Não perdi tempo, e segui para a tal cachoeira com o rapazinho. Ele se chamava Márcio, era negro, media cerca de 1:70m, usava um bermudão preto&lt;br /&gt;e uma camiseta branca de uma associação de guias da Chapada. Tinha um rosto genuinamente africano. Seus braços denunciavam já uma musculatura bem definida, o que se confirmava pela panturrilha da perna. Enquanto subíamos a trilha, ele fazia algumas perguntas, tipo de onde eu era, o que já havia conhecido&lt;br /&gt;do, se estava gostando da cidade, comentou sobre alguns outros lugares interessantes que eu deveria conhecer... Eu também comecei a interroga-lo, quis saber se estudava, se estava aprendendo inglês, suas perspectivas para o futuro... Enfim, engrenamos num papo maneiro e assim foi até meu fôlego começar&lt;br /&gt;a exigir mais e demos uma parada para descansar. Sentamos numa pedra por um tempo, um de frente para o outro. Então resolvi mijar. Levantei e virei e fui para uma moita, mas como sempre que um homem mija o outro também segue o exemplo, ele ficou bem ao lado e mijamos os dois. Nesse momento, reparei que&lt;br /&gt;seu pau estava meio duro, tanto que ele estava com dificuldade de urinar. Não dei muita atenção, achei que seria normal para um garoto de 18 anos numa cidade como aquela, sem muita opção para zoar por aí. Agi naturalmente, afinal tenho 35 anos e já vi muita situação parecida, mas nunca imaginei que aquilo&lt;br /&gt;tinha algo a ver comigo. Mais uma caminhada e chegamos na Cachoeira. Fiquei maravilhado com o visual. Era deslumbrante. Márcio não estava muito cansado, ele já estava acostumado com caminhadas desse tipo, era guia desde os 14 anos. Assim que chegou, tirou a bermuda, ficou só de sunga e foi logo dando&lt;br /&gt;um mergulho do alto de uma pedra. Nesse momento não pude deixar de observar a musculatura do garoto. Suas coxas eram como as de um jogador de futebol, sua bunda era redondinha, empinada e com uma musculatura bem durinha, e pela sunga notava-se aquela mala que teimava em ficar meia bomba. Havia algumas&lt;br /&gt;pessoas lá. Às duas da tarde o último grupo de pessoas que estava lá já estava se retirando. Ele então me perguntou se eu queria ir embora ou queria ficar mais um pouquinho. Eu quis ficar. Quando só estávamos só eu e ele, ele me perguntou se eu ligava se ele tomasse banho pelado. Eu disse que não. Foi&lt;br /&gt;o que fez, o garoto ficou nu e começou a dar mergulhos. Com o frio da água reparei que seu pau estava encolhido, então resolvi curtir com o tamanho do seu pau. Ele disse que ainda não tinha visto ele duro, pois com certeza era maior que o meu. Como estávamos sozinhos resolvi ver qual era daquele garoto,&lt;br /&gt;pois eu já estava ficando meio excitado com a situação dele nu ali na minha frente e aquela bunda dele me deixou realmente propenso a experimentar algo diferente se ele topasse. Tirei minha roupa também, só que eu fiquei de pau duro e na maior cara de pau e ele fingiu não notar. Mas eu sabia que ele&lt;br /&gt;havia notado, era impossível não ver, até pq tenho20cm de pica, e ela é bem grossa. Quando ele voltou da água, vi que também estava com o pau mais duro. Então resolvi jogar um verde e ver no que dava. “E aí, negão, você não disse que tinha o pau maior que o meu, mane?” Brinquei com ele. Ele falou: “Também,&lt;br /&gt;você parece um jumento...” E não tirava o olho do meu pau. Eu o olhei de forma bem sacana e comecei a bater uma punheta ali na frente dele. Eu estava completamente desinibido, talvez o fato de estar longe de tudo, num lugar onde ninguém me conhecia, e sozinho no mato com aquele garoto, tenha me deixado&lt;br /&gt;completamente solto. Márcio falou: “Ta mal em cara, não trepou não?”. Eu apenas continuei punhetando e fui chegando para perto dele. “Você vai gozar aqui, cara?” Perguntou ele. “Você se importa?”, perguntei. Ele deu com os ombros, mas também não tirava o olho da minha vara. Eu resolvi ir mais longe,&lt;br /&gt;pedi que virasse sua bunda que eu queria ver. Para minha surpresa, o garoto virou numa boa. Eu então comecei a passar a mão e ele apenas disse: “Depois também quero passar a mão na tua bunda”. Achei engraçado, parecia coisa de troca-troca de moleques. Então ele veio a começou a passar a mão na minha&lt;br /&gt;bunda também e iniciou um bronha. Então eu pedi para ele me chupar e ele sem nenhuma cerimônia, caiu de boca e me pagou o maior boquete, melhor do que muita mulher que já comi. De joelhos, o garoto segurava meu pau e lambia a cabeça e depois media ele todo na garganta, punhetando ao mesmo tempo. De vez&lt;br /&gt;em quando ele deixava escapulir e aí dava com minha vara na própria cara, parecia gostar de tomar rola na cara e dizia: “Porra, veio, que rola gostosa, que vara! Sempre quis mamar uma vara assim...” Eu já estava quase gozando e avisei para ele, mas ele não parava: “Vai, veio, jorra esse leite, me dá&lt;br /&gt;esse leite, vai, goza porra, quero sentir teu leite na minha cara...” Eu estava já louco de tesão e acabei jorrando litros de porra na as boca, cara, peito, e ele se deliciava chupando as últimas gotinhas de porra que ainda saiam do meu pau. “Cara, quanta gala!” dizia ele admirado. Acabamos e fomos nos&lt;br /&gt;limpar na água e perguntei se ele já havia feito isso antes. Ele disse que uma vez ele e seu primo transaram, mas não rolou mais e ele andava meio a fim. Disse que nunca tinha dado o cu, mas sentia vontade, só que naquela cidade ele tinha medo, pois todo mundo toma conta da vida do outro e ele não queria&lt;br /&gt;se queimar. Eu entendi o recado e disse que para mim ele poderia dar, pois eu não era dali e estava indo embora no dia seguinte... Ele ficou relutante, pois estava com medo do tamanho da minha vara. Eu o acamei e disse que seria carinhoso. Fui ate minha mochila e peguei um preservativo e comecei a alisar&lt;br /&gt;sua bundinha e a encostar o dedinho na entrada de seu cuzinho. Ele ficou doidinho e começou a rebolar e a implorar: “Vai, veio, mete logo essa trolha, quero sentir esse pauzão no meu cu, vai...” Eu não dei atenção e continuei a brincar, mas agora com minha língua. “Abre essa bunda, porra, abre bem esse&lt;br /&gt;cuzão, garoto”. Ele ficou de quatro, apoiou-se com uma mão numa pedra e com a outra abria seu rabão. Eu meti a língua naquele anelzinho e ele enclouqueceu: “Caralho, que delícia, lambeu meu cu, mete a língua lá dentro, que delícia, veio, aí, ai, humm...” Depois de lamber bem aquele garoto eu comecei&lt;br /&gt;a enfiar um dedinho e vi que seu cuzinho era mesmo apertadinho. Ele implorava por rola, queria mesmo ser arrombado, então consegui meter dois dedos no seu cu, e ele reclamou que tava doendo, e eu disse que relaxasse que ia passar e assim foi. Logo ele estava rebolando com meus dedos enfiados no rabo&lt;br /&gt;dizendo: “Ai, que gostoso, quero que você enfie esse pauzão, quero que você me foda, que ser fudido, vai, quero rola, porra, mete esse cacetão em mim, vai...” Entã sentei encostado numa pedra, coloquei a camisinha e pedi que ele sentasse de frente para mim. Ele encostou a cabeça do meu pau que estava&lt;br /&gt;tinindo na porta do cuzinho, já todo lambuzadinho, e eu fui lambendo seu peitos musculosos, ele dizia que tava doendo e eu dizia para relaxar bem, que ele ia gostar, ficamos nesse joguinho por uns 20 minutos, até que a cabeça entrou e eu segurei ele, mas ele dizia para deixar ele sair. Embora não tenha&lt;br /&gt;sido violento, disse bem firme para ele: “Relaxa, porra, solta esse rabinho, você não queria rola, então, espera um pouquinho que passa, vai soltando e depois põe o resto para dentro. Depois de um tempinho meu pau começo a deslizar no seu cu a dentro. Ele reclamava da dor, mas via-se que já não queria&lt;br /&gt;tirar. Deixei ele sentado por uns dez minutos enquanto eu mamava seus peitos, seu pescoço e ensaiava uma punhetinha e falava coisas no seu ouvido do tipo: “Pronto, negão, você agora não é mais cabacinho, vai voltar para casa com esse cuzinho todo ardidinho, arrombado, fudido, não era isso que vc queria?”&lt;br /&gt;E ele respondia: “Era, queria mesmo, tava doido para dar o cu, queria mesmo se fudido por um macho, queria mesmo esse pauzão todo no meu cu, tá gostoso pra caralho...” Então mandei que ele rebolasse na minha vara, o que ele fez com prazer. Já reclamava mais da dor. Comecei a punhetar o pau dele e ele&lt;br /&gt;já fazia movimentos para cima e para baixo. Em pouco tempo ele segurava em meus ombros e cavalgava loucamente minha vara enquanto eu punhetava ele. “Ai, porra, você está me fudendo todo, você está me enrabando, porra, como eu queria esse pirocão, ai meu cu!” Gritava ele completamente tomado pelo tesão.&lt;br /&gt;Viasse que gozaria logo e isso me deixou louco e acabei gozando ao mesmo tempo em que ele despejava uma grande quantidade de porra bem branquinha no meu peito e na minha barriga. “Isso, garoto, goza nesse pau, esfrega essa bunda nessa vara, isso, senta nela, goza seu viadinho, goza, sente teu macho inteirinho&lt;br /&gt;em você, seu putinho...” Dizia eu enquanto ele gozava e gemia: “Aí, quanto leite no meu rabo, que bom, mete mais, me fode, porra, quero pica, vai, estou gozando, porra, manda vara, quero essa rola toda no rabo, porra, me dá teu leite, veio” gritava Márcio enquanto esfregava sua bunda no meu saco com&lt;br /&gt;meu pau todo enfiado no cu, fazendo contração enquanto gozava e me fazendo gozar loucamente. Depois de gozar ele me abraçou e encostou no meu ombro e ficamos assim por algum tempo. Até que resolvemos nos limpar e fazer o caminho de volta, pois senão perderíamos a luz do dia. Beijamos na boca e ele foi&lt;br /&gt;tirando minha vara de dentro bem devagarinho, ainda dura: “Caralho, meu cu está todo arrombado!” Constatou ele. “Não era isso que você queria, porra, não queria perder o cabacinho?” Perguntei. Ele sorriu e confirmou com a cabeça sorrindo. Vi que aquilo prometia mais. E foi o que ocorreu. Resolvi ficar&lt;br /&gt;mais dois dias em Lençóis e o garoto levou pica de todo jeito. No último dia ele foi para a pousada onde eu estava sem que ninguém notasse e ficamos os dois deitados na cama trepando numa boa durante todo o dia. Foi embora só de noite, pois tinha que ir para casa por causa de sua mãe. Agora estou doido&lt;br /&gt;para rever o Márcio de novo.&lt;br /&gt;E-mail=&lt;a href="mailto:andrevilar@hotmail.com"&gt;andrevilar@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-4203916631029640820?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/4203916631029640820/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=4203916631029640820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4203916631029640820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4203916631029640820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/enrabei-o-guia-de-turismo.html' title='Enrabei o guia de turismo'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-6383420949590156057</id><published>2010-06-13T17:02:00.001+01:00</published><updated>2010-06-13T17:02:58.572+01:00</updated><title type='text'>Enrabei o garoto do alternativo</title><content type='html'>Andre Vilarinho&lt;p&gt;H&amp;#225; algum tempo venho apreciando os contos deste site e sempre pensei que essas coisas narradas aqui eram apenas fantasias dos leitores. Mas semana passada ocorreu algo comigo que eu nunca imaginei que pudesse ocorrer. Primeiro porque nunca tive experi&amp;#234;ncias com homens; segundo porque nunca tive experi&amp;#234;ncias&lt;br&gt;com pessoas muito mais jovens do que eu. A prop&amp;#243;sito, tenho 35 anos (embora aparente bem menos), sou alto, forte, pernas grossas e possuidor de um pau bem dotado. A mulherada sempre me curtiu e acumulei fama de ser bom de cama. Sempre curti mulheres, n&amp;#227;o porque tivesse algum preconceito, mas porque sempre&lt;br&gt;achei que nunca sentiria tes&amp;#227;o por algum cara. Mas isso mudou. Moro em Campinas e um dia em que meu carro estava na revis&amp;#227;o precisei ir para a universidade de &amp;#244;nibus. Em Campina funciona um servi&amp;#231;o de transporte alternativo, s&amp;#227;o topics que fazem o mesmo itiner&amp;#225;rio dos &amp;#244;nibus. Como o &amp;#244;nibus n&amp;#227;o veio,&lt;br&gt;peguei um desses alternativos e como sou grand&amp;#227;o, o espa&amp;#231;o entre os bancos mal me cabiam e eu sentei na beirada e fiquei com a perna para fora do banco. O cobrador era um garoto de uns 17 ou 18 anos, n&amp;#227;o tinha reparado muito nele. Estava sentado na minha frente e sempre que algu&amp;#233;m ia embarcar ou desembarcar&lt;br&gt;ele abria e fechava a porta e para isso tinha ficar um degrau abaixo, de modo que sempre fazia um movimento em que batia com sua bunda bem no meu joelho. Na primeira vez foi acidental. Mas eu percebi que dali em diante ele passou a fazer esse movimento com mais freq&amp;#252;&amp;#234;ncia. Eu fiquei na minha, at&amp;#233; porque&lt;br&gt;n&amp;#227;o estava maldando, jamais passava pela minha cabe&amp;#231;a que o garoto fazia aquilo de prop&amp;#243;sito. Como eu n&amp;#227;o n&amp;#227;o tinha como recolher o joelho para o espa&amp;#231;o entre m banco e outro porque minha perna e grande, mative-me como estava. At&amp;#233; que um senhora embarcou e ocupou o lugar que ele estava sentado &amp;#224; minha&lt;br&gt;frente. Assim ele ficou no bendito degrau e encostou de vez no meu joelho. Eu fiquei meio sem gra&amp;#231;a, pois o meu joelho estava literalmente no rego do garoto, mas ele parecia n&amp;#227;o ligar. Ningu&amp;#233;m no ve&amp;#237;culo notou, ou se notou n&amp;#227;o se preocupou com isso, pois tudo parecia sem prop&amp;#243;sito. Quando o carro adentrou&lt;br&gt;o campus universit&amp;#225;rio o povo come&amp;#231;ou a descer. Embora houvesse lugares vazios o garoto continuou naquela posi&amp;#231;&amp;#227;o de onde sa&amp;#237;a apenas ara abrir e fechar a porta, mas logo se instalava encostado no meu joelho. Quando o &amp;#250;ltimo passageiro desceu, ele olhou para mim, deu um leve sorriso e voltou a posi&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;de antes. A&amp;#237; eu, bob&amp;#227;o, percebi que estava rolando algo. Ent&amp;#227;o eu comecei a olhar parra ele para ter certeza de que o garoto estava mesmo se esfregando no meu joelho. Reparei que era um rapazinho com um rosto muito lindo, seu sorriso era magnetizante, tinha olhos azuis, cabelos castanhos claros e se&lt;br&gt;vestia com um casaco de moletom com gorro e uma cal&amp;#231;a jeans justa, o que dava ara ver o contorno de sua bunda. Mas era um bunda de macho, parecia bem demarcada pela musculatura que se pelos ombros bem largos para sua idade e pelas coxas bem delineadas como se fossem de jogador de futebol. Naquele pequeno&lt;br&gt;espa&amp;#231;o de tempo meus pensamentos foram a mim e eu resolvi entrar no jogo, pois a situa&amp;#231;&amp;#227;o havia me deixado excitado e ent&amp;#227;o eu pensei: porque n&amp;#227;o? Ent&amp;#227;o eu comecei a fazer movimento com o joelho para cima e para baixo, de modo que eu via sua bunda ser pressionada. Ele olhou para traz e fitou meu olhos&lt;br&gt;e eu gelei pensando que ele ia reclamar. Nada. O garoto come&amp;#231;ou a puxar conversa com o motorista e ao mesmo tempo empinou o rabo e eu continuei com os movimento cada vez mais intensos. Ele ent&amp;#227;o come&amp;#231;ou a fazer movimentos com a bunda, mexendo e esfregando cada vez mais. Eu fiquei fora de mim e quando&lt;br&gt;percebi j&amp;#225; estava com m&amp;#227;o na bunda do garoto e ele se abria generosamente para eu explorar enquanto conversava descaradamente com o motorista. Tudo isso se passou em uns 7 ou 8 minutos. Foi tudo muito r&amp;#225;pido. Quando vi que estava chegando no meu ponto, rapidamente peguei um dos meus cart&amp;#245;es na pasta&lt;br&gt;que carregava e enfiei no bolso de sua cal&amp;#231;a e dei um leve tapinha na sua bunda. Ele virou para traz com uma carinha de safado e perguntou: &amp;quot;vai descer a&amp;#237;?&amp;quot; Eu sorri para ele e respondi apenas: &amp;quot;me liga&amp;quot; - de modo bem discreto. Desci e segui meu rumo. Passei o dia pensando nisso. Quem diria, aquele moleque&lt;br&gt;havia me deixado com tes&amp;#227;o. Mas pensei que tudo era uma loucura e que jamais iria se concretizar, pois ele n&amp;#227;o me ligaria. Quando chegue em por volta das 5h, j&amp;#225; n&amp;#227;o tinha esperan&amp;#231;a de que o cara iria me ligar. Fui ver televis&amp;#227;o, verificar e-mails, essas coisas, at&amp;#233; que l&amp;#225; para as 9h o telefone toca e&lt;br&gt;uma voz grossa diz: &amp;quot;Ai, voc&amp;#234; &amp;#233; o cara que viajou comigo hoje e deixou seu cart&amp;#227;o no meu bolso?&amp;quot;. Eu apenas falei &amp;quot;Oi!&amp;quot;. Ent&amp;#227;o ele perguntou na lata: &amp;quot;ai, tu n&amp;#227;o ta a fim de me comer n&amp;#227;o?&amp;quot; Eu nem tive tempo de pensar. Respondi vagamente: &amp;quot;pode ser...&amp;quot; Ele ent&amp;#227;o falou que estava no centro, como era perto&lt;br&gt;do meu pr&amp;#233;dio, disse para ele vir at&amp;#233; em casa. Dez minutos depois o garoto j&amp;#225; estava na portaria. Subiu, abri a porta e ele entrou com a cabe&amp;#231;a baixa, parecia que estava meio receoso de me encarar, mas ao mesmo tempo estava bem decidido do que queria. Perguntou: &amp;quot;Porra, cara, tu me deixou com vontade&lt;br&gt;de te dar&amp;quot;. Eu perguntei se ele fazia isso sempre ele disse que transava com o irm&amp;#227;o da namorada dele, mas o moleque era da idade dele e ele gostava de caras mais velhos. Era inacredit&amp;#225;vel, o garoto tinha o maior jeito de macho, todo cheio de marra, mas gostava de dar o rabo. Eu n&amp;#227;o lhe disse que era&lt;br&gt;minha primeira vez. Apenas botei meu pau pra fora e disse: &amp;quot;vem c&amp;#225;, d&amp;#225; uma mamada na minha rola&amp;quot;. N&amp;#227;o precisei dizer duas vezes, o moleque se agachou e caiu de boca na minha vara e pagou um boquete daqueles. Meu cresceu rapidamente com o contato com sua boca. O garoto sabia como fazer, ali&amp;#225;s melhor do&lt;br&gt;que tudo que &amp;#233; mulher que j&amp;#225; me chupou. Ele mamava gostoso e de vez enquanto dizia: &amp;quot;Del&amp;#237;cia! Que vara!&amp;quot; E dava com ela na pr&amp;#243;pria cara. Ficamos assim uns 10 minutos at&amp;#233; que ele me punhetando disse: &amp;quot;Vai, cara, goza na minha boca, quero sentir tua porra, vai...&amp;quot; Aquilo soou como uma senha. Bastou mais&lt;br&gt;alguns segundos de mamada e eu despejei alguns jatos fartos de porra na sua boca. O primeiro e o segundo ele engoliu e o terceiro acabou espirrando fora da boca, e ele ficou com os l&amp;#225;bios e o queixo todo melado de porra. Era fascinante ver aquele garoto de uns 18 anos ali de joelhos se deliciando com&lt;br&gt;minha porra. Eu ent&amp;#227;o dei com minha vara na carinha de safado dele. E ele parecia se deliciar com isso. O moleque mostrava que se amarrava numa caceta pra valer. Conversamos um pouco e fiquei sabendo que o motorista do ve&amp;#237;culo que ele trabalhava era seu pai. Estudava de manh&amp;#227; e ajudava o pai de tarde.&lt;br&gt;Tinha uma namorada super gostosa e que fazia troca-troca com o irm&amp;#227;o dela. Ele tinha dado para esse outro garoto pela primeira vez quando ainda tinha 15 anos e de l&amp;#225; para c&amp;#225; s&amp;#243; tinha tido uma transa com o motorista que trabalhou para seu pai no turno da manh&amp;#227;. Contou que quando soube que o cara ia embora,&lt;br&gt;no &amp;#250;ltimo dia ele deu pro cara na sua pr&amp;#243;pria casa. O cara fodeu ele e depois nunca mais se viram. Desde ent&amp;#227;o ele tinha vontade de dar para outro cara da idade dele e eu parecia ser a pessoa certa. Aquilo me deixou doido e tirei a roupa do garoto e disse: &amp;quot;Ent&amp;#227;o hoje voc&amp;#234; vai ser comido por um macho&amp;quot;.&lt;br&gt;Peguei um lubrificante que uso com minha namorada e mandei ele passar no cuzinho e lubrifiquei meu pau encostei a cabe&amp;#231;a no seu cuzinho. Ele parecia estar mais doido do que eu, pois assim que sentiu minha vara encostar, come&amp;#231;ou a fazer press&amp;#227;o para traz e foi engolindo minha vara rebolando feito uma&lt;br&gt;putinha. Logo meu pau estava todo dentro dele. &amp;quot;Ai, cara, que pauz&amp;#227;o voc&amp;#234; tem! Fica parado um pouco, ai, ta me arrombando todo!&amp;quot; - reclamava ele com ar de quem queria mesmo ser maltratado por um pau grande e grosso. Depois de um tempo ele mesmo come&amp;#231;ou a rebolar e a pressionar para traz. Foi a deixa&lt;br&gt;para eu come&amp;#231;ar a fazer movimentos para frente e para traz. &amp;quot;Empina essa bunda, vai, deixa ela bem arreganhada para mim, gostoso, quero te foder todo...&amp;quot; - pedia eu j&amp;#225; completamente tomado pelo tes&amp;#227;o. Nisso eu j&amp;#225; metia com vontade no cuzinho do moleque que aceitava com tranq&amp;#252;ilidade minha vara. &amp;quot;Isso,&lt;br&gt;cara, mete mais, isso, me fode, me come, cara, isso, que del&amp;#237;cia, que pau!&amp;quot; - dizia ele como se fosse gemidos. Logo eu estava segurando em sua cintura e ele de quatro segurava na cabeceira da cama e eu mandava ver naquele rabinho gostoso. Eu estava completamente envolvido com aquele garoto de quatro,&lt;br&gt;todo gostosinho, do tipo que a mulherada adora, ali sendo enrabado por mim. Ent&amp;#227;o resolvi mudar de posi&amp;#231;&amp;#227;o e o coloquei deitado na cama, suspendi suas pernas at&amp;#233; meus ombros e meti de uma vez. Ele apenas disse: &amp;quot;Ah, mete, isso, mais, vai, mete cara, me fode, porra!&amp;quot; E eu olhei seu pau dur&amp;#227;o e comecei&lt;br&gt;a punhet&amp;#225;-lo enquanto fudia ele. Avisei que ia gozar e ele implorou: &amp;quot;Vai, cara, goza no meu rabo, me enche de leite, vai, goza nesse cu, goza, me arromba...&amp;quot; e eu acabei gozando e ele tamb&amp;#233;m. Eu adorei sentir seu pau na minha m&amp;#227;o e fazer-lhe gozar. Acho que isso me estimulou a gozar tamb&amp;#233;m. Fiquei ainda&lt;br&gt;algum tempo com o pau dentro dele at&amp;#233; sair sozinho. Ele estava feliz com a trepada. &amp;quot;Cara, que pau delicioso voc&amp;#234; tem!&amp;quot; - disse com um sorriso maroto. Isso foi apenas o come&amp;#231;o. Marcamos de trepar no dia seguinte de novo. Nesse dia foi mais calmo, trepamos com mais paci&amp;#234;ncia. Ele est&amp;#225; articulando para&lt;br&gt;ver se o irm&amp;#227;o da namorada dele topa vi aqui em casa qualquer dia. Se isso rolar, depois eu conto como foi.&lt;br&gt;E-mail=&lt;br&gt;&lt;a href="mailto:andrevilar2004@hotmail.com"&gt;andrevilar2004@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-6383420949590156057?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/6383420949590156057/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=6383420949590156057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6383420949590156057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/6383420949590156057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/enrabei-o-garoto-do-alternativo.html' title='Enrabei o garoto do alternativo'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-4066784959263547781</id><published>2010-06-13T16:07:00.001+01:00</published><updated>2010-06-13T16:07:48.095+01:00</updated><title type='text'>Descabacei o Garoto</title><content type='html'>andrevilar&lt;p&gt;Neste &amp;#250;ltimo s&amp;#225;bado eu estava louco de tes&amp;#227;o. Minha mulher estava menstruada e havia uns dez dias que n&amp;#227;o trepava. Estava subindo pelas paredes. Logo pela manh&amp;#227;, minha mulher foi ao cabeleireiro e quando isso ocorre, ela fica quase o dia todo. Ent&amp;#227;o a campainha tocou e quando fui atender era Dimas, um&lt;br&gt;garoto de 16 anos que passa pelo condom&amp;#237;nio todos os s&amp;#225;bados para lavar carros. &amp;#201; um garoto muito pobre, por isso faz esses servicinhos para arranjar um troco. Eu estava com o carro limpo e por isso disse-lhe que n&amp;#227;o precisava. Ele fez um cara de triste que me comoveu. Ent&amp;#227;o lembrei que havia separado&lt;br&gt;algumas roupas para dar e pensei que talvez ele pudesse aproveitar algo para ele. Fiz a oferta e ele aceitou. Convidei-o para entrar e aguardar na varanda da casa. Quando voltei com uma sacola de roupas usadas, mostrei-lhes e ele ficou muito empolgado com as cal&amp;#231;as jeans, mas parecia que iam ficar grandes&lt;br&gt;nele. Eu sugeri que f&amp;#244;ssemos at&amp;#233; um quarto que tem nos fundos onde ele poderia experimentar. Quando o garoto tirou a roupa eu comecei a admirar seu porte. Era magrinho, mas com a musculatura toda definida pelo trabalho pesado. Devia ter cerca de 1:70m, pele negra, um sorriso de fazer inveja a atores&lt;br&gt;de comercial de creme dental. Mas o que me chamou a aten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; que o garoto tinha uma bunda bem empinadinha, com formato bem m&amp;#225;sculo, e deixava o reguinho aparecer pela cueca velha de el&amp;#225;stico frouxo. Sua bunda destoava daquele corpo magrinho. Meu pau subiu na hora. Fiquei surpreso, pois n&amp;#227;o costumo ter&lt;br&gt;tes&amp;#227;o por homens. N&amp;#227;o por preconceito, mas nunca me chamaram a aten&amp;#231;&amp;#227;o. Lembro que uma vez eu transei com um colega de faculdade, mas achava que tinha rolado porque eu estava meio alto, tinha bebido todas. De l&amp;#225; para c&amp;#225;, nunca tinha ocorrido mais nada desse tipo. Mas o fato &amp;#233; que l&amp;#225; estava eu de pau&lt;br&gt;duro olhando a bunda do Dimas. Fiquei mais excitado ainda quando ele virou de frente e reparei que seu pau estava dando sinal de vida. Ent&amp;#227;o resolvi atacar o moleque. Quando ele mostrou como a cal&amp;#231;a tinha ficado, disse para ele virar para eu ver como tinha ficado a traz e mandei ver a m&amp;#227;o na bunda dele&lt;br&gt;na maior cara de pau. Para minha surpresa, o garoto n&amp;#227;o reagiu, apenas ficou com um sorriso t&amp;#237;mido. Eu estava louco, ent&amp;#227;o falei para ele experimentar a outra cal&amp;#231;a. Quando ele arriou a que estava vestindo, falei para tirar a cueca tamb&amp;#233;m, mas ele ficou com vergonha. Nessa hora eu botei meu pau pra fora&lt;br&gt;e ele ficou rindo timidamente. Coloquei minha m&amp;#227;o no pau dele por cima da cueca e fiquei massageando e coloquei a m&amp;#227;o dele no meu pau. Ele ficou punhetando e eu coloquei o pau dele pra fora e fiquei impressionado. O Garoto tinha uma vara de fazer inveja. Devia ter uns 19 ou 20cm, era grossa, e quando&lt;br&gt;puxei o prep&amp;#250;cio, surgiu uma cabe&amp;#231;a grande e brilhante, mostrando-se uma potentosa vara. Ficamos um tempo ali se punhetando os dois sem dizer uma palavra. Levei ele para um banheirinho que tem no quarto e fomos tomar um banho juntos. L&amp;#225; ca&amp;#237; de boca na vara do garoto e mamei bem gostoso aquele cacet&amp;#227;o.&lt;br&gt;N&amp;#227;o imaginava que um dia iria mamar um pau, mas aquele eu fiquei doido pra chupar. Era grand&amp;#227;o, pesado e tinha um cabe&amp;#231;&amp;#227;o, minha boca n&amp;#227;o alcan&amp;#231;ava nem a metade da vara dele. Depois pedi a ele pra chupar, e ele come&amp;#231;ou a fazer jogo duro, dizendo que n&amp;#227;o era viado, coisa e tal, ent&amp;#227;o eu falei mai grosso&lt;br&gt;com ele: &amp;quot;Anda porra, chupa logo essa vara, deixa de frescura, n&amp;#227;o chupei teu pau?&amp;quot; Meio a contragosto e se curvou e abocanhou minha pica que j&amp;#225; tava como pedra de t&amp;#227;o dura. Logo ele tava ajoelhado se deliciando com minha vara. Ele era um negro bonito, jovem, acredito que toda mulher ia adorar ser fudida&lt;br&gt;por ele. Ent&amp;#227;o mandei ele ficar de quatro e mostrar seu cuzinho pra mim, o que ele fez meio t&amp;#237;mido, mas fez. Vi ent&amp;#227;o que o garoto tava no papo. Cai de boca naquele cuzinho lindo. Comecei lambendo a bunda, dando mordidinhas, depois passei pelo reguinho, passando a l&amp;#237;ngua em volta do anelzinho dele. Ele&lt;br&gt;gemia de prazer, ent&amp;#227;o eu dava tapas na bunda dele e perguntava: &amp;quot;Ta gostando, n&amp;#233; neg&amp;#227;o? Ta gostando de levar l&amp;#237;ngua nesse cuz&amp;#227;o ou n&amp;#227;o ta?&amp;quot; Ele s&amp;#243; gemia, ent&amp;#227;o eu dei um tapa mais forte na bunda dele e perguntei: &amp;quot;Fala, porra, ta gostando ou n&amp;#227;o ta?&amp;quot; A essa altura eu j&amp;#225; estava metendo a l&amp;#237;ngua no cuzinho&lt;br&gt;apertadinho dele e ele j&amp;#225; rebolava querendo ser fudido pela minha l&amp;#237;ngua. Logo se via que o garoto era cabacinho, de t&amp;#227;o fechadinho que era aquele anelzinho. Ent&amp;#227;o eu decidi que aquele garoto n&amp;#227;o ia sair dali sem ser comido. Levei ele pro quartinho e o coloquei deitado num colchenete que tinha por l&amp;#225;,&lt;br&gt;suspendi suas pernas, de modo que ele ficou com seu cuzinho todo arreganhadinho pro alto. Perguntei: &amp;quot;Que levar mais l&amp;#237;ngua nesse cuzinho, quer? Que eu arrombe esse cuzinho, quer? Quer que eu meta minha l&amp;#237;ngua nele, quer?&amp;quot; O garoto tava tonto de tes&amp;#227;o e s&amp;#243; implorava, gemendo: &amp;quot;Mete logo, vai, mete essa&lt;br&gt;l&amp;#237;ngua no meu rabo, mete...&amp;quot; e j&amp;#225; arregahava a bunda com suas pr&amp;#243;prias m&amp;#227;os. Fiquei ali pagando um cunete para o garoto por um tempo e depois passei a chupar sua vara, enquanto massageava seu cuzinho com meu dedo. Logo j&amp;#225; esta metendo a pontinha do dedo nele e ele s&amp;#243; gemia de tes&amp;#227;o. Perguntei: &amp;quot;Quer&lt;br&gt;lever esse ded&amp;#227;o no rabo, quer? Quer perder esse cabacinho pra mim, quer?&amp;quot;. Ele j&amp;#225; estava pronto pro que desse e viesse e entre gemidos de prazer falou: &amp;quot;Mete logo, porra, mete esse ded&amp;#227;o no meu cu, vai, mete logo&amp;quot;. E assim foi. Meti um dedo bem devagar, depois com muito custo o convenci a deixar eu&lt;br&gt;meter outro e logo j&amp;#225; tava com tr&amp;#234;s dedos no cuzinho do garoto. Quando vi que ele j&amp;#225; estava louquinho pra gozar, coloquei ele de quatro lambi mais um bocado seu rabo, deixei bem lambuzado, passei saliva no meu pau e comecei a for&amp;#231;ar a cabecinha, mas o garoto parecia que tava fechado. Minha vara resvalava&lt;br&gt;pros lados e nada de entrar. Ele reclamava que n&amp;#227;o queria dar o cu, que n&amp;#227;o era viado, e eu s&amp;#243; no papo dizendo para ele que n&amp;#227;o tinha nada a ver, que dar o cu uma vez ou outra, sem ningu&amp;#233;m ficar sabendo n&amp;#227;o tinha problemas algum e n&amp;#227;o significava que era viado. E nesse papo eu ia tentando penetr&amp;#225;-lo,&lt;br&gt;mas nada de entrar. Estava at&amp;#233; pensando em desistir, quando de repente ele deu uma relaxada e a cabe&amp;#231;a do meu pau escorregou para dentro. Ele deu um pulo pra frente, mas eu fui junto, segurando ele pela cintura. Ele deu um gemido forte, dizendo que tava doendo: &amp;quot;huuu, tira! Tira! Tira! Ta doendo pra&lt;br&gt;caralho! Tira!&amp;quot; Eu n&amp;#227;o deixei sair nenhum mil&amp;#237;metro. O garoto era realmente apertado demais. Fui acalmando ele e pedindo para ele relaxar que a dor passava e ele foi cedendo, cedendo, fiquei ali parado at&amp;#233; ele se acostumar com a invas&amp;#227;o. N&amp;#227;o deu outra, aos poucos, bem devagar, minha vara foi escorregando&lt;br&gt;para dentro, entrando aos pouquinho e logo, logo, estava at&amp;#233; o talo no garoto. Mas fiquei parado, com ela todinha dentro dele. Depois de alguns minutinhos assim, perguntei se estava doendo ele falou que s&amp;#243; um pouco. Fui tirando e botando, bem devagar, enquanto ia punhetando o pau do garoto, fui aumentando,&lt;br&gt;aumentando, logo, logo, j&amp;#225; est&amp;#225;vamos metendo sem d&amp;#243;. Senti que ele j&amp;#225; estava jogando a bunda pra tr&amp;#225;s para tomar mais vara e eu punhetava o garoto e ele delirava, urrava, eu s&amp;#243; o insentivava: &amp;quot;Isso, seu puto, fode essa vara, vai, isso, arromba esse cu, vai, fode gostoso esse pau, vai&amp;quot; e ele parecia ficar&lt;br&gt;mais excitado e rebolava cada vez mais gostoso, at&amp;#233; que empurrou a bunda pra tr&amp;#225;s e come&amp;#231;ou a rebolar de um lado pro outro, como se quisesse que a vara fosse mais fundo ainda, gemendo feito um animal, foi quando senti um quentinho na minha m&amp;#227;o, e vi que tava gozando com meu pau todo enterrado no cu.&lt;br&gt;Senti suas contra&amp;#231;&amp;#245;es, fortes, espremiam meu pau, e nesse movimento gozei litros de porra naquele cuzinho. No fim ele s&amp;#243; perguntou: &amp;quot;ahhh! Gozei! Vc gozou no meu cu, foi?&amp;quot; Ent&amp;#227;o eu disse: &amp;quot;Gozei, que cuzinho delicioso que vc tem&amp;quot;. A&amp;#237; ca&amp;#237;mos pro lado, engatados, e assim ficamos por um tempo at&amp;#233; meu pau&lt;br&gt;amolecer dentro dele. N&amp;#227;o falamos nada nesse tempo. At&amp;#233; que naturalmente meu pau saiu dele, nos recompomos, vestimos nossas roupas e a&amp;#237; ele quebrou o sil&amp;#234;ncio: &amp;quot;Porra, v&amp;#233;io, vc me deixou todo arrombado!&amp;quot; Ent&amp;#227;o eu perguntei: &amp;quot;E ent&amp;#227;o, foi bom?&amp;quot; Ele respondeu: &amp;quot;Foi, legal, mas eu pensei que vc ia querer&lt;br&gt;que eu te comesse tamb&amp;#233;m&amp;quot;. Eu disse: &amp;quot;Nada disso, garoto, aqui que come sou eu e quem leva no rabo &amp;#233; vc, valeu?&amp;quot;. Ele riu timidamente e eu percebi que ia comer muito aquele moleque pirocudo.&lt;br&gt;E-mail=&lt;br&gt;_&lt;a href="mailto:andrevilar@uol.com.br"&gt;andrevilar@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-4066784959263547781?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/4066784959263547781/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=4066784959263547781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4066784959263547781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4066784959263547781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/descabacei-o-garoto.html' title='Descabacei o Garoto'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-531858825622250197</id><published>2010-06-10T23:25:00.001+01:00</published><updated>2010-06-10T23:25:53.482+01:00</updated><title type='text'>Cumplicidade entre irmãos</title><content type='html'>Andre&lt;p&gt;Chamo-me Mateus e meu irm&amp;#227;o se chama Tiago. Somos g&amp;#234;meos. Vivemos sempre unidos, n&amp;#227;o me lembro de nada que tenhamos feito at&amp;#233; hoje sem a companhia um do&lt;br&gt;outro. Somos como unha e carne. Como todos os g&amp;#234;meos, sempre aprontamos muito em fun&amp;#231;&amp;#227;o de nossa semelhan&amp;#231;a. Nossa primeira transa foi com a mesma garota.&lt;br&gt;Era minha namorada e eu a comi num dia e ele no outro, sem ela perceber. Isso foi quando t&amp;#237;nhamos 15 anos. Mas o que nos tornou mais unidos foi o que aconteceu&lt;br&gt;quando est&amp;#225;vamos com 17 anos. T&amp;#237;nhamos o h&amp;#225;bito de tocar punheta juntos desde de os 9 anos. Sempre faz&amp;#237;amos competi&amp;#231;&amp;#227;o de quem gozava mais r&amp;#225;pido, mais&lt;br&gt;porra, mais tempo... Um dia, nossos pais estavam viajando e n&amp;#243;s est&amp;#225;vamos em casa sozinhos. Decidimos pegar uns filmes porn&amp;#244;s da pesada. Conseguimos um&lt;br&gt;e, de noite, colocamos para ver em nosso quarto. Claro que sab&amp;#237;amos que ia rolar muita punheta. Est&amp;#225;vamos na cama, um ao lado do outro, quando colocamos&lt;br&gt;a fita e, para nossa surpresa, a fita veio trocada. Em vez de um filme do Rocco, veio um filme gay, onde um carinha era enrabado por um time de futebol&lt;br&gt;americano. Era um monte de neg&amp;#227;o metendo no carinha e ele parecia gostar. No in&amp;#237;cio ficamos contrariados, mas acabamos assistindo. Meu pau ficou duro e&lt;br&gt;eu fiquei meio constrangido, pois se meu irm&amp;#227;o notasse ele iria me zoar. Mas eu n&amp;#227;o conseguia esconder nada dele e nem ele de mim. Quando olhei para ele,&lt;br&gt;vi em seus olhos que estava excitado e acho que ele percebeu o mesmo. Ele colocou a m&amp;#227;o no meu pau e viu que tava duro: &amp;quot; qual &amp;#233; mano, de pau duro por&lt;br&gt;que?&amp;quot; Eu passei a m&amp;#227;o no seu e vi que ele tamb&amp;#233;m tava: &amp;quot;Tu tamb&amp;#233;m ta, mane, que que tem?&amp;quot;. Rimos muito e continuamos a ver o filme. At&amp;#233; que teve uma cena&lt;br&gt;que dois caras seguravam o cara arreganhado em cima de um outro e desceram ele na pirocona do cara deitado. O rapaz guentava vara na boa. Eu perguntei:&lt;br&gt;&amp;quot;Cara, como esse doido ag&amp;#252;enta essa rola toda no rabo?&amp;quot; Meu irm&amp;#227;o virou e disse: &amp;quot;Vc tem vontade de dar o cu?&amp;quot; T&amp;#237;nhamos muita intimidade, nada era segredo&lt;br&gt;entre n&amp;#243;s. Disse que tinha curiosidade e ele disse que tamb&amp;#233;m queria ver como &amp;#233;. Ent&amp;#227;o decidimos fazer um troca-troca. Fizemos um 69, chupamos um ao outro.&lt;br&gt;No in&amp;#237;cio foi desajeitado, mas depois de um tempinho est&amp;#225;vamos um mamando o outro com muita efici&amp;#234;ncia e acabamos gozando um na boca do outro. Eu engoli&lt;br&gt;sua porra todinha e ele fez o mesmo comigo. Nossos corpos era muito parecidos e era como se estivesse chupando meu pr&amp;#243;prio pau. Nos beijamos com o gostinho&lt;br&gt;de porra ainda na boca e eu pedi a ele para virar. Ele sabia o que estava para vir e empinou a bundinha e eu ca&amp;#237; de boca, lambi o cu dele, enfiei a l&amp;#237;ngua,&lt;br&gt;deixei bem lambuzado e coloquei o pau na entradinha. Ele apenas disse: &amp;quot;Se doer tu para, viu?&amp;quot; Eu pedi para ele ficar calmo que eu ia ser cuidadoso. O&lt;br&gt;tes&amp;#227;o era tanto que quando a cabecinha entrou eu acabei metendo tudo de vez. Ele deu um grito, me chingou, e tirou de dentro. A&amp;#237; ele falou que era minha&lt;br&gt;vez, senti a mesma dor. Decidimos n&amp;#227;o tentar mais naquela noite e ficamos s&amp;#243; nas car&amp;#237;cias e na chupa&amp;#231;&amp;#227;o. Tomei mais leite dele e ele o meu. Fomos dormir&lt;br&gt;abra&amp;#231;ados, o que n&amp;#227;o era novidade para n&amp;#243;s. Apenas o gostinho de porra era novo em nossa rela&amp;#231;&amp;#227;o e o ardidinho no cu de cada um. Hoje somos casados, temos&lt;br&gt;filhos e, de vez em quando, a gente faz uma sacanagenzinha juntos. Mas nunca conseguimos comer um ao outro, apenas fazemos sexo oral, mas nossas tentativas&lt;br&gt;t&amp;#234;m sido mais freq&amp;#252;entes.&lt;br&gt;E-mail=&lt;br&gt;_&lt;a href="mailto:andrevilar@uol.com.br"&gt;andrevilar@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-531858825622250197?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/531858825622250197/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=531858825622250197' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/531858825622250197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/531858825622250197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/cumplicidade-entre-irmaos.html' title='Cumplicidade entre irmãos'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-417024532485823372</id><published>2010-06-10T23:20:00.000+01:00</published><updated>2010-06-10T23:21:12.970+01:00</updated><title type='text'>Comi os garotos do lava-jato</title><content type='html'>andrevilar&lt;p&gt;?Era s&amp;#225;bado, tinha acabado de chover e o sol estava dando o ar da gra&amp;#231;a. Meu carro estava um lixo e resolvi lev&amp;#225;-lo ao lava-jato para dar um trato. Quando cheguei n&amp;#227;o tinha ningu&amp;#233;m, pensei que estivesse fechado. Mas mesmo assim entrei com o carro no estabelecimento, estacionei e fui procurar o garoto&lt;br&gt;que sempre me atendia. N&amp;#227;o vi ningu&amp;#233;m, mas ouvi um barulho num quartinho e imaginei que o moleque estaria l&amp;#225;. Quando cheguei perto da porta ouvi uns gemidos. N&amp;#227;o podia imaginar! O cara estava comendo alguma menina ali! Resolvi sair e deix&amp;#225;-los at&amp;#233; terminarem mas os gemidos do cara me encheram de tes&amp;#227;o&lt;br&gt;e n&amp;#227;o conseguia arredar o p&amp;#233; da porta do lugar. Talvez por causa da chuva ele ficou sem servi&amp;#231;o e resolveu dar um pega em alguma desavisada em pleno local de trabalho. Como uma garota se submeteria a trepar com ele ali no lava-jato. Mas ele era um garoto bonito, forte, alto, cabelos e olhos castanhos,&lt;br&gt;sempre sorridente e simp&amp;#225;tico, as menininhas deviam ficar bem ori&amp;#231;adas por ele. Estava eu l&amp;#225; so curtindo seus gemidos e atento para n&amp;#227;o ser surpreendido. &amp;quot;Hummmm, ah, hum, ui, isso, hummmmmm&amp;quot; - os gemidos eram ritmados e eu estava s&amp;#243; imaginando o moleque em seus movimentos, at&amp;#233; que o ritmo foi acelerando&lt;br&gt;e eu fui ficando mais excitado e mais atento para n&amp;#227;o perder o barulho que eles iriam fazer quando gozassem. E num ritmo mais acelerado eu comecei a ouvir: &amp;quot;Hummm, isso, vai, mete mais, isso, me fode todo, arronba esse cu, vai... ai cara, que pau gosoto, vai me fode, vai, isso, hummm, ai, vou gozar,&lt;br&gt;mete mais, mais, aaaahhh, vou gozar, aahhh, estou gozando, mete, n&amp;#227;o para, mete, isso, n&amp;#227;o para porra! Mete tudo, cara, vai, aahhh!&amp;quot; Eu n&amp;#227;o podia imaginar isso! O moleque estava sendo fudido e n&amp;#227;o fudendo! Meu cora&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; estava a mil e a minha curiosidade n&amp;#227;o se continha. Eu nunca tinha visto dois homens&lt;br&gt;transando, nem ao menos ouvido como naquele momento. Como os gemidos cessaram, fui para meu carro e me encostei no capout e fiquei observando descaradamente quem iria sair do tal quartinho. Queria que eles percebessem que eu tinha sacado tudo. N&amp;#227;o deu outra, logo os dois estavam saindo. Era mesmo o garoto&lt;br&gt;que costumava lavar meu carro com o outro que tamb&amp;#233;m trabalhava com ele. Quando me viram ficaram desconcertados e preocupados. Enquanto o outro foi para o fundo do terreno, o garoto que atendia veio at&amp;#233; mim e perguntou-me: &amp;quot;Oi, voc&amp;#234; est&amp;#225; aqui a muito tempo?&amp;quot;. Seu ar de preocupa&amp;#231;&amp;#227;o de denunciava na sua&lt;br&gt;tentativa de disfarce. Eu, sacanamente respondi: &amp;quot;Faz um tempinho. Cheguei, n&amp;#227;o vi ningu&amp;#233;m, ent&amp;#227;o fui at&amp;#233; o quartinho, mas vi que voc&amp;#234; estava ocupado...&amp;quot;. Notei que ele ficou todo corado de vergonha e tentou consertar: &amp;quot;&amp;#201;, a gente tava tirando uma soneca...&amp;quot; Ent&amp;#227;o decidi ser mais incisivo: &amp;quot;Pois &amp;#233;, voc&amp;#234;&lt;br&gt;tem que ter mais cuidado, poderia ser algu&amp;#233;m que n&amp;#227;o fosse de confian&amp;#231;a e espalhar para todo mundo o que voc&amp;#234;s dois estavam fazendo&amp;quot;. Assim ele teve certeza de que eu saquei tudo. Ele baixou a cabe&amp;#231;a por um momento e depois falou: &amp;quot;Voc&amp;#234; n&amp;#227;o vai falar nada para ningu&amp;#233;m, vai?&amp;quot;. Eu repondi: &amp;quot;Claro que n&amp;#227;o,&lt;br&gt;fique tranq&amp;#252;ilo&amp;quot;. Ent&amp;#227;o deixei meu carro l&amp;#225; e marquei a hora de voltar para pegar. E fui para casa. N&amp;#227;o tirei da cabe&amp;#231;a o que havia se passado. Fiquei imaginando o garoto do lava-jato sendo enrabado pelo seu colega e fiquei surpreso de descobrir que eu estava morrendo de vontade de enrab&amp;#225;-lo tamb&amp;#233;m.&lt;br&gt;Mas eu estava me achando um tarado, eram dois garotos de uns 17 ou 18 anos e eu ali querendo com&amp;#234;-los. Estava nesses pensamentos quando notei que a chuva tinha voltado. Fiquei puto, pois toda a limpeza do carro iria ser detonada pela chuva. Na hora combinada, fui at&amp;#233; o lava-jato pegar o carro de guarda-chuva.&lt;br&gt;Quando cheguei l&amp;#225; eles estavam limpando os para-brisas embaixo de uma cobertura. Assim que acabaram, eu os paguei e disse que ia esperar a chuva parar para tentar chegar em casa sem sujar o carro. Notei que o que me atendia estava todo descabriado, mas o seu colega estava com cara de quem queria aprontar&lt;br&gt;algo, pois toda hora olhava para o outro e ria. Fiquei ali esperando a chuva parar, puxando assunto com o garoto que lavava meu carro e fiquei sabendo que ele se chamava Gustavo e tinha 18 anos e seu colega Paulo tinha 17. Eram primos e viviam juntos desde os 10 anos de idade. Ent&amp;#227;o, papo vai, papo vem,&lt;br&gt;eu descaradamente resolvi entrar de sola no assunto de sexo. &amp;quot;H&amp;#225; quanto tempo voc&amp;#234;s dois transam?&amp;quot; - Perguntei. Ele ficou completamente sem jeito. Mas seu primo, o Paulo disse: &amp;quot;Ah, a gente faz troca-troca de vez em quando, desde os 15 anos. Mas a gente n&amp;#227;o &amp;#233; viado n&amp;#227;o&amp;quot;. Ent&amp;#227;o resolvi acalm&amp;#225;-los: &amp;quot;Eu&lt;br&gt;sei que voc&amp;#234;s n&amp;#227;o s&amp;#227;o viados. Eu tamb&amp;#233;m j&amp;#225; fiz troca-troca quando era mais novo&amp;quot;. A&amp;#237; a coisa foi ficando mais gotosa. N&amp;#227;o havia ningu&amp;#233;m no lava-jato. S&amp;#243; eu e eles. Notei que os dois estavam de pau duro e eu tamb&amp;#233;m. Ent&amp;#227;o resolvi atacar: &amp;quot;A&amp;#237;, vamos fazer uma brincadeira n&amp;#243;s tr&amp;#234;s?&amp;quot;. Ent&amp;#227;o o Gustavo falou&lt;br&gt;ainda de cabe&amp;#231;a baixa: &amp;quot;Voc&amp;#234; quer ir l&amp;#225; para o quartinho com a gente?&amp;quot; Eu disse: &amp;quot;Vamos embora!&amp;quot;. Fomos para o quarto, que era mais um dep&amp;#243;sito de ferramentas e automaticamente n&amp;#243;s tr&amp;#234;s colocamos o pau para fora e come&amp;#231;amos a punhetar. Como ningu&amp;#233;m tomava a iniciativa eu falei para o Gustavo bater para&lt;br&gt;mim. Ele veio e pegou minha vara e ficou batendo punheta. O Paulo, mais safadinho j&amp;#225; veio logo passar a m&amp;#227;o na bunda do Gustavo. Ent&amp;#227;o Gustavo come&amp;#231;ou a se soltar e mandou o primo mamar minha vara. Paulo nem titubiou, se ajoelhou na minha frete e abocanhou meu pau com uma intimidade que denunciava sua&lt;br&gt;experi&amp;#234;ncia em mamar uma vara. Nisso, Gustavo se avaixou tamb&amp;#233;m e foi ajudar seu primo no boquete. Quase fui &amp;#224; loucura com aqueles dois garotos me chupando ao mesmo tempo. Enquanto um lambia a cabe&amp;#231;a, o outro lambia o saco. Outras vezes os dois lambiam toda a extens&amp;#227;o da minha vara (21cm x 6cm) e se&lt;br&gt;beijavam. At&amp;#233; que Paulo foi pegar um colchonete e forrou no ch&amp;#227;o e se deitou e pediu para eu botar meu pau na sua boca. Eu fiquei ali de quatro sobre o Paulo, ele me mamando e Gustavo se encarregou de lamber meu cu. Eu j&amp;#225; estava entregue aos caprichos daqueles dois e cai de boca no pau do Paulo. Eu estava&lt;br&gt;louco de tes&amp;#227;o naquele 69 com o Paulo enquanto Gustavo dava um trato no meu rabo. Depois de um tempo Paulo pediu para eu ficar por baixo. Deitei com o pau apontado para o teto e Paulo veio e sentou sobre ele e come&amp;#231;ou a meter bem devagarinho. Era lindo ver aquele garoto de 17 anos sentando no meu pau.&lt;br&gt;Gustavo veio e botou seu pau na boca do primo que j&amp;#225; estava rebolando feito uma puta no meu pau, cavalgando feito um louco. N&amp;#227;o demorou e filho da puta gozou sobre meu peito me inundando de porra quentinha. Nisso Gustavo veio e lambeu tudinho. Depois falou: &amp;quot;Tamb&amp;#233;m quero sentir essa vara no meu rabo&amp;quot;.&lt;br&gt;Meu pau ainda estava duro feito pedra e coloquei gustavo de quatro e meti bem devagar. Entrou a cabe&amp;#231;a e ele deu um gemidinho. Perguntei se estava doendo, mas ele disse que n&amp;#227;o e aos poucos foi for&amp;#231;ando a bunda para tr&amp;#225;s, fazendo meu cacete entrar todinho no seu rabo. Quando eu encostei na sua bunda&lt;br&gt;ele ficou um tempinho parado e depois come&amp;#231;ou a fazer movimentos rebolando a bunda gostosa na minha vara. Eu comecei a estocar e seu primo, j&amp;#225; estava de pau duro de novo e colocou para Gustavo mamar enquanto era enrabado por mim. Comi muito aquele moleque at&amp;#233; que ele disse que ia gozar. Nesse momento&lt;br&gt;senti meu gozo se aproximando e acelerei as estocadas e gozamos os dois ao mesmo tempo. Assim que acabamos de gozar tivemos que sair r&amp;#225;pido do quartinho, pois est&amp;#225;vamos preocupados de algu&amp;#233;m aparecer. Antes de ir embora prometi voltar outro dia no final do expediente deles para mais uma trepada, mas&lt;br&gt;os viadinhos disseram que da pr&amp;#243;xima vez &amp;#233; a minha vez de dar o cuzinho. Mas n&amp;#227;o sei se vou curtir isso. Mas como meu tes&amp;#227;o &amp;#233; incontrol&amp;#225;vel quando penso neles, &amp;#233; prov&amp;#225;vel que eu d&amp;#234; para eles mesmo.&lt;br&gt;E-mail=&lt;br&gt;&lt;a href="mailto:andrevilar@hotmail.com"&gt;andrevilar@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-417024532485823372?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/417024532485823372/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=417024532485823372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/417024532485823372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/417024532485823372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/comi-os-garotos-do-lava-jato.html' title='Comi os garotos do lava-jato'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-1479753372713041700</id><published>2010-06-10T23:18:00.002+01:00</published><updated>2010-06-10T23:23:35.619+01:00</updated><title type='text'>Comi o Garanhão da Universidade</title><content type='html'>Sou casado, tenho 36 anos, n&amp;#227;o sou malhado, mas tenho percebo que a mulherada se amarra no meu corpo e j&amp;#225; reparei na academia que alguns caras d&amp;#227;o uma sacada de vez em quando. Trabalho em uma universidade e lido diariamente&lt;br /&gt;com centenas de pessoas. E foi neste contexto que tive uma experi&amp;#234;ncia inusitada para mim. Nunca havia tido experi&amp;#234;ncia com homens, nem mesmo quando adolescente, embora eu seja desprovido de preconceito e sempre partilhei da&lt;br /&gt;id&amp;#233;ia de que em mat&amp;#233;ria de sexo a gente deve fazer o que curte e dar prazer. Mesmo assim, nunca havia pintado nada diferente comigo. Sempre transei com mulheres e achava que isto era mesmo a minha praia e que sexo com homens&lt;br /&gt;n&amp;#227;o me atraia muito. Isto tudo veio por &amp;#225;gua abaixo quando um aluno meu me procurou para tratar de nota, pois n&amp;#227;o ele havia entregue um trabalho. Seu nome &amp;#233; Tiago, namorava uma menininha muito gostosinha da turma e vivia cercado&lt;br /&gt;de mulheres o tempo todo. Eu sabia que ele era filho de um fazendeiro de uma cidade vizinha e que morava num apartamento com mais dois colegas de curso. Ele era muito sacana, vivia falando putaria. Quando veio pedir uma chance&lt;br /&gt;para entregar o trabalho fora do prazo eu por brincadeira perguntei o que eu ganharia em troca. Ele, com aquele sorrisinho sacana de sempre disse: &amp;quot;Eu faria qualquer coisa, professor, &amp;#233; s&amp;#243; pedir&amp;quot;. Eu dei corda, achando que&lt;br /&gt;era pura zoa&amp;#231;&amp;#227;o e perguntei: &amp;quot;qualquer coisa? Olha, l&amp;#225;, cuidado que eu posso pedir algo que vc n&amp;#227;o esteja disposto a dar...&amp;quot; Ele ent&amp;#227;o disse: &amp;quot;Qual &amp;#233;, professor, ta querendo me comer?&amp;quot;. Rimos da conversa e eu acabei liberando&lt;br /&gt;sua entrega de trabalho. Pensei que a coisa tinha ficado por a&amp;#237;, que era s&amp;#243; brincadeira. Mas reparei que daquele dia em diante o cara passou a comparecer com freq&amp;#252;&amp;#234;ncia ao meu gabinete. Ent&amp;#227;o comecei a reparar no cara. Era&lt;br /&gt;um rapaz de cabelos castanhos, ligeiramente desarrumados, com olhos verdes, corpo bem definido, pernas musculosas e um peitoral bem definido, enfim, um cara super gostoso que as menininhas viviam suspirando. Como n&amp;#227;o sou bobo,&lt;br /&gt;percebi que ele havia ficado meio ouri&amp;#231;ado com o papo daquele dia e resolvi tirar a limpo. Comentei com ele que ainda n&amp;#227;o havia me pago sua promessa. Ele prontamente perguntou que promessa. Eu lembrei que havia dito que me&lt;br /&gt;faria qualquer coisa se eu aceitasse seu trabalho. Ele ent&amp;#227;o disparou: &amp;quot;Mas vc n&amp;#227;o me pediu nada, ent&amp;#227;o n&amp;#227;o te devo nada&amp;quot;. Eu meio que de zoa&amp;#231;&amp;#227;o disse-lhe que ele teria de pagar um boquete. Ele, sem a menor cerim&amp;#244;nia disse:&lt;br /&gt;&amp;quot;Aqui n&amp;#227;o d&amp;#225;. A gente v&amp;#234; isso depois&amp;quot; e rimos. Mas eu n&amp;#227;o tava levando a menor f&amp;#233;. Achava que era s&amp;#243; zoa&amp;#231;&amp;#227;o dele. Mas no final da tarde, quando eu estava no estacionamento, j&amp;#225; entrando no carro, ele perguntou pra onde eu ia.&lt;br /&gt;Ao informar-lhe, ele me pede uma carona e eu, sem sacar nada, ofereci-lhe a carona. No caminho, ele me perguntou se eu tava a fim de tomar um cerveja. Era sexta-feira e eu ahcie um boa id&amp;#233;ia. Perguntei, para onde poder&amp;#237;amos&lt;br /&gt;ir. Ele disse que tinha de passar em casa primeiro. A&amp;#237; eu vi que poderia rolar uma sacanagem mesmo. Mas n&amp;#227;o tinha tanta segunran&amp;#231;a, podia ser apenas coisa da minha cabe&amp;#231;a. Mas para dar corda, eu falei: &amp;quot;Ok, passamos na tua&lt;br /&gt;casa, vc paga o boquete que ta me devendo e depois a gente vai tomar uma cerveja&amp;quot;. Para minha supresa ele disse: &amp;quot;Ok, mas n&amp;#227;o vale gozar na minha boca.&amp;quot; Rimos e ao chegarmos em sua casa, ele foi dizendo: &amp;quot;Vamos l&amp;#225;, p&amp;#245;e logo&lt;br /&gt;esse pau pra fora e vamos terminar logo com isso&amp;quot;. Eu s&amp;#243; perguntei: &amp;quot;Ta falando s&amp;#233;rio?&amp;quot; Ele j&amp;#225; veio pegando no meu pau por cima da cal&amp;#231;a e foi abrindo o ziper, tirou pra fora e come&amp;#231;ou uma chupeta deliciosa. Eu n&amp;#227;o acreditava,&lt;br /&gt;um dos carinhas mais gostosos da universidade, o maior pegador da gatinhas, ali, agachado, mamando meu pau. Nunca havia sido chupado por outro homem, mas aquela mamada era mais gostosa do que qualquer chupada que havia recebido&lt;br /&gt;das mulheres. Aquilo &amp;#233; que era chupar um pau. O garoto sabia mesmo como fazer. Segurava meu pau como macho, com toda a m&amp;#227;o, n&amp;#227;o pegava com aquela delicadeza que as mulheres pegam e sugava, lambia, dava com ele na cara, e ainda&lt;br /&gt;dizia: &amp;quot;Porra, brow, que pauz&amp;#227;o! Del&amp;#237;cia!&amp;quot; E realmente, tenho um pau que causa impacto. S&amp;#227;o 19cm, retinho, grosso, &amp;#233; um pau bem bonito mesmo. O cara se deliciou com a vara por uns 10 minutos. At&amp;#233; que depois, pegou uma camisinha&lt;br /&gt;de sua mochila, encapou meu pau, mandou eu sentar no sof&amp;#225;, deu uma cuspida na m&amp;#227;o, lambuzou o cuzinho e veio sentando bem devagar na minha vara que a esta altura estava mais dura que nunca, apontando pro teto. Tiago ajeitou-se,&lt;br /&gt;fez minha vara sumir devagarzinho em seu rabo. Era claro que ele tava acostumado a levar vara, pois seu cuzinho era macio, gostoso, mais apertadinho que buceta, mas muito bom. Tiago subia e descia lentamente pela minha pica,&lt;br /&gt;gemendo e dizendo coisas sacanas: &amp;quot;Uh! Que vara heim brother! Puta que pariu, que pica gostosa! Del&amp;#237;cia! Ai! Porra, veio, vara gostosa essa!&amp;quot; E ia ele subindo e descendo nela. Tinha hora que metia ela toda e dava uma paradinha,&lt;br /&gt;depois dava uma reboladinha e depois voltava a subir bem devagar, at&amp;#233; a cabe&amp;#231;a quase sair e depois descia de novo. Aos pouco, sua velocidade foi aumentando, at&amp;#233; que logo ele j&amp;#225; estava cavalgando meu pau, gemendo alto: &amp;quot;Isso,&lt;br /&gt;brother, arrega&amp;#231;a esse cu, vai, isso, arromba esse cu, porra! Vai, arrega&amp;#231;a! Eu eu ali s&amp;#243; curtindo, olhando aquela bunda de macho engolindo meu pau. O cara era perfeitinho de corpo, pernas de quem joga futebol, costas largas&lt;br /&gt;de quem faz nata&amp;#231;&amp;#227;o, bunda musculosa de macho, com poucos pelos, e eu, a essa altura, j&amp;#225; dava tapas em sua bunda, mandava ele trepar gostoso: &amp;quot;Isso, garoto, trepa nessa vara, vai, isso, engole essa pica, assim, vai, senta nela,&lt;br /&gt;vai, seu puto, safado, rebola nessa pica, vai, se boqueteiro safado, vai arrombado, engole esse pau, vai...&amp;quot; Era s&amp;#243; putaria naquela sala. At&amp;#233; que ele se levantou, deitou de costas no sof&amp;#225;, arreganhou as pernas, o cuzinho &amp;#224;&lt;br /&gt;mostra e pediu para que eu metesse de frango assado nele: &amp;quot;Vai, cara, mete essa vara aqui, vai mete gostoso, porra, arrega&amp;#231;a meu cu, vai!&amp;quot; prontamente, meti gostoso de uma vez naquele carinha e ele s&amp;#243; gemia e pedia: &amp;quot;Isso,&lt;br /&gt;brother, mete gostoso, vai, mete forte, vai, quero te sentir todinho dentro, vai, mete porra, arromba esse cu, caralho, me fode, porra!&amp;quot; E eu ali metendo nele, de modo que seu corpo at&amp;#233; dava aqueles solavando com minhas estocada,&lt;br /&gt;e eu ali metendo e olhando em seus olhos verdes e ele mordendo os l&amp;#225;bios, gemendo, falando sacanagens e disse: &amp;quot;Vai, cara, vou gozar, arromba meu cu, vai, mete que eu vou gozar, n&amp;#227;o para que to gozando, mete, vai, ah! Uh! Isso,&lt;br /&gt;porra! Mete! Ah, Del&amp;#237;cia de pica, cara! Uuuhhh! Como &amp;#233; bom gozar com vara no cu!&amp;quot; Com sua empolga&amp;#231;&amp;#227;o eu acabei gozando gostoso nele. A coisa foi t&amp;#227;o intensa que ca&amp;#237; por cima dele, com meu pau ainda dentro e ficamos por uns&lt;br /&gt;15 minutos assim. At&amp;#233; que meu pau saiu voluntariamente. Ele ent&amp;#227;o me chamou para tomar um banho, pois a galera dele poderia chegar a qualquer momento. Eu apenas disse: &amp;quot;Cara, voc&amp;#234; &amp;#233; doido, nunca pensei que gostava de vara&amp;quot;.&lt;br /&gt;Ele simplesmente disse: &amp;quot;Qual &amp;#233; professor, o importante &amp;#233; o prazer, n&amp;#227;o importa como. N&amp;#227;o sou viado, apenas gosto de curtir a vida. Um vara gostosa de um cara maneiro como tu n&amp;#227;o se pode deixar passar.&amp;quot; Depois fomos tomar uma&lt;br /&gt;cerveja e fiquei sabendo que ele dava o cuzinho desde os 16 anos, quando um primo dele o enrabou. De l&amp;#225; pra c&amp;#225;, sempre d&amp;#225; um jeito de sair com algu&amp;#233;m. Mas prefere sair com caras casados como eu, pois diz que s&amp;#227;o menos grudentos&lt;br /&gt;e isso &amp;#233; bom para ele que n&amp;#227;o quer envolvimento. Mas que curte mesmo &amp;#233; buceta, essa de pau &amp;#233; s&amp;#243; de vez em quando. De l&amp;#225; pra c&amp;#225;, eu e Tiago sempre transamos. Nunca passa um m&amp;#234;s em branco. Quando n&amp;#227;o podemos nos ver, pelo menos&lt;br /&gt;uma chupada gostosa no carro rola. Nessas ocasi&amp;#245;es, ele sempre toma todo meu leite e deixa a vara toda limpinha. Que safado &amp;#233; esse Tiago.&lt;p&gt;Adicionado em: 20/12/2005&lt;br /&gt;Enviado por: Andre Vilar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-1479753372713041700?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/1479753372713041700/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=1479753372713041700' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1479753372713041700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/1479753372713041700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/comi-o-garanhao-da-universidades.html' title='Comi o Garanhão da Universidade'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-2973908064332856581</id><published>2010-06-10T23:16:00.001+01:00</published><updated>2010-06-10T23:16:42.323+01:00</updated><title type='text'>DOIS CADETES SAFADINHOS</title><content type='html'>Andr&amp;#233; Vilarinho&lt;p&gt;Sou mesti&amp;#231;o, pele bem morena, alto, forte, corpo bem definido, um pau de 19cm com 6cm de di&amp;#226;metro. Adoro sexo. Gosto sempre de experimentar coisas novas na cama, mas nunca tinha tido experi&amp;#234;ncia com homens. Mas no m&amp;#234;s passado, Tiago, um rapazinho de 16 anos, amigo da fam&amp;#237;lia de minha mulher, resolveu hospedar-se em nossa casa para prestar um concurso para uma academia militar. Ele &amp;#233; magro, cabelos castanhos claros assim como os olhos, parece viver pensando em sacanagem, tem uma carinha de tarado e fala pelos cotovelos, meio prepotente, enfim, um adolescente perfeito. Durante sua estadia, minha esposa teve que se ausentar e eu fiquei encarregado de fazer companhia ao moleque. Quando acordei, minha mulher j&amp;#225; tinha sa&amp;#237;do e fui at&amp;#233; a cozinha beber &amp;#225;gua. Estava somente de sunga e, como sempre, com o pau dur&amp;#237;ssimo, com uma barraca plenamente armada (acordo sempre assim). Quando estava saindo da cozinha esbarrei de frente com Tiago e acho que ele sentiu que meu pau estava duro e olhou diretamente para baixo, meio desconcertado. Eu fiquei completamente constrangido, pedi desculpas e fui direto para o banheiro, pensando se o moleque tinha reparado ou n&amp;#227;o no meu pau duro. Tomei meu banho, e voltei para quarto e fiquei lendo. Meia hora depois Tiago bateu na porta e eu mandei entrar. Ele perguntou se podia usar a piscina e eu disse que sim. Algum tempo depois resolvi dar um mergulho tamb&amp;#233;m j&amp;#225; que tinha gente para fazer companhia. Botei e fui para a piscina. Tiago n&amp;#227;o estava l&amp;#225;. Fui ver no banheiro e n&amp;#227;o &amp;#233; que o moleque estava batendo a maior punheta debaixo do chuveiro! Sem que ele percebesse fiquei espiando. Fiquei surpreso, pois &amp;#224; medida que punhetava o pau ele passava a m&amp;#227;o no seu pr&amp;#243;prio rego. A cena me deixou excitado. Ent&amp;#227;o comecei a notar que Tiago tinha uma bundinha linda apesar de ser magrinho. O pau devia ter uns 17cm e parecia bastante grosso para sua idade. Ent&amp;#227;o resolvi dar-lhe um flagra. Adentrei e Tiago teve um tremendo susto e ainda gaguejando, disse que estava tomando banho. Eu apenas dei um sorriso meio sacana para ele e n&amp;#227;o falei mais nada. Tiago come&amp;#231;ou a se ensaboar e ent&amp;#227;o eu disse que iria me molhar enquanto ele se ensaboava. Reparei que seu pau continuava ainda meio duro apesar do susto. Ent&amp;#227;o arriei minha sunga e percebi que Tiago olhou meio de banda ao me ver nu e ficou sem saber para onde desviava o olhar. Ent&amp;#227;o eu disse para me passar o sab&amp;#227;o e se enxaguar enquanto eu me ensaboava. Como seu pau estava cada vez mais duro, ele ficou de costas para mim e eu fiquei com a vista de sua bunda branquinha. Ent&amp;#227;o resolvi atacar. Entrei no Box e propositadamente esbarrei a parte superior de minha coxa na sua bundinha. Tiago se assustou de novo e se virou de frente, mas n&amp;#227;o falou nada, apenas estava visivelmente nervoso. Eu descaradamente comecei a bater uma punheta. Tiago olho para mim e deu uma risadinha meio sem gra&amp;#231;a. Ent&amp;#227;o eu comecei a passar a m&amp;#227;o no seu peito. Para minha surpresa, Tiago pegou meu pau e come&amp;#231;ou a punhetar e depois caiu de boca, proporcionando-me o melhor boquete que j&amp;#225; tive. Aquele moleque tinha experi&amp;#234;ncia na coisa. Enquanto me chupava eu comecei a passar a m&amp;#227;o na sua bundinha, tentando enfiar meu dedinho no seu cuzinho que entrou sem muita dificuldade. Ent&amp;#227;o enfiei logo dois dedinhos e fiquei massageando. Enquanto isso ele me chupava e gemia. Ent&amp;#227;o imaginei que aquele moleque j&amp;#225; era rodado e sabia o que estava fazendo. Chamei ele para a cozinha e botei ele de quatro na mesa e dei uma lambida no cuzinho dele, de modo que Tiago ficou louco e rebolava: &amp;quot;Ai, que del&amp;#237;cia! Vai mete essa l&amp;#237;ngua, vai!&amp;quot; - dizia ele. O moleque era realmente muito gostoso e eu j&amp;#225; estava com o pau em brasa. Tiago tamb&amp;#233;m estava a mil e em pleno del&amp;#237;rio disse: &amp;quot;Ai, Andr&amp;#233;, mete mais, me fode, mete essa vara, me come, vai Andr&amp;#233;, mete nesse cu, mete&amp;quot;. Eu prontamente peguei um pote de manteiga e lambuzei seu cuzinho e o meu pau. Sentei numa cadeira e ele veio sentar. Meu pau deslizou tranq&amp;#252;ilamente e quando Tiago sentiu meus pentelhos encostarem em sua bunda fez um carinha de al&amp;#237;vio e disse: &amp;quot;Ai, est&amp;#225; todinho dentro, que del&amp;#237;cia, porra que pauz&amp;#227;o gostoso&amp;quot; e rebolava bem devagarinho, parece que para se acostumar com o instrumento no rabo. Ent&amp;#227;o eu perguntei se ele estava acostumado a dar aquele cuzinho. Ele disse que sim, pois seu primo vinha comendo ele quase todo dia. Enquanto falava aumentava o rebolado e logo estava me cavalgando. Tinha hora que meu pau chegava a sair de dentro e entrar de novo de uma vez. Logo dei sinal de gozo e ele gritou: &amp;quot;Goza, meu macho, derrama esse leite, vai goza, porra!&amp;quot;. A essa altura eu j&amp;#225; estava punhetando o pau dele e vi que o moleque estava prestes a gozar tamb&amp;#233;m. Ele subia e descia no meu pau e eu comecei a derramar meu leite naquele cuzinho delicioso. Imediatamente, Tiago espirrou jatos de leite no meu peito enquanto cavalgava e implorava para que eu o arrombasse, que metesse tudo e me chamava de macho, garanh&amp;#227;o, foi uma loucura. Ap&amp;#243;s gozarmos, ainda ficou sentado no meu colo com meu pau dentro at&amp;#233; ele amolecer por completo e sair voluntariamente. Ent&amp;#227;o fomos tomar banho e voltamos para a piscina. Por curiosidade, perguntei sobre como ele tinha come&amp;#231;ado a dar e ent&amp;#227;o Tiago abriu o jogo. Disse que seu primo de 26 anos o comia desde os 15 e que ultimamente ele dava para o primo e de vez em quando para uns amigos desse primo. Disse que uma vez teve que dar para tr&amp;#234;s caras de uma vez s&amp;#243; no apartamento desse primo dele. Perguntei se ele estava satisfeito com isso. Ele disse que sim, que tinha uma namoradinha, que transava e tudo, mas que adorava tomar uma pica no rabo e s&amp;#243; n&amp;#227;o queria que seus pais soubessem nem sua namoradinha. Preferia que tudo ficasse na moita. Eu adorei, passamos o dia trepando e eu o comi de todas as formas. &amp;#192; noite estava com o pau dolorido de tanto comer o moleque. Para minha felicidade, Tiago passou na prova da academia e agora ficar&amp;#225; na minha cidade por quatro anos e n&amp;#243;s temos trepado muito na sua quitinete. Mas me disse que anda querendo dar para um colega do quartel e estou vendo que logo logo estar&amp;#225; dando para o batalh&amp;#227;o inteiro... Tiago logo arranjou uma namoradinha aqui na cidade, a Marina, tamb&amp;#233;m lind&amp;#237;ssima. Os dois formam um lindo par. A fam&amp;#237;lia de Tiago mant&amp;#233;m uma kitnete para ele aqui na cidade e, de vez em quando, dou uma passada por l&amp;#225;. Tiago, entretanto, est&amp;#225; sempre aqui em casa com sua gatinha tomando banho de piscina. Eu adoro, pois n&amp;#227;o gosto de ficar na piscina sozinho. Tiago, est&amp;#225; cada vez mais apegado a mim e tenho reparado que sua namoradinha tem por mim um profundo respeito. Quem j&amp;#225; leu o conto &amp;quot;o cadete safadinho&amp;quot; certamente conhece o meu n&amp;#237;vel de intimidade com Tiago. Num final de semana, est&amp;#225;vamos todos na piscina, eu, minha mulher, um casal de amigos e Tiago e Marina. Percebi que Tiago n&amp;#227;o tirava os olhos de mim. Sempre que podia dava uma sacada e um leve sorriso para mim. Logo percebi que o moleque estava doidinho para levar vara. Eu tamb&amp;#233;m fiquei cheio de tes&amp;#227;o, pois ele estava lindo com aquela sunguinha. Ent&amp;#227;o, quando ele abra&amp;#231;ava sua namorada e encostava aquela rola nela eu ficava ainda mais excitado. De vez em quando eles ficavam se agarrando na piscina e eu logo saquei que estava rolando um sarrinho gostoso entre eles. Como eu estava quase de pau duro, para n&amp;#227;o dar bandeira fui para a casa com a desculpa de preparar algo para comermos, pois minha mulher estava no maior papo com a esposa do meu amigo e sabemos que as duas quando come&amp;#231;am n&amp;#227;o param. Quando cheguei na cozinha, uns dez minutinhos depois, Tiago apareceu e perguntou se eu n&amp;#227;o poderia dar uma passada na casa dele no dia seguinte de manh&amp;#227;, pois ele estava precisando bater um papo comigo, pois estaria de folga. Ultimamente essa era a sua senha para dizer que queria dar pra mim. Eu disse que tudo bem, que passava l&amp;#225; no final da tarde. Ficou combinado assim. Preparei alguns petiscos e levei para a piscina e Tiago me ajudou com as bebidas. Assim o dia rolou numa boa e Tiago e Marina passaram boa parte dele se agarrando sempre que n&amp;#243;s est&amp;#225;vamos distra&amp;#237;dos. Um pouco depois do almo&amp;#231;o, deram uma desculpa e foram embora. Umas tr&amp;#234;s horas depois a m&amp;#227;e de Marina ligou para saber se ela j&amp;#225; tinha sa&amp;#237;do e logo percebi que aqueles dois estavam trepando por a&amp;#237; e a m&amp;#227;e da menina estava a sua procura. Eu foi dormir cheio de tes&amp;#227;o imaginando aquele casalzinho lindo trepando e, &amp;#233; claro, trepei pra caralho com minha mulher. No dia seguinte, no hor&amp;#225;rio combinado, fui at&amp;#233; a casa do Tiago e fiquei surpreso ao v&amp;#234;-lo fardado e ainda acompanhado de um outro cadete, seu colega. Fiquei meio confuso, pois estava doido para foder meu cadetezinho e pelo jeito havia melado. Tiago me apresentou seu colega, chamava-se Felipe mas todos o conheciam por Pipo. Ele devia ter pelo menos 1:90 de altura, parecia um arm&amp;#225;rio, ainda por cima estava fardado tamb&amp;#233;m e parecia ainda maior. Tinha a pele branca e o cabelo preto que contrastava com seus olhos azuis. Era um ar angelical que contrastava com sua estatura e m&amp;#250;sculos imensos. Perguntei a Tiago o que houve, pois havia me dito que hoje era sua folga e no entanto estava de farda. Ele explicou que teve que passar na academia para pegar o Pipo, pois ele n&amp;#227;o sabia como chegar. De repente mil fantasias se passaram por minha cabe&amp;#231;a com aqueles dois cadetes fardados ali na minha frente. Fiquei imaginando aqueles dois trepando e, pelo porte do Pipo, devia ter uma vara fenomenal. Pelo menos a bunda era um arraso! Mas resolvi ficar na minha e ver onde aquilo ia dar. Tiago trouxe umas cervejas e perguntou se est&amp;#225;vamos a fim de ver um filme porn&amp;#244;. Achei engra&amp;#231;ado, estava me sentindo um adolescente, mas prontamente disse que tudo bem. Pipo ficou meio sem gra&amp;#231;a, mas tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o fez obje&amp;#231;&amp;#227;o. Como estava de terno, tirei o palet&amp;#243; e a gravata, abri a camisa, me esparramei no sof&amp;#225; e fiquei mais &amp;#224; vontade. Tiago ainda estava de farda, mas j&amp;#225; com a camisa desabotoada e por fora da cal&amp;#231;a. Pipo estava ainda como chegou. Ent&amp;#227;o Tiago lhe disse que poderia ficar a vontade que ningu&amp;#233;m ia ligar. O clima estava meio estranho, o Pipo estava visivelmente nervoso e eu querendo ver onde aquilo ia dar. Quando o filme rolou vimos uma cena de um casal transando. Foi o suficiente para todo mundo ficar excitado. Pipo n&amp;#227;o tirava o olho da TV. Como eu era o mais velho ali (apesar de ter 30 anos), decidi dar dire&amp;#231;&amp;#227;o ao neg&amp;#243;cio e disse: &amp;quot;Tiaguinho, vou ficar de cueca, se voc&amp;#234; e o seu amigo n&amp;#227;o se importar&amp;quot;. Tiago, bem safadinho, disse que tudo bem que ele tamb&amp;#233;m ia assistir o filme de cueca e Pipo j&amp;#225; estava suando, embora n&amp;#227;o tivesse t&amp;#227;o quente. Fiquei em p&amp;#233;, bem em frente ao Pipo e tirei minha camisa e arriei a cal&amp;#231;a, sem me preocupar com o volume escandaloso que j&amp;#225; se havia formado por baixo da cueca. Tiago falou uma gracinha sobre meu pau duro e Pipo ficou completamente desconcertado e fixou seu olhar ainda mais firmemente na TV, fingindo n&amp;#227;o ouvir. Tiago fez o mesmo e ficamos os tr&amp;#234;s ali assistindo o filme, eu e Tiago de cuecas e Pipo ainda fardado. A segunda cena do filme era de um casal e um cara transando. Os dois comeram a mulher de todo jeito e depois um deles comeu o outro enquanto ele chupava a buceta da mulher. Nessa hora reparei que Tiago j&amp;#225; havia tirado o pau para fora e estava literalmente se punhetando. Olhei para o Pipo e vi que seu pau estava mais duro que pedra, fazia um volume enorme na cal&amp;#231;a. Ent&amp;#227;o eu lhe disse: &amp;quot;Cara, tira essa roupa ou voc&amp;#234; vai rasgar a cal&amp;#231;a com essa vara a&amp;#237;&amp;quot;. Como n&amp;#227;o dava para disfar&amp;#231;ar aquele volume, Pipo tirou a camisa e a cal&amp;#231;a ainda meio sem gra&amp;#231;a e finalmente falou: &amp;quot;Porra! Que sacanagem! O cara ta comendo o cu do outro!&amp;quot;. Eu e Tiago rimos e Pipo ficou mais a vontade. Eu sa&amp;#237; do meu lugar e sentei do lado de Pipo no sof&amp;#225; e Tiago, que estava deitado no tapete, veio sentar-se entre minhas pernas, encostado no sof&amp;#225;. Ent&amp;#227;o eu comecei a acariciar seu peito e Pipo estranhou mas n&amp;#227;o disse nada, voltou a olhar para a TV, embora de vez em quando olhasse furtivamente a cena de car&amp;#237;cias entre eu e o Tiago. At&amp;#233; que perguntei a ele: &amp;quot;que foi Pipo, nunca recebeu carinho de um amigo?&amp;quot; Ele apenas inclinou a cabe&amp;#231;a para o lado e encolheu os ombros fazendo um sinal meio acanhado que n&amp;#227;o se sabia se era sim ou n&amp;#227;o. Mas o fato era que n&amp;#227;o estava resistente. Ent&amp;#227;o estendi minha m&amp;#227;o e passei a acariciar o peito de Pipo. No primeiro toque ele deu um pulo, parece que de susto, depois olhou para mim at&amp;#244;nito, mas n&amp;#227;o disse uma palavra. Eu disse para ficar calmo e continuei a alisar aquele peitoral do cadete. Ele relaxou e voltou a prestar aten&amp;#231;&amp;#227;o no filme onde um cara metia no outro enquanto uma mulher chupava o pau do que era comido. Pipo ficou meio sem gra&amp;#231;a mas come&amp;#231;ou a alisar o pau por cima da cueca. Ent&amp;#227;o eu disse para o Tiago: &amp;quot;Porque voc&amp;#234; n&amp;#227;o d&amp;#225; uma chupada no pau do Pipo?&amp;quot; Logo Tiago se posicionou entre as pernas do Pipo, colocou seu pau para fora e come&amp;#231;ou a chupar. Eu me ajeitei no sof&amp;#225; e coloquei a m&amp;#227;o do Pipo no meu pau. Ele come&amp;#231;ou a fazer movimentos leves enquanto Tiago o chupava e com a outra m&amp;#227;o segurava a nuca de Tiago. Ent&amp;#227;o tirei minha cueca e propus que todos fic&amp;#225;ssemos nus, no que fui prontamente atendido. Pipo j&amp;#225; estava completamente envolvido pelo clima de sacanagem. Ent&amp;#227;o eu fiquei sentado no sof&amp;#225; e mandei Pipo mamar minha rola e ele veio meio exitante, mas se aninhou entre minhas pernas, segurou novamente meu pau, olhou, olhou, chegou perto e colocou finalmente meu cacete na boca. Foi o m&amp;#225;ximo sentir a boca daquele garanh&amp;#227;o mamando meu pau. Tiago aninhou-se entre as pernas de Pipo, deitando-se no tapete e come&amp;#231;ou a chupar o pau de Pipo. Depois fomos todos para o tapete e Pipo n&amp;#227;o largou mais meu pau e continuou chupando. Tiago veio me chupar junto com o Pipo. Enquanto Pipo engolia minha vara, Tiago lambia meu saco, minha virilha e meu cuzinho. Eu ent&amp;#227;o resolvi punhetar Pipo e foi a&amp;#237; que me dei conta do tamanho exagerado do pau do cara. Devia ter Uns 23 cm e minha m&amp;#227;o n&amp;#227;o dava nem para fechar de t&amp;#227;o grosso! O cadete era um jumento! Eu que achava meu pau grande, quando vi o pau do Pipo fiquei assustado. Tamb&amp;#233;m, o cara era imenso! A essa altura ningu&amp;#233;m mais dava aten&amp;#231;&amp;#227;o para a fita que rolava na TV. Eu me ajeitei e comecei a lamber o cuzinho de Pipo enquanto os dois chupavam meu pau e meu cuzinho. Quando pressionava minha l&amp;#237;ngua no cuzinho de Pipo ele gemia de prazer. At&amp;#233; que percebi que se continu&amp;#225;ssemos assim gozar&amp;#237;amos logo e sugeri que mud&amp;#225;ssemos as posi&amp;#231;&amp;#245;es. Eu e Pipo ficamos em p&amp;#233; e Tiago passou a chupar nossos paus, revesando entre um e outro. Pipo passou o bra&amp;#231;o pelo meu pesco&amp;#231;o e eu me senti completamente atra&amp;#237;do por aquele garot&amp;#227;o imenso me abra&amp;#231;ando. Comecei a passar a m&amp;#227;o na bunda de Pipo enquanto Tiago nos chupava. Ent&amp;#227;o Tiago se concentrou no pau de Pipo eu aproveitei e comecei a sarr&amp;#225;-lo e o moleque foi a loucura. Percebi que o garot&amp;#227;o estava doidinho para dar aquele cuzinho. Ent&amp;#227;o disse-lhe para abrir aquela bundona e ele arreganhou tudo e eu pude dar uma lambida gostosa no seu cuzinho de novo enquanto Tiago mamava seu imenso cacete. Ent&amp;#227;o decidi aproveitar e encostei a cabe&amp;#231;a da minha rola naquela bunda maravilhosa e Pipo come&amp;#231;ou a rebolar na ponta do meu cacete. Tiago pegou um lubrificante e lambuzei meu pau e o cuzinho de Pipo e mandei que ele enfiasse toda minha pica no seu cuzinho. Era &amp;#243;timo dar ordens para aquele cara grandalh&amp;#227;o e ver ele obedecendo, abrindo a bundinha e apontando meu cacete para o seu cuzinho com as pr&amp;#243;prias m&amp;#227;os. Ent&amp;#227;o ele falou para eu ir devagar por que era sua primeira vez. Eu fui fazendo for&amp;#231;a delicadamente e sem que eu mandasse ele come&amp;#231;ou a rebolar na minha vara dizendo: &amp;quot;Vai, cara, come meu cu, porra, vai, mete essa rola no meu rabo, me come, vai...&amp;quot; e algum tempo depois entrou a cabecinha e ele pediu para tirar. Tiago ent&amp;#227;o disse: &amp;quot;Calma, cara, &amp;#233; assim mesmo, depois a dor p&amp;#225;ra...&amp;quot; Fiquei paradinho e Tiago se encarregou de relaxar Pipo dando mais umas lambidas no seu pauz&amp;#227;o. Quando Pipo j&amp;#225; estava mais acostumado com meu pau e j&amp;#225; dava sinais de que queria mais pica, Tiago foi apontando em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao seu rabo e logo o pau de Pipo estava enterrado no cu de Tiago, j&amp;#225; acostumado a tomar ferro. Eu fiquei impressionado como Tiago estava guentando aquela vara imensa de Pipo. Essa foi minha chance para meter at&amp;#233; o talo no rabo do Pipo e com um jeitinho, conseguimos ficar os tr&amp;#234;s assim engatados. Como Tiago estava alucinado com a vara do Pipo no cu, ele rebolava e seus movimentos faziam com que Pipo fizesse movimentos para frente e para tr&amp;#225;s, proporcionando-me um prazer maravilhoso. Tiago estava alucinado e dizia: &amp;quot;ai, Pipo, que pauz&amp;#227;o, isso me come, me arromba Pipo, me come enquanto o Andr&amp;#233; arranca teu caba&amp;#231;o, seu viad&amp;#227;o, vai me come, me rasga todo, filho da puta! Me fode!&amp;quot; Era &amp;#243;timo estar tirando o cabacinho daquele cadete, enquanto ele enrabava o Tiago que eu comia de vez em quando. Nessa doideira gozamos os tr&amp;#234;s juntinhos: eu no cuzinho de Pipo, Pipo no cuzinho de Tiago e Tiago punhetando o pr&amp;#243;prio pau. Ent&amp;#227;o ca&amp;#237;mos os tr&amp;#234;s no tapete e ficamos ali deitados. Ent&amp;#227;o Pipo finalmente cortou o sil&amp;#234;ncio: &amp;quot;&amp;#201;, quem diria que eu ia dar meu cu!&amp;quot; e ca&amp;#237;mos os tr&amp;#234;s na gargalhada. Fiquei l&amp;#225; at&amp;#233; umas 11 horas e depois fui para casa, pois sou casado e n&amp;#227;o poderia passar a noite fora. Aproveitei e dei uma carona para o Pipo at&amp;#233; a academia. Depois Tiago me falou que desde que entrou para a academia militar e viu o Pipo ficou com vontade de dar o rabo para ele. Para mim foi &amp;#243;timo, pois agora eu como Tiago e o Pipo, aquele garot&amp;#227;o imenso de quase dois metros com um pau de jumento.&lt;br&gt;&lt;a href="mailto:andrevilar@hotmail.com"&gt;andrevilar@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-2973908064332856581?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/2973908064332856581/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=2973908064332856581' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2973908064332856581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/2973908064332856581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/06/dois-cadetes-safadinhos.html' title='DOIS CADETES SAFADINHOS'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-5538032783245733752</id><published>2010-04-23T22:17:00.002+01:00</published><updated>2010-04-23T22:27:42.024+01:00</updated><title type='text'>DEUS MAR GARANHÃO - MARANHÃO</title><content type='html'>Rodrigho &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Rodrigho2001@yahoo.com.br"&gt;Rodrigho2001@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; In mem&amp;#243;ria de Nill, pr&amp;#237;ncipe de S&amp;#227;o Luis. &lt;p&gt;Depois que zarpamos , parece que nem a sangria do mar aplacou a ira dos &lt;br /&gt;c&amp;#233;us! . E eu, pelas gra&amp;#231;as de Nosso Senhor , nascido em St.Germain e com &lt;br /&gt;trinta anos de vida em 1612 , marinheiro de tantas viagens, n&amp;#227;o esmoreci &lt;br /&gt;diante da covardia generalizada. Vi homens, de meninos a velhos, jogar-se &lt;br /&gt;ao mar, ou o pior, ficarem loucos e bestiais de n&amp;#227;o se poder, sequer &lt;br /&gt;acorrent&amp;#225;-los. Tamb&amp;#233;m registrei , em meu di&amp;#225;rio de bordo, que dos poucos &lt;br /&gt;l&amp;#250;cidos, brotava do cora&amp;#231;&amp;#227;o a esperan&amp;#231;a de viver para sempre. De serem &lt;br /&gt;eternos e possuir muito ouro, vastid&amp;#245;es de terras, escravos e t&amp;#237;tulos em &lt;br /&gt;sesmarias. Mas todos temiam, tinham p&amp;#226;nico da tempestade. Como infantis &lt;br /&gt;esp&amp;#233;cimes choravam. E havia dentre eles os que em mim depositavam f&amp;#233;. Como &lt;br /&gt;rebentos carentes num desespero de filhos &amp;#243;rf&amp;#227;os. Uma pena, perda de &lt;br /&gt;tempo, porque por dentro, eu me transfigurava!. P&amp;#244;r dever de oficial &lt;br /&gt;escondi o medo e me escudei na coragem que constru&amp;#237;, migalha por migalha. &lt;br /&gt;E quando estava envolvido em salvar o que a &amp;#225;gua queria roubar-nos, meus &lt;br /&gt;subordinados espadachins do mar, me cercaram e apontaram para a proa. Eu &lt;br /&gt;n&amp;#227;o conseguia enxergar direito. A ventania e a chuva se escarneciam . &lt;br /&gt;Brincavam com a minha vis&amp;#227;o. Lembro do imediato ter me dito: &lt;br /&gt;-   Senhor, v&amp;#225; at&amp;#233; l&amp;#225; e ele nos deixar&amp;#225; em paz . &lt;br /&gt;-   Ir&amp;#225; embora  se tiver o senhor! - meu capit&amp;#227;o. &lt;br /&gt;Entendi logo a situa&amp;#231;&amp;#227;o e pensei: n&amp;#227;o se confunde um Deus, submete-se e &lt;br /&gt;basta! . Como acordar o senhor  de La Ravardi&amp;#233;re? - o  nosso comandante, &lt;br /&gt;cavalheiro Daniel de La Touche , se nem a natureza impiedosa o retirou dos &lt;br /&gt;bra&amp;#231;os de orfeu?. Quem seria eu a bater-lhe &amp;#224; porta e interromper-lhe os &lt;br /&gt;sonhos, se nem a nau em desvario causou-lhe o m&amp;#237;nimo estremecimento? . Mas &lt;br /&gt;insisti na preocupa&amp;#231;&amp;#227;o. Porque  a mim, a t&amp;#227;o ins&amp;#243;lita criatura  haveria de &lt;br /&gt;desejar? &lt;br /&gt;   Enquanto, diante da cat&amp;#225;strofe,  tentava p&amp;#244;r-me em p&amp;#233; e caminhar em &lt;br /&gt;dire&amp;#231;&amp;#227;o ao mastro principal , notei que por breves momentos a escurid&amp;#227;o &lt;br /&gt;n&amp;#227;o mais existia. Apalpei a espada e me entreguei ao confronto. O vento &lt;br /&gt;arrancou-me o chap&amp;#233;u e senti o dorso despido  por conta da agonia dos &lt;br /&gt;desesperados que rasgaram-me as vestes. E o vislumbrei. Enxerguei &lt;br /&gt;nitidamente, com estes olhos azuis , quais os de S&amp;#227;o Jos&amp;#233; de Ribamar, que &lt;br /&gt;ele , o ser apocal&amp;#237;ptico que a aterrorizada tripula&amp;#231;&amp;#227;o batizou como &lt;br /&gt;Maranh&amp;#227;o, estava &amp;#224; minha espera.  A ousadia do imediato  tinha sentido. Em &lt;br /&gt;mim a divindade Maranh&amp;#227;o causou descontrole, era um misto de n&amp;#225;usea e &lt;br /&gt;usura, uma vontade de querer ter, de possuir e tocar. Embora n&amp;#227;o houvesse &lt;br /&gt;o que temer, n&amp;#227;o havia ningu&amp;#233;m , nenhuma testemunha do encontro, &lt;br /&gt;justifiquei a mim meu mart&amp;#237;rio. Sofrimento de homem do mar:  por longo &lt;br /&gt;tempo sem mulher, me afei&amp;#231;oei a for&amp;#231;ar os imberbes ajudantes e nunca, &lt;br /&gt;ainda que tentasse, escapei de me submeter &amp;#224; sanha lasciva de La Touche. A &lt;br /&gt;hora era a de n&amp;#227;o resistir . Fiquei sem fala. Ele, o on&amp;#237;rico  Maranh&amp;#227;o era &lt;br /&gt;um ser sensual , envolvente e que n&amp;#227;o se  parecia com os homens macilentos &lt;br /&gt;do velho continente. A sua nudez apol&amp;#237;nea irradiava luz.  Flutuava , &lt;br /&gt;empurrava as estrelas com os p&amp;#233;s, comandava os tuf&amp;#245;es e todo ser vivente &lt;br /&gt;dos mares o obedecia.  Desceu sobre as nuvens e me arrebatou, tentei me &lt;br /&gt;convencer que era mortal, mas ser tirado do mundo , como Catarina  a &lt;br /&gt;santa, haveria que ser pecado. Mas a quem consultar? Voltar ao navio e &lt;br /&gt;ouvir dos capuchinhos das miss&amp;#245;es, que pratiquei o  odiado e imperdo&amp;#225;vel &lt;br /&gt;pecado nefando?. Isto nunca, por esta confiss&amp;#227;o de culpa eu morreria.  E &lt;br /&gt;afirmar  que as  minhas inten&amp;#231;&amp;#245;es eram carnais e que eu queria me entregar &lt;br /&gt;ao Maranh&amp;#227;o? Isto jamais. O para&amp;#237;so &amp;#233; sublime e comprovei em seguida. &lt;br /&gt;Quando a minha alma , cheia de medos adentrou a sua, extasiei-me e  vi a &lt;br /&gt;calmaria do mar. Tudo voltou ao normal.  Do alto dos c&amp;#233;us eu estava feliz, &lt;br /&gt;eu fora o escolhido. A minha alegria era tanta que eu, num s&amp;#243; corpo com o &lt;br /&gt;maranh&amp;#227;o, dirigi a embarca&amp;#231;&amp;#227;o rumo &amp;#224;  Fran&amp;#231;a Equinocial. Tinha feito amor &lt;br /&gt;com um Deus e como her&amp;#243;i fui  o astrol&amp;#225;bio, o remo e a b&amp;#250;ssola.  Salvei a &lt;br /&gt;tripula&amp;#231;&amp;#227;o . Deixei saudades,  porque todos os embarcadi&amp;#231;os , do imediato &lt;br /&gt;ao sonolento La Ravardi&amp;#233;re,  deram vivas a Lu&amp;#237;s IX.  Houve tiros de &lt;br /&gt;canh&amp;#227;o, rufaram os tambores e fincaram a bandeira da p&amp;#225;tria m&amp;#227;e. Mas logo &lt;br /&gt;se esqueceram de mim. Nunca constei dos registros da embarca&amp;#231;&amp;#227;o.  Mas o &lt;br /&gt;Maranh&amp;#227;o sobreviveu aos homens, &amp;#224; sua vaidade e  ao seu dom&amp;#237;nio. Estamos &lt;br /&gt;sempre juntos, agora que habito o firmamento com o meu amante e senhor, &lt;br /&gt;espalhamos nossos filhos no mundo.  E cada um, nascidos de um s&amp;#243; corpo,  &lt;br /&gt;n&amp;#227;o se iguala a nenhum outro, eles tem a coragem,  a dor e o amor. &lt;br /&gt;Pe&amp;#231;am-lhes b&amp;#234;n&amp;#231;&amp;#227;os! Povoamos a Terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-5538032783245733752?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/5538032783245733752/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=5538032783245733752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5538032783245733752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/5538032783245733752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/04/deus-mar-garanhao-maranhao.html' title='DEUS MAR GARANHÃO - MARANHÃO'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-4733318331248080760</id><published>2010-04-23T06:41:00.001+01:00</published><updated>2010-04-23T06:41:12.342+01:00</updated><title type='text'>Fogo de Artifício</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT size=2 face=Arial&gt;Pedro Nascimento&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT size=2 face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT size=2 face=Arial&gt;Seis meses depois, Mário ainda continuava a sentir  um certo prazer quando entrava no banco e via a placa na porta do seu gabinete:  Mário Santos, gerente. Apesar de se tratar da sucursal mais pequena das duas do  banco para o qual trabalhava, aos 41 anos, Mário podia-se considerar um homem  bem sucedido e com um futuro brilhante pela frente. Entrou. Tinha uma figura  pequena mas atraente no seu fato de bom corte, cinzento, que lhe dava um ar um  tanto austero. Embora se vestisse sempre assim para trabalhar , nesse dia tinha  um aspecto ainda mais formal do que o habitual porque ao meio dia ia ter uma  reunião com os membros mais antigos do banco e um ou dois queriam apanhá-lo em  falta. Ele não tinha sido o seu candidato preferido para o lugar, e tinham  tendência a menosprezá-lo por ainda continuar solteiro e sem constituir família  . Além disso, tinha cometido outro crime grave: aparentar um ar demasiado jovem  e ser demasiado inteligente e criativo. Durante as primeiras semanas, Mário  tinha tido que impor a sua vontade com firmeza, o que não agradara a algumas  pessoas. Principalmente aos mais velhos que não viam com bons olhos serem  comandados por alguém "tão novo". Agora tinha menos problemas, mas tinha de  andar com cuidado. A sua arma secreta eram uns óculos de armação castanha e  sóbria. A sua visão era perfeita e as lentes não eram graduadas, mas ele  usava-os quando tinha que impressionar e mostrar um ar ainda mais sério e  inteligente. Enquanto atravessava o chão de mármore a caminho do seu gabinete,  olhou para o grupo de pessoas que esperavam para falar com ele. O primeiro da  fila era um jovem completamente desfocado daquele ambiente e Mário não conseguiu  evitar ficar a olhar para ele. Era difícil ficar indiferente perante tanta  beleza, sensualidade, e juventude. O rapaz usava calças de ganga justas, já  muito surradas e uma t-shirt justa azul escura que realçava todos os traços do  seu corpo bem constituído e definido. Tinha o cabelo escuro, liso levemente  despenteado, e uns lábios grossos, muito vermelhos em contraste com uma pele  muito clara e aveludada. Mas o que mais atraiu Mário, foi a exuberante juventude  deste. O que ele não daria para ser assim jovem e atraente para sempre... Mário  abanou a cabeça enquanto perguntava a si mesmo se aquele belo rapaz poderia ser  igualmente gay? De qualquer maneira, havia qualquer coisa nele que mudou o  ambiente cinzento do banco. Foi com esforço que voltou à realidade. Ao lado do  rapaz estava o senhor Neves, um homem idoso que não deixava de olhar para o  relógio. Depois, para horror de Mário, estava a senhora Rosa, uma velhota viúva  que vivia de um subsidio que cada vez valia menos. A senhora Rosa era uma mulher  de outra época que não percebia nada de dinheiro, mas que tinha uma fé cega em  que Mário lhe resolveria todos os seus problemas. A situação devia ter piorado  porque ao ver Mário, a senhora agarrou-lhe no braço e começou a falar-lhe dos  seus problemas. No mesmo instante, o senhor Neves interrompe-os. - caso não  saiba, há uma ordem de chegada. - Oh, meu Deus, desculpe - gaguejou a velhota,  visivelmente perturbada. - desculpe, mas... - Não suporto as pessoas que furam  as bichas - anunciou o senhor Neves em voz alta e desagradável. - Não vejo  ninguém que tenha furado a bicha - observou o rapaz num tom calmo. - Disparates.  O senhor viu o mesmo que eu e esta senhora saltou a vez dela. - Não saltou nada  - insistiu o rapaz - Eu sou o primeiro e ofereci-me para trocar de lugar com  ela, está a ver? - O rapaz levantou-se e sentou-se do outro lado do senhor  Neves, ocupando o lugar que a senhora Rosa acabara de deixar vazio. - Agora, ela  ficou com o meu lugar e eu com o dela e o senhor continua a ser o segundo, tal  como era. Não há necessidade de fazer um escândalo por uma coisa sem  importância. - Nesse instante sorriu para a velhota. -- Não se preocupe, está  tudo bem. - Oh, obrigada, obrigada, Deus lhe pague disse ela muito agradecida.  Depois voltou a pendurar-se no braço de Mário e recomeçou a falar. - Desculpe,  não queria entrar em saldo negativo e quando vi o encargo da conta... - A  velhota quase chorava enquanto apertava cada vez mais o braço de Mário. - Quando  se entra em saldo negativo temos que cobrar o encargo - explicou Mário  gentilmente, - contudo, como a senhora é cliente à tantos anos, veremos o que  podemos fazer... Ana, podes chegar aqui um momento, por favor? Uma jovem de  cabelo louro quase platinado saiu detrás do balcão. - Senhora Rosa, a Ana vai  resolver tudo agora mesmo. - Oh, muito obrigado - a velhota foi com Ana  libertando finalmente o braço de Mário. Mário virou-se e descobriu o rapaz a  olhar fixamente para ele com um sorriso que lhe realçava os olhos do azul mais  brilhante que Mário tinha visto na vida. Sentiu um impulso arrebatador de lhe  devolver o sorriso, mas conteve-se. - Vou ter de esperar muito tempo? -  perguntou o senhor Neves num tom exigente. - Já pode entrar, senhor Neves -  Disse-lhe Mário, imperturbável. - Embora, como já lhe expliquei na carta que lhe  enviei, não posso fazer nada no seu caso. Passaram 15 minutos durante os quais o  senhor Neves tentou forçá-lo a aumentar-lhe o crédito que lhe tinham dado, mesmo  depois de ter ultrapassado o limite por sua culpa. O seu fracasso pô-lo ainda de  pior humor. - Vou escrever para a sede e queixar-me de si - ameaçou o homem  enquanto Mário o acompanhava à porta. - Acho que é o melhor, faça isso -  respondeu friamente. - Bom dia, senhor Neves. Depois, sorriu ao rapaz. - Vou  atendê-lo já. - Não se preocupe não tenho pressa. Estou muito bem onde estou -  disse-lhe sorridente. O rapaz apontou para a senhora Rosa que tinha voltado e se  tinha sentado a seu lado. Agora, a velhota tinha uma expressão muito mais viva e  alegre. Mário fechou a porta do seu gabinete, mas ainda ouviu o senhor Neves  dizer. - Não pense que vai conseguir alguma coisa com esse gerente... - Talvez  não - respondeu o rapaz, - mas a natureza não me «favoreceu» com a sua simpatia  e o seu encanto! Mário sorriu. Embora não soubesse o que o tinha levado ao  banco, era inegável que ele tinha alegrado aquele local. Antes de o mandar  entrar no gabinete, fez um telefonema em resposta a uma nota que a sua  secretária lhe tinha deixado em cima da mesa. - Queria falar com o senhor Pedro  Reis, por favor...Pedro? Recebi a tua mensagem... Pedro Reis, era um médico com  quem ele andava havia já mais de 20 anos. Era recto, respeitável, amoroso,  inteligente, culto, e muito trabalhador. O companheiro perfeito para a vida  inteira. A sua voz ganhou subitamente um tom paternal e meigo ao ouvir a voz  dele. - Só queria ver se o que combinámos para hoje à noite se mantêm - disse  Pedro. - Reservei uma mesa no teu restaurante preferido. - Sim. Mal posso  esperar pela hora do jantar. Murmurou Mário com doçura. - Então, vou buscar-te à  sete. - Está bem. - Até logo amorzinho. Amo-te muito. - Eu também te amo  muito... Mário gostava muito de Pedro mas a verdade é que eram cada vez mais  raras as vezes em que eles tinham tempo para se encontrar . Como um médico bem  sucedido Pedro era demasiado ocupado e, ainda por cima, andava ao mesmo tempo  com outro... Pois, tinham uma relação muito liberal. E Mário sentia-se sempre  demasiado só. Por fim abriu a porta e sorriu para o jovem. - Já pode entrar. O  rapaz levantou-se. Tinha uma figura muito jovem e esbelta. No gabinete de Mário,  sentou-se numa cadeira em frente da secretária e esticou as pernas até ficar  confortável. Era uma figura incongruente com a severidade do escritório, mais  pelo brilho dos seus olhos que pelo seu estilo informal. E foi esse brilho que  mais cativou Mário. - Aquele sujeito era insuportável. Costuma ter de aturar  muitos clientes assim durante o dia? - Perguntou o rapaz olhando-o nos olhos ao  mesmo tempo que sorria de uma forma encantadora. Mário teve a sensação de que o  brilho do seu olhar iluminava o gabinete ao mesmo tempo que começava a despertar  dentro dele emoções há muito adormecidas. - Bom, diga-me então o que é que eu  posso fazer por si, por favor? - Perguntou Mário com firmeza tentando quebrar o  ambiente de intimidade que parecia ameaçar instalar-se entre os dois, enquanto  abria caixa dos óculos para os pôr. - Preciso de duzentos contos... - E para o  que é que precisa desse dinheiro? - Para comprar um computador. - Um computador?  - Sim. Para me expandir no negócio. Trabalho com fogos de artifício. Quero  comprar fogos de artifício melhores e fazer exibições maiores e mais completas.  Tenho muitas ideias em relação a como melhorar o espectáculo, mas falta-me o  dinheiro necessário. Com duzentos contos podia comprar um computador que me iria  ajudar muito no meu trabalho. - Há quanto tempo é que trabalha nesse ramo? - Há  seis meses. - Qual é o seu nome e morada? - Vivo numa roulotte. Mário, deixou  cair a caneta em cima da mesa da secretária e suspirou. -Lamento, mas se não  possui uma morada fixa, não lhe podemos conceder um empréstimo. - Mas eu tenho  muitos clientes... - Lamento. - Repetiu Mário com firmeza. - Mas eu ainda não  lhe falei sobre o meu negócio. Veja. O rapaz tirou um álbum de fotografias e  abri-o em cima da secretária. Estava cheio de fotografias ampliadas de fogos de  artifício, explodindo em cores brilhantes: rosas, azuis, vermelhos, verdes,  amarelos e brancos. - Este é o meu trabalho - disse ele. - Contratam-me de todas  as partes do país. Uma roulotte é a maneira mais eficiente de viver e trabalhar  neste negócio. - Tem alguém que possa ser seu fiador? - Ninguém a quem eu queira  pedir. Quero fazer isto sozinho. - Está a pôr-me tudo muito difícil... Tenho de  meter estes dados no computador e com os resultados que tenho o computador  desatava a rir. - Os computadores não riem - disse ele sério, - isso é o mal  deles. As pessoas riem-se, cantam, choram e admiram-se nos meus espectáculos e  depois vão-se embora felizes. O que é que os computadores sabem disso? - Estou  perfeitamente de acordo, mas preciso de qualquer coisa mais do que a sua  imaginação. - Oh, sim, a imaginação... Que pecado! - Está a fazer-me perder  tempo... Isto é um banco, não somos a Santa Casa. Enfim, se não tem ninguém para  fiador, diga-me, quanto é que vale o material que tem? - Tenho uns novecentos  contos em fogos de artifício neste momento, mas como esta noite vou utilizar a  maioria, não vai restar muito. - O que é que há na sua roulotte? Quanto é que  ela pode valer? - Nada, comprei-a em terceira mão. Está sempre a estragar-se e  passo a vida a arranjá-la. Mário, desesperado, voltou a atirar a caneta para  cima da mesa. - Acho difícil de acreditar que tenha tido a coragem de vir aqui  pedir um empréstimo... - disse Mário sem conseguir controlar a agressividade que  de repente se apoderara dele. - Não está a contar com o meu talento nem o meu  trabalho, acha que isso não vale nada? - Infelizmente, não se pode representar  com contas e números. - E se não se pode representar com contas e números é como  se não existisse, não é? As pessoas como você dão-me pena. - Alem de ser  irresponsável, é impertinente. -Dá-me pena porque não consegue levantar a cabeça  dos números. - É um requisito do meu trabalho - respondeu Mário num tom gélido.  - O senhor é demasiado jovem e bonito para se consumir entre quatro paredes com  a sua secretária e o seu computador. Mário ficou perplexo. Como é que ele  poderia ter tanto a certeza da sua homossexualidade? Que atrevido! - A minha  vida não lhe diz respeito, mas vou dizer-lhe uma coisa: baseia-se em valores  morais e credibilidade, coisas de que o senhor nem parece ter ouvido falar.  -Pelo contrario, ouvi falar disso até demais... como se fosse a única coisa  importante neste mundo. E fica tudo reduzido a quê? à sua procura infinita de  dinheiro? - deixe-me recordar-lhe, que o senhor veio aqui à procura de dinheiro.  - Sim, é verdade mas só para o transformar numa coisa maravilhosa. - Em fogo de  artifício - disse Mário com desdém. - Por favor! - Uma exibição de fogo de  artifício pode ser uma obra de arte. - Como é que se atreve a comparar-se com um  artista? - Sou mais artista do que o que pintou estes quadros que tem pendurados  na parede. Sabia que os escolheram porque transmitem paz mental? Noutras  palavras, o seu valor está na sua neutralidade. A arte devia fazer gritar e  chorar as pessoas, e, nesse sentido, sou um artista. - Bom, acho que isso é tudo  o que ...- Mário usou um tom de voz que indicava que dava por acabada a  entrevista. - Posso fazê-lo ver o universo como nunca o viu - continuou ele,  interrompendo-o - Posso mostrar-lhe todas as cores do arco Íris a chover-lhe de  mil maneiras. Aposto que não há cor na sua vida... - Sou empregado de um balcão,  não me pagam para por cor na minha vida . Respondeu Mário seriamente. - E o seu  coração? - de repente, o rapaz olhou-o com um olhar ainda mais penetrante como  se o quisesse atingir bem fundo. - Não veio aqui para falar no meu coração. - A  quem é que pertence? - Já chega. Por favor, peço-lhe que se vá embora. - Se me  for embora é porque falhei. - Falhou. Este banco não vai poder dar-lhe nenhum  empréstimo. - Não estou a falar do meu empréstimo, mas de si, de um rapaz  fechado num buraco. Se o pudesse tirar deste buraco, podia mostrar-lhe  maravilhas. Mário sentia que tinha sido traído pelo seu próprio olhar. A  expressão dele indicava-lhe que já não estava a falar de fogo de artifício. -  Maravilhas- repetiu ele com uma voz que, misteriosamente, se tinha suavizado. -  Magia. Percebe alguma coisa de magia? - Eu... Não. - Não, claro que não. Para si  só há uma vida, o aqui e agora. Mas o que é que me diz do outro mundo onde  acontecem coisas maravilhosas? Se não entrar em contacto com esse mundo não vai  saber nunca o que é realmente viver. O seu namorado, sério, o que usa gravata,  ensinou-lhe o que é magia? De repente Mário sentiu que o rapaz tinha razão.  Tinha acabado de completar 41 anos, e a sensação que tinha, era de haver  desperdiçado a maior parte da sua juventude... - Já chega - disse Mário com  firmeza. - Desculpe, mas não lhe posso dar o empréstimo. - Não decida ainda  -disse ele sem prestar atenção ás palavras de Mário. - Venha ver o meu  espectáculo. É hoje à noite, como encerramento das festas daqui. Vejamos se a  gloria do fogo de artifício não o fazem mudar de ideias. - Nada me vai fazer  mudar de ideias- disse Mário com algum desespero. - Bom, então...até logo à  noite! Junto da porta despediram-se com um aperto de mãos. No mesmo instante  Mário sentiu como se tivesse recebido uma descarga eléctrica. - Adeus, senhor  Gil. Quando o rapaz se foi embora, Mário respirou profundamente. Olhou à volta  e, de repente, aquele gabinete parecia vazio demais, sem encanto....como uma  prisão. E era assim que ele se sentia também por dentro. Depois fechou os olhos  e abanou a cabeça para clarificar as ideias. A porta voltou a abrir-se e a  senhora Rosa entrou. - Só vim para lhe agradecer - disse a velhota, - não queria  incomodá-lo enquanto estava com aquele jovem tão simpático e agradável. - Uma  pessoa estranhíssima! - Retorqui-o Mário sem conseguir controlar-se. - Não sei o  que têm os jovens de hoje - disse a velhota. - Já não têm ideais nem valores.  Mas claro que felizmente existem algumas excepções..., emendou a velhota,  olhando para ele. Mário ficou satisfeito por, apesar da idade, ainda continuar a  ser visto como se fosse um jovem... Ás sete horas em ponto, Pedro foi buscá-lo a  casa e foram no seu carro brilhante ao restaurante gay mais selecto e caro da  pequena cidade. Uma vez ali, o empregado conduzi-os a uma das poucas mesas  vazias que ficava junto a uma janela que dava para um pequeno jardim onde se  podia admirar várias acácias em flor que lançavam um perfume embriagante no ar.  Mário reparou discretamente nos outros pares de gays que se encontravam no  restaurante e sentiu-se bem por estar ali rodeado por outras pessoas como ele e  ao lado do homem que tanto amava. Naquela atmosfera familiar e na companhia de  Pedro podia relaxar-se. Pedro tinha 38 anos mas também parecia ter bem menos  idade. - Será que as obras da nossa casa de campo vão finalmente ficar prontas,  no final deste mês?- Perguntou Pedro com preocupação- - Espero bem que sim.  Também já estou farto de esperar. Até parece que aquilo não anda nada e o  dinheiro que temos disponível para a obra está todo a desaparecer... - Estou  ansioso para ter logo a nossa casinha pronta... - disse Pedro num tom doce e  apaixonado. - Também eu, amorzinho - respondeu Mário no mesmo tom apaixonado. -  Desculpa mas infelizmente, não vou poder ficar mais tempo contigo depois de  jantarmos - disse-lhe Pedro com alguma tristeza - mas combinei passar por casa  de uma colega por causa de um trabalho muito importante, para o meu  doutoramento. - Está bem - disse Mário conformado. Já estava habituado - eu  aproveito e talvez vá dar uma olhada no fogo de artifício. - Sim, boa ideia faz  isso. Eu posso levar-te lá e depois combinamos um local para eu te ir pôr em  casa depois de me ter despachado.... Já passava das 9 horas quando saíram do  restaurante. O trajecto de carro até à feira só demorou uns minutos. Quando  Pedro parou o carro para o deixar, Mário reparou numa roulotte que estava  debaixo de uma árvore. Num dos lados da roulotte lia-se: "O maravilhoso fogo de  artifício do Gil". Mas não havia rasto do seu dono. Saio do carro, depois de se  ter despedido de Pedro e combinado naquele mesmo local por volta das 11,30  horas, e dirigiu-se à feira na expectativa de apreciar "as maravilhas do fogo de  artifício" de que o rapaz tanto lhe falara. Naquela noite, uma estranha  inquietação tinha-se apoderado dele, empurrando-o a vaguear por entre as pessoas  que enchiam o recinto da feira, quase sem se dar conta de que na verdade ansiava  voltar a encontrar aquele rapaz maravilhoso que tanto o havia impressionado. -  senhores e senhoras, o fogo de artifício vai começar nos campos adjacentes ao  recinto... - a voz vinha de uns altifalantes. E pareceu-lhe ser a voz de Gil.  Mário chegou quando os primeiros foguetes explodiam deixando rastos de luzes  douradas no céu escuro. A multidão olhava para o céu e exclamava. Mário viu o  rapaz em cima de uma plataforma, a lançar os foguetes. As luzes e as sombras  conferiam-lhe o aspecto de um mago. Mário observou-o com fascínio. Ele acendia o  fogo. Era mágico. E, até àquele momento, na vida de Mário não tinha havido muita  magia. O rapaz lançou três foguetes, um depois do outro. Quando chegaram lá  acima explodiram em nuvens de chuva dourada. As pessoas espantavam-se quando,  separados, cada um voltou a explodir em luzes multicolores que caíram como  chapéus de chuva. Mais foguetes a explodirem como flores no céu negro. Cores  incríveis. Não eram só cores, mas tons de luzes. Luz Beleza... Havia arte mas  também havia inteligência. Mário olhou à volta. Como o rapaz lhe tinha dito,  todos olhavam para cima com olhos brilhantes e um sorriso nos lábios. Os rostos  das crianças estavam maravilhados. E então acabou. A última luz extinguiu-se no  céu e a multidão deu um suspiro em conjunto. De má vontade, todos baixaram o  olhar para a terra, de regresso aos problemas do quotidiano que, tinham  esquecido por breves instantes. O rapaz saltou da plataforma e aterrou quase à  frente de Mário. Sorria. - Vieste. Eu sabia que vinhas. - Foi por acaso que... -  Claro. E felizmente que há acasos. Que seria da vida sem estas surpresas? - Não  sei - respondeu Mário a devolver-lhe o sorriso. - Talvez, tenhas descoberto o  segredo... Um miúdo de uns 16 anos aproximou-se. - Gil, deixa-me arrumar tudo,  por favor - disse num tom urgente. - Está bem, Luís. Já sabes onde está o balde,  faz isso bem. - Posso vir amanhã ajudar-te? - Não - respondeu o rapaz com  firmeza. - Amanhã, vais ao centro de emprego procurar um trabalho a sério. - Eu  gosto deste - protestou Luís. - Vamos, vai trabalhar - disse-lhe o rapaz, sem  desviar o olhar de Mário um instante. O miúdo fez uma careta, mas foi-se embora.  Em resposta à expressão interrogativa de Mário. O rapaz disse: - O Luís é um  puto daqui que não deixa de se colar a mim. Não o posso contratar, mas deixo-o  fazer algum trabalho de vez em quando. Agora, foi apanhar os foguetes que não  explodiram; e mete-los em água para evitar problemas. Vem, vamos. O rapaz  pegou-lhe no braço e começou a caminhar. - A onde vamos? - Beber um chá, tenho a  garganta seca. Parou em frente de uma carrinha que vendia chá e o servia em  copos de plástico. A Mário soube-lhe melhor do que o vinho que bebera no  restaurante. Mário sentiu uma coisa muito estranha que ao principio não  reconheceu. Era como um prazer imenso e radiante que começava no coração e  depois alastrava para as extremidades. Sentia-se vivo. Não se lembrava de já ter  sentido algo parecido. Por fim, apercebeu-se que era felicidade pura e simples.  E era por estar com aquele rapaz, com aquela criatura extraordinária que criava  maravilhas, magia. Então maravilhou-se consigo mesmo. O que é que tinha  acontecido ao Mário de sempre? O rapaz era só alguém que tinha feito uns truques  inteligentes com pólvora e ele não era uma pessoa fácil de entusiasmar. Contudo,  continuou a sentir-se feliz. - Gil, ora estás aqui! - exclamou um homem que se  aproximou deles. O rapaz fez as apresentações. O homem em questão era um gay de  meia idade, um bocado efeminado, e o responsável pela organização da feira. - O  fogo foi muito bom - disse o homem. - O melhor que eu já vi. Ficas contratado  para o ano que vem. -Se ainda tiver o negócio - respondeu o rapaz. - Claro que  sim, vais ter muito trabalho. Bom, pega no teu cheque e assina aqui. Quando o  homem se foi embora, o rapaz surpreendeu Mário a olha-lo com uma expressão  duvidosa. - Juro-te que não tinha planeado que ele aparece-se aqui à tua frente-  disse o rapaz com a mão sobre o coração. - Pois. Não me surpreendia nada! Mas  não me digas que aquilo de «se ainda tiver o negócio» não era para mim?! - Bom,  se calhar, mas olha - o rapaz mostrou-lhe o cheque de 800 contos. - Não é mau de  todo, não é? - Desses 800 contos., quanto é que é o lucro e quanto é que vais  gastar em material para o próximo espectáculo? - Por favor, deixa de ser tão  prático - pediu-lhe o rapaz - Deixa de ser prático! E quer ele que o banco lhe  empreste dinheiro! - brincou Mário. - Bom, agora que já viste, o que é que  achaste? - Maravilhoso. E és um artista, mas... O rapaz tocou-lhe nos lábios  para o calar, o que provocou em Mário um ligeiro tremor. - Agora não, deixa o  «mas» para depois. Há quanto tempo é que não vens a uma feira? - Oh... há anos.  - Nesse caso, vamos aproveitar. Sem lhe dar tempo para falar, pegou-lhe no braço  e arrastou-o até à «Serpente». Num instante, Mário viu-se sentado num carrinho  enquanto alguém lhes punha uma barra de metal à frente. - Estás maluco - disse  Mário a rir- nunca andei nisto. - Mais uma razão para o fazeres agora - o rapaz  pegou-lhe na mão. Esquece que és o gerente de uma sucursal bancaria por uma  noite. Transforma-te numa pessoa normal e desfruta destes prazeres simples. De  repente, para Mário era óbvio que era assim que devia viver a vida. Não podia  imaginar como tinha conseguido viver tanto tempo sem compreender uma verdade tão  vital. Apertou as mãos do rapaz e lançou um grito surdo quando o carro se pôs em  movimento. O percurso era circular, com duas subidas seguidas de duas descidas  vertiginosas. Depois da primeira Mário agarrou-se ao braço do rapaz. Depois,  recuperado da surpresa, agarrou-se à barra de segurança. Mas não deixava de  escorregar para baixo. - Não te preocupes, eu seguro-te - o rapaz pôs-lhe um  braço à volta enquanto agarrava na barra com outra mão. Mário devia sentir-se  seguro, mas era a última coisa que sentia. O mago emanava um poder carregado de  electricidade que sentia em si próprio. Devia estar louco para ter concordado em  sentar-se ali com ele. E se algum dos seus colegas ou clientes do banco o viam  ali assim agarrado a um rapaz? Mas Mário já tinha perdido todo o controlo sobre  si mesmo e não conseguia deixar de se sentir demasiado feliz e completamente  despreocupado ao lado daquele rapaz maravilhoso. Quando finalmente a serpente  parou, Mário sentiu o bafo quente de Gil e, subitamente, julgou que este o ia  beijar. Mas o rapaz ficou parado a olhá-lo nos olhos e as suas bocas estavam tão  perto uma da outra que Mário sentiu que a boca de Gil esperava ansiosamente pela  sua. E completamente hipnotizado por aqueles lábios sensuais e vermelhos como  morangos, Mário não hesitou e beijou-os com sofreguidão E ambos se entregaram um  ao outro naquele beijo apaixonado... E foi como se o tempo tivesse parado nesse  instante e o mundo à sua volta não tivesse mais importância... Quando chegou a  hora de ir ter ao local onde havia marcado com Pedro, despediu-se do rapaz  depois de haverem combinado encontrar-se na noite seguinte em sua casa onde  inevitavelmente iriam fazer amor. Mário sentia-se completamente eufórico e feliz  com o que lhe tinha acontecido. Era óbvio que estava completamente apaixonado  por aquele rapaz maravilhoso... Que horror! Logo ele. O director de um banco que  tinha de manter uma imagem séria e responsável. Ir apaixonar-se logo por um  mágico, como se fosse um jovem adolescente... - O que é que te aconteceu? -  perguntou-lhe Pedro desconfiado - deves ter conhecido alguém...Não me enganas.  Conheço-te! - Sim. Conheci um rapaz maravilhoso e lindo que tem todo o tempo do  mundo para mim. E em exclusivo - Respondeu-lhe Mário com ironia. - Bem sabes que  não tenho culpa. Estás a ser injusto. Mas ainda bem que estás feliz. Pedro  estava tão seguro em relação ao amor de Mário e na "relação" que tinham, que  encarou tudo como mais uma paixonite... Mas Mário não estava tão certo disso...  Mário acordou com a sensação de que tinha vivido um sonho na noite anterior na  feira com aquele rapaz maravilhoso. Mas também se sentia um bocado ridículo por  ter sucumbido tão facilmente aos encantos do rapaz. Ele que já passara dos 40...  Deu um grunhido quando se lembrou da facilidade com que tinha arriscado beijá-lo  em público, na roda gigante. E não lhe podia ter sabido melhor aquele beijo. E  durante aqueles momentos tinha-se entregado completamente, tal como um  adolescente ao seu primeiro beijo... Aquele rapaz representava tudo o que ele  mais reprovava e temia: instabilidade emocional. Que o conduziria  inevitavelmente para a derrocada financeira. Pois, estava a atravessar uma boa  face financeira e isso só se devia ao facto de se entregar, quase, inteiramente  ao seu trabalho no banco. Como poderia ele ser capaz de conciliar uma paixão que  ameaçava ser completamente avassaladora, com contas e números? Mário estava  demasiado habituado a levar uma vida refinada e desafogada, para se conseguir  imaginar a viver na dureza ao lado de um rapaz, que tinha menos dinheiro para  gastar durante o mês, do que ele costumava gastar em cosméticos, para continuar  sempre com aquele aspecto tão jovem... Mas receava que fosse tarde demais, pois  a febre da paixão já se começava a apoderar dele e era fácil de perceber, os  estragos que esta iria causar na sua vida. Tantos anos tentando amadurecer  emocionalmente, e construindo uma relação madura e sólida, para agora se deixar  perder numa aventura irresponsável e perigosa. Mas talvez ainda estivesse a  tempo de recuar... Enquanto conduzia para o trabalho, tomou várias decisões.  Aquilo não poderia continuar. Ia dar instruções aos empregados para que, quando  Gil aparecesse no banco, não o incomodarem. Assim que entrou lá dentro, chamou a  secretária ao seu gabinete. - Quero que tomes nota disto - disse com uma voz  profissional - Se um tal Gil aparecer hoje de manhã para levantar um cheque da  câmara, por favor, certifica-te de que... Mário parou e respirou profundamente.  Enquanto lhe surgiam imagens de luzes coloridas no céu, pessoas a rir,  exclamações de admiração, os braços de Gil à volta do seu pescoço... aquele  beijo! - Sim? - perguntou a secretária, que o olhava fixamente. - Por favor,  certifica-te de que... Me chamam para eu falar com ele. - É uma quantia  importante? - 800 contos. A secretária franziu o sobrolho. - Por uma quantia  assim, não costumas... - Ana por favor, faz o que te pedi. E diz a todos. - Sim,  está bem. Mário tentou em vão concentrar-se no trabalho. Chegou o meio dia, mas  Gil não tinha dado sinal de vida. Decidiu comer uma sandes de queijo, que  trouxera de casa, no seu gabinete, em vez de ir almoçar. O tempo continuou a  passar e o banco fechou como sempre ás 3. Mário ficou a trabalhar mais uma hora,  antes de dizer à sua secretária. - Tenho de me ir embora. Deixa esses papeis em  cima da minha mesa, eu vejo-os amanhã. Quase correu até ao carro e, pouco  depois, ia a caminho do recinto da feira. Quando lá chegou, encontrou o local  desolado. Os quiosques e as tendas tinham misteriosamente desaparecido e estavam  a desmontar as atracções. A roulotte, também já não estava lá. De repente,  sentiu-se evadido por uma enorme sensação de amargura e solidão. O mago tinha-se  esfumado. Ficou com medo de não voltar a vê-lo. - Estás à procura do Gil? Mário  sobressaltou-se. Virou a cabeça e viu um homem de idade avançada, dono da  carrinha de chá. - Sim. Ele disse-me onde ia, mas esqueci-me de apontar e... - o  seu atrapalhamento parecia típico de um adolescente. - O Gil foi lançar uns  foguetes na festa de aniversário do filho de um senhor que esteve aqui, hoje de  manhã... - Não me sabe indicar onde fica esse local? O velhote franziu o  sobrolho enquanto Mário continha a respiração. - Acho que ele falou na Rua dos  Amores. Que fica em Vila Alegre... A Vila Alegre ficava perto dali, Mário  decidiu pôr-se imediatamente a caminho. Por fim avistou a Rua dos Amores. Era  uma rua ampla e ladeada de árvores frondosas ao longo dos passeios. As  habitações eram constituídas de pequenas vivendas, e estavam todas rodeadas de  pequenos jardins muito bem tratados. E pintadas de cores vivas e alegres. E como  estava calor, a maior parte delas tinham as janelas abertas, por onde se podia  contemplar a alegria e o riso das pessoas. Mário reparou que o interior das  casas parecia muito confortável e bonito. Não restavam dúvidas de que o nome da  vila fazia todo o sentido. Era realmente um bairro muito "alegre". Ele não pôde  deixar de se imaginar a viver ali com... o Gil. Mas, de repente, sentiu-se  culpado por ter estes pensamentos quando se lembrou de Pedro. Percorreu a rua  devagar, olhando para um lado e para outro, completamente fascinado com o  ambiente calmo e amigável que se podia sentir ali. E quase não via a carrinha do  Gil que estava estacionada ao lado da garagem da casa que procurava. Mal o  avistou, não conseguiu evitar desatar a correr em sua direcção. Quase lhe saía o  coração pela boca, quando avistou por fim Gil sentado dentro da carrinha a  conferir uns papeis. - Ainda bem que te encontro. Um velhote da feira disse-me  que tinhas vindo para aqui. - Esperei por ti até ás 5 - respondeu o rapaz  encantado e feliz por o ter ali na sua frente. - de repente surgiu-me este  trabalho. E como pensei que já não vinhas... - Desculpa, mas não me consegui  despachar mais cedo... Tive um dia muito atribulado no banco - Desculpou-se. -  Eu sei. E nem percebo como és capaz de aguentar aquela rotina todos os dias. -  Que remédio! Suspirou Mário com resignação. - Podes ir lá amanhã para falarmos  melhor sobre o teu empréstimo... - Pensei que não me ias dar nenhum empréstimo?  - disse num tom irónico. - Pois, mas depois do que vi ontem à noite, mudei de  opinião. - Entra - Pediu Gil, a retirar-se para o interior da roulotte. Dentro  da roulotte, encontrou um espaço habitável, apesar de bastante reduzido, cheio  de caixas que tinham foguetes, cabos, ganchos e todas as ferramentas da  profissão. Contudo, estava muito mais arrumado do que Mário esperava. Não  faltava sequer alguns objectos decorativos sobre os pequenos móveis de madeira,  nem umas prateleiras cheias de livros. E olhando em pormenor, Mário pode  descobrir alguns títulos bastante sugestivos, como "Querelhe" de jean Genet, "Um  belo quarto vazio" de Edmundo White, ou "não digas a ninguém", de Jaime Byly.  Assim como uma data de revistas gays estrangeiras dentro de uma caixa de  papelão, arrumada por debaixo da cama, e ainda um número da Super G, atirados  sobre o assento forrado com tecido xadrez, deixando bem claro o seu interesse  pela leitura. O que agradou imenso a Mário, já que ele também adorava quase tudo  o que era papel impresso. Mas, o que mais chamava a atenção, era um póster  promocional da Super G, onde se podia ler "Gays que (também) funcionem à frente,  procuram-se ". E Mário não pode evitar um sorriso, e perguntou-se, se Gil,  apesar do seu ar imaculadamente másculo, também funcionaria devidamente na parte  da frente... Mas desejava-o com tanta intensidade que nesse instante essa  questão lhe pareceu perfeitamente irrelevante... Naquele momento, sentiu que  seria bem capaz de trocar todo o conforto do seu espaçoso e confortável  apartamento num dos melhores bairros da cidade, para viver, para sempre, ali ao  lado de Gil. Na verdade, era isso, aquilo que ele mais desejava naquele  instante. - Deixa-me olhar para ti - o rapaz pôs-lhe as mãos nos ombros. - Estás  bem? - Claro que sim, porque é que não havia de estar bem? - Pela maneira como  desapareceste ontem à noite... Deixaste-me preocupado... O teu namorado não  ficou chateado por teres ficado comigo até tão tarde? - Não. Mas deixemos o meu  namorado fora disto - respondeu com rispidez. - É melhor, - concordou - falemos  então de nós. Mário afastou os olhos, não queria que Gil notasse o prazer e a  satisfação que sentia, por estar ali com ele. Gil pôs água ao lume e  arranjou-lhe um lugar no sofá. A atmosfera era acolhedora e doméstica. Muito  diferente da extravagancia da noite anterior. O rapaz acabava de servir o chá,  quando bateram à porta da roulotte. Logo a seguir, a porta abriu-se e um homem  pôs cabeça lá para dentro. - Gil, ainda bem que já chegaste. - Boa noite, senhor  Luís - saudou o rapaz. O senhor Luís tinha um olhar devorador e indiscreto, que  se cravou imediatamente em Mário, enquanto falava. - Não me tinhas dito que ias  trazer o teu namorado para ajudar. Já combinámos o preço, não te vou pagar mais  - disse o homem em tom de brincadeira. - E eu também não lhe vou pedir mais,  senhor Luís, conheço bem a sua fama de sovina...- retorquiu Gil a rir. - Ainda  bem que está tudo certo. Venham, vou-lhes mostrar onde podem colocar as vossas  coisas. Mário ia começar a explicar-lhe que não estava ali para ajudar Gil, mas  o homem tinha já dado meia volta e estava a chamar outro indivíduo que  entretanto aparecera espreitando da janela do andar de cima. - Este é o bairro  gay mais típico da cidade. Eles vivem juntos com o filho de um deles como uma  verdadeira família - segredou-lhe Gil, enquanto carregava uma das caixas para  fora da roulotte. - Pois, já tinha ouvido falar deste bairro, mas ainda não  sabia que éramos namorados - disse-lhe Mário com ironia, tentando manter um ar  sério. - E se eu te pedir namoro agora mesmo, aceitas? - Aceito - respondeu  Mário, olhando-o bem nos olhos - mas só com uma condição... Tens de me retribuir  o beijo que te dei ontem na feira. Gil, pousou imediatamente a caixa no chão,  aproximou-se de Mário, puxou-o para si, e beijou-lhe demoradamente a boca ainda  com maior ardor e paixão do que da primeira vez... Quando o rapaz acabou de o  beijar, Mário parecia paralisado, e Gil teve de o abanar para o acordar. - Agora  vamos - pediu o rapaz - não tenho a noite toda. Quando tudo ficou pronto, Gil  ligou um cabo eléctrico onde colocou os foguetes, separando-os com intervalos de  um metro. Dentro de casa, a festa já tinha começado. E lá fora, ficara  completamente escuro. O rapaz tirou uma lanterna grande, deu-a a Mário e  pediu-lhe que segura-se nela. Mário ficou a olhar para ele. O rapaz estava de  cócoras, com a cabeça baixa, concentrado no que estava a fazer. Com surpresa,  Mário percebeu que se estava a divertir. - Já podem começar a lançar o fogo de  artifício - anunciou o homem. Na noite anterior, quando Mário viu o espectáculo  de Gil, tinha ficado encantado, mas desta vez a experiência foi diferente.  Correu daqui para ali enquanto o rapaz gritava ordens. Gil não estava a ser  desagradável de preposito, mas era simplesmente um artista. Provavelmente,  pensou Mário, Miguel Angelo também tinha sido um pouco brusco enquanto pintava a  capela Sistina. - Agarra nisto - grita Gil - agora, vai lá atras e liga o  interruptor quando eu te disser. Raios partam, preciso de mais foguetes. Há uma  caixa em cima da mesa, traz-ma. - O quê? - Traz-ma, despacha-te. - Sim, senhor!  Mário correu para a carrinha, encontrou a caixa e voltou com ela a correr como  se a sua vida dependesse disso. Durante um segundo, perguntou a si mesmo que  raio estava ali a fazer. A única coisa que sabia era que nunca na vida se tinha  divertido tanto. O fim foi uma série de foguetes. Mário tapou os ouvidos. Sobre  a luz intermitente, o rapaz sorriu enquanto carregava nos interruptores aqui e  acolá fazendo com que o céu explodisse num ruído ensurdecedor. De repente, o  silencio. O último foguete tinha-se apagado. Os espectadores esfregaram os  olhos. Houve muitos aplausos e murmúrios de espanto e deslumbramento. Os pares  de namorados sorriam felizes uns para os outros e apertavam-se ainda mais,  beijando-se apaixonados, enquanto as crianças saltitavam eufóricas e felizes por  entre a multidão. Mário sentiu uma emoção e uma alegria completamente  trasbordante que lhe deu uma vontade enorme de correr na direcção de Gil e  cobri-lo de beijos e de abraços Mas mais uma vez se lembrou de Pedro e voltou a  sentir-se culpado... Depois escutou o senhor Luís dizer a Gil: - parabéns,  fizeste um óptimo trabalho. Não querem ficar para o resto da festa? O teu  namorado é muito delicioso! Fiquem connosco. Não se vão arrepender - disse num  tom jocoso. - Não, obrigado. Temos outros planos para o resto da noite -  respondeu o rapaz piscando o olho e afastando-se. Mário sentiu um arrepio de  tesão pelo corpo todo, ao perceber os planos de Gil. E como ele o desejava! -  Ei, vamos - gritou-lhe Gil - É hora de arrumar. Mário ajudou Gil a recolher o  equipamento e a metê-lo na carrinha. Por fim, Gil regressou. Nesse momento, uma  bicha corpulenta aproximou-se - disseram-me para lhes dar isto - disse o homem  entregando-lhes um saco de papel. Dentro do saco estava uma garrafa de  champanhe. O rapaz agradeceu e o homem desapareceu sempre a sorrir. - Vamos  comemorar? Propôs Gil puxando-o para dentro da roulotte. - Comemorar o quê?  Perguntou Mário espantado. - Não acabámos de ficar noivos? Ou será que não  estavas a falar a sério? - Nunca falei tão a sério - respondeu Mário emocionado.  - Então, vamos festejar, mas primeiro... - Primeiro o quê? - Cortou Mário  fingindo não entender o que Gil tinha em mente. Já no interior da roulotte, Gil  respondeu-lhe com um beijo na boca ainda mais demorado e ardente do que o  segundo... epois de horas a fazerem amor repararam que já tinha amanhecido e as  pessoas começam a ouvir-se lá fora. Gil lembrou-se que tinham deixado a roulotte  mal estacionada e não tardaria que alguém começasse a reclamar. - É melhor irmos  embora daqui, estamos a tapar a entrada duma garagem - disse Gil enquanto se  esticava para agarrar as cuecas atiradas no chão da roulotte. Mário também  procurou as suas com os olhos e ia levantar-se para as alcançar quando Gil o  deteve empurrando-o sobre a cama, e obrigando-o a continuar deitado. - Não, não  te vistas ainda que eu vou tirar a roulotte daqui e estacionar num local onde  vamos poder continuar à vontade. - Estás louco? Esqueces-te que hoje é dia de  trabalho? Não sou um aventureiro irresponsável como tu? Gil olho-o fixamente sem  conseguir disfarçar a desilusão. - Pareces outra vez o gerente de um banco -  reclamou. - Eu sou o gerente de um banco. - Sim, então volta para o teu banco -  protestou Gil magoado. - Depois a gente vê-se por ai... - disse Mário secamente.  - Quer dizer que para ti esta noite não significou nada? - Pelo contrário,  jamais esquecerei esta noite, foi maravilhoso, mas não posso trocar tudo o que  consegui até aqui por uma aventura... - Então para ti tudo isto não passou de  mais uma aventura ...- insistiu Gil cada vez mais magoado e triste. - Depois a  gente conversa melhor, tenho de ir abrir o banco e já estou atrasado... Mas  antes de deixar a roulotte Mário meteu a mão no bolso e tirou lá de dentro um  cheque e coloco-o sobre a cama. - O que é isso - perguntou Gil chocado. - Estou  a dar-te um empréstimo. Não é o que querias? - Sim, mas...desta forma até parece  que... - Nada disso, não te ponhas a imaginar coisas. Isto é apenas um  empréstimo. E espero que me possas devolver esta quantia muito em breve -  respondeu abandonando a roulotte a correr em busca de um taxi que o levasse até  o banco. Durante o trajecto para o banco , Mário recordou tudo o que vivera  nesses últimos dias com Gil e sentiu como tudo aquilo lhe estava a fazer bem mas  receava que já não conseguisse libertar-se dele e temia mais que tudo colocar a  sua relação com Pedro em risco. A verdade, é que sempre levara uma vida  demasiado racional e controlada e era a primeira vez que se entregava a uma  paixão louca e irresponsável. E receava perder definitivamente o controle da  situação. Se era que não o perdera já... Gil era uma maravilha, mas Mário sabia  bem que ele estava muito longe de possuir a maturidade suficiente para poderem  manter uma relação minimamente estável. E não podia embarcar numa aventura  totalmente irresponsável com o primeiro rapaz bonzão que lhe aparecia à frente,  e colocar em risco toda a sua estabilidade emocional e financeira. E ele  julgava-se suficientemente maduro para perceber que jamais conseguiria  limitar-se a viver apenas uma simples e tórrida aventura sexual, como seria o  ideal. O dia no banco decorreu tão enfadonho que era fácil de perceber que todos  os dias dali para a frente não voltariam a ser os mesmos dias pachorrentos e  calmos de antes. De repente, Mário começou a questionar-se sobre a sua  verdadeira vocação, e deu-se conta que aquele rapaz iria revolucionar totalmente  a sua vida. Pois a coisa que mais ansiava era poder voltar para junto de Gil e  ficar para sempre junto dele. Era como se tivesse provado uma droga e começasse  a ficar cada vez mais viciado. Por isso não adiantava nada tentar ser racional.  Precisava era de voltar para os braços de Gil porque só assim conseguia acalmar  a ânsia e a inquietação que se apoderava cada vez mais de si. Estava a perder-se  e tinha plena consciência disso, mas sentia-se incapaz de resistir a essa  tentação avassaladora que ameaçava tomar totalmente conta da sua vida. Por isso  mal acabou o expediente no banco correu em busca da magia do mago e do seu  irresistível fogo de artifício... Como se agora isso fosse a única coisa que  realmente lhe importasse. Incomodado com o calor insuportável de agosto que lhe  alagava corpo de suor, o rapaz arrancou a camisa e ofereceu ao sol o seu corpo  forte de adolescente imberbe. E foi assim que Mário o surpreendeu tão sedutor e  irresistível como um rebuçado que ansiava chupar com doçura... Por isso não  perdeu tempo a arrastá-lo para o interior da roulotte onde se atiraram sobre a  cama e se entregaram a uma tesão louca - à beira de voltarem a explodir num belo  e prazeroso fogo de artifício... E foi assim que a presença de Mário começou a  rarear cada vez mais no banco. E, depois de tantas desculpas para justificar  tantas faltas injustificáveis, não tardou até ser obrigado a pedir a demissão. O  que o deixou de certa forma aliviado, já que o seu trabalho no banco começa a  desagradar-lhe cada vez mais... Mário estava tão mudado, que Pedro teve  dificuldade em reconhecê-lo quando o reencontrou alguns meses mais tarde a  trabalhar juntamente com Gil. Agora formavam uma parceria e andavam por todo o  país a fazer fogo de artifício. Mário parecia ainda mais novo e estava bastante  mais bonito. Era óbvio que a mudança de vida só lhe fizera bem. E mal o avistou  correu para ele e abraçaram-se felizes, perante o olhar ciumento de Gil. - Oh,  Pedro. Que saudades que eu já tinha de ti. Deixa-me ver-te como estás...deves  ter começado finalmente a fazer exercícios. Estás mais magro, e bonito... - Tu é  que estás ainda mais bonito e jovem do que antes. Também tinha muitas saudades  tuas. Vejo que esta aventura te está a fazer muito bem... - Também não pareces  ter razão de queixa. Não podias estar com melhor ar. Como é que vai o teu  romance com o tal rapaz? Respondeu Mário com ironia. - Vai bem, mas sabes que é  a ti que eu amo. Um dia ainda vamos voltar a ficar juntos... - E a quinta? Já  instalaste lá esse tal? - Não. Está lá espera de nós. Sabes muito bem, que nunca  levaria para lá ninguém. Aquilo é o nosso paraisinho, lembras-te? Não fazia  sentido levar para lá outra pessoa... Mário, sentiu muitas saudades dos tempos  em que partilhava a sua vida e os seus sonhos juntamente com Pedro. Lembrou-se  da casa de ambos na quinta que tinham começado a reconstruir. No enorme jardim  que ele mesmo tinha idealizado e criado... Nas flores maravilhosas que  perfumavam esse paraíso maravilhoso que emoldurara aquela linda historia de amor  eterno, que também ficara, apenas, interrompida? No soalho de cerâmica da sala  com 45 m2 que ele mesmo começara a instalar e que deixara a meio. Na decoração  que eles haviam idealizado juntos. Nos móveis antigos lindíssimos que iam  comprando aos poucos em feiras de antiguidades... Na espaçosa cozinha onde  mandaram construir uma enorme lareira que lhe recordava os anos da sua infância  feliz na herdade alentejana onde crescera com os pais, os avós e os irmãos. Uma  cozinha onde não faltavam os potes de doces confeccionados por si, e feitos com  as frutas das arvores que ele mesmo plantara com as suas próprias mãos... De  repente, sentiu vontade de largar tudo outra vez e voltar definitivamente para  casa com Pedro, mas sabia que ainda não tinha chegado a hora certa de isso  acontecer, porque a chama da sua paixão por Gil ainda continuava a arder  demasiado forte. Por isso despediram-se com um beijo e voltou cada um para a sua  nova vida e para junto do seu novo companheiro.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2327751890544145962-4733318331248080760?l=contosgay.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosgay.blogspot.com/feeds/4733318331248080760/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2327751890544145962&amp;postID=4733318331248080760' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4733318331248080760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2327751890544145962/posts/default/4733318331248080760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosgay.blogspot.com/2010/04/fogo-de-artificio.html' title='Fogo de Artifício'/><author><name>?</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2327751890544145962.post-6924916287826352329</id><published>2010-04-23T06:40:00.000+01:00</published><updated>2010-04-23T22:16:30.279+01:00</updated><title type='text'>A Montanha Brokeback</title><content type='html'>(o conto que deu origem ao filme)&lt;br /&gt;CONTO ORIGINAL POR ANNIE PROULX&lt;br /&gt;Tradu&amp;#231;&amp;#227;o &lt;a href="http://www.flogao.com.br/drezinn/news/1119629"&gt;http://www.flogao.com.br/drezinn/news/1119629&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Ennis Del Mar acorda antes das cinco, o vento balan&amp;#231;a o trailer, assobiando ao redor da porta de alum&amp;#237;nio e das persianas da janela. As camisas penduradas num parafuso vibram lentamente na brisa. Ele levanta, co&amp;#231;ando os pelos cinzentos da barriga e do p&amp;#250;bis, vai at&amp;#233; o forno &amp;#224; gas, despeja a sobra do caf&amp;#233; numa gasta caneca esmaltada; a chama a colore de azul. Ele abre a torneira e urina na pia, veste a camisa e os jeans, as botas desgastadas, batendo os calcanhares contra o ch&amp;#227;o para encaix&amp;#225;-las. O vento se reparte na extremidade curva do trailer e sob sua passagem feroz ele pode ouvir o estalar do cascalho e da areia. N&amp;#227;o devia estar sendo nada bom estar na estrada com o trailer para cavalos. Ele tinha que ter arrumado tudo e estar fora dali naquela manh&amp;#227;. O rancho est&amp;#225; &amp;#224; venda de novo e eles embarcaram os &amp;#250;ltimos cavalos, pagaram todo mundo no dia anterior, o dono dizendo, &amp;quot;D&amp;#234; ao pilantra da imobili&amp;#225;ria, estou fora daqui,&amp;quot; jogando as chaves nas m&amp;#227;os de Ennis. Ele iria ter que ficar com a irm&amp;#227; casada at&amp;#233; conseguir outro emprego, mas est&amp;#225; imerso em prazer pois Jack Twist estava em seu sonho. O caf&amp;#233; velho est&amp;#225; fervendo mas ele o retira antes de transbordar, despeja na x&amp;#237;cara manchada e entorna o l&amp;#237;quido preto, deixando uma lembran&amp;#231;a do sonho retornar. Se ele n&amp;#227;o for&amp;#231;ar sua aten&amp;#231;&amp;#227;o, ela poder&amp;#225; requentar o dia, reaquecer aquele velho e frio tempo nas montanhas quando eles eram os donos do mundo e nada parecia errado. O vento rebate contra o trailer como uma nuvem de terra erguendo-se atr&amp;#225;s de um caminh&amp;#227;o de lixo, se acalma, p&amp;#225;ra, deixa um sil&amp;#234;ncio tempor&amp;#225;rio. Eles cresceram em pequenos, pobres ranchos em cantos opostos do estado, Jack Twist em Lightning Flat, perto da fronteira com Montana, Ennis Del Mar na redondezas de Sage, l&amp;#225; pela divisa com Utah, ambos rapazes do interior, sa&amp;#237;dos da escola no meio do segundo grau, sem perspectivas, crescidos em meio ao trabalho duro e &amp;#224; priva&amp;#231;&amp;#245;es, ambos com comportamento xucro, linguagem xucra, acostumados &amp;#224; vida rotineira. Ennis, criado pelo casal de irm&amp;#227;os mais velhos depois que o carro de seus pais saiu da pista na &amp;#250;nica curva da Estrada Dead Horse, deixando-os com vinte e quatro d&amp;#243;lares em dinheiro e um rancho bancado por dois empr&amp;#233;stimos, aplicou-se aos quatorze anos para uma bolsa escolar que o permitiria fazer a viagem de horas entre o rancho e a escola. A picape era velha, sem aquecedor, apenas com um p&amp;#225;ra-brisa e pneus carecas; quando a transmiss&amp;#227;o pifou n&amp;#227;o havia dinheiro para consertar. Ele queria ser um veterano, achava que a palavra trazia alguma distin&amp;#231;&amp;#227;o, mas o caminh&amp;#227;o quebrou e o arremessou direto para o trabalho no ro&amp;#231;ado. Em 1963, quando conheceu Jack Twist, Ennis estava de compromisso com Alma Beers. Jack e Ennis diziam estar guardando dinheiro pro futuro; no caso de Ennis aquilo significava uma lata de tabaco com duas notas de cinco dentro. Naquela primavera, ansiosos por um emprego, ambos haviam assinado com a Farm &amp;amp; Ranch Empregos -- como pastor e campista de um mesmo rebanho &amp;#224; norte de Signal. O campo de ver&amp;#227;o ficava al&amp;#233;m das &amp;#225;rvores de uma &amp;#225;rea protegida na Montanha Brokeback. Seria o segundo ver&amp;#227;o de Jack Twist na montanha, o primeiro de Ennis. Nenhum deles tinha vinte anos. Eles se cumprimentaram no abafado trailer-escrit&amp;#243;rio em frente &amp;#225; uma mesa coberta de pap&amp;#233;is rabiscados, um cinzeiro de pl&amp;#225;stico cheio de bitucas. As venezianas penduradas de modo irregular, formando um tri&amp;#226;ngulo nas luz branca, a sombra da m&amp;#227;o do chefe movendo-se sobre ele. Joe Aguirre, com cabelo ondulado da cor das cinzas do cigarro e repartido ao meio, deu-lhes seu ponto de vista. &amp;quot;O Servi&amp;#231;o Florestal marcou acampamentos nos lotes. Os locais podem ficar a umas milhas do pasto onde n&amp;#243;s levamos as ovelhas. Tem predadores, ningu&amp;#233;m toma conta de madrugada. O que eu quero, um cuida do acampamento no lugar marcado pelo Servi&amp;#231;o Florestal, mas o PASTOR&amp;quot; -- apontando para Jack -- &amp;quot;leva uma barraca para o pasto junto das ovelhas, escondido, e ir&amp;#225; DORMIR l&amp;#225;. Janta, toma caf&amp;#233; no acampamento, mas DORME COM AS OVELHAS, cem por cento, SEM FOGUEIRAS, sem deixar NENHUM SINAL. Enrole a barraca toda manh&amp;#227; pro caso de o Servi&amp;#231;o Florestal xeretar. Pegue os cachorros, o rifle, durma l&amp;#225;. Ver&amp;#227;o passado perdi quase 25%. N&amp;#227;o quero isso de novo. VOC&amp;#202;,&amp;quot; disse &amp;#224; Ennis, que passava a m&amp;#227;o no cabelo emaranhado, as m&amp;#227;os grandes, o jeans gasto, a camisa de bot&amp;#245;es, &amp;quot;Toda sexta ao meio-dia des&amp;#231;a at&amp;#233; a ponte com a lista da semana seguinte e as mulas. Algu&amp;#233;m com suprimentos ir&amp;#225; chegar l&amp;#225; numa picape.&amp;quot; N&amp;#227;o perguntou se Ennis tinha um rel&amp;#243;gio, mas tirou um bastante velho com cord&amp;#227;o de uma caixa numa prateleira alta, acertou-o e jogou pra ele como se n&amp;#227;o merecesse ser passado de m&amp;#227;o em m&amp;#227;o. &amp;quot;AMANH&amp;#195; DE MANH&amp;#195; vamos levar voc&amp;#234;s at&amp;#233; o ponto de partida.&amp;quot; Um par de duques indo pra lugar nenhum. Eles acharam um bar e beberam cerveja pela tarde, Jack contando &amp;#224; Ennis sobre uma tempestade na montanha no ano anterior que matou 42 ovelhas, o cheiro peculiar delas e o jeito dos ferimentos, a necessidade de muito u&amp;#237;sque l&amp;#225; em cima. Ele matara uma &amp;#225;guia, disse, virou a cabe&amp;#231;a pra mostrar a pena da cauda presa em seu chap&amp;#233;u. &amp;#192; primeira vista, Jack parecia bonito o bastante com seu cabelo encaracolado e sua risada r&amp;#225;pida, mas para um homem pequeno ele tinha algum peso no quadril e seu sorriso mostrava dentes saltados, n&amp;#227;o a ponto de deix&amp;#225;-lo comer pipoca numa x&amp;#237;cara, mas not&amp;#225;veis. Ele era fascinado com a vida de rodeio e apertava seu cinto com uma fivela de touro, mas suas botas estavam gastas e furadas al&amp;#233;m de qualquer reparo e estava louco pra chegar em algum lugar, qualquer lugar que n&amp;#227;o fosse Lightning Flat. Ennis, nariz adunco e rosto espichado, era desleixado e tinha um t&amp;#243;rax um pouco curvado, um pequeno torso apoiado sobre longas pernas, possu&amp;#237;a m&amp;#250;sculos feitos para o cavalo e para a briga. Seus reflexos eram mais r&amp;#225;pidos que o normal e tinha vis&amp;#227;o ruim o bastante pra que ele n&amp;#227;o gostasse de ler nada al&amp;#233;m dos cat&amp;#225;logos de selas da Hamley. Os caminh&amp;#245;es com as ovelhas e cavalos descarregaram no come&amp;#231;o da trilha e um bandoleiro mostrou a Ennis como carregar as mulas, dois pacotes e um estribo em cada animal enfeitado com pequenos diamantes e apertados com as r&amp;#233;deas, dizendo, &amp;quot;Nunca pe&amp;#231;am sopa. Sopa &amp;#233; um saco de embalar.&amp;quot; Tr&amp;#234;s filhotes de um dos cachorros foram em uma cesta, o menor deles dentro do casaco de Jack, pois ele adorava c&amp;#227;ezinhos. Ennis escolheu um cavalo pardo chamado Cigar Butt para montar, Jack uma &amp;#233;gua parda que mostrou sem bem arisca. Os cavalos que sobraram incluiam um com cor de rato chamado Grullo, de cujo olhar Ennis gostou. Ennis e Jack, os c&amp;#227;es, cavalos e mulas, mil ovelhas e seus carneirinhos subiram pela trilha como &amp;#225;gua suja numa represa e por sobre a fila de &amp;#225;rvores para dentro das grandes campinas floridas e do vento sem fim. Eles armaram a grande barraca na plataforma do Servi&amp;#231;o Florestal, a cozinha e as caixas de grude ajeitadas. Ambos dormiram no acampamento na primeira noite, Jack j&amp;#225; enchendo o saco sobre a ordem do Joe Aguirre de dormir-com-as-ovelhas-e-nada -de-fogueira, mas na manh&amp;#227; escura ele selou a &amp;#233;gua sem falar muito. O amanhecer chegou num laranja de vidro, manchado por baixo por uma faixa gelatinosa de verde p&amp;#225;lido. O corpo da montanha clareou lentamente at&amp;#233; chegar &amp;#224; mesma cor da fuma&amp;#231;a da fogueira de Ennis na qual ele fazia o caf&amp;#233; da manh&amp;#227;. O ar frio amansou, os montes de cascalho e os peda&amp;#231;os de terra lan&amp;#231;avam sombras do tamanho de um l&amp;#225;pis e os pinheiros ao redor deles se misturavam como postes de madeira escura. Durante o dia Ennis olhava por sobre o vale e &amp;#224;s vezes via Jack, um pontinho se movendo na campina alta como um inseto que se move numa toalha de mesa; Jack, em seu acampamento escuro, via a fogueira noturna de Ennis, uma fa&amp;#237;sca vermelha na grande massa negra da montanha. Jack chegou tarde certo dia, bebeu suas duas cervejas resfriadas num saco d&amp;#39;&amp;#225;gua deixado no lado escuro da barraca, comeu duas tigelas de cozido, quatro dos biscoitos de Ennis, uma lata de p&amp;#234;ssegos, enrolou um cigarro, assistiu o sol se p&amp;#244;r. &amp;quot;Quatro horas de viagem por dia,&amp;quot; ele disse de saco cheio. &amp;quot;Vir pro caf&amp;#233;, voltar pras ovelhas, de noite p&amp;#244;r elas pra dormir, voltar pro jantar, voltar pras ovelhas, passar metade da noite acordado e procurando coiotes. Eu devia poder passar a noite aqui. Aguirre n&amp;#227;o tem direito de mandar fazer isso.&amp;quot; &amp;quot;Quer trocar?&amp;quot; disse Ennis. &amp;quot;Eu n&amp;#227;o ligaria em fazer o pastoreio, dormir l&amp;#225; fora.&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o &amp;#233; essa a quest&amp;#227;o. A quest&amp;#227;o &amp;#233;, n&amp;#243;s dois dev&amp;#237;amos ficar no acampamento. E aquela barraca fede a mijo de gato ou coisa pior.&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o me importaria.&amp;quot; &amp;quot;Pois te digo uma coisa, &amp;#233; levantar uma d&amp;#250;zia de vezes durante a noite pra espantar os coiotes. Tudo bem em trocar, mas vou avisando, n&amp;#227;o sei cozinhar merda nenhuma. Mas sou bom com o abridor de latas.&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o &amp;#233; pior que eu, ent&amp;#227;o. Claro, eu n&amp;#227;o me importo em ir.&amp;quot; Ficaram reservados por uma hora com a prote&amp;#231;&amp;#227;o da luz amarela do lampi&amp;#227;o de querosene e l&amp;#225; pelas dez Ennis pegou o Cigar Butt, um bom cavalo noturno, e atravessou o vale gelado at&amp;#233; as ovelhas, levando sobra de biscoitos, um pote de gel&amp;#233;ia e uma jarra de caf&amp;#233; com ele para o dia seguinte dizendo que economizaria uma viagem, ficar l&amp;#225; at&amp;#233; o jantar. &amp;quot;Atirei num coiote assim que o sol nasceu,&amp;quot; ele disse &amp;#224; Jack na noite seguinte, lavando o rosto com &amp;#225;gua quente, espumando o sab&amp;#227;o e esperando que sua navalha ainda tivesse corte, enquanto Jack descascava batatas. &amp;quot;Um filho da puta. Bolas do tamanho de ma&amp;#231;&amp;#227;s. Aposto que ele pegou uns carneiros. Parecia que podia comer um camelo. Quer um pouco da &amp;#225;gua quente? Tem bastante.&amp;quot; &amp;quot;Toda sua.&amp;quot; &amp;quot;Bem, vou lavar tudo que alcan&amp;#231;ar,&amp;quot; ele disse, tirando as botas e os jeans (nada de roupa de baixo ou meias, Jack notou), deslizando o pano verde at&amp;#233; os tornozelos. Tiveram um jantar grandioso em frente ao fogo, uma lata de feij&amp;#227;o cada um, batatas fritas e um quarto de u&amp;#237;sque, sentaram contra um tronco, as solas das botas e os bot&amp;#245;es de cobre dos jeans estavam quentes, passando a garrafa enquanto o c&amp;#233;u de lavanda perdia a cor e o ar frio aumentava, bebiam, fumavam cigarros, levantando ocasionalmente pra mijar, uma fa&amp;#237;sca da fogueira no riacho, jogavam gravetos no fogo pra continuar a conversa, falando de cavalos e rodeios, acidentes e feridas antigas, o submarino Thresher perdido dois meses antes e como deviam ter sido os minutos finais, c&amp;#227;es que cada um tivera e conhecera, o vento frio, o rancho onde Jack nascera e onde seus pais ainda estavam, a casa da fam&amp;#237;lia de Ennis deixada anos antes quando seus pais morreram, o irm&amp;#227;o mais velho em Signal e uma irm&amp;#227; casada em Casper. Jack disse que seu pai fora um pe&amp;#227;o de rodeio conhecido no seu tempo mas mantinha seus segredos para si, nunca dera nenhum conselho para Jack, nunca assistira Jack montar, mas o colocara na sela quando era crian&amp;#231;a. Ennis disse que o tipo de cavalgada que o interessa era aquela que durava mais de oito segundos e tinha algum prop&amp;#243;sito. Dinheiro &amp;#233; um bom prop&amp;#243;sito, disse Jack, e Ennis teve que concordar. Eles respeitavam a opini&amp;#227;o um do outro, cada um feliz em ter um companheiro quando n&amp;#227;o se esperava nenhum. Ennis, cavalgando contra o vento ao voltar para as ovelhas na luz b&amp;#234;bada e trai&amp;#231;oeira, pensou que nunca se sentira melhor, como se pudesse tirar o branco da Lua. O ver&amp;#227;o continuou e eles levaram as ovelhas para um novo pasto, trocaram de acampamento; a dist&amp;#226;ncia entre este e as ovelhas era maior e a cavalgada noturna mais longa. Ennis ia devagar, dormindo de olhos abertos, mas as horas que ele ficava longe das ovelhas se esticavam mais e mais. Jack soprou um acorde gritante de sua gaita, abafado pelos barulhos da &amp;#233;gua, e Ennis tinha uma voz boa e grave; algumas noites eles tentavam arranhar algumas m&amp;#250;sicas. Ennis sabia as palavras malandras de &amp;quot;Strawberry Roan.&amp;quot; Jack tentou uma m&amp;#250;sica de Carl Perkins, urrando &amp;quot;what I say-ay-ay,&amp;quot; mas deu prefer&amp;#234;ncia a uma can&amp;#231;&amp;#227;o triste, &amp;quot;Water-Walking Jesus,&amp;quot; ensinada por sua m&amp;#227;e que acreditava no Pentecostes, e cantou s&amp;#243;bria e lentamente, ati&amp;#231;ando o ganir dos coiotes na dist&amp;#226;ncia. &amp;quot;Muito tarde pra voltar pras ovelhas,&amp;quot; disse Ennis, b&amp;#234;bado e de quatro numa hora fria em que a Lua indicava que passavam das duas. As pedras da campina brilhavam em verde e branco e um vento seco assobiava, abaixando o fogo e penetrando no meio da grama amarelada. &amp;quot;Tem outro cobertor, vou deitar aqui fora e tirar um cochilo, vou pra l&amp;#225; assim que clarear.&amp;quot; &amp;quot;Congele a&amp;#237; fora quando o fogo apagar. Melhor dormir na barraca.&amp;quot; &amp;quot;Duvido que vou sentir alguma coisa.&amp;quot; Mas ele cambaleou embaixo da lona, tirou as botas, roncou no ch&amp;#227;o por um tempo, acordou Jack com o bater de seus dentes. &amp;quot;Jesus Cristo, pare de teimosia e venha at&amp;#233; aqui. O saco de dormir &amp;#233; bem grande,&amp;quot; disse Jack numa voz irritante e sonolenta. Era bem grande, bem quente, e em pouco tempo eles aprofudaram a intimidade consideravelmente. Ennis j&amp;#225; percorrera todas as estradas consertando cercas ou gastando dinheiro, e n&amp;#227;o queria mais nada quando Jack pegou sua m&amp;#227;o esquerda e levou-a at&amp;#233; seu p&amp;#234;nis ereto. Ennis puxou a m&amp;#227;o como se tivesse tocado em fogo, ajoelhou-se, abriu o cinto, abaixou as cal&amp;#231;as, deixou Jack de quatro e, com a ajuda de um pouco de cuspe, penetrou-o, nada que ele j&amp;#225; tinha feito mas que n&amp;#227;o precisava de nenhum manual de instru&amp;#231;&amp;#245;es. Eles continuaram em sil&amp;#234;ncio exceto por algumas inspira&amp;#231;&amp;#245;es profundas e pelo engasgo de Jack &amp;quot;Falta pouco!&amp;quot;, acabaram e dormiram. Ennis acordou na manh&amp;#227; vermelha com as cal&amp;#231;as em torno dos joelhos, uma dor de cabe&amp;#231;a hom&amp;#233;rica, e Jack de costas pra ele; sem dizer nada ambos sabiam que seria aquilo pelo resto do ver&amp;#227;o, as ovelhas que se danassem. E assim foi. Eles nunca falavam sobre o sexo, deixavam-no acontecer, primeiro apenas na barraca &amp;#224; noite, depois em plena luz do dia com o sol quente a pino, e &amp;#224; noite na luz do fogo, de modo r&amp;#225;pido e desajeitado, rindo e murmurando, sem falta de sons, mas sem dizer uma palavra a n&amp;#227;o ser uma vez em que Ennis disse, &amp;quot;N&amp;#227;o sou bicha,&amp;quot; e Jack respondeu com um &amp;quot;Nem eu. Isso &amp;#233; s&amp;#243; uma vez ou outra. &amp;#201; problema nosso e de mais ningu&amp;#233;m.&amp;quot; Eram apenas os dois na montanha flutuando no ar euf&amp;#243;rico e amargo, atentos como &amp;#225;guias enquanto observavam as luzes dos ve&amp;#237;culos na plan&amp;#237;cie l&amp;#225; embaixo, desligados de todas as coisas comuns e longe dos c&amp;#227;es pastores que uivavam durante a noite. Eles acreditavam estar invis&amp;#237;veis, sem saber que Joe Aguirre havia os observado com seus bin&amp;#243;culos 10x24 por dez minutos di&amp;#225;rios, esperando at&amp;#233; que abotoassem seus jeans, esperando at&amp;#233; que Ennis voltasse para as ovelhas, antes de levar a mensagem enviada pela fam&amp;#237;lia de Jack, dizendo que o tio Harold estava com pneumonia no hospital e tinha poucas chances. Mas ele se salvou, e Aguirre subiu a montanha para avisar, com seu olhar fixo e pesado em Jack, sem ao menos desmontar de seu cavalo. Em agosto Ennis passou uma noite toda com Jack no acampamento e houve uma tempestade que fez o rebanho ir para o oeste e se misturar com as ovelhas de um outro lote. Foram uns cinco dias miser&amp;#225;veis, Ennis e um pastor Chileno que n&amp;#227;o entendia ingl&amp;#234;s tentando separ&amp;#225;-las, tarefa quase imposs&amp;#237;vel j&amp;#225; que as marcas de ferro estavam gastas a essa altura. Mesmo quando os n&amp;#250;meros estavam certos Ennis sabia que as ovelhas ainda estavam misturadas. Tudo parecia misturado de um modo perturbador. As primeiras neves chegaram cedo, dia treze de agosto, ficando a um p&amp;#233; de altura, mas foram seguidas de um degelo r&amp;#225;pido. Na semana seguinte Joe Aguirre mandou a ordem para voltarem -- uma tempestade ainda maior estava chegando do Pac&amp;#237;fico -- e eles juntaram tudo e desceram a montanha, pedrinhas rolando em seus calcanhares, nuvens roxas se formando a oeste e o cheiro met&amp;#225;lico de neve chegando. A montanha fervia com energia demon&amp;#237;aca, penetrada por raios de sol passageiros que rachavam as nuvens, o vento cortava a grama e subia pelos pinheiros num rugido bestial que atravessava as pedras. Enquanto desciam a encosta Ennis sentiu que estava em c&amp;#226;mera lenta, numa queda desesperada e irrevers&amp;#237;vel. Joe Aguirre pagou-lhes, falou pouco. Olhou para as ovelhas com uma express&amp;#227;o amarga e disse, &amp;quot;Algumas dessas nunca subiram com voc&amp;#234;s.&amp;quot; A contagem tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o era o que ele esperava. Ser rancheiro nunca tinha sido o melhor dos trabalhos. &amp;quot;Vai pastorear de novo ver&amp;#227;o que vem?&amp;quot; Jack disse a Ennis na rua, uma perna j&amp;#225; dentro de sua picape verde. O vento soprava forte e frio. &amp;quot;Acho que n&amp;#227;o.&amp;quot; Uma nuvem de poeira subiu e se espalhou pelo ar com cascalho fino e ele apertou os olhos. &amp;quot;Como eu disse, Alma e eu vamos casar em Dezembro. Vou tentar arranjar um rancho. E voc&amp;#234;?&amp;quot; Ele virou a cara pra n&amp;#227;o ver o l&amp;#225;bio roxo de Jack, por causa do soco que Ennis tinha lhe dado no &amp;#250;ltimo dia. &amp;quot;Se n&amp;#227;o aparecer nada melhor. Pensei em voltar pra terra dos meus pais, dar uma m&amp;#227;o pra eles no inverno, ent&amp;#227;o talvez ir pro Texas na primavera. Se o frio n&amp;#227;o me pegar.&amp;quot; &amp;quot;Bem, ent&amp;#227;o, acho que te vejo por a&amp;#237;.&amp;quot; O vento virou um saco de ra&amp;#231;&amp;#227;o no fim de rua que foi arrastado at&amp;#233; debaixo do caminh&amp;#227;o. &amp;quot;Certo,&amp;quot; disse Jack, e eles apertaram as m&amp;#227;os, trocaram pancadinhas nas costas, e ent&amp;#227;o havia quarenta p&amp;#233;s de dist&amp;#226;ncia entre eles e nada a fazer sen&amp;#227;o partir na dire&amp;#231;&amp;#227;o oposta. Depois de uma milha Ennis sentiu como se algu&amp;#233;m estivesse tentando arrancar suas tripas de uma vez s&amp;#243;. Ele parou na lateral da estrada e, na neve rec&amp;#233;m-ca&amp;#237;da, tentou vomitar mas nada saiu. Ele se sentiu mal como nunca e aquilo demorou um bom tempo pra parar. Em Dezembro Ennis se casou com Alma Beers e a engravidou em meados de Janeiro. Ele arranjou uns bicos em ranchos, ent&amp;#227;o se estabeleceu nas terras do velho Elwood ao norte de Lost Cabin no distrito de Washakie. Ainda trabalhava l&amp;#225; em Setembro, quando Alma Jr., como ele chamava sua filha, nasceu e seu quarto ficou cheio daquele cheiro de sangue velho e leite e merda de beb&amp;#234;, e os sons eram de choro, a crian&amp;#231;a mamando, os m&amp;#250;rmurios sonolentos de Alma, todos afirmavam a fecundidade e a continuidade da vida para algu&amp;#233;m que trabalhava com gado. Quando as terras de Elwood faliram eles se mudaram pra um apartamento em Riverton em cima de uma lavanderia. Ennis virou oper&amp;#225;rio na constru&amp;#231;&amp;#227;o da estrada, tolerante mas trabalhando aos fins de semana nos bretes pra ter onde deixar seus cavalos. A segunda menina nasceu e Alma queria ficar na cidade perto da cl&amp;#237;nica pois a crian&amp;#231;a tinha asma. &amp;quot;Ennis, por favor, chega de ranchos solit&amp;#225;rios para n&amp;#243;s,&amp;quot; ela disse, sentada em seu colo, colocando seus bra&amp;#231;os finos e fr&amp;#225;geis em torno dele. &amp;quot;Vamos arranjar um lugar aqui na cidade?&amp;quot; &amp;quot;Pode ser,&amp;quot; disse Ennis, enfiando a m&amp;#227;o dentro da manga da blusa dela e alcan&amp;#231;ando os p&amp;#234;los de sua axila. Seus dedos desceram at&amp;#233; seus quadris e barriga, sobre o umbigo e joelhos e depois para a parte molhada em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao p&amp;#243;lo norte ou ao Equador dependendo da dire&amp;#231;&amp;#227;o para a qual se navega, acariciando at&amp;#233; ela se contorcer e empurrar os quadris para baixo, at&amp;#233; que ele parou, bem r&amp;#225;pido como ela odiava. Ficaram no pequeno apartamento que ele preferia pois podia ser deixado a qualquer hora. O quarto ver&amp;#227;o desde a montanha Brokeback chegou e em junho Ennis recebeu uma carta de Jack Twist, o primeiro sinal de vida em todo aquele tempo. &amp;#39;Amigo essa carta est&amp;#225; bem atrasada. Espero que voc&amp;#234; a receba. Ouvi falar que est&amp;#225; em Riverton. Chego no dia 24, pensei em passar por a&amp;#237; e te comprar uma cerveja. Responda se puder, diga se est&amp;#225; a&amp;#237;.&amp;#39; O endere&amp;#231;o de retorno era Childress, Texas. Ennis respondeu, &amp;#39;Pode apostar&amp;#39;, deu o endere&amp;#231;o de Riverton. O dia estava claro e quente naquela manh&amp;#227;, mas ao meio-dia as nuvens haviam chegado do oeste trazendo uma brisa com elas. Ennis, vestindo sua melhor camisa, branca com listras pretas, n&amp;#227;o sabia que hora Jack chegaria e ent&amp;#227;o tirou o dia de folga, andava pra l&amp;#225; e pra c&amp;#225;, olhando para a rua empoeirada. Alma estava dizendo alguma coisa sobre levar o tal amigo ao restaurante pra jantar ao inv&amp;#233;s de cozinhar naquele calor, se eles achassem uma bab&amp;#225;, mas Ennis disse que preferia apenas sair com Jack e ficar b&amp;#234;bado. Jack n&amp;#227;o era do tipo que ia em restaurantes, ele disse, lembrando das colheres sujas enfiadas nas latas vazias de feij&amp;#227;o em cima de um tronco. Um pouco mais tarde, os trov&amp;#245;es rugiam, aquela mesma picape verde surgiu na dist&amp;#226;ncia e ele viu Jack saltar pra fora, a lataria gasta e torta. Uma brisa quente soprou sobre Ennis e ele saiu pro quintal fechando a porta atr&amp;#225;s de si. Jack subiu os degraus de dois em dois. Eles se agarraram pelos ombros e deram um abra&amp;#231;o apertado, arrancando o f&amp;#244;lego um do outro, dizendo filho da puta, filho da puta, ent&amp;#227;o, f&amp;#225;cil como a chave certa na fechadura certa, suas bocas se juntaram, e com for&amp;#231;a, os dentes grandes de Jack pedindo sangue, seu chap&amp;#233;u caindo no ch&amp;#227;o, as barbas por fazer raspando, a saliva quente escorrendo, e a porta abrindo e Alma vendo os ombros esticados de Ennis por alguns segundos e fechando a porta de novo e ainda eles se agarravam, pressionando peitos e virilhas e coxas e pernas umas contra as outras, de modo ofensivo para outrem at&amp;#233; pararem pra respirar e Ennis, ruim em elogios, disse o que costumava dizer &amp;#224;s filhas e aos cavalos: &amp;#39;querido&amp;#39;. A porta abriu de novo um pouco e Alma apareceu sob a luz que vinha de fora. O que ele podia dizer? &amp;quot;Alma, esse &amp;#233; Jack Twist, Jack, minha mulher Alma.&amp;quot; Ele arfava. Ele podia sentir o cheiro de Jack -- o odor intensamente familiar de cigarros, suor e uma do&amp;#231;ura dif&amp;#237;cil de perceber como a grama, e com ela o frio passageiro da montanha. &amp;quot;Alma,&amp;quot; ele disse, &amp;quot;Jack e eu n&amp;#227;o nos vemos h&amp;#225; quatro anos.&amp;quot; Como se esta fosse uma raz&amp;#227;o. Ele gostou de a luz estar fraca na plataforma mas n&amp;#227;o deu as costas para ela. &amp;quot;J&amp;#225; imaginava,&amp;quot; disse Alma com uma voz baixa. Ela sabia o que tinha visto. Atr&amp;#225;s dela na sala um raio clareou a janela como um len&amp;#231;ol branco esvoa&amp;#231;ante e o beb&amp;#234; come&amp;#231;ou a chorar. &amp;quot;Voc&amp;#234; tem filhos?&amp;quot; disse Jack. A m&amp;#227;o tr&amp;#234;mula dele esbarrou na de Jack, uma corrente el&amp;#233;trica pareceu estalar entre eles. &amp;quot;Duas garotinhas,&amp;quot; Ennis disse. &amp;quot;Alma Jr. e Francine. Adoro elas.&amp;quot; A boca de Alma tremeu. &amp;quot;Eu tenho um garoto,&amp;quot; disse Jack. &amp;quot;Com oito meses. Ah, e casei com uma bela garota Texana l&amp;#225; em Childress -- Lureen.&amp;quot; Ennis podia sentir como Jack tremia apenas pela vibra&amp;#231;&amp;#227;o no piso de madeira. &amp;quot;Alma,&amp;quot; ele disse. &amp;quot;Jack e eu vamos sair e tomas umas. Pode ser que eu n&amp;#227;o volte essa noite, vamos beber e papear.&amp;quot; &amp;quot;J&amp;#225; imaginava,&amp;quot; Alma disse, tirando um d&amp;#243;lar do bolso. Ennis adivinhou que ela ia pedir um ma&amp;#231;o de cigarros, traria-os depois. &amp;quot;Prazer em conhec&amp;#234;-la,&amp;quot; disse Jack, tremendo como um cavalo arisco. &amp;quot;Ennis -- &amp;quot; disse Alma com uma voz embargada, mas isso n&amp;#227;o o parou enquanto ele descia as escadas e ele respondeu, &amp;quot;Alma, se quiser cigarros tem alguns no bolso da minha camisa azul no quarto.&amp;quot; Eles partiram no caminh&amp;#227;o de Jack, compraram uma garrafa de u&amp;#237;sque e em vinte minutos estavam no Motel Siesta reservando um quarto. Alguns blocos de feno presos &amp;#224; janela junto com a chuva e o vento que batiam &amp;#224; porta do quarto ao lado por toda a noite. O quarto fedia a s&amp;#234;men e fuma&amp;#231;a e suor e u&amp;#237;sque, a carpete antigo e feno velho, couro de sela, merda e sab&amp;#227;o barato. Ennis jazia com as pernas afastadas, cansado e molhado, respirando fundo, o p&amp;#234;nis ainda um pouco inchado, Jack soprando nuvens do cigarro como descargas de baleia, e Jack disse, &amp;quot;Cristo, deve ser todo o tempo em que voc&amp;#234; fica montado em cavalos que faz isso ser t&amp;#227;o bom. Temos que falar sobre isso. Juro por Deus que n&amp;#227;o sabia que &amp;#237;amos fazer isso de novo -- sim, sabia. Por isso que estou aqui. Eu tinha certeza. Fiquei em brasa por todo o caminho, n&amp;#227;o via a hora de chegar.&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o sabia onde voc&amp;#234; tinha se enfiado,&amp;quot; disse Ennis. &amp;quot;Quatro anos, eu meio que esqueci de voc&amp;#234;. Achei que tinha se ferido com aquele soco.&amp;quot; &amp;quot;Cara,&amp;quot; disse Jack, &amp;quot;eu estava nos rodeios l&amp;#225; no Texas. L&amp;#225; que eu conheci a Lureen. Olha ali na cadeira.&amp;quot; No encosto da suja cadeira cor-de-laranja ele viu o brilho de uma fivela. &amp;quot;Montando touros?&amp;quot; &amp;quot;&amp;#201;. N&amp;#227;o fiz nem uns tr&amp;#234;s mil d&amp;#243;lares naquele ano. Quase morri de fome. Tive que pedir tudo emprestado dos outros caras, menos minha escova de dentes. Atravessei o Texas inteiro. Metade do tempo fiquei embaixo daquela merda de picape tentando consert&amp;#225;-la. Mas nunca pensei em perder. Lureen? Tem bastante grana em jogo. O velho dela tem bastante. Tem um neg&amp;#243;cio de m&amp;#225;quinas agr&amp;#237;colas. Claro que ele n&amp;#227;o vai dar um tost&amp;#227;o pra ela, e me odeia, ent&amp;#227;o as coisas est&amp;#227;o dif&amp;#237;ceis --&amp;quot; &amp;quot;Bem, tem que ir levando. O Ex&amp;#233;rcito n&amp;#227;o te pegou?&amp;quot; Os trov&amp;#245;es soavam na dist&amp;#226;ncia ao Leste, distanciando-se em c&amp;#237;rculos vermelhos de luz. &amp;quot;Eu n&amp;#227;o teria serventia pra eles. Tenho umas vertebras quebradas. E um osso do bra&amp;#231;o trincado, bem aqui, voc&amp;#234; n&amp;#227;o faz id&amp;#233;ia como montar em touro acaba com as coxas -- fica cada vez pior. Mesmo com as prote&amp;#231;&amp;#245;es os ossos sempre trincam um pouco a cada montaria. E te digo, d&amp;#243;i pra porra depois. Tive uma fratura na perna. Quebrei em tr&amp;#234;s lugares. Foi um baita dum boi que me livrou de mim em uns tr&amp;#234;s segundos e ainda veio atr&amp;#225;s de mim. Mas tive sorte. Tem umas outras coisas, umas costelas ferradas, uns tend&amp;#245;es doloridos, uns ligamentos. N&amp;#227;o &amp;#233; que nem no tempo do meu pai. Os caras com grana v&amp;#227;o pra faculdade, viram atletas treinados. Agora tem que ter grana pra ir pros rodeios. O velho da Lureen n&amp;#227;o me daria um centavo se eu ca&amp;#237;sse uma vez. E eu sei como o neg&amp;#243;cio funciona pra saber que n&amp;#227;o vou ter sucesso. Outros motivos. Vou parar enquanto ainda consigo andar. Ennis puxou a m&amp;#227;o de Jack at&amp;#233; sua boca, tragou o cigarro, expirou. &amp;quot;Voc&amp;#234; com certeza parece inteiro pra mim. Sabe, Fiquei todo esse tempo tentado perceber se eu era -- ? Sei que n&amp;#227;o sou. Quer dizer n&amp;#243;s dois temos mulher e filhos, certo? Gosto de fazer com mulheres, certo, mas Jesus, nem tem compara&amp;#231;&amp;#227;o. Nunca pensei em fazer com outros caras mas eu bati umas cem vezes pensando em voc&amp;#234;. Voc&amp;#234; faz com outros caras? Jack?&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o, que nada,&amp;quot; respondeu Jack, que na verdade andava com mais do que touros. &amp;quot;Sabe, a velha Brokeback fez a gente se conhecer e claro que ainda n&amp;#227;o acabou. Temos que pensar em que porra vamos fazer agora.&amp;quot; &amp;quot;Naquele ver&amp;#227;o,&amp;quot; disse Ennis. &amp;quot;Quando a gente se separou depois de receber a grana eu tive uma dor no intestino t&amp;#227;o forte que parei e tentei vomitar, pensei que tinha comido alguma coisa estragada naquele lugar em Dubois. Levei um ano pra perceber que era porque eu n&amp;#227;o devia ter deixado voc&amp;#234; sair de perto de mim. Mas j&amp;#225; era bem, bem tarde.&amp;quot; &amp;quot;Cara,&amp;quot; disse Jack. &amp;quot;Temos um problema aqui. Temos que decidir o que fazer.&amp;quot; &amp;quot;Duvido que tenha alguma coisa pra gente fazer agora,&amp;quot; disse Ennis. &amp;quot;Estou falando, Jack, constru&amp;#237; uma vida nesses anos. Adoro minhas filhas. Alma? N&amp;#227;o &amp;#233; culpa dela. Voc&amp;#234; tem seu filho e sua mulher, sua casa no Texas. Voc&amp;#234; e eu n&amp;#227;o podemos ficar juntos se aquilo que aconteceu l&amp;#225;&amp;quot; -- ele apontou na dire&amp;#231;&amp;#227;o do quarto com a cabe&amp;#231;a -- &amp;quot;tomar conta da gente assim. Se fizermos no lugar errado, estamos mortos. N&amp;#227;o d&amp;#225; pra controlar. Isso me assusta pra caralho.&amp;quot; &amp;quot;Tenho que dizer, cara, talvez algu&amp;#233;m nos viu naquele ver&amp;#227;o. Eu voltei l&amp;#225; em Junho, pensando em fazer o trabalho de novo -- n&amp;#227;o fiz, fui pro Texas -- e Joe Aguirre estava no escrit&amp;#243;rio e disse pra mim, &amp;#39;Voc&amp;#234;s dois acharam um jeito de fazer o tempo passar l&amp;#225; em cima, n&amp;#227;o &amp;#233;?&amp;#39; eu disfarcei mas quando sa&amp;#237; vi que ele tinha um par de bin&amp;#243;culos enormes pendurados na parede. O ex-chefe se recostou na cadeira e esta rangeu. Ele disse, &amp;#39;Twist, voc&amp;#234;s n&amp;#227;o estavam sendo pagos pra deixar os c&amp;#227;es cuidarem das ovelhas e ficarem dando umas&amp;#39; e se recusou a contrat&amp;#225;-lo de novo. Ele continuou, &amp;quot;&amp;#201;, aquele seu soco me surpreendeu. Nunca revidei com um golpe sujo.&amp;quot; &amp;quot;Aprendi com meu irm&amp;#227;o K.E., tr&amp;#234;s anos mais velho que eu, me batia todo dia. Meu pai cansou de me ver chorando pela casa todo dia e quando eu tinha uns seis anos me chamou e disse, Ennis, voc&amp;#234; tem um problema e tem que consert&amp;#225;-lo ou ele vai continuar com voc&amp;#234; at&amp;#233; voc&amp;#234; chegar aos 90 e o K.E. aos 93. Eu disse, ele &amp;#233; maior que eu. Meu pai disse, Voc&amp;#234; tem que pegar ele desprevenido, n&amp;#227;o diga nada pra ele, fa&amp;#231;a ele sentir dor, saia de perto e fique fazendo v&amp;#225;rias vezes at&amp;#233; ele entender. Nada como machucar uma pessoa pra faz&amp;#234;-la ouvir. E eu fiz. Peguei ele no paiol, pulei sobre ele nas escadas, sufoquei ele com o travesseiro durante a noite. Levou uns dois dias. Nunca mais tive problemas com o K.E. desde ent&amp;#227;o. Uma li&amp;#231;&amp;#227;o foi, n&amp;#227;o dizer nada e sair de perto.&amp;quot; Um telefone tocou no quarto ao lado, tocou e tocou, parou abruptamente no meio do toque. &amp;quot;Voc&amp;#234; n&amp;#227;o me pega de novo,&amp;quot; disse Jack. &amp;quot;Ou&amp;#231;a, estou pensando, se a gente tivesse um rancho juntos, uns bois e vacas, seus cavalos, seria uma vida boa. Como eu disse, estou largando os rodeios. N&amp;#227;o sou nenhum medroso mas n&amp;#227;o consigo tirar grana dessa merda e n&amp;#227;o d&amp;#225; pra ficar gastando os ossos assim. Eu pensei, tenho esse plano, Ennis, a gente pode, eu e voc&amp;#234;. O velho da Lureen, acho que ele me daria uma grana pra eu sumir. Mais ou menos isso -- &amp;quot; &amp;quot;Ei, ei, ei. N&amp;#227;o vai ser assim. N&amp;#227;o podemos. Estou preso ao que tenho, dentro desse c&amp;#237;rculo. N&amp;#227;o d&amp;#225; pra sair, Jack. N&amp;#227;o quero ser um desses caras que se v&amp;#234; por a&amp;#237; &amp;#224;s vezes. E n&amp;#227;o quero morrer. Tinha dois caras que tinham um rancho perto de casa, Earl e Rich -- meu pai comentava toda vez que passava por eles. Eles eram motivo de chacota mesmo sendo uns velhotes dur&amp;#245;es. Eu tinha o qu&amp;#234;, uns nove anos, e eles acharam o Earl morto num dique de irriga&amp;#231;&amp;#227;o. Surraram ele com um p&amp;#233;-de-cabra, arrastaram ele pelo pau at&amp;#233; arrancar, s&amp;#243; sangue. O que aquele p&amp;#233;-de-cabra fez parecia peda&amp;#231;os de tomate queimado em cima dele, o nariz destro&amp;#231;ado porque arrastaram ele no cascalho.&amp;quot; &amp;quot;Voc&amp;#234; viu isso?&amp;quot; &amp;quot;Meu pai fez quest&amp;#227;o que eu visse. Me levou pra ver. Eu e K.E. Meu pai deu risada. Caralho, ainda acho que ele fez aquilo. Se ele estivesse vivo e com a cabe&amp;#231;a na porta ele ia correndo pegar o p&amp;#233;-de-cabra. Dois caras vivendo juntos? N&amp;#227;o. A gente pode no m&amp;#225;ximo se encontrar de vez em quando em algum lugar bem no fim do mundo --&amp;quot; &amp;quot;Quanto &amp;#233; de vez em quando?&amp;quot; perguntou Jack. &amp;quot;De vez em quando a cada quatro anos?&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o,&amp;quot; disse Ennis, evitando perguntar de quem era a culpa. &amp;quot;Odeio pensar que voc&amp;#234; vai embora amanh&amp;#227; cedo e eu vou voltar pro trabalho. Mas se n&amp;#227;o tem jeito, deve-se aguentar,&amp;quot; ele disse. &amp;quot;Merda. Eu tenho olhado pras pessoas na rua. Isso acontece com os outros? Que diabo elas fazem?&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o acontece no Wyomin e se acontece eu n&amp;#227;o sei o que eles fazem, talvez v&amp;#227;o pra Denver,&amp;quot; disse Jack, se sentando, virando-se de costas pra ele, &amp;quot;e estou pouco me ferrando. Porra, Ennis, tire uns dias de folga. Agora. Tire a gente daqui. Jogue suas coisas na traseira do caminh&amp;#227;o e vamos pras montanhas. Uns dias. Ligue pra Alma e diga que est&amp;#225; indo. Vamos l&amp;#225;, Ennis, voc&amp;#234; tirou o meu avi&amp;#227;o do c&amp;#233;u -- me d&amp;#234; um motivo pra ficar. Isso n&amp;#227;o &amp;#233; uma coisa qualquer entre a gente.&amp;quot; O soar vazio no quarto ao lado recome&amp;#231;ou, e como se fosse atender, Ennis pegou o telefone no criado-mudo, ligou pro seu pr&amp;#243;prio n&amp;#250;mero. Uma lenta corros&amp;#227;o come&amp;#231;ou entre Ennis e Alma, nenhum problema s&amp;#233;rio, s&amp;#243; umas coisas corriqueiras. Ela trabalhava como atendente numa quitanda, sempre teve que trabalhar pra sanar as contas que Ennis fazia. Alma pediu que ele usasse camisinha porque n&amp;#227;o queria outra gravidez. Ele negou, disse que adoraria deix&amp;#225;-la em paz se ela n&amp;#227;o quisesse mais filhos dele. Respirando fundo ela disse, &amp;quot;Eu at&amp;#233; teria se voc&amp;#234; ajudasse. E al&amp;#233;m disso, afinal, o que voc&amp;#234; gosta de fazer n&amp;#227;o faz muitos filhos.&amp;quot; O ressentimento dela aumentava pouco a pouco de ano em ano: o abra&amp;#231;o que ela vira, as viagens de pescaria uma ou duas vezes por ano com Jack Twist e nunca tirava f&amp;#233;rias com ela e as garotas, a enclina&amp;#231;&amp;#227;o por sair e se divertir, o comodismo de ser mal pago pelo servi&amp;#231;o desgastante nos ranchos, sua propens&amp;#227;o a dormir assim que deitava na cama, seu fracasso ao procurar por um emprego permanente e decente na cidade ou na companhia de energia, deixaram-na pensativa e quando Alma Jr. fez nove e Francine sete ela disse, o que estou fazendo ainda com ele, se divorciou de Ennis e casou com o quitandeiro de Riverton. Ennis voltou a trabalhar nos ranchos, era contratado aqui e ali, nunca ganhando muito mas gostando de trabalhar com gado de novo, livre pra desistir, pedir demiss&amp;#227;o se quisesse, e ir pras montanhas &amp;#224;s vezes. Ele n&amp;#227;o tinha nenhum sentimento real, s&amp;#243; uma vaga sensa&amp;#231;&amp;#227;o de fracasso, e mostrou que estava tudo bem aceitando ir ao jantar de A&amp;#231;&amp;#227;o de Gra&amp;#231;as na casa de Alma e seu quitandeiro e as crian&amp;#231;as, sentando entre as garotas e falando pra elas sobre cavalos, contando piadas, tentando n&amp;#227;o ser um pai tristonho. Depois da torta Alma levou-o &amp;#224; cozinha, raspou os pratos e disse que se preocupava com ele e que ele devia se casar de novo. Ele notou que ela estava gr&amp;#225;vida, uns quatro, cinco meses, ele deduziu. &amp;quot;Uma vez basta,&amp;quot; ele disse, curvando-se sobre o balc&amp;#227;o, sentindo-se grande demais para o c&amp;#244;modo. &amp;quot;Voc&amp;#234; ainda vai pescar com aquele Jack Twist?&amp;quot; &amp;quot;&amp;#192;s vezes.&amp;quot; Ela raspava com tanta for&amp;#231;a que parecia que ia arrancar a estampa do prato. &amp;quot;Sabe,&amp;quot; ela disse, e pelo tom de voz ele percebeu que alguma coisa estava vindo, &amp;quot;Eu me perguntava como voc&amp;#234; nunca trouxe nenhuma truta pra casa. Voc&amp;#234; sempre dizia que pegava v&amp;#225;rias. Ent&amp;#227;o uma vez eu peguei sua cesta na noite antes de voc&amp;#234; ir numa das suas viagens -- a etiqueta com o pre&amp;#231;o ainda estava nela depois de cinco anos -- e coloquei um bilhete na al&amp;#231;a. Dizia, oi Ennis, traga umas trutas, com amor, Alma. E quando voltou disse que tinha pego uns lambaris e comido. Lembra? Eu olhei na cesta quando pude e vi que meu bilhete ainda estava l&amp;#225; e que a cesta n&amp;#227;o tinha encostado na &amp;#225;gua.&amp;quot; Como se a palavra &amp;#225;gua tivesse invocado a mesma, Alma abriu a torneira e a &amp;#225;gua ensopou os pratos. &amp;quot;Isso n&amp;#227;o significa nada.&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#227;o minta, n&amp;#227;o tente me enganar, Ennis. Eu sei o que quer dizer. Jack Twist? Um safado. Voc&amp;#234; e ele -- &amp;quot; Ela havia passado dos limites. Ele agarrou-lhe o pulso; l&amp;#225;grimas rolaram, um prato trincou. &amp;quot;Cale a boca,&amp;quot; ele disse. &amp;quot;Cuide da sua vida. Voc&amp;#234; n&amp;#227;o sabe de nada.&amp;quot; &amp;quot;Vou gritar pro Bill.&amp;quot; &amp;quot;Vamos, pode gritar. Anda. Vou fazer ele comer terra e voc&amp;#234; tamb&amp;#233;m.&amp;quot; Ele apertou de novo e o pulso dela ficou vermelho, p&amp;#244;s o chap&amp;#233;u e saiu batendo a porta. Foi ao bar Black &amp;amp; Blue Eagle naquela noite, ficou b&amp;#234;bado, brigou e saiu. N&amp;#227;o viu as filhas por um bom tempo, imaginando se elas o respeitariam quando ficassem velhas o bastante pra sair da casa de Alma. Eles n&amp;#227;o eram mais jovens afinal. Jack emagreceu nos ombros e nas coxas, Ennis continuou fino como um varal, andava por a&amp;#237; com botas velhas, jeans e camisa em ver&amp;#245;es e invernos, mais um casaco de lona no inverno. Alguns sinais de express&amp;#227;o surgiram nas p&amp;#225;lbebras e deram-lhe um ar cansado, o nariz quebrado ficou adunco. Ano a ano eles faziam seus percursos pelas campinas altas e pelos diques nas montanhas, cavalgando por Big Horns, Medicine Bows, sul das Gallatins, Absarokas, Granites, Owl Creeks, as terras de Bridger-Teton, as terras geladas e as Shirleys, Ferrises e as Rattlesnakes, Salt River Range, dentro dos Wind Rivers mais de uma vez, as Sierra Madres, Gros Ventres, as Washakies, Laramies, mas sem nunca retornar &amp;#224; Brokeback. L&amp;#225; no Texas o sogro de Jack morreu e Lureen, que herdou os neg&amp;#243;cios da fazenda, provou ser boa pra lidar com eles. Jack recebeu um vago t&amp;#237;tulo gerencial, viajando pra fazer estoques e eventos com m&amp;#225;quinas de agricultura. Agora ele tinha algum dinheiro e achava meios de gast&amp;#225;-lo nas viagens. Um leve sotaque texano dava sabor &amp;#224;s suas frases, &amp;quot;cow&amp;quot; virava &amp;quot;kyow&amp;quot; e &amp;quot;wife&amp;quot; virava &amp;quot;waf&amp;quot;. Ele tinha realinhado os dentes e feito obtura&amp;#231;&amp;#245;es, disse que n&amp;#227;o tinha do&amp;#237;do, e pra completar deixou cresceu um vasto bigode. Em maio de 1983 eles passaram uns dias frios numa s&amp;#233;rie de lagos gelados e sem nome, at&amp;#233; chegarem ao dique do rio Hail Strew. L&amp;#225; em cima, o dia estava bom mas a trilha sumiu e as margens estavam escorregadias. Foram embora e passaram por um vale, os cavalos pisando em galhos secos e duros, Jack, a mesma pena de &amp;#225;guia no chap&amp;#233;u velho, levantava a cabe&amp;#231;a no meio-dia pra respirar o ar com perfume de madeira e resina, folhas secas de pinheiro e rochas quentes, bagas amargas espremidas sob as ferraduras dos cavalos. Ennis, atento ao tempo, viu as nuvens quentes &amp;#224; oeste que se aproximavam, mas o azul era t&amp;#227;o profundo, disse Jack, que dava pra se perder nele. L&amp;#225; pelas tr&amp;#234;s atravessaram uma passagem para uma encosta a sudeste sobre a qual o sol forte da Primavera conseguia chegar, voltaram &amp;#224; trilha que agora estava limpa de neve. Eles ouviam o murm&amp;#250;rio do rio que abafava o som de um trem na dist&amp;#226;ncia. Depois de uns vinte minutos foram surpreendidos por um urso preto que revirava um tronco &amp;#224; procura de insetos e o cavalo de Jack relinchou e empinou, Jack dizendo &amp;quot;Oa! Oa!&amp;quot; e Ennis cambaleando e bufando mas ainda parado. Jack alcan&amp;#231;ou o rifle n&amp;#227;o era preciso; o urso assustado galopou pra dentro das &amp;#225;rvores de modo desajeitado, como se estivesse prestes a desabar. O rio com cor de ch&amp;#225; corria r&amp;#225;pido conforme a neve derretia, espuma se formando em cada rocha alta, nas po&amp;#231;as e quedas. Os chor&amp;#245;es com seus galhos ocre balan&amp;#231;avam pesadamente, as flores cheias de p&amp;#243;len pareciam impress&amp;#245;es digitais amarelas. Os cavalos pararam pra beber e Jack desmontou, juntou um pouco da &amp;#225;gua gelada nas m&amp;#227;os, gotas cristalinas caindo de seus dedos, boca e queixo brilhando molhados. &amp;quot;Vai ficar doente fazendo isso,&amp;quot; disse Ennis, e depois, &amp;quot;Lugar bonito,&amp;quot; olhando para a encosta sobre o rio, dois ou tr&amp;#234;s restos de cinzas de velhos acampamentos de ca&amp;#231;adores. Uma campina inclinada subia l&amp;#225; em cima, protegida por uma linha de troncos. Havia bastante madeira seca. Eles armaram acampamento sem falar muito, deixaram os cavalos na campina. Jack quebrou o lacre de uma garrafa de u&amp;#237;sque, deu um longo e quente gole, expirou com for&amp;#231;a, disse, &amp;quot;Essa &amp;#233; uma das duas coisas que eu preciso agora,&amp;quot; p&amp;#244;s a tampa e jogou-a para Ennis. Na terceira manh&amp;#227; l&amp;#225; estavam as nuvens que Ennis esperava, um amontoado cinzento &amp;#224; oeste, uma barreira de escurid&amp;#227;o levada pelo vento. Sumiu depois de uma hora se transformando em neve suave de Primavera que caiu molhada e pesada. &amp;#192; noite ficaram mais frias. Jack e Ennis passavam um baseado de m&amp;#227;o em m&amp;#227;o, o fogo queimava, Jack inquieto e sempre reclamando sobre o frio, mexendo no fogo com um graveto, virando o bot&amp;#227;o do r&amp;#225;dio transistor at&amp;#233; as baterias acabarem. Ennis disse que tinha dado uns beijos numa garota que trabalhava meio-per&amp;#237;odo no bar Wolf Ears em Signal perto de onde ele trabalhava com gado nas terras de Stoutamire, mas n&amp;#227;o estava dando certo e ela tinha uns problemas dos quais ele queria dist&amp;#226;ncia. Jack disse que estava rolando alguma coisa entre ele e a mulher de um rancheiro l&amp;#225; pras bandas de Childress e pelos &amp;#250;ltimos meses ele andava receoso por medo de tomar um tiro de Lureen ou do marido dela. Ennis riu e disse que talvez ele merecesse. Jack disse que tudo andava bem mas que sentia uma puta falta de Ennis &amp;#224;s vezes. Os cavalos relinchavam na escurid&amp;#227;o longe do c&amp;#237;rculo de luz da fogueira. Ennis p&amp;#244;s o bra&amp;#231;o em torno de Ennis, puxou-o pra perto, disse que via suas garotas uma vez por m&amp;#234;s, Alma Jr. tinha dezessete e era t&amp;#227;o alta quanto ele, Francine era el&amp;#233;trica. Jack deslizou a m&amp;#227;o fria entre as pernas de Ennis, disse que se preocupava com seu garoto que era, sem d&amp;#250;vida, disl&amp;#233;xico ou alguma coisa do tipo, n&amp;#227;o conseguia fazer nada, quinze anos e mal conseguia ler, ele percebia mas Lureen n&amp;#227;o admitia e fingia que estava tudo bem, se recusava a procurar ajuda. Ele n&amp;#227;o sabia resposta nenhuma. Lureen tinha a grana e dava as ordens. &amp;quot;Eu queria ter um filho homem,&amp;quot; disse Ennis, abrindo os bot&amp;#245;es, &amp;quot;mas s&amp;#243; tive garotinhas.&amp;quot; &amp;quot;Eu n&amp;#227;o queria nenhum,&amp;quot; disse Jack. &amp;quot;Mas dane-se, tudo foi do jeito que eu queria. Nada nunca veio at&amp;#233; mim do jeito certo.&amp;quot; Sem se levantar ele jogou lenha na fogueira, as fa&amp;#237;scas subiram com suas verdades e mentiras, algumas cinzas pousaram em suas m&amp;#227;os e em seus rostos, n&amp;#227;o pela primeira vez, e eles rolaram na terra. Uma coisa nunca mudou: a brilhante energia dos encontros n&amp;#227;o-frequentes era escurecida pelo sentimento de tempo passando, nunca havia tempo o bastante, nunca. Um ou dois dias depois no estacionamento, os cavalos voltaram para o trailer, Ennis estava pronto pra voltar pra Signal, Jack ia pra Lighting Flat ver seu velho. Ennis se curvou sobre a janela de Jack, disse aquilo que havia segurado a semana toda, que provavelmente n&amp;#227;o se veriam de novo at&amp;#233; novembro depois de um carregamento de gado e antes de chegar o inverno. &amp;quot;Novembro, Que diabo houve com agosto? Olhe aqui, n&amp;#243;s combinamos agosto, nove, dez dias. Cristo, Ennis! Por que n&amp;#227;o disse antes? Voc&amp;#234; teve uma semana inteira pra dizer. E por que sempre nessa porra de frio? Dev&amp;#237;amos fazer algo, ir pro sul. Dev&amp;#237;amos ir pro M&amp;#233;xico um dia.&amp;quot; &amp;quot;M&amp;#233;xico? Jack, voc&amp;#234; me conhece. Tudo que j&amp;#225; viajei foi como andar em c&amp;#237;rculos. Vou ter que cuidar da m&amp;#225;quina de embalar feno em agosto, esse &amp;#233; o problema com agosto. Vai com calma, Jack. N&amp;#243;s podemos ca&amp;#231;ar em novembro, pegar um bom alce. A gente tenta alugar a cabana de Don Wroe de novo. Foi bom l&amp;#225; naquele ano.&amp;quot; &amp;quot;Sabe cara, isso &amp;#233; uma porra duma situa&amp;#231;&amp;#227;o insatisfat&amp;#243;ria. Antes era bem mais f&amp;#225;cil. Agora &amp;#233; como se encontrar com o Papa.&amp;quot; &amp;quot;Jack, eu tenho um emprego. Naqueles dias eu saia dos servi&amp;#231;os sem me importar. Voc&amp;#234; tem uma mulher com grana, um bom trabalho. Se esqueceu de como &amp;#233; estar liso o tempo todo. J&amp;#225; ouviu falar em pens&amp;#227;o? Estou pagando h&amp;#225; anos e ainda falta mais. Vou te dizer, n&amp;#227;o posso perder esse emprego. E n&amp;#227;o posso tirar folga. Foi duro conseguir essa -- alguns bezerros ainda est&amp;#227;o nascendo. N&amp;#227;o d&amp;#225; pra sair. N&amp;#227;o d&amp;#225;. Stoutamire &amp;#233; um canalha e encheu o saco quando pedi a semana de folga. N&amp;#227;o culpo ele. Ele talvez n&amp;#227;o tenha pregado o olho desde que sa&amp;#237;. Tenho que compensar em agosto. Tem alguma id&amp;#233;ia melhor?&amp;quot; &amp;quot;Eu tinha.&amp;quot; O tom era amargo e incisivo. Ennis n&amp;#227;o disse nada, ergueu-se, esfregou a testa; um cavalo empinou dentro do trailer. Ele andou at&amp;#233; o caminh&amp;#227;o, p&amp;#244;s a m&amp;#227;o sobre a lataria, disse algo que apenas os cavalos ouviram, virou e voltou andando r&amp;#225;pido. &amp;quot;Voc&amp;#234; foi pro M&amp;#233;xico, Jack?&amp;quot; O M&amp;#233;xico era o lugar, ele ouvira. Ele come&amp;#231;ava a passar dos limites, estava saltando a cerca. &amp;quot;Estive sim, qual o problema, porra?&amp;quot; Esperou por aquilo por todos aqueles anos, e chegou do nada, de surpresa. &amp;quot;Tenho que te dizer isso uma vez, Jack, e n&amp;#227;o estou brincando. O que eu n&amp;#227;o sei,&amp;quot; disse Ennis, &amp;quot;todas as coisas que eu n&amp;#227;o sei poderiam terminar com voc&amp;#234; morto se eu as descobrisse.&amp;quot; &amp;quot;Ah &amp;#233;,&amp;quot; disse Jack, &amp;quot;e s&amp;#243; vou dizer uma vez. A gente podia ter tido uma vida boa juntos, um puta vida boa. Mas voc&amp;#234; n&amp;#227;o quis, Ennis, ent&amp;#227;o tudo o que nos resta &amp;#233; a montanha Brokeback. Tudo ficou l&amp;#225;. &amp;#201; tudo o que temos, cara, tudo, espero que perceba isso se descobrir o resto. Conte as poucas vezes que estivemos juntos em vinte anos. Veja a coleira curta em que voc&amp;#234; me mant&amp;#233;m, e a&amp;#237; pergunta sobre o M&amp;#233;xico e diz que me mataria por precisar de mim e n&amp;#227;o me ter sempre &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o. Voc&amp;#234; n&amp;#227;o tem id&amp;#233;ia de como isso &amp;#233;. Eu n&amp;#227;o sou voc&amp;#234;. N&amp;#227;o d&amp;#225; pra ficar com uma ou duas fodas nas montanhas a cada ano. Voc&amp;#234; &amp;#233; muito pra mim, Ennis, seu filho de uma vadia. Queria saber como te esquecer.&amp;quot; Como vastas nuvens de vapor de balne&amp;#225;rios de inverno, todos aqueles anos de coisas n&amp;#227;o ditas e agora imposs&amp;#237;veis de se dizer -- admiss&amp;#245;es, declara&amp;#231;&amp;#245;es, vergonhas, culpas, medos -- subiram ao redor deles. Ennis parecia que tinha levado um tiro no cora&amp;#231;&amp;#227;o, o rosto cinza e profundo, se contorcendo, olhos apertados, punhos fechados, pernas tremendo, caiu no ch&amp;#227;o de joelhos. &amp;quot;Jesus,&amp;quot; disse Jack. &amp;quot;Ennis?&amp;quot; Mas antes que ele pudesse sair do caminh&amp;#227;o, tentando descobrir se era algum ataque card&amp;#237;aco ou uma sobrecarga de raiva incendi&amp;#225;ria, Ennis p&amp;#244;s-se em p&amp;#233; e de algum modo, como um cabide entortado pra abrir uma tranca e levado &amp;#224; forma inicial novamente, eles levaram as coisas at&amp;#233; o jeito que estavam antes, pois n&amp;#227;o havia nada de novo. Nada terminado, nada come&amp;#231;ado, nada resolvido. O que Jack lembrava com saudade apesar de n&amp;#227;o conseguir evitar ou entender foi aquela vez num ver&amp;#227;o distante em Brokeback em que Ennis se aproximou por tr&amp;#225;s dele e puxou-o pra perto, o abra&amp;#231;o silencioso satisfazendo algum prazer n&amp;#227;o-carnal, compartilhado pelos dois. Ficaram daquele jeito por um bom tempo em frente ao fogo, que aumentava formando grandes jatos de luz, a sombra de seus corpos uma &amp;#250;nica coluna sobre a pedra. Os minutos passavam marcados pelo rel&amp;#243;gio redondo no bolso de Ennis, pelo crepitar do fogo torrando peda&amp;#231;os de carv&amp;#227;o. As estrelas piscavam atrav&amp;#233;s das camadas de calor sobre a fogueira. A respira&amp;#231;&amp;#227;o de Ennis lenta e quieta, ele murmurava, balan&amp;#231;ava lentamente na luz das fa&amp;#237;scas e Jack sentia suas batidas fortes do cora&amp;#231;&amp;#227;o, as vibra&amp;#231;&amp;#245;es dos murm&amp;#250;rios como eletricidade correndo e, ainda em p&amp;#233;, adormeceu mas n&amp;#227;o era bem um sono, mas algo mais son&amp;#226;mbulo e hipn&amp;#243;tico at&amp;#233; que Ennis, lembrando-se da velha frase que ouviu ainda crian&amp;#231;a, antes de sua m&amp;#227;e morrer, disse, &amp;quot;Hora de pregar os olhos, caub&amp;#243;i. Tenho que ir. Vamos, est&amp;#225; dormindo em p&amp;#233; como um cavalo,&amp;quot; e balan&amp;#231;ou Jack, empurrou-lhe e sumiu na escurid&amp;#227;o. Jack ouviu as esporas se agitarem enquanto ele montava, as palavras &amp;quot;te vejo amanh&amp;#227;,&amp;quot; e o cavalo relinchando e tremendo, os cascos batendo na pedra. Tempos depois, aquele abra&amp;#231;o sonolento solidificou em sua mem&amp;#243;ria como o &amp;#250;nico momento de felicidade sincera e afortunada em suas vidas separadas e dif&amp;#237;ceis. Nada o estragara, nem saber que Ennis n&amp;#227;o o abra&amp;#231;aria mais porque n&amp;#227;o queria mais ver ou sentir que era Jack quem abra&amp;#231;ava. E talvez, ele pensou, eles nunca iriam mais longe do que isso. Deixe estar, deixe estar. Ennis n&amp;#227;o soube do acidente por meses at&amp;#233; que seu cart&amp;#227;o-postal para Jack dizendo que Novembro ainda parecia ser a pr&amp;#243;xima chance voltou com o carimbo FALECIDO. Ele ligou para o n&amp;#250;mero de Jack em Childress, algo que ele s&amp;#243; tinha feito uma vez quando Alma se divorciou dele e Jack entendeu mal o motivo da liga&amp;#231;&amp;#227;o, dirigiu doze mil milhas ao norte para nada. Era s&amp;#243; um engano, Jack ia atender, tinha que atender. Mas n&amp;#227;o. Era Lureen e ela disse &amp;#39;quem? quem &amp;#233;?&amp;quot; e quando ele disse de novo ela confirmou em voz baixa que sim, Jack estava na estrada quando o pneu estourou. O c&amp;#226;mbio foi danificado de algum jeito e a for&amp;#231;a da explos&amp;#227;o atirou o metal no seu rosto, quebrou o nariz e a mand&amp;#237;bula e deixou ele desmaiado pra tr&amp;#225;s. Quando o encontraram ele j&amp;#225; tinha se afogado no pr&amp;#243;prio sangue. N&amp;#227;o, ele pensou, pegaram ele com o p&amp;#233;-de-cabra. &amp;quot;Jack costumava falar sobre voc&amp;#234;,&amp;quot; ela disse. &amp;quot;Voc&amp;#234; &amp;#233; o cara da pescaria ou da ca&amp;#231;a, estou sabendo. Teria te avisado,&amp;quot; ela disse, &amp;quot;mas n&amp;#227;o sabia nome ou endere&amp;#231;o. Jack tinha o endere&amp;#231;o da maioria dos amigos dele na cabe&amp;#231;a. Foi terr&amp;#237;vel. Ele tinha s&amp;#243; 39 anos.&amp;quot; Toda a tristeza das plan&amp;#237;cies do norte se apossou dele. Ele n&amp;#227;o sabia como tinha sido, o p&amp;#233;-de-cabra ou um acidente mesmo, sangue afogando Jack e ningu&amp;#233;m pra vir&amp;#225;-lo. Em meio ao assobio do vento ele ouviu o som do a&amp;#231;o destruindo osso, o estalido vazio de um p&amp;#233;-de-cabra. &amp;quot;Onde ele est&amp;#225; enterrado?&amp;quot; Ele queria mat&amp;#225;-la por deixar Jack morrer na estrada de terra. A voz baixa e Texana escorregou pelo fio. &amp;quot;N&amp;#243;s pusemos uma l&amp;#225;pide. Ele dizia que queria ser cremado, e suas cinzas espalhadas na montanha Brokeback. N&amp;#227;o sei onde fica. Ent&amp;#227;o ele foi cremado, como queria, e como eu disse, metade das cinzas foram enterradas aqui, e a outra metade eu mandei pra fam&amp;#237;lia dele. Pensei que a tal da montanha ficava no lugar onde ele cresceu. Mas conhecendo Jack, deve ser algum lugar de fantasia onde os p&amp;#225;ssaros cantam e h&amp;#225; uma fonte de u&amp;#237;sque.&amp;quot; &amp;quot;N&amp;#243;s levamos um rebanho pra pastar em Brokeback um ver&amp;#227;o,&amp;quot; disse Ennis. Ele mal podia falar. &amp;quot;Ele disse que era o lugar dele. Pensei que ele estava falando sobre beber, beber u&amp;#237;sque l&amp;#225; em cima. Ele bebia muito.&amp;quot; &amp;quot;A fam&amp;#237;lia dele ainda est&amp;#225; em Lightning Flat?&amp;quot; &amp;quot;Ah sim. V&amp;#227;o ficar l&amp;#225; at&amp;#233; morrerem. Nunca os conheci. Eles n&amp;#227;o vieram pro funeral. Tente falar com eles. Acho que eles iriam gostar de satisfazer o pedido do filho.&amp;quot; Sem d&amp;#250;vida, ela era educada mas a voz era fria como neve. A estrada at&amp;#233; Lightning Flat atravessava o interior desolado e passava por uma d&amp;#250;zia de ranchos abandonados espalhados pela plan&amp;#237;cie em intervalos de oito ou dez milhas, casa sentadas e vazias em meio ao capim, cercas de currais quebradas. A caixa de correio dizia John C. Twist. O rancho era diminuto, o mato tomava conta. O armaz&amp;#233;m ficava muito longe pra ele ter id&amp;#233;ia da condi&amp;#231;&amp;#227;o deles, mas viu que criavam uns bois pretos. Uma varanda se projetava em frente &amp;#224; pequena casa marrom, quatro c&amp;#244;modos, dois em cima, dois em baixo. Ennis sentou &amp;#224; mesa da cozinha com o pai de Jack. A m&amp;#227;e de Jack, determinada e cuidadosa em seus movimentos apesar de estar se recuperando de uma opera&amp;#231;&amp;#227;o, disse, &amp;quot;Voc&amp;#234; quer um pouco de caf&amp;#233;? Um peda&amp;#231;o de bolo de cereja?&amp;quot; &amp;quot;Obrigado madame, vou tomar um pouco de caf&amp;#233; mas n&amp;#227;o quero bolo agora.&amp;quot; O homem velho estava sentado em sil&amp;#234;ncio, as m&amp;#227;os dobradas sobre o pl&amp;#225;stico da toalha de mesa, encarava Ennis com uma express&amp;#227;o de raiva, como se soubesse de tudo. Ennis percebeu nele um tipo nada incomum que tinha a necessidade de ser o pato dur&amp;#227;o no lago. Ele n&amp;#227;o via muito do Jack em nenhum deles, respirou fundo. &amp;quot;Me sinto horr&amp;#237;vel por causa do Jack. Nem sei dizer o quanto. Conheci ele h&amp;#225; muito tempo. Vim at&amp;#233; aqui para dizer que se quiserem que eu leve as cinzas dele at&amp;#233; Brokeback como a mulher dele disse eu o faria com prazer.&amp;quot; Houve um sil&amp;#234;ncio. Ennis limpou a garganta mas n&amp;#227;o disse mais nada. O velho disse, &amp;quot;Pois eu sei onde fica essa montanha Brokeback. Ele se achava muito especial pra ser enterrado perto da fam&amp;#237;lia.&amp;quot; A m&amp;#227;e de Jack ignorou isso, disse, &amp;quot;Ele costumava vir todo ano, mesmo depois de casar e ir pro Texas, e ajudar o pai no rancho por uma semana, arrumar o port&amp;#227;o, cortar o mato. Eu deixei o quarto dele do jeito que era quando ele era menino e acho que ele gostava disso. Se quiser pode dar uma olhada l&amp;#225;.&amp;quot; O velho falou com raiva, &amp;quot;N&amp;#227;o tem ningu&amp;#233;m pra ajudar aqui, Jack vivia dizendo, &amp;#39;Ennis Del Mar&amp;#39;, ele dizia, &amp;#39;Vou traz&amp;#234;-lo aqui um dia desses e n&amp;#243;s vamos reeguer esse rancho.&amp;#39; Ele tinha alguma id&amp;#233;ia maluca de que voc&amp;#234;s dois iam mudar pra c&amp;#225;, fazer uma cabana e me ajudar a cuidar do rancho. Ent&amp;#227;o na primavera passada ele veio dizendo que tinha outro cara que ia vir aqui com ele e construir uma casa e ajudar no rancho, algum vizinho dele l&amp;#225; no Texas. Disse que ia largar a mulher e voltar pra c&amp;#225;. Disse tudo isso. Mas como a maioria das id&amp;#233;ias dele, nada disso aconteceu.&amp;quot; E ent&amp;#227;o ele entendeu que tinha sido o p&amp;#233;-de-cabra. Ele levantou, disse que gostaria de ver o quarto de Jack, se lembrou de uma das hist&amp;#243;rias de Jack sobre seu velho. Jack era circuncisado e o velho n&amp;#227;o; ele incomodara-se ao notar a deformidade anat&amp;#244;mica durante uma ere&amp;#231;&amp;#227;o. Tinha uns tr&amp;#234;s ou quatro anos, disse, sempre chegando tarde ao banheiro, se confundindo com os bot&amp;#245;es, com o assento, o peso daquilo e vivia derramando nas bordas. O velho odiava isso e uma vez ficou insano. &amp;quot;Cristo, ele me jogou no ch&amp;#227;o do banheiro, me bateu com o cinto. Pensei que ia morrer. Ent&amp;#227;o ele disse, &amp;#39;Quer ver como &amp;#233; ficar com mijo por toda parte? Vou te mostrar,&amp;#39; e ele p&amp;#244;s pra fora e despejou tudo em cima de mim, me ensopou, ent&amp;#227;o me jogou uma toalha e me fez limpar o ch&amp;#227;o, lavar as roupas e a toalha na banheira, e eu berrando e esperneando. Mas quando ele mijou em mim eu notei que ali havia mais do que tinha notado. Eu vi que o meu era cortado diferente que nem uma marca de gado. N&amp;#227;o tinha mais como acertar as coisas.&amp;quot; O quarto, no topo de uma escata &amp;#237;ngreme, era min&amp;#250;sculo e quente, o sol da tarde entrava pela janela &amp;#224; oeste, batendo na cama de crian&amp;#231;a colocada contra a parede, uma escrivaninha manchada de tinta, uma cadeira de madeira, uma arma num suporte sobre a cama. A janela dava vista para a estrada de cascalho que seguia para o sul e ocorreu-lhe que aquela era a &amp;#250;nica estrada que Jack
